Tuesday, August 27, 2019

Meu bebê se debate enquanto mama. Por quê?

A cada quantas horas o bebê deve mamar? (Foto: ThinkStock)

 

Meu filho tem 3 meses e, desde o primeiro mês, se debate demais durante as mamadas. Tenho muito leite, mas não consigo amamentar sem reclamação. O que eu faço?
Carolina Batista*, via Facebook

Se você tem bastante leite, uma coisa é certa: o seu filho não está com fome. No entanto, para avaliar melhor, é importante saber se o seu bebê está crescendo e ganhando peso direito. Converse com o pediatra dele, pois algo pode estar atrapalhando a dinâmica da amamentação. Algumas situações possíveis: a “pega” pode não estar adequada e ele está engolindo muito ar. Ou pode ter cólica ou um pouco de refluxo durante a mamada. Ninguém melhor do que o médico pediatra para lhe dar essa luz.

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Ana Maria Escobar é professora de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP (Foto: Guto Seixas/editora globo)

 

*Nome trocado a pedido da entrevistada



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"Dei à luz com o meu mais velho batendo com uma espada de plástico em minha cabeça", conta apresentadora

Helen Skelton deu à luz no chão da cozinha (Foto: Reprodução Instagram)

 

Você até pode planejar, mas isso não significa que as coisas vão acontecer exatamete dessa maneira. Mas o "inesperado" pegou a apresentadora de programa infantil britânico, Helen Skelton, 36, realmente de surpresa. Em entrevista ao Daily Mirror, ela revelou que entrou em trabalho de parto em casa e ninguém estava lá para ajudá-la — exceto o filho mais velho, Ernie, de apenas 3 anos.

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Helen disse que foi a coisa mais assustadora que já aconteceu. O caçula, Louis, nasceu no chão da cozinha. "Eu estava na França, meu marido estava na Inglaterra e ninguém conseguiu chegar até mim a tempo. Então, eu dei à luz com apenas meu filho de três anos ao meu lado, repetidamente me atingindo com uma espada de plástico na cabeça, porque ele achava que estávamos atacando dinossauros. Aterrorizante! Mas eu não tive escolha, apenas tive que continuar", conta.

Passado o susto, Helen, que é casada com o jogador da seleção nacional de rúgbi da Inglaterra, Richie Myler, contou ainda que se diverte com seus meninos. "Eu estou sempre em cima de árvores, coberta de lama. É como eu gosto que meus filhos sejam. Eu não estou dizendo que é a maneira de educar as crianças, mas nós nos divertimos", finalizou.

Helen e a família (Foto: Reprodução Instagram)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Camilla Camargo: "Na madruga, a coisa fica mais intensa. Queria dormir 4 horas direto"

Joaquim e Camilla (Foto: Reprodução Instagram)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"E quando a gente sai para passear de pijama com o filho?", pergunta Camilla Camargo, 33, enquanto empurra o carrinho do filho em um de seus Stories nas redes sociais. "Eu não queria perder tempo trocando de roupa. O Joaquim estava tão de boa, então aproveitei pra dar uma voltinha com ele na rua", explicou.

+ "Com 9 semanas tive descolamento de placenta e precisei parar tudo", diz Camilla Camargo, sobre exercícios físicos na gravidez

Um mês após o nascimento do primogênito, a atriz — que é filha de Zézé Di Camargo e Zilu — voltou a aparecer com mais frequência nas redes sociais. "Já faz um mês que minha vida se transformou por completo; um mês que estou mergulhada num turbilhão de emoções, sentimentos e tomada da mais linda forma de amor que já conheci. 24 horas do meu dia é pra você, por você, pra te zelar, te acalentar e isso aquece meu coração de uma forma que você nem imagina", escreveu ela, homenageando o pequeno. No início da semana, ela também compartilhou imagens junto com o vovó, o cantor Zezé di Camargo.

Zezé, Camilla e Joaquim (Foto: Reprodução Instagram)

À CRESCER, a atriz contou que a decisão de não ter babá foi muito simples: "Achei importante termos esse vínculo entre mãe e filho em tempo integral, nesse primeiro momento. Tenho feito tudo sozinha", afirma. Camilla disse que conta apenas com a ajuda do marido, o diretor de produção Leonardo Lessa, 41. "Quando está em casa, ele da banho, troca, faz tudo mesmo, só não alimenta, pois isso não tem como", brinca. "Mas como ele trabalha, acabo ficando quase o tempo inteiro com Joaquim. Faço com o maior amor e prazer do mundo e não vejo necessidade de ajuda nesse momento, só precisarei mesmo quando voltar a trabalhar", diz.

Questionada sobre o cansaço, a atriz admite: "Na madruga, a coisa fica mais intensa mesmo, pois como ele só acorda pra mamar, meu marido não pode fazer muita coisa. Aí a mamãe aqui alimenta, troca e coloca pra dormir", conta. "Cansada eu fico, queria conseguir dormir pelo menos 4 horas direto, mas não tem jeito. Ele acorda e está tudo certo. É só olhar o rostinho dele que eu fico recarregada", finaliza.

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Família (Foto: Reprodução Instagram)

 

Camilla e Joaquim, que completou 1 mês (Foto: Reprodução Instagram)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Monday, August 26, 2019

"Chaves – um tributo musical": peça em São Paulo traz nostalgia e humor para a família

Chaves – Um Tributo Musical (Foto: Rafael Beck)

 

A peça Chaves – um tributo musical, uma homenagem ao legado do dramaturgo mexicano, falecido em 2014, em cartaz até o dia 22 de setembro, no Teatro Opus, em São Paulo, tem tudo para agradar aos fãs de Roberto Bolaños. 

Com roteiro inédito escrito pela diretora musical Fernanda Maia, a peça comemora os 35 anos da exibição de Chaves na televisão brasileira. Além de ter a vila fielmente reproduzida no teatro, o musical ainda conta com apresentações circenses, uma veia artística importante na carreira de Bolaños.

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Palhaços em "Chaves – Um Tributo Musical" (Foto: Divulgação)

 

"A nossa preparação para a peça foi trabalhada a partir do improviso e da linguagem do clown, esse humor inocente tão presente nos personagens", conta Carol Costa, atriz que interpreta Chiquinha e já estrelou os peças Hebe – O musical e Annie.

Para Mateus Ribeiro, ator que dá vida ao Chaves e protagonizou Peter Pan – O musical da Broadway, o desafio está em retratar as várias facetas do menino do barril. "É um personagem que traz muita pureza em suas piadas e metáforas", descreve Ribeiro. "Além disso, ao mesmo tempo em que ele é engraçado, também carrega uma certa melancolia, uma personalidade mais contida de uma criança órfã. Como ator, é importante respeitar o lugar da tristeza e entender como e quando lidar com humor ou seriedade."

Diego Velloso, Carol Costa e Mateus Ribeiro interpretam Quico, Chiquinha e Chaves, respectivamente (Foto: Rafael Beck)

 

Assim como os episódios da série de TV, a nostálgica peça mostra como, entre risadas e desavenças, os moradores da vila formam uma família que transcende os laços de sangue e aceita as diferenças entre amigos e vizinhos. "Nessa família, a Dona Florinda é como uma grande mãe para o cortiço. Solteira e criando o filho sozinha, ela não mede esforços para manter o padrão de vida do Quico e acaba cuidando das outras crianças também — mesmo que a soberba a faça brigar com o Seu Madruga", brinca Maria Clara Manesco, atriz que também interpreta Pópis.

Maria Clara Manesco interpreta Dona Florinda em 'Chaves — um tributo musical' (Foto: Divulgação)

 

Em cartaz até o final de setembro, o musical também conta com o uma exposição no hall do Teatro Opus, com fotografias e objetos que reconstituem a atmosfera da série original. Os ingressos de Chaves – um tributo musical podem ser adquiridos pela internet e os preços variam entre R$ 37,50 e R$ 140.

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"Mães de UTI" devem ser fortalecidas para lidar com mudanças que impactam toda a vida

Teresa Ruas dando banho em Lucca, com a ajuda da irmã mais velha, Maitê Maria (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Uma das maiores motivações internas que existe em pais de UTI Neonatal é que o dia da alta hospitalar irá acontecer, por mais que esse momento possa parecer muito distante e bem improvável. No início de uma trajetória no contexto hospitalar, imaginar que iremos passar 1, 2, 3, 4, 5, 6 ou mais meses parece ser uma realidade que não cabe em nossos planos. Os 30 primeiros dias já são tão difíceis e intermináveis... Como então é possível passarmos um tempo muito além do primeiro mês? É por isso que contamos as horas, os dias e os meses incessantemente, pois viver um dia a mais em uma UTI Neonatal significa 24 horas a menos na contagem dos dias/meses para a alta. Essa contagem gera até mais ansiedade e angústia em nós, pais, mas é também uma forma que encontramos para nos mantermos "vivos" e confiantes de que levaremos o nosso bebê para casa e para o seu próprio quartinho.

Porém, quando a alta está bem perto de acontecer um medo avassalador pode tomar conta de nossos corações. Foi isso que aconteceu comigo e com o meu marido. Se você, como eu já passou por isso, saiba que esse sentimento é muito mais comum do que imaginamos. Tanto é que já existem estudos que comprovam que a alta hospitalar vem acompanhada de um aumento de ansiedade, medo e angústia por parte dos pais. Não posso negar o quanto me senti feliz no momento da alta dos meus dois filhos. Eles seriam finalmente recebidos em seu lar. Maitê Maria após seis meses no hospital e ainda com auxílio do home care. Lucca após 32 dias, sem alterações graves de saúde.

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Porém, especialmente no caso de Maitê Maria, a possibilidade de uma piora clínica inesperada, a expectativa por uma evolução ruim, com a perspectiva de comprometimento no desenvolvimento infantil, somados com o sentimento de insegurança por não ter mais o apoio clínico, especialmente das enfermeiras neonatais, foram fatores que causaram em mim muitos sintomas de ansiedade, muito semelhantes ao período inicial de UTI Neonatal. Ao longo da minha experiência profissional, um dos sentimentos mais observados nos relatos dos pais é justamente o medo de acontecer alguma coisa inesperada com o prematuro e ele não estar mais no hospital. Nós, pais, tomamos consciência que com a alta, os grandes responsáveis por todos os cuidados diários e procedimentos, incluindo possíveis emergências, passam a ser nós mesmos.

+ Mãe coloca cebola cortada no quarto para tosse e filho vai para UTI

Pessoalmente, e mesmo sendo da área da saúde, o meu maior medo era como eu iria me comportar diante de uma importante apneia e de quedas bruscas de saturação ao longo do dia e, especialmente, no período da noite. Afinal de contas, os medos e angústias de pais de UTI Neonatal, frequentemente, não são relacionados as dúvidas em como dar o primeiro banho em casa, trocar fraldas, colocar roupas e todas as adaptações que o casal terá que enfrentar diante da chegada de um novo membro da família. Nó, pais de prematuros, temos preocupações diárias com a qualidade da saúde de um bebê que ainda tem uma vida cheia de restrições, características específicas e um padrão de comportamento bem diferente dos bebês que nasceram do "tempo certo", especialmente os que necessitam de aportes técnicos e médicos específicos em casa no período pós alta hospitalar.

Lembro até hoje de nossas primeiras noites com Maitê Maria. Eu e meu marido não conseguíamos sequer cochilar. Não que não existisse um extremo cansaço e uma exaustão física e emocional, fruto de todo o período de internação. Mas os barulhos de três em três minutos do oxímetro [aparelho que mede a saturação de oxigênio] não permitiam que fechássemos os olhos. O cansaço, a preocupação e a ansiedade são tão intensos e acumulativos em nós, "pais de UTI", que preciso dizer o quanto senti falta de um acompanhamento profissional para me dar suporte afetivo e informações que eu precisaria para seguir saudável após a alta hospitalar. Afinal de contas, a vivência da prematuridade extrema não se finaliza com a alta. As particularidades dessa mesma condição acompanharão as crianças, pelo menos até os primeiros 2 anos de vida e exigirão muitas mudanças na rotina familiar e, principalmente, da mãe.

Lucca, logo após o nascimento (Foto: Arquivo Pessoal)

 

A família de um bebê prematuro passa por modificações em sua dinâmica emocional, social, afetiva e profissional, desde o momento da internação até quando já estamos em casa com o bebê. O isolamento social, especialmente o materno, é uma característica das famílias no período do pós-alta, em particular daquelas cujos filhos são mais dependentes para se desenvolverem bem. Como, frequentemente, a mãe é a grande responsável pelos cuidados diários de um bebê, ela é quem enfrenta com mais intensidade os efeitos de todas as modificações, incluindo a impossibilidade de voltar às suas tarefas profissionais, potencializando ainda mais o isolamento social. Essa realidade aconteceu comigo. E não poder voltar para o meu trabalho. por tempo indeterminado, me trouxe ainda mais dificuldades emocionais para enfrentar toda a realidade de um momento pós-alta.

+ "Aprendi muito", diz Manuela Trigo, primeira atriz mirim com paralisia cerebral a participar de uma série da Globo

Mães de UTI são, sim, mães que desde o início de toda a trajetória devem ser fortalecidas emocionalmente para lidarem melhor com todas as transformações que ocorrem e impactam o seu próprio papel social como mulher. Não que o homem também não passe por profundas modificações internas e sofrimento, mas, frequentemente, é a mulher quem ‘abre mão’ de sua rotina para acompanhar as necessidades de um bebê de risco recém chegado em casa.

O momento da alta e pós-alta é então muito desejado, porém nada fácil. Mas é também um período de crescimento e aprendizagem, que comprovam que os pais são muito capazes de acompanhar e promover o bem-estar e o desenvolvimento de uma criança de alto risco. Se você está passando por isso, acredite: a dependência emocional das enfermeiras e da equipe médica vai diminuindo aos poucos e, assim, conseguimos exercer a maternidade e a paternidade com mais confiança. Apesar de todas as dificuldades e exaustão emocional, aos poucos a chegada de um bebê prematuro em casa vai nos mostrando que é possível sermos pais. E não apenas pais de UTI Neonatal.

Um grande abraço, Teresa Ruas, Maitê Maria e Lucca.

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Teresa Ruas, a filha Maitê, o marido Marcel e o filho Lucca (Foto: Arquivo pessoal)

Teresa Ruas é terapeuta ocupacional infantil, organizadora do livro Prematuridade extrema: olhares e experiências e mãe de Maitê Maria e Lucca, que nasceram prematuros. É também autora do site Prematuros. Siga-a no Instagram @prematurosbr.



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Saturday, August 24, 2019

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Friday, August 23, 2019

Dória sanciona lei que permite à gestante optar pela cesárea, mesmo sem indicação médica

cesárea (Foto: Reprodução/Instagram Bendito Ventre Fotografia)

 

O Governador de Sao Paulo, João Doria, sancionou nesta sexta-feira (23), a lei estadual que garante às gestantes, a possibilidade de optar pela cesárea a partir da 39ª semana de gestação — mesmo sem indicação médica —, bem como a analgesia, no caso de parto normal. “É justo que todas as mulheres tenham o direito à cesariana em maternidades ou hospitais da rede pública estadual se assim o desejarem", comunicou Doria, por meio da assessoria de imprensa.

+ Até quando é seguro esperar para o bebê nascer de parto normal? Discuta com outras mães no FÓRUM CRESCER

Segundo ele, a gestante deverá ser informada sobre os benefícios do parto normal e riscos de sucessivas cesarianas. "A ideia não é que se façam cesáreas indiscriminadamente, mas que ela seja uma opção. O ideal é que, tanto quanto possível, o parto seja natural, comprovadamente melhor para mãe e o bebê. A analgesia peridural é uma forma de a mulher vivenciar a experiência de ser mãe de maneira mais humana e indolor, com mais conforto e, o melhor, na companhia do pai do bebê ou outro acompanhante de sua escolha", afirmou.

A proposta, de autoria da deputada estadual Janaina Paschoal, causou polêmica e dividiu as opiniões entre os especialistas da área. No entanto, a partir de agora, a mulher que optar pela cesárea deverá registrar sua vontade em um termo de consentimento informado em linguagem de fácil compreensão. Com a lei aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo e sancionada pelo Governador, caso a opção pela cesariana não seja atendida, o médico terá que registrar as razões em prontuário. Ao divergir da opção feita pela gestante, o médico poderá encaminhá-la para outro profissional.

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from Crescer https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Parto/noticia/2019/08/doria-sanciona-lei-que-permite-gestante-optar-pela-cesarea-mesmo-sem-indicacao-medica.html

Maior livraria flutuante do mundo chega a Santos (SP) neste fim de semana

Logos Hope (Foto: Divulgação )

 

O navio Logos Hope, conhecido como a maior livraria flutuante do mundo, chega a Santos (SP), neste sábado (24) trazendo mais de cinco mil exemplares para toda família incluindo obras infantis, romances, livros de culinária e literatura cristã. O preço médio dos títulos é de R$ 20.

A embarcação internacional que conta com mais de 400 tripulantes voluntários de 65 nacionalidades atracará em cinco portos brasileiros: Santos, no período de 24 de agosto a 15 de setembro, Rio de Janeiro (RJ), de 19 de setembro a 6 de outubro; Vitória (ES), de 10 a 20 de outubro; Salvador (BA), de 25 de outubro a 10 de novembro; e Belém (PA), de 19 de novembro a 5 de dezembro. O Logos Hope fica fechado para visitação às segundas-feiras.

Além da livraria, o navio conta com uma cafeteria em que é possível conversar com os integrantes do projeto e um teatro onde, aos domingos das 15h30 às 19h30, são apresentadas peças teatrais encenadas pelos tripulantes. Neste domingo (25), o espetáculo será inspirado nas Crônicas de Nárnia, de CS Lewis, e os ingressos custam R$ 20. É possível também fazer um tour guiado por algumas áreas restritas da embarcação como a ponte de comando e os refeitórios.

É a primeira vez que o navio, que chega a Santos depois de uma temporada na Argentina, vem ao Brasil. O logos Hopes é uma iniciativa da GBA Ships, organização sem fins lucrativos, de origem cristã e sediada na Alemanha. O preço de entrada é de R$ 5,00. Adultos com mais de 65 anos de idade e crianças menores de 12 anos, desde que acompanhadas por um adulto, têm entrada gratuita.

SERVIÇO


Horários de funcionamento
Dias 24 e 27 de agosto- das 14h às 21h
25 de agosto a 8 de setembro (terça a sábado, das 10h às 21h, e domingo das 14h às 21h)
10 a 15 de setembro (terça a domingo, das 14h às 21h)
Nas segundas-feiras, permanecerá fechado para manutenção
Mais informações: https://ift.tt/2L3gzIP



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5 livros para seu filho viajar pela imaginação

Quem pinóquio queria ser

CF309-PRD-LIVROS (Foto: Divulgação)

 


No final de As aventuras de Pinóquio, o clássico do século 19 do italiano Carlos Collodi, há um último diálogo entre Gepeto e o boneco que acabara de se tornar um menino de verdade e que se espanta com tantas maravilhas ao seu redor. “E o velho Pinóquio de madeira, onde se terá escondido?”, pergunta ele. Foi do que me lembrei ao me debruçar sobre o novo livro de Alexandre Rampazo, premiado em junho com o nosso Troféu Monteiro Lobato de Literatura Infantil. É como se desse a chance ao ex-boneco de questionar quem poderia ter sido em sua própria história, brincadeira amada pelas crianças não importa a geração (e de muitos adultos também). No formato vertical e numa linda capa em papel craft, o que temos a cada página é um Pinóquio se olhando no espelho e se imaginando Gepeto, Grilo Falante, Fada Azul... e indo às mais profundas – e belas – origens.
Pinóquio – O livro das pequenas verdades, de Alexandre Rampazo, Ed. Boitatá, R$ 44. A partir de 6 anos

Que bicho é esse?

CF309-PRD-LIVROS (Foto: Divulgação)

 


Colorín Colorado é o nome de uma coleção da editora Aletria, que traz os tradicionais contos da ancestral arte de contar histórias. Nesta edição, ilustrações de Bruna Lubambo embalam o conto protagonizado por um gato que vivia na savana africana, e que segue por ela em busca do bicho mais poderoso. No texto de José Bocca, repetições e certa ironia nos levam a um final divertido, em uma virada inesperada.
O bicho mais poderoso do mundo, de José Bocca e Bruna Lubambo, Ed. Aletria, R$ 36. A partir de 3 anos

Chuva para quê?

CF309-PRD-LIVROS (Foto: Divulgação)

 


Celino era um garoto que olhava constantemente para o céu: tinha o desejo de colecionar chuvas. Mas na Rua do Sol, o fenômeno era raridade. Um dia, ela aconteceu e afetou todos os moradores da cidade, que só pensaram em aproveitar e brincar!
O colecionador de chuvas, de André Neves, Ed. Paulinas, R$ 37,90. A partir de 5 anos

No balanço do nosso mar

CF309-PRD-LIVROS (Foto: Divulgação)

 


As carrancas na frente dos barcos brasileiros são beleza lembrada por este autor apaixonadíssimo por nossa cultura popular. Neste relançamento, que já foi premiado desde os anos 90, nos deparamos com a narrativa de uma carranca que vive no Rio São Francisco. Por meio dela, Roger nos dá em textos e imagens impressionantes elementos do cotidiano da região, suas crenças e costumes. Texto belíssimo e Ziraldo na contracapa.
Maria Teresa, de Roger Mello, Ed. Global, R$ 49,90. A partir de 5 anos

Adorável perseguição

CF309-PRD-LIVROS (Foto: Divulgação)

 


Neste livrão, a gente se delicia com os detalhes em texto e imagem da saga de um pequeno urso que em plena pré-hibernação sai da floresta para perseguir uma abelha. Ou, talvez, o livro seja sobre a saga de um Papai Urso que sai em busca do filho e acaba numa ópera! O que importa é que essa procura vira uma bem-humorada brincadeira de leitura.
Uma canção de urso, de Benjamin Chaud, tradução de Luciana Veit, R$ 64,90. A partir de 2 anos

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Viralizou: mãe compartilha foto da filha antes e depois do primeiro dia de aula

Lucie, 5 anos, parece ter enfrentado um furacão! (Foto: Reprodução Facebook)

 

Quem é mãe sabe bem o esforço diário que é enviar a criança para a escola "bem alinhada". Lava o rosto, arruma os cabelos (principalmente das meninas), escova os dentes, passa o uniforme, providencia meias limpas e sapatos em ordem! Mas eles nem sempre voltam da maneira como saíram. Aliás, quase nunca!

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A mãe, Jillian Falconer, de Glasgow, na Escócia, que o diga. Ela ficou tão impressionada com a maneira como a filha, Lucie, 5 anos, voltou do seu primeiro dia de aula, no início da semana, que resolveu compartilhar em suas redes sociais. Na primeira foto, antes da aula, a menina aparece animada e sorridente, com seu uniforme impecável, cabelos penteados e com um laço. Na segunda, Lucie aparece drasticamente diferente. Ela chegou visivelmente descabelada e com o laço caindo. O uniforme parecia ter passado por um vendaval. A camisa e o cardigan estavam amarrotados, desalinhados, a gravata quase desfeita e uma das meias no tornozelo. Até a sua mochila de unicórnio brilhante voltou carregada por apenas uma das alças sobre o braço da menina. E é claro, a expressão do rosto — nem de longe — era a mesma da primeira imagem. Rapidamente, a foto hilária se tornou viral. "Não consegui parar de rir, ela é simplesmente adorável", escreveu uma pessoa. 

+ Volta às aulas: menino usa camiseta para mandar recado aos colegas e viraliza

Assim que entrou em casa, a mãe perguntou como Lucie passou o dia: ”Recebi a resposta habitual de todas as crianças: 'Oh, nada demais'", contou a mãe ao Metro. "Acho que as roupas dela eram grandes demais e ela ficou feliz em ver as amigas", argumentou Jillian. Mais tarde, a menina disse apenas que a aparência ficou "desalinhada" por ter brincado com os amigos. A mãe disse que a filha geralmente é muito tímida e uma "pequena madame", mas parece que a escola trouxe um lado totalmente novo para Lucie. Ela ainda revelou que, nesse dia, sua pequena estava bastante cansada e foi para a cama mais cedo do que o habitual. Descanso merecido, não é?

Lucie e Jillian na escola (Foto: DailyMail)

 

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Vídeo adorável de menina conhecendo personagens de Star Wars conquista a internet

Thursday, August 22, 2019

Toxoplasmose na gravidez: tire suas dúvidas

Gestantes podem conviver com gatos? (Foto: Getty)

 

Algumas doenças que, na maioria das vezes, não causam grandes preocupações em adultos saudáveis, podem ser extremamente graves em gestantes. Principalmente, porque podem comprometer o desenvolvimento do bebê. A toxoplasmose é uma delas. Para tirar algumas dúvidas e esclarecer mitos, CRESCER conversou com a obstetra, homeopata e mãe de três, Betina Abs da Cruz, da Caza da Vila (SP). Confira!

O que é toxoplasmose?
A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado "Toxoplasma Gondii" que é encontrado nas fezes dos felinos. O hospedeiro definitivo da doença está, principalmente, nas fezes de gatos filhotes.

Quais são os sintomas?
Na maioria das vezes, a toxoplasmose é benigna. A pessoa apresenta sintomas leves, como se estivesse gripada, mas, normalmente a doença passa, sem grande complicações. 

Quais são os riscos na gestação?
A toxoplasmose tem diferentes impactos quando atinge uma mulher no início e no fim da gestação. Quanto mais no início, maior é a dificuldade de o protozoário atravessar a placenta e chegar ao bebê, pois, nesse momento, ela protege bem o feto. Porém, se ele conseguir passar, as complicações são mais graves. Já no fim da gestação, o protozoário consegue chegar ao bebê com mais facilidade, mas as consequências são menores. Os riscos, para a criança, são problemas de visão, retardo mental, surdez, hidrocefalia, microcefalia, macrocefalia ou ainda dificuldades motoras. Ou seja, má-formações fetais. Existe tratamento e, inclusive após o nascimento, é preciso fazer um acompanhamento. Por isso, o diagnóstico precoce é tão importante. Em muitos casos, a mãe não apresenta sintomas e a doença passa despercebida. Então, as gestantes devem fazer exames no primeiro trimestre e repetir no segundo e no terceiro. Dependendo da região em que ela mora, é recomendado repetir mensalmente. 

Toxoplasmose: quais são os cuidados? (Foto: Getty)

 

Como prevenir?

A gestante que não tem imunidade contra a toxoplasmose, ou seja, nunca contraiu a doença, deve evitar o consumo de carnes mal passadas ou cruas, além de leite e derivados não pasteurizados e ovos crus ou mal cozidos. Outro ponto de atenção é com as verduras, legumes e frutas rasteiras cruas, que podem entrar em contato com as fezes do animal. É importante lavar bem, pois mesmo as orgânicas podem estar contaminadas com fezes de gato. Outra saída é optar por versões cozidas ou abafadas no vapor porque, ao cozinhá-las, o protozoário não sobrevive.

+ Qual animal de estimação é melhor para quem tem criança pequena em casa? Discuta com outras mães no FÓRUM CRESCER

Quem já teve toxoplasmose, também deve se cuidar?
O organismo de quem já teve toxoplasmose age de uma forma diferente, pois já tem imunidade contra a doença. Então, nesse caso, o corpo vai agir contra o protozoário mais rapidamente. Portanto, os riscos para o bebê são menores.

Qual é a maneira correta de lavar os alimentos?
Corte as folhas e ponha de molho em uma bacia com bastante água. Deixe por 30 minutos, em média. Nesse processo, a terra grudada nas entranhas das folhas irá soltar. Após esse processo, lave as folhas para que não sobre nenhum resíduo de terra, e coloque as folhas em uma solução de hipoclorito de sódio (água sanitária). Para fazer essa solução é só diluir 1 colher de sopa de água sanitária para cada litro de água, ou você pode encontrar produtos prontos no mercado. Deixe de molho na solução por 15 minutos. Ao final, lave em água corrente para tirar o hipoclorito.

Engravidou, precisa mandar o gato embora? 
Costuma-se dizer que grávidas e gatos não combinam, mas é mentira. O que transmite a doença são as fezes do animal. Não é preciso ter medo do gato. A orientação é ter cuidados básicos ao limpar a caixa de areia ou recolher as fezes do animal e lavar muito bem as mãos em seguida. Aliás, normalmente, apenas gatos filhotes transmitem a doença pelas fezes, os adultos não. Animais terrestres como porco, boi e frango podem ingerir as fezes do gato e aí, contaminados, transmitem a doença por meio da carne, do ovo e do leite cru ou mal cozidos. Por isso, a importância dos cuidados com os alimentos crus ou mal passados. Além disso, se você tem um gato, não o alimente com carne crua, pois ele também pode ser contaminado.

Peixe cru também pode transmitir toxoplasmose?
Não, o peixe não transmite a toxoplasmose. Quem gosta de comida japonesa pode ficar à vontade.

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Projeto de lei propõe que licença-maternidade possa ser transferida para o pai

Licença maternidade poderia ser transferida ao pai? (Foto: Pexels)

 

Quando um bebê nasce, legalmente, a mulher tem direito ao período de licença-maternidade, que varia entre 4 e 6 meses. Nesse período, ela pode se dedicar exclusivamente aos cuidados com o bebê. Já para o pai, o direito é reduzido para 5 dias ou, no máximo, 20, quando se trata de serviço público federal e empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã. Mas e quando a mãe não tem condições de cuidar do seu filho e precisa se ausentar devido a um problema de saúde?

De acordo com a deputada federal Paula Belmonte (PPS), a saída pode estar na aprovação de uma lei que transfira aos pais e companheiros, o direito de usufruir do período restante da licença-maternidade. As regras para a nova proposta já estão descritas no projeto de lei 4379/2019. "O intuito é priorizar o cuidado dos bebês e das mães que, por motivos de saúde, necessitem se resguardar por determinados períodos que coincidem com a data da licença", defende a parlamentar.

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"Acolher o bebê é responsabilidade do pai e da mãe. Na impossibilidade da mulher promover o cuidado integral, deve-se garantir ao pai esse direito”, diz. “Temos que construir uma cultura em que os pai participe ativamente da criação dos filho. Para isso, as leis precisam se modernizar”, completa. Segundo o texto, nos casos em que a mãe esteja hospitalizado ou com atestado médico, o benefício deve ser transferido temporariamente aos pais.

Segundo Paula, a ideia da proposta partiu de uma contribuição dos especialistas do IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito da Família). O projeto de Lei, em tramitação na Câmara, deve passar por análise e discussão entre parlamentares em comissão. 

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5 livros para crianças de até 3 anos

Mãe lendo com o filho (Foto: Getty Images)

 

Lugar de bebê é no... colo! E lugar de livro, veja só, também! Mas de que colo estamos falando? De um colinho-carinho, colinho-aconchego, colinho-toda-a-atenção-do-mundo. A editora Daniela Padilha, criadora da Jujuba Editora e mãe de dois filhos pequenos, há anos vem pesquisando as relações entre os livros e os bebês. De leitor em leitor, passou a desejar ter em seu catálogo livros que acolhessem os bem pequenos. Nasce, assim, a coleção Literatura de Colo, que a Jujuba lança com cinco obras para a primeiríssima infância (período da gestação aos 3 anos): O Que Tem Aí, de Rosinha; Azul, de Meritxell Martí e Xavier Salomó; Onde Está Tomás?, de Micaela Chirif e Leire Salaberria; O Urso e o Barco, de Cliff  Wright, e o mais recente, da premiada dupla Carolina Moreyra e Odilon Moraes, Bia e o Elefante. Misturando autores brasileiros e estrangeiros, são convites à surpresa, ao olhar detalhes.

Embora pertençam a uma coleção, são completamente diferentes um do outro. Daniela acredita que as obras se conectam aos diálogos e escutas possíveis com os bebês, anteriores à fala. “Que ainda estão na ordem do sentir, do estar...”, diz. Os livros custam, em média, R$ 42.

CF309-PRD-LIVROS (Foto: Divulgação)

 

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Homens com filhos investem mais, afirma pesquisa

Pais investem 49% mais do que homens sem filhos, aponta pesquisa (Foto: Deposit Photos)

 

Todo casal sabe que a notícia da chegada de um bebê muda a vida tanto do homem quanto da mulher. Agora, uma pesquisa realizada pelo aplicativo de finanças GuiaBolso no ano passado comprova a máxima. Pelo menos no quesito finanças. De acordo com o estudo publicado pelo Valor Investe, homens com filhos aplicam 49% a mais em investimentos do que quem ainda não é pai.

A pesquisa traz ainda outro dado interessante: enquanto as aplicações do pai têm a tendência de ficarem mais conservadoras, os investimentos para os filhos, como costumam ser de longo prazo, admitem um grau de risco maior.

Para quem está planejando começar um investimento para os filhos uma pergunta comum a ser feita é: em qual CPF devo investir? Alguns pais preferem aplicar usando o seu próprio CPF, mas sabendo que a aplicação será transferida para o filho no futuro. No entanto, é bom saber que é preciso pagar imposto ao transferir os valores para o CPF dele.

Mais pobres aderem à poupança
Outra pesquisa, dessa vez da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), revela que os brasileiros de renda mais baixa têm proporcionalmente muito mais investimentos em poupança e em fundos de curto prazo do que os clientes mais ricos e os milionários.

Segundo a entidade, 76% dos mais pobres aplicam em poupança, enquanto 34% dos clientes de alta renda e 7% dos milionários optam pela tradicional aplicação.

Os dados, que fazem parte de um levantamento do primeiro semestre sobre aplicações dos segmentos de varejo, alta renda e private banking, mostra que a população não está bem informada sobre outros tipos de investimentos, afirma a entidade.



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New video by Little Baby Bum em Português on YouTube

Desenho para Bebe | Ônibus Buster | Buster Mudar de Cor | Little Baby Bum
Inscrever-se ► https://www.youtube.com/channel/UCbcL7DLAdd6beWdh2GAnqmA?sub_confirmation=1 Vem assistir mais Little Baby Bum ► https://www.youtube.com/watch?v=-wIldBUxZ04&list=PLnwQLyuY2kmfYNEolZDMcQBBImpXl1xdE Canções de Animais ► https://www.youtube.com/watch?v=qdwKNA461LQ&list=PLnwQLyuY2kmcvtXgzU6m_jEjMzhn3rWTJ ABC e 123 ► https://www.youtube.com/watch?v=_bVwBUfCP6g&list=PLnwQLyuY2kmdo37Ybv-Zb-zVHnSUlTU3T © El Bebe Productions Limited


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Wednesday, August 21, 2019

"O modelo de família em que o homem é o provedor e a mulher cria os filhos está obsoleto há tempos", diz Chris Nicklas

pai; filho; paternidade; carinho (Foto: Thinkstock)

 

Em minhas últimas pesquisas venho me deparando com um assunto tão importante quanto esquecido: a paternidade.
Sempre que falamos sobre o pai e o seu papel na chegada do bebê tudo gira em torno da mãe e seu estado emocional.
O pai deve cuidar dela, de seu descanso, de sua alimentação, deve ajudar nos cuidados com o bebê, trocar fraldas, colocar para arrotar e não podemos esquecer que tem que trabalhar e trazer dinheiro pra casa.
Comecei a me dar conta que nada se fala sobre o processo paterno na transição para essa nova etapa da vida, cheia de tantas responsabilidades, inseguranças e desafios.
Ouvi de um médico a seguinte observação: no serviço de atendimento à saúde dos hospitais nada está endereçado ao pai e às dificuldades que este enfrenta no início da vida de seu bebê, que diga-se de passagem, têm um forte impacto em sua saúde e estado psicoemocional.

+ "Eu era muito imaturo", diz Emilio Orciollo Netto, sobre paternidade após os 40

Isso fez muito sentido para mim. Lá em casa, pensando agora em perspectiva, foi uma transição bastante dura para o meu marido.
Pouco se fala e menos ainda se faz a respeito deste tema.
Na contramão disso, percebo o quanto cada vez mais cruzo com homens em busca de uma nova forma de paternar.
Semana passada aconteceu o Primeiro Encontro Falando em Família. Foi lindo de ver do palco, de onde apresentei e mediei debates, casais dividindo os cuidados com os bebês.
Vi pais ninando seus filhos, dando papinha, brincando... E também ouvi depoimentos por parte de algumas mães que alegavam que não teriam dado conta do recado se não tivessem tido o apoio e a parceria de seus maridos.
Os tempos mudaram e não é de hoje que homens repensam seus valores e a sua forma de se relacionar com o outro.

+ "Paternidade é gatilho de transformação do homem e antídoto ao machismo"

O modelo de família em que o homem é o provedor e a mulher responsável pela criação dos filhos já está obsoleto há tempos, mas ainda estamos construindo uma nova forma de estruturar nossas famílias.
Historicamente podemos localizar o início desta transformação cultural no momento em que a mulher se lança no mercado de trabalho, e como que num efeito dominó desloca todas as pecinhas que estão na sua frente.
Ganhamos todos! A mulher, por passar a ter a possibilidade de encontrar um companheiro que divida consigo a sua dupla jornada, e pais por terem a oportunidade de mergulhar no fascinante e lúdico universo infantil.

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Pois nada mais enriquecedor do que olhar o mundo pela ótica da criança.
Cheia de poesia e o frescor de quem vê tudo pela primeira vez ela nos dá aulas de como o mundo, e a vida, podem ser lindos.
Agora só falta lutarmos para que esta igualdade se manifeste na sociedade e nas leis trabalhistas. Precisamos trazer para o nosso país modelos de Licença Parental, que permitem que pai e mãe dividam igualmente os cuidados com a criança se assim desejarem.
A luta é árdua, mas os interessados são muitos! E quem mais se beneficia advinha quem é?! Nossos filhos!

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Chris Nicklas (Foto: Edu Rodrigues )

 

Chris Nicklas é apresentadora, criadora e gestora do site Amamentar é…, estudante de Psicologia e mãe dos gêmeos Luca e Nina de 15 anos.



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Como lavar o nariz das crianças com soro?

Como fazer lavagem nasal da maneira correta? (Foto: Getty)

 

 

 

 

A lavagem nasal não é indicada apenas para os pequenos. Ela é benéfica em qualquer idade. No entanto, na infância, é ainda mais importante, já que nem todas as crianças sabem assoar o nariz. Em locais onde o clima é muito seco, elas não precisa nem estar com o nariz escorrendo ou entupido para que os pediatras receitem a prática diariamente. Além de ajudar a desobstruir, a medida também evita o desenvolvimento de doenças respiratórias.

Segundo a otorrinolaringologista Maura Neves, da Universidade de São Paulo (USP) e Clínica MEDPRIMUS, as crianças chegam a ter de 8 a 11 infecções respiratórias por ano. Isso significa que, praticamente todos os meses, seu filho pode ter uma doença. O procedimento pode ser realizado desde o nascimento, mas ela alerta que deve ser orientado pelo médico. “Nas crises, preconizamos as lavagens até quatro vezes ao dia e, na prevenção, mesmo sem sintomas clínicos, duas vezes ao dia”, diz a especialista. 

Confira, abaixo, algumas das principais orientações para o procedimento.

ÁGUA OU SORO?
Para realizar a lavagem, deve-se usar sempre soro fisiológico 0,9%. Em relação à quantidade, não há um consenso. "As crianças menores, em torno de 1 ano, têm uma superfície nasal em torno de 2 a 3 centímetros cúbicos e, portanto, os pais podem usar algo em torno de 2 a 3 ml de soro", explica. Segundo a especialista, conforme a criança for crescendo, pode-se aumentar a quantidade de soro.

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E SE A CRIANÇA ENGOLIR O SORO?
Segundo Maura Neves, o líquido pode ser deglutido ou sair pela narina, tanto faz. Ou seja, se a criança engolir, não tem problema nenhum. Mas ela reitera que não deve ser utilizada água no lugar do soro.

PODE-SE USAR SPRAY NASAL?
Caso os pais não queiram usar seringa e soro fisiológico, uma alternativa são os sprays nasais. "Vai da preferência individual”, diz. "Cada método vai ter um momento ideal de uso. Quando a criança está com muito catarro, o melhor é a seringa, que tem leva volume maior de soro. Já o spray pode ser facilmente administrado pelas próprias crianças, dependendo da idade. E ainda tem os aerossóis, que também são facilmente encontrados nas farmácias brasileiras. Esses têm pressão e bicos adequados para a lavagem", completa Maura.

 

EXISTE ALGUMA SOLUÇÃO NASAL NÃO INDICADA?
A orientação é evitar as soluções que contenham o conservante chamado cloreto de benzalcônio. "Temos evidências de que ele pode ser lesivo para a mucosa nasal respiratória. Por isso, surgiro que essa substância seja evitada. É importante que os pais sempre leiam os rótulos atentamente antes de comprar e utilizar um produto. Existem muitas opções disponíveis no mercado", afirma.

COMO DEVE SER A SERINGA?
A maneira mais eficiente para realizar a higienização nasal são com as seringas plásticas. No entanto, a especialista recomenda que os pais deem preferência para as fabricadas especialmente para essa função. “Eu recomendo as de bico e não as de rosca. Pois, nas crianças, a rosca da seringa por ser grande e machuca a narina. Caso você não consiga encontrá-las, as seringas (sem agulha) também são uma boa opção”, explica Maura.

COMO ACALMAR A CRIANÇA?
Segundo Maura, quando vira um hábito, as crianças costumam até colaborar com os pais no momento da lavagem. "No começo, elas reclamam um pouco, mas, em geral, acabam fazendo. É importante", diz a médica. "A melhor maneira de fazer vai depender da personalidade de cada criança e do estilo dos pais", explica.

LAVAGEM NASAL SUBSTITUI O UMIDIFICADOR?
A lavagem, segundo a médica, não dispensa o uso do umidificador de ambientes. A explicação é que, enquanto o soro lava o nariz, removendo crostas, o eletrodoméstico age umidificando o ar do ambiente. No entanto, o aparelho não deve ser usado durante longos períodos, já que um ambiente úmido demais é o cenário ideal para a proliferação de fungos e bactérias.

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Mãe coloca cebola cortada no quarto para tosse e filho vai para UTI

Ju_henzo (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

 

Tudo começou com um episódio de resfriado normal. Tosse, secreção, dificuldade para dormir. Aquele combo clássico que toda mãe já sentiu na pele durante as noites mal dormidas. “Levei o Henzo ao pediatra e estava tudo certo. Coriza clara, pulmão limpo. Seguimos com o tratamento tradicional à base de inalação, lavagem com soro fisiológico e xarope fitoterápico”, conta a assistente financeira Juliana Ishiara, 35 anos.

Durante a noite, angustiada com a tosse do filho que não passava, Juliana decidiu colocar em prática a dica que havia lido na internet. Foi até a cozinha, descascou e cortou uma cebola em quatro partes. Colocou em um prato e o posicionou próximo à cama do filho, que dormia no mesmo quarto que ela.

“Em menos de cinco minutos, o Henzo começou a ter uma crise de tosse muito forte, que não parava. Ele puxava o ar, mas não conseguia respirar. O esforço para tossir era tamanho que, em minutos, ele vomitou e começou a ficar muito cansado. Eu escutava um forte barulho quando ele tentava respirar”, relata Juliana.

Diante do desespero do filho, ela o levou rapidamente ao pronto-socorro. “Chegamos ao hospital e o Henzo foi atendido às pressas. Recebeu oxigênio, teve que tomar injeção de adrenalina e fazer inalações de resgate com altas doses de medicamento. Quando o quadro se estabilizou, os médicos decidiram interná-lo na UTI para que ele pudesse ficar monitorado”, relata Juliana.

Ju_henzo (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

Foram cinco dias na UTI. Além de ficar com o medidor de oxigênio o tempo todo, Henzo teve que fazer um tratamento com bomba asmática e medicamentos para tentar reverter a crise respiratória. Após a alta, e de mais dois dias sob observação no quarto, Juliana seguiu com o tratamento durante trinta dias em casa.

Passado o susto, ela levou Henzo ao pneumologista para fazer uma investigação e buscar respostas. Após muitos exames, nada foi descoberto.

Juliana relata que as enfermeiras do Hospital Notre Dame, em São Paulo, onde Henzo ficou internado relataram que outras crianças já haviam passado pela mesma situação após terem contato com a cebola cortada.

De acordo com a pediatra Patrícia Fukui, do Fleury Medicina e Saúde, especialista em pneumologia pediátrica, existe um mito sobre a cebola ser um imã de vírus e bactérias, mas não há nenhum dado científico que comprove a eficácia do vegetal na recuperação de tosses e outros problemas respiratórios. Pelo contrário, ao ser cortada, a cebola libera um gás volátil à base de enxofre, que provoca justamente o cheiro tão característico.

“É muito comum ter episódios de bronquiolite e outras doenças respiratórias na primeira infância. Algumas crianças, no entanto, desenvolvem uma hiper-responsividade brônquica após esses problemas, que pode ser desencadeada por odores fortes, como de um perfume ou até mesmo da cebola. Essa hipersensibilidade pode provocar broncoespasmos e dificuldades na respiração”, explica Patrícia.

De toda forma, alerta Patrícia, só o pediatra é capaz de avaliar o quadro do paciente levando em consideração o histórico da criança.

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Qual é a sequência ideal de cuidados com o rosto pela manhã para quem está sempre com pressa?

Mulher lavando o rosto (Foto: Shutterstock)

 

"Hoje, há vários produtos com função de 2 em 1 que podem ajudar a vida das mães que têm filhos pequenos e vivem correndo. Um exemplo são os protetores solares, que também têm ação antissinais e antioxidantes. Minha dica é buscar produtos que tenham vários efeitos para ajudar a otimizar o tempo.

+ Como cuidar do cabelo no inverno?

Vale lembrar que a sequência de cuidados com o rosto mais indicada começa com a limpeza com sabonete ou mousse adequado para cada tipo de pele (oleosa, mista ou seca), seguida da aplicação de um antioxidante à base de vitamina C ou resveratrol, por exemplo, ou um antissinais. Depois, um hidratante e, por fim, o protetor solar, o último produto a ser aplicado no rosto". 

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CF309-PRD-BELEZA (Foto: Divulgação)

 

Alberto Cordeiro é dermatologista especialista em laser, tricologia e cosmiatria e nome à frente da Hōraios Estética.



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Tuesday, August 20, 2019

Maior cinema ao ar livre do mundo tem programação especial para as crianças em São Paulo

Shell Open Air (Foto: Divulgação)

 

Já pensou curtir toda a magia do cinema debaixo de um céu estrelado? É essa a proposta do Shell Open Air que exibirá filmes clássicos e sucessos de bilheteria em uma super tela de 325m² ao ar livre no Jockey Clube, em São Paulo. Além das sessões, o evento, que acontece de quarta a domingo dos dias 11 até 29 de setembro, terá shows e um espaço gastronômico. Aos sábados, haverá programação especial dedicada às crianças e atividades de recreação disponíveis a partir das 16h.

+ Filmes, séries e desenhos para assistir com o seu filho 

No dia 14, será exibida a versão live-action de Aladdin, da Disney, estrelado por Will Smith como o gênio da lâmpada. No dia 21, é a vez de Turma da Mônica Laços, outro live action, ganhar a telona. O longa acompanha a aventura de Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali para desvendar o desaparecimento do cachorro Floquinho. Para fechar a programação infantil no último sábado do evento, dia 28, acontece a exibição de Toy Story 4, que traz Woody, Buzz, outros brinquedos queridos do público e novos personagens em uma divertida missão de resgate.

+ Festival de Cannes: 6 filmes sobre família que estreiam no evento internacional

Entre a programação adulta exibida na telona de 700 toneladas destacam-se o western nacional Bacurau, os premiados Green Book: O Guia e Infiltrado na Klan e o sucesso com Bradley Cooper e Lady Gaga, Nasce uma Estrela

Crianças participando de atividades recreativas no evento (Foto: Douglas Dobby)

 

 

Confira a programação completa aqui

SERVIÇO

Data: 11 a 29 de setembro - de quarta a domingo
Local: Jockey Club de São Paulo - Rua Dr. José Augusto de Queiroz, Portão 1 - Cidade Jardim, São Paulo, Brasil
Telefone: (11) 2161-8300
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)
Vendas no site openairbrasil.com.br , pontos de vendas e bilheteria do evento.
Capacidade de público do evento: 1.300 pessoas
Classificação etária das sessões de cinema: 16 anos. Menores de 16 anos só entram acompanhados dos pais ou responsável legal.
Classificação etária dos shows: 18 anos
Evento parcialmente coberto. Assentos da plateia do cinema não possuem cobertura.
Estacionamento terceirizado. Sujeito à lotação.
* O Shell Open Air acontece mesmo em caso de chuva. Palco, ativações, banheiros e espaço gourmet funcionam em área coberta, enquanto a arquibancada e a Super Tela ficam ao ar livre. Se necessário, capas de chuva serão distribuídas gratuitamente antes do filme.

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Este zumbi engraçado #músicasinfantis #shorts #shortsfeed

Conheça este zumbi engraçado, fofo e maluco! Veja-o dançar a noite toda e arrasar no palco. É assustadoramente divertido! Zumbi bebê dançand...