Monday, July 8, 2019

Contraceptivos podem tornar a mulher mais suscetível ao HIV?

Tipo de contracepção pode deixar mulher mais suscetível ao HIV? (Foto: Pexels)

 

 

 

Mais de 600 mil novas infecções por HIV ocorrem em mulheres africanas a cada ano, e mais de 58 milhões apostam em métodos contraceptivos modernos, principalmente os injetáveis, ​​cujo uso aumentou nas últimas décadas na África e em muitos locais onde a incidência do HIV é alta. Estudos epidemiológicos, clínicos e laboratoriais anteriores sugeriram que esse contraceptivo poderia aumentar a suscetibilidade da mulher ao HIV.

Em março de 2017, em função dos resultados de alguns desses estudos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou orientações para o uso de contraceptivos injetáveis por mulheres com alto risco de infecção por HIV. Na época, o Critério de Elegibilidade Médica da OMS para o contraceptivo mudou de categoria 1 (condição para a qual não há restrição para o uso do método contraceptivo) para a categoria 2 (em que as vantagens de usar o método geralmente superam os riscos teóricos ou comprovados). Agora, estes resultados foram revistos.

+ Cuba é o primeiro país a eliminar transmissão do HIV de mãe para filho

Uma nova pesquisa randomizada com mais de 7.800 mulheres africanas, com idades entre 16 e 35 anos — realizado pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos —, veio para provar que esse tipo de injeção contraceptiva (acetato de medroxiprogesterona de depósito intramuscular) não apresentava risco substancialmente aumentado de aquisição de HIV quando comparado com o DIU (dispositivo intrauterino de cobre) e um levonorgestrel (progesterona sintética). "Nosso ensaio randomizado não encontrou uma diferença substancial no risco de HIV entre os métodos contraceptivos avaliados, e todos os métodos foram seguros e altamente eficazes na prevenção da gravidez", diz o professor Jared Baeten.

COMO FOI O ESTUDO?

Durante o estudo, as mulheres que não tinham HIV usaram somente um método contraceptivo por 18 meses. Os participantes foram divididos aleatoriamente em três grupos e receberam o método injetável, o DIU de cobre ou o implante. O ensaio foi aberto, o que significa que os participantes e seus médicos sabiam qual anticoncepcional estava sendo administrado. Os médicos informaram as mulheres no estudo de que seu anticoncepcional não protegia contra o HIV e recomendou que também usassem preservativos.

Os pesquisadores acompanharam quantas mulheres desenvolveram o HIV e quaisquer efeitos colaterais da contracepção que usaram. No total, 94% de todas as mulheres completaram sua última visita programada. Ao longo do ensaio, houve 397 infecções pelo HIV e nenhuma incidência significativa do HIV entre os três grupos de mulheres. Os autores explicam que o estudo foi desenhado para ser capaz de detectar um aumento de 50% no risco de HIV, mas que o julgamento não foi estatisticamente forte o suficiente para prever aumentos inferiores a 30%.

Além disso, todos os três anticoncepcionais foram altamente eficazes, com aproximadamente 1% ou menos de mulheres engravidando enquanto usavam o anticoncepcional ao qual foram atribuídas continuamente por um ano, entretanto a injeção e o implante tiveram menor incidência de gravidez do que o DIU de cobre. A maioria das gestações (71%, 181 gestações) ocorreram depois que as mulheres interromperam o uso do contraceptivo e, no geral, houve 255 gestações no estudo.

CONCLUSÕES

O co-autor Nelly Mugo, do Instituto de Pesquisa Médica do Quênia e da Universidade de Washington, ressalta que, apesar de nenhum dos métodos torná-las mais suscetíveis, eles também não funcionam como protetor contra o vírus. "Nossos resultados enfatizam fortemente a necessidade de esforços mais agressivos de prevenção e gestão de HIV e DST para mulheres africanas", diz.

O estudo teve como objetivo fornecer evidências robustas sobre os riscos potenciais para informar a tomada de decisões das mulheres, o aconselhamento sobre métodos contraceptivos e as decisões normativas e de elaboração de políticas. "Muitos fatores estão levando taxas inaceitavelmente altas de aquisição de HIV em mulheres jovens, mas temos boas razões para acreditar que contracepção não é um deles", finaliza Lisa Miyako Noguchi, da Johns Hopkins University, nos Estados Unidos.

 



from Crescer https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Planejando-a-gravidez/noticia/2019/07/contraceptivos-podem-tornar-mulher-mais-suscetivel-ao-hiv.html

Como ajudar a criança a se acostumar com outras pessoas?

Colo de mãe ajuda a controlar o choro da criança (Foto: Thinkstock)

 

Meu filho de 9 meses é muito apegado a mim. Não posso sair da visão dele, que já chora. Só fica com o pai se eu estiver por perto. Já deixei chorar, tentei conversar, mas nada funciona.
Yngrid Rossatto, via Facebook

Aos 9 meses, os bebês já começam a engatinhar. Isso é importante, pois lhes dá liberdade para explorar os espaços da casa. Nesse momento, eles passam a entender que são independentes do cuidador, o que é fundamental para o desenvolvimento, mas também doído – por isso ele sofre ao se separar de você. Sugiro que o pai ajude, passando mais tempo livre com ele, brincando ou levando-o para passear, mesmo que ele chore um pouco no começo. Aos poucos, ele vai se acostumar e passar a brincar com outras pessoas.

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Ana Maria Escobar é professora de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP (Foto: Guto Seixas/editora globo)

 



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Primeiro trailer do live-action de Mulan dá destaque para artes marciais e batalhas épicas

Liu Yifei como Mulan (Foto: Reprodução Youtube)

 

O primeiro trailer do live-action de Mulan, divulgado neste domingo (7), aposta em cenas caprichadas de artes marciais e batalhas épicas para impressionar o público.

No começo do vídeo, a protagonista, interpretada por Liu Yifei, aparece conversando com os pais e a avó e diz que trará honra para a família. Já na parte final, o trailer foca na ação e mostra a heroína treinando e lutando em campos de batalha.

Quem assistiu ao clássico da Disney, sabe que a história de Mulan é a de uma adolescente chinesa que se disfarça de homem e se alista no exército para impedir que o pai idoso vá para a guerra contra invasores. Apesar de a presença de mulheres no exército imperial ser proibida, a protagonista acaba fazendo a diferença durante as batalhas.

+ Que filmes vocês pretendem ver com as crianças nas férias? Discuta com outras mães no FÓRUM CRESCER.

O trailer sugere que, diferente de outras adaptações como ‘O Rei Leão’ que se mantém extremamente fieis ao desenho original, o live action de Mulan dará mais destaque para ação e menos para comédia do que a animação. Um dos principais indicativos disso é a ausência do dragão Mushu no teaser, um dos personagens principais e alívio cômico do desenho. Ainda não há confirmação de que ele fará parte da trama da nova adaptação. 

Assista ao trailer: .

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Sunday, July 7, 2019

Tal pai tal filho: fotos do batizado revelam que Archie é ruivo como o pai

Archie tem cabelos ruivos como o pai (Foto: Reprodução)

 

Desde ontem (6), quando as fotos do batizado real foram divulgadas, o assunto tomou conta das redes sociais: com quem Archie se parece? Em uma das imagens, em preto e branco, o Duque e a Duquesa de Sussex aparecem sozinhos com o bebê e, na outra, colorida, com outros integrantes da família — príncipe Charles, da duquesa da Cornualha, de Kate Middleton e do príncipe William, além da mãe de Meghan, Doria Ragland, bem como as irmãs da princesa Diana, Lady Sarah McCorquodale e Lady Jane Fellowes. E é exatamente nesta última foto que é possível perceber a fisionomia de Archie.

+ Os detalhes do batizado real do bebê Archie, filho de Meghan Markle e Príncipe Harry

Foto compartilhada no Instagram oficial (Foto: Reprodução Instagram)

 

Mas os fãs estão divididos. Centenas de pessoas estão convencidas de que Archie é a "imagem cuspida" de seu pai, enquanto algumas são inflexíveis em relação a Meghan. Outros têm certeza de que ele é uma "mistura perfeita" de ambos: "Ele pode ter os lábios de Meghan, mas definitivamente não o nariz dela", escreveu uma. Outro disse que a realeza tem os "olhos e lábios" de Meghan com o "nariz e cabelo" de Harry.

+ Bebê Archie é batizado neste sábado: confira as fotos

E embora os fãs estivessem divididos sobre quem Archie mais se parece, eles estão de acordo sobre a cor do cabelo: ruivo. "Poderia ser meus olhos, mas quanto mais eu olho para Archie, ele parece ser um ruivo!", escreveu uma pessoa. Outro disse: "Archie é tão bonito e fofo. Eu vejo que ele pegou o cabelo ruivo do pai". Mais um concordou: "Archie é gengibre como papai". Alguns fãs reais até alegaram que Archie se parece com seu avô, Thomas Markle, com vários indo às mídias sociais para expressar suas opiniões. 

Archie com os pais, Meghan e Harry (Foto: People)

 

Compartilhando as duas fotos adoráveis, o palácio disse: "O Duque e a Duquesa de Sussex estão muito felizes em compartilhar a felicidade deste dia e gostariam de agradecer a todos em todo o mundo pelo apoio contínuo. Eles se sentem muito felizes por terem desfrutado desse especial". Infelizmente, a rainha e o príncipe Philip estavam ausentes da cerimônia, já tendo feito planos para passar a semana juntos.



from Crescer https://revistacrescer.globo.com/Pais-famosos/noticia/2019/07/tal-pai-tal-filho-fotos-do-batizado-revelam-que-archie-e-ruivo-como-o-pai.html

Miá Mello se emociona ao falar sobre maternidade: "Como a gente é contraditória, né?"

Miá Mello se emociona ao falar sobre maternidade (Foto: Reprodução Instagram)

 

"Até com a pessoa que eu encontro no hortifruti e comento algo sobre as verduras, acabo engrenando rapidamente no assunto maternidade — porque eu sou assim, não posso encostar num ombro que estou falando nas crianças." Essa é atriz e humorista Miá Mello, 38. Apesar de colecionar na carreira filmes como Meu Passado Me Condena e Cilada.com, e ter participado de novelas e programas, ela admite que, de longe, a maternidade é o "papel" mais difícil. "Na verdade, ela é mágica, é o exercício de maior doação que um ser humano pode fazer. Mas é muito cansativo", afima.

+ A maternidade pode ser mais leve quando permitimos que outras mães amem nossos filhos

Ela, que é mãe de dois — Nina, 10, e Antonio, 2 —, está prestes a estrear a peça "Mãe Fora da Caixa", no dia 12 de julho, no Rio de Janeiro. O monólogo é uma espécie de "grito de liberdade" para as mães. Mas durante o processo criativo, Miá conta que precisou se "desdobrar em mil" para dar conta da rotina com as crianças. "Eu estava desde fevereiro numa batida inacreditável como mãe, porque o meu grande parceiro da vida, que é meu marido, foi trabalhar em São Paulo. Ele vem todo final de semana, tá sempre presente quando pode, mas é muito difcíl não ter com quem dividir", explica.

Miá amamentando Antonio (Foto: Reprodução Instagram)

 

Miá ainda confidenciou um fato que a marcou nessa fase. "No início de julho, meu filho, de 2 anos, viajou de férias para a casa da minha mãe, que mora na Bahia. E aí, eu esperava — contando quase que no calendário — esse dia chegar, porque eu tava me dedicando muito ao processo criativo da peça. E um processo criativo muito intenso com a casa muito intensa, que é o que tava acontecendo, é uma loucura, né? Mas enfim, eu estava dando conta. E quando esse dia chegou, Antonio foi bem feliz, nem chorou, foi feliz pra caramba, mas foi eu embicar o carro em casa e ver todas as luzes apagadas, tudo vazio, quieto, nossa... Me tirou o chão, sabe? Demorei um tempão pra conseguir entrar em casa, de tão emocionada que fiquei. Não tinha conseguido nem entender que ele tinha ido. Como a gente é contraditória, né? Porque tudo o que eu mais queria e precisava era desse tempo", conta, emocionada.

Miá Mello (Foto: Reprodução Instagram)

O PODER DA TROCA

Miá diz que participa de uma creche parental, onde conversa e desabafa suas angústias. "Eu, que me considero uma pessoa super esclarecida e prática, volta e meia me pego pensando: 'só eu to passando por isso, só eu to me sentindo assim'. Aí falo sobre isso no grupo e sempre tem mais umas duas ou três mães passando pela mesma coisa. E pode ser meio louco, mas o simples fato de você saber que tem mais alguém, dá um conforto?", conta.

+ Como evitar que o relacionamento depois dos filhos não seja massacrado pela rotina? Discuta com outras mães no FÓRUM CRESCER

Para ela, toda mãe deve ter um momento de troca. "Poder falar alivia muito. E eu acredito até que é um pouco libertador você poder falar. Porque eu não posso falar que estou cansada? Por que eu não posso falar que estou exausta, com vontade de jogar tudo pro alto? Por que eu não posso falar tudo isso? Vamos falar, gente!", provoca Miá.

 Sobre a maternidade

Ao ser questionada sobre o que é a maternidade para ela, a atriz fez uma pausa para pensar. "É tão difícil responder, talvez por ser um sentimento tão grande que não tem palavras pra descrever, sabe?", diz Miá. E continua: "A maternidade foi o que me edificou no chão, é o que faz eu sempre pensar em ser uma pessoa melhor, porque eu super acho que a educação vem, de fato, de você conseguir ser uma pessoa legal e seus filhos terem em quem se espelhar. Então, isso te faz pensar sempre nas suas atitudes. É sentir uma troca muito intensa de sentimentos e de aprendizados — pois eu sinto que não sou só eu que ensino as coisas pra eles, eles me ensinam muito — e ainda tem uma coisa de alma, uma junção minha com o homem que eu amo, mais um poquinho que nasceu com eles... É a mágica! É sentir esse orgulho gigante que eu sinto dos meus filhos e eu sei que eles sentem de mim também. Isso é muito lindo!", finalizou.

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Saturday, July 6, 2019

Fórmula de leite de cabra tem propriedades semelhantes ao leite materno, diz estudo

mamadeira-bebe (Foto: shutterstock)

 

O leite materno é o melhor alimento para os bebês. No entanto, nem todas as mães conseguem amamentar seus filhos. Por isso, a ciência está engajada em descobrir alternativas que mais se assemelham ao leite materno em termos de benefícios. Agora, um estudo de três anos publicado no British Journal of Nutrition fez uma descoberta importante. A pesquisa da RMIT University — o Instituto Real de Tecnologia de Melbourne, na Austrália — afirma que os "oligossacarídeos" na fórmula do leite de cabra são semelhantes aos encontrados no leite materno.

Segundo os cientistas, os oligossacarídeos são um tipo de carboidrato abundante no leite materno que estabelece e mantém a microflora intestinal saudável, o desenvolvimento imunológico e a proteção contra infecções gastrointestinais. Ou seja, é benéfico para a saúde intestinal e inibe as bactérias nocivas. Os pesquisadores concluíram que o leite de cabra tem seis vezes mais oligossacarídeos do que o leite de vaca — 14 oligossacarídeos de ocorrência natural, cinco dos quais são semelhantes aos encontrados no leite materno. E afirmam que a fórmula do leite de cabra é tão eficaz quanto o leite de cabra fresco. 

“Até onde sabemos, este é o primeiro relatório desse tipo mostrando a riqueza de oligossacarídeos na fórmula infantil à base de leite de cabra e sua semelhança com o leite humano”, disse o pesquisador chefe, Harsharn Gill. Ele explica que o leite materno tem o maior número de prebióticos saudáveis, mas ainda há pouca informação sobre oligossacarídeos em fórmulas infantis quando a amamentação não é possível. Segundo o especialista, quase um terço dos casos de diarreia em crianças são atribuídos à bactéria E. coli, e o leite de cabra reduz a adesão dessa bactéria. "Estes resultados sugerem que os oligossacarídeos presentes naturalmente na fórmula infantil à base de leite de cabra exibem fortes propriedades de adesão prebiótica e anti-patogênica e podem conferir benefícios para a saúde intestinal aos bebês", concluiu o estudo.

No entanto, o Conselho Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da Austrália (NHMRC) afirma que nenhuma fórmula infantil é melhor que a outra, e não recomenda a fórmula do leite de cabra, pois há poucos estudos avaliando sua segurança. A orientação é usar fórmulas infantis à base de leite de vaca até os 12 meses de idade. Já as fórmulas especiais podem ser usadas sob supervisão médica para bebês que não podem tomar produtos lácteos de vaca por motivos médicos, culturais ou religiosos específicos.

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Bebê Archie é batizado neste sábado: confira as fotos

Archie com os pais, Meghan e Harry (Foto: People)

 

O bebê Archie foi batizado neste sábado (6) na capela privada da Rainha Elizabeth no Castelo de Windsor. Os novos pais escolheram o local porque “queriam um ambiente íntimo e pacífico em um lugar com uma conexão tão especial com Sua Majestade”, disse uma fonte real à PEOPLE. Em frente ao local, uma pequena multidão se reuniu na tentativa de ver o filho de Meghan e Harry, de 8 semanas.

Segundo o The Sun, o menino foi batizado em uma espetacular fonte de 11 mil libras, pelo arcebispo de Canterbury. Estava presente um grupo pequeno, cerca de 25 amigos e familiares, incluindo a mãe de Meghan, Doria Ragland, bem como o príncipe William e Kate Middleton.

+ Os detalhes do batizado real do bebê Archie, filho de Meghan Markle e Príncipe Harry

Conforme o post compartilhado na conta do Instagram de Harry e Meghan, o Príncipe Charles e sua esposa Camila, Duquesa da Cornualha, também estiveram no batizado com as irmãs da Princesa Diana, Lady Sarah McCorquodale e Lady Jane Fellowes. "Este é um belo marco e eles estão empolgados em compartilhar isso como a família primeiro e, depois, com o mundo", disse a fonte de Harry e Meghan.

Foto compartilhada no Instagram oficial (Foto: Reprodução Instagram)

 

“O Duque e a Duquesa de Sussex estão tão felizes em compartilhar a alegria deste dia com os membros do público que têm sido incrivelmente favoráveis ​​desde o nascimento de seu filho. Eles agradecem a gentileza em dar as boas-vindas ao primeiro filho e comemorar esse momento especial”, diz o post. "Sua Alteza Real se sente feliz por ter aproveitado este dia com a família e os padrinhos de Archie", completa. 

No entanto, a especulação maior é sobre quem são os padrinhos. Normalmente, os nomes são registrados publicamente, mas ninguém duvida que os novos pais também queiram manter esses detalhes — assim como foi o nascimento — em sigilo. Uma fonte próxima ao casal disse ao The Sun: “As pessoas podem pensar que Meghan é responsável por toda essa coisa de privacidade, mas é Harry quem lidera. Ele quer que Archie seja um cidadão privado de todas as formas possíveis".

+Pela primeira vez, realeza divulga foto que mostra rosto de Archie, filho de Meghan e Harry

Um comunicado, divulgado ontem (5) pelo Palácio de Buckingham, dizia: "Archie Harrison Mountbatten-Windsor será batizado na Capela Privada do Castelo de Windsor. Os padrinhos, de acordo com seus desejos, permanecerão privados ”.

Fãs se reúnem em frente ao castelo de Windsor (Foto: w8media)

 



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Primeiro resfriado do bebê: o que fazer?

Bebê doente no colo da mãe (Foto: Shutterstock)

 

Com a chegada do inverno, diversos tipos de vírus entram em ação — entre eles o rinovírus, um dos mais de 500 tipos de vírus e que é responsável por boa parte dos resfriados. Além da sazonalidade, por conta do frio, a tendência é ficarmos em ambientes mais fechados, o que facilita a transmissão. E quem tem um bebê em casa sabe o temor que dá só de pensar em ver o filho doente.

A boa notícia é que levar em consideração aquelas dicas que o pediatra dá ainda na maternidade — como o cuidado com as visitas doentes —, ajudam e muito a mantê-lo protegido. A má notícia é que isso não é garantia de que ele não ficará doente.
Mas o que fazer diante do primeiro resfriado do bebê? Quem responde às principais dúvidas dos pais é o pediatra David Elias Nisenbaum, do Hospital Infantil Sabará (SP).

Quando o resfriado passa a ser algo preocupante?
Normalmente, em recém-nascidos de até um mês, é comum o nariz fazer um barulhinho porque ainda é naturalmente um pouco obstruído. Isso não é algo para se preocupar. Agora, se tiver tosse ou febre acima de 37,8 graus e dificuldade para respirar é recomendado levar ao médico.

+ VSR: pediatras devem identificar crianças que correm mais risco

A partir de qual idade o bebê corre o risco de ficar resfriado?
Não existe uma regra. Até os dois meses, ele quase não tem imunidade, só a passada do leite da mãe. Até os seis meses, aumenta um pouco. Depois, com 1 ano, as defesas do organismo tornam-se um pouco mais eficientes. Mas é após os 3 anos que há um aumento considerável, sendo que aos seis anos já é bem parecida com a de um adulto. Por esse motivo, é preciso seguir à risca as orientações médicas de não receber visitas de pessoas doentes, pedir para que não beijem o bebê e evitar sair para lugares lotados. Tudo isso favorece o contato com o vírus e não dá para prever quando ele vai causar apenas um leve resfriado ou até evoluir para um quadro mais grave, como o de bronquiolite, por exemplo.

Quanto mais novo o bebê, mais grave podem ser os efeitos de um resfriado?
Sim. Porém, cada bebê pode responder de uma forma ao contato com o vírus. É muito comum ouvirmos reclamações de mães e pais que levaram o bebê ao pronto-socorro e o médico diz que era só um resfriado, mas o bebê acaba internado com bronquiolite. Na verdade, o que acontece é que naquele momento da consulta realmente poderia ser apenas um resfriado sem complicações, mas conforme os dias foram passando, houve uma evolução. Essa evolução não tem como ser prevista ou barrada pelo médico. Se tiver que evoluir para algo mais grave isso vai acontecer, infelizmente. E, só então, podemos entrar com uma intervenção medicamentosa mais forte, que é justamente quando a criança apresenta os sintomas citados na primeira questão.

+ Bronquiolite: o que é, como prevenir e como tratar

Como deve ser o tratamento em casa para esses resfriados mais brandos?
O tratamento inclui caprichar na hidratação da criança (se ela for menor de seis meses, isso é feito através do leite materno. Se for maior, vale dar mais água ao longo do dia); fazer inalação apenas com soro ao longo do dia; lavar o nariz com soro fisiológico; e usar o aspirador nasal, para ajudar na desobstrução. Já os descongestionantes não são indicados, porque apresentam mais efeitos colaterais do que benefícios.

É preciso amamentar mais vezes o bebê para ajudar no fortalecimento da imunidade durante o período do resfriado?
O que vai acontecer é que o bebê terá mais dificuldade para sugar o leite, já que o nariz estará obstruído. Por isso, ele não conseguirá mamar a mesma quantidade de leite que estava acostumado em cada mamada. A recomendação é aumentar a oferta para que ele consiga chegar à quantidade de costume. Mas não que seja preciso dar uma quantidade extra de leite.

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Rotina para o sono: "Uma vez que o seu filho complete 3 ou 4 meses, não há por que esperar", diz especialista

O recém-nascido deve dormir de 16 a 19 horas por dia (Foto: Guto Seixas/ Editora Globo)

 

Nos primeiros anos de vida, o sono é algo que realmente incomoda e preocupa os pais. Ou porque a criança acorda várias vezes à noite ou então simplesmente dorme muito tarde. Craig Canapari, diretor do Centro Pediátrico do Sono da Universidade Yale, nos Estados Unidos, conta mais sobre o recém-lançado It’s Never Too Late to Sleep Train: The Low-Stress Way to High-Quality Sleep for Babies, Kids, and Parents (“Nunca é tarde para treinar o sono: o método de baixo estresse para um sono de qualidade para bebês, crianças e pais” — em livre tradução do inglês).

O livro reforça que é possível ensinar as crianças a dormir em qualquer idade. Como isso é possível?
Aqui nos EUA, as pessoas acham que treinar o sono é somente aplicar o método “cry it out” (deixar o bebê chorar). Mas envolve uma gama de mudanças comportamentais, que vão desde trocar o horário de ir para a cama até investigar possíveis doenças associadas ao sono. Uma vez que o seu filho complete 3 ou 4 meses, não há por que esperar. Uma boa noite de sono traz inúmeros benefícios para toda a família, em relação ao humor, aprendizado e atenção, e por isso deveria ser prioridade.

CF307-MAT-CAPA-SONO (Foto: Tomás Arthuzzi/Editora Globo)

 

Qual a diferença em ensinar um bebê e uma criança maior a dormir?
Para os menores, há menos opções. Você pode aplicar o método de deixar chorar ou o do “acampamento”. O primeiro consiste em deixar o bebê no berço e checar como ele está a cada dois ou três minutos. É eficiente, porém mais difícil para muitas famílias. Já o segundo funciona assim: o adulto “sai” do quarto da criança aos poucos. No começo dorme em uma cama ao lado, depois em um colchão e, por fim, em uma cadeira ao lado do berço.

Já com os maiores, é possível usar várias formas de compensação, o que deixa tudo mais divertido. Com o reforço positivo no dia seguinte, que é dado com elogios, olho no olho, abraços, e funciona melhor do que fazer um quadro de incentivo, por exemplo. Outra técnica é começar a rotina de sono uns 30 minutos mais tarde do que o habitual, assim você pode usar a sonolência da criança a seu favor. Para o treino ser menos estressante, também recomendo ensaiar a técnica escolhida, seja qual for, durante a soneca do dia.

E treinar o bebê para dormir, mesmo que isso implique em um pouco de choro, pode deixar algum trauma?
Uma das partes importantes do meu trabalho é dar às famílias a permissão para treinar os filhos a dormir, porque os pais, geralmente, se sentem culpados ou egoístas. Embora pareça fazer sentido, intuitivamente, não há provas científicas de que crianças que são independentes em relação ao sono ou foram treinadas para tanto, considerando os métodos que citei, teriam mais chance de apresentar algum problema de saúde ou de comportamento em comparação com as demais.

 



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Desenho para Bebe | 1,2 O que Fazemos? | NOVO DESENHO! | Desenhos Animados | Little Baby Bum
Inscrever-se ► https://www.youtube.com/channel/UCbcL7DLAdd6beWdh2GAnqmA?sub_confirmation=1 Vem assistir mais Little Baby Bum ► https://www.youtube.com/watch?v=-wIldBUxZ04&list=PLnwQLyuY2kmfYNEolZDMcQBBImpXl1xdE Canções de Animais ► https://www.youtube.com/watch?v=qdwKNA461LQ&list=PLnwQLyuY2kmcvtXgzU6m_jEjMzhn3rWTJ ABC e 123 ► https://www.youtube.com/watch?v=_bVwBUfCP6g&list=PLnwQLyuY2kmdo37Ybv-Zb-zVHnSUlTU3T © El Bebe Productions Limited


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Friday, July 5, 2019

9 dicas para ajudar você a retomar o amor próprio depois de ter filhos

Two girlfriends meeting in a coffee shop, talking (Foto: Getty Images/Westend61)

 

O bebê nem bem nasceu e todos os pensamentos já estão voltados para a chegada do novo membro da família. Durante o puerpério todas as atenções são só dele. Quando você se dá conta, já é o primeiro aniversário do pequeno e a vida que você tinha antes de ser mãe simplesmente não existe mais. Está com saudades de se olhar no espelho e ser sua  prioridade novamente? As dicas abaixo podem ajudá-la nisso! 

1. UMA HORA INTEIRINHA APENAS PARA VOCÊ
Com todas as demandas que vêm com o bebê, mal sobra tempo para ir ao banheiro... Que tal separar uma hora do dia apenas para você? Para isso, vale contar com aquela ajuda da avó ou de uma amiga mais chegada. "Acredite: tomar um café bem gostoso naquela cafeteria que você sempre frequentou, sentar na praça e ler o livro que está empoeirado sobre a estante ou simplesmente ficar sem fazer nada durante esse tempo são atitudes valiosas para recarregar as energias e retomar o gosto pelos hábitos que você sempre apreciou, mas que ficaram adormecidos com a chegada do seu filho", conta a psicóloga Letícia Gonçalves (SP), mãe de Catarina, 1 ano e 2 meses, e que após o nascimento da filha sente na pele o desafio que é colocar-se como prioridade, mesmo que por alguns instantes.

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2. CINCO MINUTOS DE ATENÇÃO PLENA
Que tal tirar o corpo do modo automático de dar mamá, trocar fralda, dar banho... e nem que seja por 5 minutos, dar atenção ao seu corpo? "Especialistas em consciência corporal acreditam que a simples prática de desacelerar (pode ser com uma respiração profunda, meditação, alongamentos suaves ou ioga) ajudam a aliviar o estresse e trazem de volta a conexão entre corpo e mente", diz Letícia. Esse é o autocuidado que você pode fazer enquanto abraça seu bebê ou até mesmo quando está se alimentando. Ou seja: não exige grandes esforços e nem que você se separe fisicamente do bebê. 

3. CUIDE DO SEU CORPO
Para isso você não precisa, necessariamente, frequentar uma academia ou spa. em casa mesmo, aproveite quando o bebê dorme ou o marido chega do trabalho, para se dar ao luxo de tomar um banho mais demorado, hidratar o cabelo e depois passar aquele hidratante que você adora, mas está esquecido no fundo do armário. Parece besteira, mas só o fato de ter esse carinho com ser corpo já dá um upgrade na autoestima. Experimente e tire a prova!

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4. VOLTE A OUVIR AQUELA PLAYLIST QUE VOCÊ ADORAVA
A música tem a incrível capacidade de nos conectar à nossa história, resgatar lembranças e até sentimentos que você nem lembrava mais que existiam. Então, nada melhor do que dar o play em suas canções favoritas, fechar os olhos e, mesmo com o bebê nos braços, dançar sozinha ao som de seu hit do coração. Só de imaginar, a sensação já é boa, vai?! 

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5. ATIVE A MARIE KONDO EM SEU GUARDA-ROUPAS
Será que não está na hora de dar adeus para aquelas peças que foram super usadas durante a gestação, mas que já não fazem mais sentido continuarem no seu guarda-roupas? Separe as roupas que fazem você se sentir bonita e deixe-as à mostra, já aquelas que só a deixam apagada podem ser doadas para quem estiver precisando. Essa mudança ajuda também no sentido de ser mostrar que você já passou aquela fase e agora está em busca de algo novo. Você merece se tratar bem e vestir peças que a façam se sentir linda, do jeitinho que você é!

6. RECONECTE-SE COM OS AMIGOS DA ÉPOCA DA FACULDADE
Estar rodeada por amigas que são mães é incrível. Dá para trocar experiências e ver que você não está sozinha em suas dúvidas e angústias. Mas resgatar o contato com amigos que você conhece há tempos e que não são mães ou pais também pode ser ótimo para enxergar além da maternidade e se sentir como nos velhos tempos. "Eles também podem ficar animados com a sua aproximação, já que a tendência é rolar um afastamento natural. Certamente ambos os lados sairão mais felizes com essa experiência", diz a psicóloga. 

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7. ESCREVA SOBRE SEUS SENTIMENTOS E O QUE ACONTECE NO DIA A DIA
Escrever o que você está vivendo, do que gosta, o que fez... ajuda a organizar os pensamentos. "Ajuda também a retomar seus objetivos e a lembrar-se de onde quer chegar, nomeando seus sentimentos, o que pode ser muito útil para sair do modo "piloto automático"", diz Letícia.  

8. LEITURA RECONFORTANTE
Foram tantos meses lendo sobre enxoval, decoração de quarto do bebê, parto... que às vezes você até se esquece que adorava filmes de ficção científica ou até mesmo séries românticas. Voltar-se para esses velhos hobbies pode ajuda-la a sentir que fez algo de bom para você durante o dia - mesmo que por pouquíssimos minutos. Enfiar-se em um livro é também uma forma de acalentar o coração, levando-a a impulsos encorajadores. Pense nisso. 

9. APROXIME-SE DAQUELES FAMILIARES QUE TE FAZEM BEM
Para quem tem a sorte de ter parentes queridos por perto, vale combinar visitas rápidas - na casa deles ou na sua, como preferir - e simplesmente jogar conversa fora. As pessoas que te amam sabem quem você é e não irão te julgar por ser você mesma e, se quiser, até desabafar sobre os problemas que a afligem. Nada melhor do que um ouvido amigo e um abraço apertado de quem te ama. 

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Quando a criança começa a falar?

criança (Foto: _Alicja_/Pixabay)

 

 

Meus gêmeos têm 1 ano e 7 meses e ainda não falam. Devo ficar preocupada?
Stefani Tavares, via Facebook

O desenvolvimento da linguagem é muito importante. No entanto, é essencial saber que esse processo acontece aos poucos, e progressivamente. Observe que os bebês “falam” também por meio do choro, e entendemos quando estão com dor, fome ou qualquer outro incômodo. Com cerca de 1 ano, as crianças já entendem muito do que os adultos falam e conseguem, de alguma forma, se fazer entender. Entre 1 e 2 anos, falam sílabas ou palavras, mas cada criança tem seu tempo. Como seus filhos são gêmeos, eles devem interagir e se entender entre si, sem esforço. Por isso, o melhor a fazer é conversar com o pediatra deles para avaliar se o desenvolvimento de ambos está dentro do normal.

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Ana Maria Escobar é professora de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP (Foto: Guto Seixas/editora globo)

 



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Jantar pode ser substituído por lanche?

lanche (Foto: Pexels)

 

 

“Gostaria de dar comida no almoço, e apenas um lanche à noite para os meus filhos. Tenho três crianças, de 5, 4 e 2 anos. É indispensável oferecer comida no jantar também?”
Ludna Abdallah, via Facebook

O hábito de reunir os filhos à mesa – pelo menos em uma das refeições do dia – é extremamente importante. Trata-se do momento em que cada um pode contar sobre o seu dia, descontrair, interagir e é também quando os pais podem ensinar às crianças sobre alimentação saudável. Quer um exemplo de como isso é positivo? Segundo a Universidade Estadual de New Jersey (Estados Unidos), os filhos que fazem um maior número de refeições em família tendem a comer mais vegetais, vitaminas e fibras, e a ingerir menos junk food – alimentos com alto teor calórico e níveis reduzidos de nutrientes.

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Por outro lado, sabemos que nem sempre é fácil encontrar tempo e inspiração para preparar refeições diariamente. Diante dessa situação, não há problema em substituir a comida por um lanche, como exceção e não regra. No entanto, não é recomendado fazer essa mudança caso você tenha filhos com menos de 2 anos. Isso porque, em geral, antes dessa idade, as crianças não costumam ter uma boa mastigação.

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Vale lembrar que essa refeição deve ser completa e conter proteínas, como carne, frango e ovos; salada crua, como tomate ou pepino; e um carboidrato – no caso do pão, dê preferência para o multigrãos.

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O ideal é que esse lanche também seja acompanhado de uma fruta, que pode ser in natura ou no formato de suco natural. E uma última dica: além de rápidas e fáceis de preparar, lembre-se de que sopas – contendo as mesmas proporções de nutrientes – também são excelentes opções para a noite.

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Dra. Liliane Oppermann (Foto: Divulgação)

Liliane Oppermann é nutróloga, diretora da clínica e Spa Opper Life (SP) e mãe de Luiza, 15, Livia, 6, e Lara, 5. Também é autora de Mind Detox.

Mande sua dúvida para: crescer@edglobo.com.br

 

 



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Crianças que são incluídas na resolução dos problemas familiares têm mais chance de se tornarem adultos resilientes

carinho, cuidado, pais, criança, (Foto: Pexels)


 

Crianças que se sentem conectadas aos pais e são incluídas na discussão de problemas familiares têm mais chance de se tornarem adultos engajados, com senso de propósito e relacionamentos positivos no futuro, de acordo com estudo da Escola de Saúde Pública John Hopkins Bloomberg, em Baltimore, nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, altos níveis de conexão e resiliência na família são associados a crianças que conseguem manter um desenvolvimento emocional positivo, mesmo quando há adversidades como dificuldades financeiras, problemas de saúde e exposição a experiências negativas, como violência no bairro.

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Para chegar aos resultados, os pesquisadores coletaram dados de 51 mil crianças americanas entre seis e 17 anos. Os pais dos pequenos, além de oferecerem informações básicas como histórico de saúde familiar e renda, tiveram que responder a um questionário dividido em quatro partes: desenvolvimento infantil, resiliência familiar, conexão familiar e exposição das crianças a experiências adversas.

No primeiro tópico, foi considerado que a criança tinha um desenvolvimento emocional positivo quando os pais responderam que as seguintes afirmações eram “definitivamente verdadeiras” sobre seu filho: “ele é curioso e interessado em aprender coisas novas”, “ele é capaz de trabalhar para cumprir as tarefas que começou”, “ele é capaz de se manter calmo e controlado quando encara um desafio”.

A conexão familiar foi testada quando os pais apontaram com que frequência “são capazes de compartilhar ideias ou conversar sobre coisas que realmente importam” com o companheiro (a) e os filhos e como avaliam seu “desempenho frente às demandas diárias da criação dos filhos”.

Já a resiliência familiar foi determinada em relação à frequência que a família conversa sobre como solucionar uma situação complicada, trabalha junta para superar os obstáculos, reconhece que tem forças para seguir em frente e se mantem esperançosa mesmo em tempos difíceis.

Os pesquisadores concluíram que apenas 40% das crianças americanas tem um desenvolvimento emocional positivo, uma das características determinantes para que se tornem adultos resilientes no futuro. Essa situação que foi três vezes mais comum entre as famílias que reportaram os maiores níveis de resiliência e conexão do que as restantes.

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Maioria dos avós mantem remédios em locais que netos conseguem acessar, diz estudo

Tudo bem os avós darem selinhos nas crianças? (Foto: Pexels/ Pixabay)

 

A maioria dos avós mantém os remédios em locais que as crianças conseguem acessar durante as visitas dos netos, de acordo com estudo da Universidade de Michigan. Em outubro de 2018, 2051 avós entre 50 e 80 anos com pelo menos um neto menor 10 anos participaram da pesquisa. Quase todos afirmaram ter medicamentos em casa, desde suplementos vitamínicos até substâncias controladas.

Cerca de 71% dos avós mantem os medicamentos na embalagem original e o restante os organiza em caixinhas com divisórias que são mais fáceis de abrir. Apenas 1 a cada 20 avós afirmou guardar o remédio em algum móvel com tranca, cerca de 72% disse conservá-los em prateleiras altas de armários destrancados e cerca de 7% mantém os remédios em uma mochila ou bolsa.

Já quando os avós visitam os netos, cerca de 72% levam os remédios em uma bolsa ou mochila, 7% deixam os medicamentos em cima de um balcão e também 7% guardam-nos em armários ou gavetas com tranca.

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Embora os números sejam dos Estados Unidos, no Brasil, esse tipo de acidente também é comum. “Há muitos avós que vivem com as famílias e é comum que as pessoas mais idosas precisem tomar remédios. Quando as caixinhas ficam ao alcance das crianças, mesmo que por pouco tempo, existe o risco”, diz Gabriela Guida de Freitas, coordenadora da ONG Criança Segura.

Para evitar que esses acidentes aconteçam na sua casa, o ideal é reforçar os cuidados com o manuseio e o armazenamento de medicamentos. Confira as dicas de Gabriela.

- A dica básica é manter os remédios em um lugar alto e, de preferência, trancado. “Se for só alto e não puder ser trancado, cuidado para não manter em cima de uma estante ou próximo de algum móvel que a criança consiga escalar”, diz a especialista.

- Se alguém da família está tomando uma medicação que precisa ser levada na bolsa, ou mesmo para quem carrega aquelas cartelas de emergência de analgésicos, por exemplo, é preciso prestar muita atenção no lugar em que essa bolsa é deixada, ao chegar em casa ou mesmo no carro. Lembre-se de deixar tudo fora do alcance dos seus filhos.

- Quando seu filho precisar tomar remédio, nunca diga que é “docinho” ou que é “balinha” para convencê-lo a ingerir a medicação. As crianças podem associar a informação e querer experimentar as substâncias, em horários ou doses erradas.

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Enfermeiras de UTI Neonatal carregam bebês quando pais não podem estar presentes

Enfermeira carregando bebê em UTI Neonatal na Alemanha (Foto: Reprodução Facebook)

 

As fotos de enfermeiras carregando bebês em cangurus dentro de uma Unidade Neonatal de Tratamento Intensivo na Alemanha têm feito sucesso nas redes sociais.

As imagens foram compartilhadas pela página Kangatraining que explicou na legenda que as funcionárias fazem esse trabalho quando os pais não podem estar presentes. Nas fotos, mães e pais de todo mundo elogiaram o cuidado das enfermeiras com os pequeninos. “Muito respeito pelo amor e dedicação dessas profissionais”, escreveu uma delas.

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De acordo com especialistas, carregar o bebê perto do corpo em acessórios como cangurus ou slings ajuda a aliviar as cólicas e previne a plagiocefalia - também conhecida por cabeça achatada, já que o bebê não fica deitado na mesma posição o tempo todo.

Também é comprovado que o contato pele a pele desde os primeiros dias de vida, especialmente para prematuros, promove o ganho de peso, reduz infecções e favorece o controle da temperatura.

Enfermeira e bebê (Foto: Reprodução Facebook)
Enfermeira carregando bebê (Foto: Reprodução Facebook)

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Desgaste emocional e financeiro: divórcio pode custar caro para a família

Divórcio: além do impacto emocional, finanças também precisam ser levadas em conta na decisão (Foto: Deposit Photos)

 

Uma das maiores preocupações dos pais que estão em processo de separação é em relação aos filhos. Além das questões práticas sobre a guarda das crianças, é preciso acompanhar o impacto emocional do divórcio nos pequenos. Outro ponto importante, mas que nem sempre é levado em conta no início do processo e pode trazer dor de cabeça no futuro é em relação às finanças. O Valor Investe fez as contas e listou abaixo os diferentes tipos e gastos de cada divórcio, afinal, é preciso organizar as contas para a nova vida que irá começar a partir daí.

Na forma considerada mais simples, a separação total de bens, é possível oficializar o divórcio extrajudicialmente, ou seja, só no cartório, desde que não haja  filhos menores de idade ou incapazes. Nesse caso, estima-se um custo mínimo de R$ 425 no cartório mais os custos com os honorários de um advogado, que, segundo a OAB têm o valor mínimo de R$ 3 mil.

Já o divórcio litigioso, ou seja, aquele onde não há consenso entre as partes, é o mais caro. Segundo o Valor Investe, a petição inicial custa 1% do valor da causa em cada ação (sim, podem ser várias!). Portanto, o valor pode ser de R$ 26,53 a R$ 79,5 mil. A partilha de bens pode custar de R$ 265,30 a R$ 79,5 mil. Os recursos também são pagos. A apelação, por exemplo, é 4% sobre o valor da causa.

Pode existir ainda a necessidade de contratação de um perito judicial e assistentes técnicos (como assistente social, psicólogo, engenheiros, etc), que podem custar de R$ 10 mil a R$ 200 mil. Os honorários do advogado custam no mínimo R$ 8 mil, que podem ser acrescidos de 10% a 20% sobre o valor dos bens e pensão. Os impostos, despesas com documentação e com registro de imóveis também devem ser pagos.

Como escreveu a colunista Ana Leoni, superintendente de educação financeira da Anbima, o regime de casamento é uma decisão econômica, não uma prova de amor.



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Thursday, July 4, 2019

"Meu filho acorda várias vezes à noite" é a principal queixa dos pais sobre o sono das crianças

Sono (Foto: Thinkstock)

 

 

Acorda várias vezes à noite
Como resolver:
os adultos também acordam, a diferença é que voltam a dormir e muitas vezes nem se lembram no dia seguinte. Por isso, avalie quais associações seu filho faz com o sono. Se ele sempre dorme mamando, ao acordar, vai querer mamar novamente para dormir. Então, o ideal é que ele associe o momento a um ritual tranquilo, como ouvir você contar uma história, e seja colocado na cama ainda acordado.

Só dorme ao ser embalado (no colo, no carrinho...)
Como resolver:
para romper essa associação, faça uma transição gentil. O bebê pode ficar no colo na hora de dormir, com você em pé, mas sem ser embalado. Após três ou quatro dias assim, você pode se sentar. Caso ele chore, levante-se um pouco, mas tente não embalar outra vez. Até que, aos poucos, você já pode tentar colocá-lo no berço para ele dormir ali sem ajuda.

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Faz birra na hora de dormir
Como resolver:
é mais comum com os maiores. Um ritual de sono agradável é a melhor solução. É interessante também deixar a criança escolher alguns detalhes, como o pijama ou o livro que vocês vão ler. Pode ser que o seu filho apenas queira ficar mais tempo com a família. Por isso, uma brincadeira tranquila pode ser incluída, para ele associar o momento a algo divertido, só de vocês.

Não quer dormir no berço/própria cama
Como resolver:
em primeiro lugar, cheque se o seu filho não está com frio, calor ou outro incômodo. No mais, isso é comum quando a criança inicia o sono em outro local, seja no colo, na cama dos pais ou mesmo no sofá. Assim, ela entende que ali não é o lugar ideal para dormir. A dica, então, é a mesma: ela tem de ser colocada no berço ou na cama sonolenta, mas ainda desperta. E se chorar à noite, tente acalmá-la no mesmo local antes de pegá-la no colo. Outra razão para resistir ao berço é o fato de ser colocada ali toda vez que os pais ou cuidadores precisam se ausentar momentaneamente (como para ir ao banheiro). Nesse caso, ela pode associar o berço a uma rejeição, por isso, é preciso mudar a estratégia, colocando-a em um bebê-conforto no nível do chão, por exemplo.

CF307-MAT-CAPA-SONO (Foto: Crescer)

 

Fonte: Michele Melão, consultora de osno da Maternity Coach (SP)

 



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Menino de 7 anos salva a vida de irmã mais velha

Aiden McCullough, de apenas 7 anos, salvou a vida da irmã (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Morgan Smith, 20 anos, tem convulsões frequentemente, mas já aprendeu a identificar os sinais que demonstram quando uma nova crise está por perto. Geralmente, ela sente um incômodo abdominal e tontura.

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Na última quinta-feira, 27 de junho, o dia estava muito quente na cidade de Brantley, no estado do Alabama, nos Estados Unidos. Morgan decidiu se refrescar e entrou na piscina. Primeiro, ela apenas sentou-se em um dos degraus da escada e ficou mexendo na água. Não deu muita atenção aos pedidos de sua mãe para que saísse da água e decidiu mergulhar. De repente, ela teve uma convulsão e ficou inconsciente. Dessa vez, ela não sentiu nenhum dos sinais. 

Quando viu Morgan desacordada na água, seu irmão Aiden McCullough, de apenas 7 anos, correu até ela e gritou pedindo ajuda. O pai deles Benji correu para tirar a filha da piscina e salvá-la. Morgan não se lembra do que aconteceu, mas seu irmão, certamente, jamais vai esquecer.

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Novos pôsteres de O Rei Leão mostram o elenco de dubladores americanos frente a frente com seus personagens

Nale e Beyoncé (Foto: Divulgação)

 

Enquanto o novo Rei Leão, que estreia dia 18 de julho nos cinemas, não chega às telonas, o estúdio tem divulgado pôsteres e vídeos especiais para os fãs que não veem a hora de cantar “Hakuna Matata” com toda família. Nas fotos publicadas nesta terça (2) os dubladores americanos aparecem frente a frente com seus personagens.

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Entre os destaque estão Beyoncé como Nala e Donald Glover como Simba. A Disney divulgou também um vídeo em que atores e diretor dão detalhes dos bastidores.

Confira:

Donald Glover como Simba (Foto: Divulgação)
Timão, Pumba e Zazu e Billy Eichner, Seth Rogen e John Oliver (Foto: Divulgação)
Alfre Woodard e Sarabi (Foto: Divulgação)
Simba e Nala filhotes e JD McCrary e Shahadi Wright Joseph (Foto: Divulgação)


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New video by Little Baby Bum em Português on YouTube

Desenho para Bebe | Cinco Macacinhos Pulando na Cama |DESENHO! | Desenhos Animados | Little Baby Bum
Inscrever-se ► https://www.youtube.com/channel/UCbcL7DLAdd6beWdh2GAnqmA?sub_confirmation=1 Vem assistir mais Little Baby Bum ► https://www.youtube.com/watch?v=-wIldBUxZ04&list=PLnwQLyuY2kmfYNEolZDMcQBBImpXl1xdE Canções de Animais ► https://www.youtube.com/watch?v=qdwKNA461LQ&list=PLnwQLyuY2kmcvtXgzU6m_jEjMzhn3rWTJ ABC e 123 ► https://www.youtube.com/watch?v=_bVwBUfCP6g&list=PLnwQLyuY2kmdo37Ybv-Zb-zVHnSUlTU3T © El Bebe Productions Limited


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Wednesday, July 3, 2019

New video by Super Simple Songs - Kids Songs on YouTube

Walking In The Forest | Super Simple Songs
Let's take a walk in the forest! Sing along with this sequel to the popular Super Simple Song, "Walking In The Jungle". This version teaches forest animals and action vocabulary for kids. 🎶 Walking in the forest. Walking in the forest. We're not afraid. We're not afraid. One step. Two steps. Three steps forward. One step. Two steps. Three steps back. 🎶 PARENTS AND TEACHERS: Thank you so much for watching Super Simple Songs with your families and/or students. If your young ones are watching without supervision, we recommend some of the following viewing options: ► YOUTUBE KIDS -- http://bit.ly/You-Tube-Kids Designed to make it safer and simpler for young ones to watch online video, YouTube Kids includes a suite of parental controls so you can tailor the experience to suit your family’s needs. ► DOWNLOAD -- http://bit.ly/SuperSimpleShop Videos from all Super Simple channels are available for purchase at the Super Simple online shop. You can also find some DVDs there. ► AMAZON VIDEO Are you an Amazon Prime member? Watch Super Simple videos ad-free on Amazon Prime Video. Just search for “Super Simple.” ► KHAN ACADEMY KIDS -- http://bit.ly/KhanKids-App Super Simple has partnered with Khan Academy on their latest app designed for preschoolers. You’ll find Super Simple Songs worked into the curriculum throughout the app. ► PLAYKIDS -- http://bit.ly/Play-Kids Do you have the PlayKids app? You can find many of our Super Simple Songs and programs in the app! FREE SUPER SIMPLE TEACHING RESOURCES: http://bit.ly/SSFree-Resources SOCIAL MEDIA: Super Simple Newsletter Sign Up: http://bit.ly/SuperSimpleSignUp Facebook: http://bit.ly/SuperSimpleFacebook Instagram: http://bit.ly/SuperSimpleInsta Twitter: http://bit.ly/SuperSimpleTwitter Pinterest: http://bit.ly/SuperSimplePinterest LYRICS: Let's take a walk in the forest. Walking in the forest. Walking in the forest. We're not afraid. We're not afraid. Walking in the forest. Walking in the forest. We're not afraid. We're not afraid. One step. Two steps. Three steps forward. One step. Two steps. Three steps back. Stop. Look. What's that? It's a deer. We're not afraid. Let's stomp. Stomping in the forest. Stomping in the forest. We're not afraid. We're not afraid. Stomping in the forest. Stomping in the forest. We're not afraid. We're not afraid. One step. Two steps. Three steps forward. One step. Two steps. Three steps back. Stop. Listen. What's that? It's an owl. We're not afraid. Let's jump. Jumping in the forest. Jumping in the forest. We're not afraid. We're not afraid. Jumping in the forest. Jumping in the forest. We're not afraid. We're not afraid. One step. Two steps. Three steps forward. One step. Two steps. Three steps back. Stop. Look. What's that? It's a rabbit. We're not afraid. Let's skip. Skipping in the forest. Skipping in the forest. We're not afraid. We're not afraid. Skipping in the forest. Skipping in the forest. We're not afraid. We're not afraid. One step. Two steps. Three steps forward. One step. Two steps. Three steps back. Stop. Listen. What's that? It's a woodpecker. We're not afraid. Walking in the forest. Walking in the forest. We're not afraid. We're not afraid. Walking in the forest. Walking in the forest. We're not afraid. We're not afraid. One step. Two steps. Three steps forward. One step. Two steps. Three steps back. Stop. What’s that smell? Pee-yew! It’s a skunk! Run! ***** Super Simple Songs® and Super Simple Learning® are registered trademarks of Skyship Entertainment Company. #nurseryrhymes #kidssongs #childrensmusic #supersimplesongs


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Google envia presentes para o bebê indonésio chamado Google

Bebê Google recebeu presentes da empresa de mesmo nome (Foto: Reprodução)

 

"É só dar um Google", "Procura no Dr. Google", "Como vocês sobreviviam sem Google?"... Certamente você já soltou alguma dessas frases, o que mostra o quão popular e conhecida é a gigante empresa norte-americana de tecnologia. Tão famosa que um casal da Indonésia decidiu colocar o nome do filho de (pasmem) Google!

+ Nova moda: pais escolhem nomes de bebês que se destaquem nas redes sociais

O bebê foi registrado em novembro passado, mas ficou conhecido depois que sua mãe divulgou sua certidão de nascimento, na última semana. Os pais, Andi Cahya Saputra, 31, e Ella Karina, 27, que moram em West Java, Indonésia, durante a gestação eles já cogitavam dar ao filho um nome expressivo. Além de Google, eles pensaram também em Microsoft, iPhone, iOS, Windows, entre outras. O pai do menino contou que a decisão pelo nome tem a ver com o enorme significado que ele tem. 

+ "Obrigado mãe por me dar um nome que ninguém sabe pronunciar"

Ao saber da notícia, a própria Google enviou presentes ao menino, como contou a  mãe: "O Google nos parabenizou e expressou a esperança de que o nosso bebê ajudará muitas pessoas", disse.

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Google com o pai (Foto: Reprodução)

 



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Mulher de 42 anos dá à luz quíntuplos, após 18 anos tentando engravidar

Nigeriana engravidou de quíntuplos após 18 anos de tentativas (Foto: Reprodução)

 

Depois de uma longa jornada na luta contra a infertilidade, o casal nigeriano Uchenna e James Okeigbo realizaram o sonho de serem pais. No entanto, a surpresa foi além do esperado: Uchenna engravidou de cinco bebês: três meninos e duas meninas, via fertilização in vitro. O obstetra Grace Ogoke, foi quem sugeriu o tratamento e teve o privilégio também de fazer o parto dos bebês. O casal tentava engravidar há 18 anos. Segundo o médico, foi a primeira vez que ele viu um nascimento de quíntuplos via fertilização. Em entrevista ao site Naij.com, o médico disse que "É um alívio e uma conquista para todos nós e agradeço a Deus por isso."

+ Mãe de quádruplos: 224 mamadeiras por semana

Embora muito feliz, a mãe de 42 anos, Uchenna, disse que o parto foi difícil: "Não é fácil ter cinco filhos ao mesmo tempo", disse ela, que agradeceu ao marido pelo apoio e ajuda na criação dos filhos. Ele, que tem 47 anos, se mostrou igualmente grato à esposa por não desistir de seu antigo desejo de ter filhos: "Agradeço à minha esposa por manter seu respeito por mim ao longo desses 18 anos que não conseguimos engravidar. Também sou grata a sua família por estar ao nosso lado". O casal pediu ajuda financeira ao governo para conseguir criar todas as crianças. 

+ Mulher de 65 anos dá à luz quadrigêmeos

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Este zumbi engraçado #músicasinfantis #shorts #shortsfeed

Conheça este zumbi engraçado, fofo e maluco! Veja-o dançar a noite toda e arrasar no palco. É assustadoramente divertido! Zumbi bebê dançand...