Siobhan percebeu que, desde pequeno, seu filho Noah não gostava de nenhum tipo de doce. Isso era um problema, especialmente na época de seu aniversário, afinal, a mãe não sabia que tipo de bolo o agradaria. Então, para comemorar os 7 anos do pequeno, Siobhan colocou em prática uma ideia inovadora: preparou um “bolo” de nuggets de frango, a comida preferida do filho. O relato foi publicado pelo site Kidspot.
A mãe conta que geralmente comprava um bolo barato, só para que Noah pudesse apagar as velinhas. Neste ano, porém, a criança falou que gostaria de um bolo de aniversário feito de nuggets, por ser “sua coisa favorita no mundo”. “Nós apenas rimos, achamos engraçado, mas ele continuou dizendo que realmente queria um”, disse Siobhan.
Ela então aceitou o desafio e pensou em um jeito de tornar o desejo do filho realidade. A mãe procurou vídeos no YouTube sobre como fazer um molde de papel do número 7 e contou: “A construção foi muito fácil, apenas cortei várias tiras de papelão do mesmo tamanho para colocar nas laterais do número”. Depois, foi só colar com fita adesiva e cobrir tudo com papel alumínio.
Para concluir o “bolo”, Siobhan comprou 60 nuggets de uma rede de fast food e encheu o molde de papel com o alimento. Segundo ela, todo o processo levou cerca de 30 minutos e custou US$ 21.
Na hora de cantar parabéns, a mãe colocou uma vela em cima dos nuggets. Ela conta que Noah adorou o resultado: “Ele estava nas nuvens e disse que foi o melhor bolo que já comeu. Foi sua parte favorita do dia”.
Um “pai veterano” postou um vídeo em sua conta no TikTok dando dicas e conselhos “sincerões” para novos pais. O vídeo viralizou na plataforma e até o momento já foi visto quase 90 mil vezes e compartilhado por mais de 12 mil pessoas.
No vídeo, o homem relata um pouco sobre como é o trabalho de parto e os primeiros dias de vida do bebê pela perspectiva masculina. "Você está bem? Tudo bem não estar tudo bem”, diz ele.
“O parto é um pesadelo, especialmente se for cesárea”, ele conta. “Eles tiram ‘tudo’ de sua parceira como se fossem um valentão esvaziando uma mochila. Eles estão apenas remexendo lá dentro como se fosse uma gaveta e tiram um humano inteiro da sua esposa.”
Passado o parto, a volta para casa muitas vezes é vista como um alívio, mas o homem revela que não é bem assim. "Deve ser bom finalmente estar em casa, certo?", diz ele, animado. “Não é tão bom, no entanto. A viagem de carro para casa foi uma droga porque você está mais ciente dos acidentes de carro”, ele conta, em tom de confissão.
O pai avisa ainda que as noites de sono serão ruins pelos próximos 3 a 12 meses. “Aviso justo, às vezes vai ficar estressante”, ele admite. “Só não vá mostrar seu estresse para sua esposa porque, embora você tenha visto todas aquelas coisas acontecerem, ela passou por isso”.
“Você vai fazer um ótimo trabalho; mas apenas saiba que às vezes você fará um trabalho ruim”, conclui ele.
Uma carta emocionante pegou de supresa os médicos do Hospital Nuestra Señora de las Mercedes de Paita, no Peru. A pequena Raquel Odolek, filha de um dos pacientes, escreveu uma mensagem agradecendo a equipe do hospital por ter salvado a vida de seu pai, que testou positivo para a covid-19.
"Oi, doutores, pode ser que vocês não me conheçam. Sou Raquel, filha do senhor Christian Iván e quero agradecer por terem salvador meu pai. E dizer que vocês são super-heróis, são muito importantes para a Terra. Continuem assim, força!", escreveu.
Christian Panta Collazos, pai da menina, precisou ficar internado por seis dias depois de apresentar complicações relacionadas ao novo coronavírus. Após receber a notícia que havia recebido alta e, finalmente, voltaria para casa, Raquel decidiu escreveu uma mensagem agradecendo a equipe médica.
As fotos foram compartilhadas pela página oficial do hospital no última segunda-feira (1). Na publicação, a instiuição retribuiu o carinho da garota. "Obrigada por sua carta, Raquel! Detalhes como esses são o que nos fazem sentir que o nosso trabalho é valorizado. Graças a Deus, seu pai se recuperou e já estão em família outra vez", escreveram.
A amamentação é um momento único de troca entre mãe e bebê. É quando os dois podem fortalecer o vínculo e começar a criar uma conexão mais próxima. Mas e quando outras pessoas querem participar e também ter protagonismo nesse momento? No fórum online Reddit, algumas mães compartilharam como foi a experiência de descobrir que suas sogras também tinham a intenção de amamentar seus netos.
No último dia 19 de fevereiro, uma mãe, identificada como milbfthrowaway, fez um desabafo sobre essa situação. Ela contou que, depois de 2 meses de dar à luz, precisou voltar ao trabalho e sua sogra se ofereceu para ajudá-la nos cuidados com o bebê. Um dia, enquanto estava fora de casa, decidiu checar as câmeras de segurança para saber se estava tudo bem com o seu filho.
"Minha sogra havia me mandado uma mensagem dizendo que ele estava chorando muito, então, eu queria verificar se ele estava bem. Quando olhei para a câmera, ela estava com o bebê no colo, mas com a camisa levantada e ele agarrado ao seu seio. Fiquei chocada e horrorizada. Ela tentou amamentar o meu bebê", contou.
Segundo a mãe, a sogra alegou que aquele havia sido o único jeito que conseguiu acalmá-lo. "Ela ficou brava por eu ter verificado a câmera e disse que aquilo era uma invasão de privacidade. Eu não quero mais ela cuidando do meu bebê, podemos pagar uma babá ou creche. Quando eu disse isso, ela surtou e disse que eu estava sendo uma estúpida e que a situação não era grande coisa."
Outra usuária do fórum também compartilhou uma experiência parecida. A mulher contou que sua sogra "pediu permissão" para também amamentar seu filho de 2 meses.
“Esta mulher tem 70 anos e planeja amamentar o primeiro bebê da minha cunhada, que deve nascer em seis semanas. Ela leu que as avós ajudam a amamentar bebês em algumas culturas e quer tentar. Depois dessa ideia, ela veio atrás de mim dizendo que não quer ter um vínculo mais forte com um neto do que com o outro (meu filho tem 2 meses). E, como ele já nasceu, ela quer começar a 'praticar' a amamentação com ele", disse.
A mãe explicou que o sonho da sogra é amamentar os dois netos ao mesmo tempo e ficou furiosa em saber que isso não aconteceria. "Ela está delirando. (...) Está brava em saber que eu estou impedindo que ela tenha um vínculo mais estreito com os seus netos. Eu disse para ela ir falar com um médico e conversar com um consultor de amamentação, se isso for tão importante assim para ela. Mas falei que ela nunca vai amamentar nenhum dos meus filhos, não importa o que aconteça."
Os usuários da rede social comentaram a publicação, concordando com o posicionamento da mãe. "É inapropriado e ultrapassa enormemente os limites. Mas [a atitude] deve ser assim, independentemente da idade da sogra ", escreveu um deles. Outros, se solidarizaram com a situação. "Eu também não conseguiria imaginar ninguém além de mim amamentando meus filhos."
No último domigo (28), um jogo da SuperLiga Feminina de Basquete da Argentina virou manchete em jornais do mundo inteiro. Uma foto de uma das jogadoras amamentando a filha durante o intervalo da partida disputada entre os clubes Vélez e Tomás de Rocamora viralizou nas redes sociais.
A imagem mostra Antonella González, 30, atleta do Tomás de Rocamora, sentada no banco de reservas enquanto alimenta a filha Madi, de 11 meses. Em entrevista à Confederação Argentina de Basquete, ela disse que ficou supresa com a proporção que a foto ganhou. "Que isso sirva para que aquelas mães que acham que não se dá para voltar à ativa depois da gravidez acreditem que, sim, é possível", disse.
Dentro de quadra, a atuação de Antonella também chamou a atenção. Depois de mais de um ano afastada, ela jogou por 25 minutos e garantiu 8 pontos da vitória por 61-44 contra o time adversário. Ela conta que a decisão de voltar às quadras foi um acordo feito em família. "Eu estava realmente ansiosa para voltar e a pandemia me ajudou nesse processo. Pude desfrutar da minha gravidez ao máximo e, depois que a Madi nasceu, voltar aos poucos à ativa. (...) Foi uma decisão tomada junto com o pai da minha filha. A verdade é que é uma mudança importante e precisei do apoio de todos, tanto dele como da família", contou à equipe de imprensa da Confederação Argentina de Basquete.
Antonella também pode contar com a ajuda das irmãs Laura, que é a treinadora do clube, e Vale, que faz parte da equipe de comunicação. "O time é incrível e Madi é uma de nós. Sinto que todos são um pouco mães e pais dela e me ajudam muito. (...) Às vezes eu preciso de uma mãozinha e tenho muito mais de uma. Eles são demais", diz.
A receita, elaborada pelas nutricionistas, culinaristas e engenheira de alimentos, do setor de Alimentação Natural, da Fundação Mokiti Okada (FMO) é saudável e nutritiva para todos da família. Um boa opção para o lanche!
Ingredientes
3 unidades (150g cada) de filé de frango em tirinhas
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá de mostarda em grãos
3 colheres de sopa de mel
4 unidades de pão-folha
Salada de repolho
¼ da unidade de um repolho
1 unidade grande de cenoura ralada
3 colheres de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de vinagre de vinho tinto
1 colher de chá de mostarda de Dijon
2 colheres de sopa de salsinha picada
Prepare a salada. Coloque o repolho numa tigela grande e misture com a cenoura. À parte, misturar o azeite, o vinagre e a mostarda. Regue a salada, mexendo bem para distribuir por igual. Junte a salsinha picada e misture. Reserve. Refogue o frango no azeite quente por 4-5 minutos até dourar e cozinhar por completo. Retire do fogo e junte a mostarda e o mel. Mexa bem. Reserve.
Aqueça o pão-folha no forno pré-aquecido por 10 segundos. Dobre-o ao meio. Espalhe a salada de repolho, a cenoura e as tirinhas de frango no meio de cada pão. Enrole firmemente e corte ao meio para servir.
1. Dupla função
A mochila funciona também como lancheira térmica: revestida de PVC e poliamida, ajuda a manter a temperatura por até três horas. Tem alças ajustáveis na parte de trás. malwee.com.br, R$ 89,90. Mede 28 x 22 x 12 cm
2. Primeiros passos
Para garantir mais segurança e firmeza na pisada, o mule tem solado antiderrapante e tira elástica que se prende ao calcanhar. Vai bem
com calças jeans, vestidos, saias... ludiqueetbadin.com.br, R$ 128. Tamanhos do 16 ao 22
3. Tudo listrado
O tecido de linho e algodão faz da peça uma opção versátil e confortável para dias mais frescos. A modelagem é moderna e solta, inspirada nas batas indianas. babyroots.com.br, R$ 98. Tamanhos 1, 2, 4 e 6 anos
4. Brincadeira fashionista
Inspirada nas tendências do streetwear, a nova linha de bonecas Barbie é uma homenagem à moda das últimas duas décadas. Ao todo, são seis opções de bonecas articuladas, com diversos estilos de cabelo, tons de pele e looks. mattel.com, R$ 469,99. Mede 35,9 x 7,6 x 15,6 cm. A partir de 3 anos
5. Hora da soneca
A naninha, da Biramar, tem formato de raposa e é toda forrada de plush. O tecido é macio e fácil de lavar. babyenxoval.com.br, R$ 49,14. Mede 31 x 24 cm
6. No ritmo do verão
De manga comprida, o maiô ajuda a reforçar a proteção nos dias mais ensolarados. O charme fica por conta da estampa alegre e colorida, com padrão floral. alphabeto.com.br, R$ 129,95. Tamanhos do 10 ao 14
7. Frescura
Confeccionado com malha 100% algodão, o macaquinho foi desenhado para garantir o máximo de conforto aos pequenos: tem elástico nas pernas, alças alongadas e regulagem de amarração. theminiforest.com, R$ 78,90. Tamanhos de 3 a 6 meses e de 4 a 6 anos
8. É do barulho!
Além de servir como objeto decorativo, a lhama também funciona como um chocalho. É só agitá-la ou virá-la de cabeça para baixo para ouvir os sons e começar a brincadeira. fisher-price.com, R$ 49,99. Mede 18 X 6 X 14 cm. a partir de 3 anos
9. Playground em casa
O brinquedo tem cordas, escadas e escorregador para que os pequenos possam escalar, se pendurar, balançar... É possível instalar em jardins, casas e até apartamentos com mais espaço. ebaplay.com.br, R$ 2.380. Mede 160 x 160 x 122 cm + prancha de escorrega de 120 cm. Indicado para crianças de 1 a 4 anos
10. Pegada confortável
Fácil de lavar e secar, a sandália é perfeita para os pequenos molharem e brincarem à vontade. Tem solado antiderrapante e palmilha de EVA flexível. Vem com dois pares de patches para personalizar. bibi.com, R$ 149,90. Tamanhos do 20 ao 30
Ele é natural e esperado, mas pode ser um incômodo e tanto no primeiro trimestre da gestação. “No comecinho da gravidez, a progesterona aumenta muito e aí vêm os enjoos, o mal-estar e as náuseas, mas a tendência é que essa sensação vá diminuindo depois das 12 semanas”, explica a obstetra Carla Kikuchi, do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP). A boa notícia é que com algumas mudanças simples na rotina dá para amenizar o desconforto e curtir essa fase com mais tranquilidade. Mas não custa lembrar: se o enjoo for exagerado e prejudicar a alimentação, é hora de acender o sinal de alerta e conversar com o seu médico.
Alimentação fracionada
Quando os níveis de glicemia caem, os enjoos tendem a aparecer. Um jeito de driblar isso é fracionar a dieta, evitando ficar mais de duas ou três horas sem comer nada. Fique atenta também a temperos fortes, frituras e doces, que agravam o desconforto.
Hidratação na medida
Tomar água é fundamental na gestação, mas não vá com muita sede ao pote: ingerir muito líquido de uma vez só pode piorar a digestão e agravar a sensação de mal-estar. Beba, sim, água, sucos naturais e água de coco, mas sempre aos poucos, e em pequenas quantidades.
Rotina matinal
Os enjoos costumam ser mais frequentes pela manhã. Por isso, depois de acordar, espere uns 15 minutos antes de escovar os dentes. Enquanto isso, faça o desjejum com alimentos mais “secos”, como torradas, maçã ou bolachas.
Uma das principais preocupações em projetos para dormitórios de crianças é a estrutura adequada para o desenvolvimento. Além de acompanhar as fases do crescimento, é interessante que as mudanças nos espaços sejam feitas sem grandes mudanças do layout original.
Com essa ideia em mente, o escritório PB Arquitetura montou o quarto da Maria, 3, preparado para crescer junto com ela. O quarto, que antes abrigava um escritório, possui cerca de 10m². “Pensamos em um projeto que fosse múltiplo, assim a criança poderia brincar e estudar nele. Nosso desejo era que ela aproveitasse ao máximo aquele espaço”, conta Priscila Tressino, da PB Arquitetura.
Para isso, a proposta do estilo montessoriano se encaixou perfeitamente. Segundo Priscila, esse estilo estimula a autonomia e independência da criança, afinal tudo está ao alcance dela. Além disso, ainda trabalha a criatividade e aguça a curiosidade, porém sempre com muita segurança e cuidados nos detalhes.
O cabideiro com altura apropriada para a menina escolher a sua própria roupa e brincar de se vestir reforça essa proposta. Além disso, outras ideias são o “mini-escritório”, com mesinha e banquinhos coloridos, para sentar, desenhar e brincar, e a cama no chão, para entrar e sair quando quiser.
Um destaque do quarto é o painel colorido, repleto de desenhos. A decoração do quarto, segundo Bernardo Tressino, também arquiteto da PB Arquitetura, não tem tema definido. Segundo ele, foi um desejo dos pais, a fim de que não seguisse alguma moda e correr o risco de ficar ultrapassado.
Seguindo essa ideia, o quarto também não tem cor específica, como rosa ou azul, até porque os pais tinham a intenção de ter um segundo filho. Por isso, um ambiente mais neutro seria uma alternativa interessante.
O armário que vai do piso ao teto e contém várias gavetas também foi planejado. Antes, quando o cômodo abrigava um escritório, muitos objetos pessoas ocupavam o espaço. Por isso, por uma questão de espaço, seria preciso utilizar o quarto discretamente. Com o armário, cabem ali tanto pertences dos pais quanto da criança.
Se os últimos meses foram complicados para os adultos, imagina para as crianças que ainda não conseguem entender completamente a situação? Um vídeo recente que começou a circular na internet mostrou como o isolamento social e as aulas à distância foram doloridas para muitos pequenos.
A Clara, uma aluna da 4° série da Califórnia, caiu no choro quando descobriu que voltaria para a escola presencial depois de quase 1 ano sem encontrar seus amigos. A menina de 9 anos, que mora em Redondo Beach, foi uma das crianças que transferiu seus estudos para a aula virtual desde o aparecimento dos primeiros casos de covid nos Estados Unidos, mas este ano será diferente.
Com seu aniversário cada vez mais próximo, a mãe de Clara decidiu fazer uma surpresa fofa para dar a notícia para a filha. No vídeo compartilhado na internet, Tarine mostra para a menina uma sequência de papéis. O primeiro mostra a quantidade de tempo que a família está cumprindo o isolamento social. “Há muito tempo, certo?”, continua o escrito. 'Muita coisa aconteceu desde março de 2020', “Mas temos algumas novidades”, continua as mensagens folha por folha. 'Adivinha?'
A garota chegou a pensar que os pais tinham decidido comprar um cachorro, mas logo em seguida a resposta aparece: “03/03/2021”, “Você vai voltar para a escola”, diz o último pedaço de papel. Clara não consegue esconder a emoção e diz entre lágrimas: “Faz muito tempo que não vou à escola!”
Em entrevista ao Daily Caller, a pequena explicou sua emoção. “Estou muito, muito animada porque posso voltar e ver todos os meus amigos. Eu não ficava tanto tempo em casa, por causa da escola, e isso foi bom, mas é ruim não podermos ir para a aula porque não podemos ver nossos professores e amigos”.
Apesar de ter sentido que o ensino à distância provocou menos distração durante as aulas, a socialização era uma parte importante do período na escola. “Acho que é mais difícil conversar, ter uma conversa com um de seus amigos no zoom', afirmou.
Ficar com as crianças em casa em meio à pandemia do coronavírus é um desafio enorme. Imagine ter sete filhos! Essa é a realidade de Tess Giddings, de Bournemouth, na Inglaterra. A mãe superocupada relata que não consegue colocar a cabeça no travesseiro até a 1 hora da manhã, isso que ela acorda às 6 horas da manhã!
De acordo com informações do The Sun, Tess, 32, e seu marido Chris, 41, estavam muito felizes com seus cinco filhos: Jacob, 14, Savannah, 12, Amiah, 11, Zion, 9, e Nevaeh, 5, quando descobriram que seriam pais novamente de gêmeos. Na época, Chris estava na lista de espera para fazer uma vasectomia, porém os pequenos Levi e Hezekiah, hoje com três anos, vieram antes. “O nosso limite era ter cinco filhos, como havia uma espera pela operação de Chris, comecei a tomar pílula. Portanto, não tenho ideia de como fiquei grávida", disse ela.
Após sua menstruação atrasar, Tess fez um teste de gravidez que deu positivo. “Foi como um soco no estômago", a mãe de sete lembra. "Eu chorei a noite toda porque não queria outro bebê. Pode parecer ingrato, mas ter cinco filhos já era um trabalho tão difícil que eu não conseguia pensar em ter outro".
Uma das preocupações do casal era com a questão financeira, já que filhos geram muitas despesas. Com 12 semanas, os pais tiveram uma nova surpresa e descobriram que esperavam gêmeos. "Eu entrei em choque. Eu tinha certeza de que eles estavam errados. Mas assim que o ultrassonografista colocou a sonda sobre minha barriga, vi duas cabecinhas. Lá estava eu, não querendo outro bebê, e de repente esperando dois".
No início, a dupla de pais demorou para se adaptar à nova rotina, principalmente após o nascimento dos bebês. “Eu tinha apenas uma ou duas horas de sono, depois se levantava às 5 da manhã para ter certeza de que os bebês estavam alimentados e os outros prontos para a escola. Eu era um zumbi".
UMA OPERAÇÃO MILITAR
Três anos depois, apesar da vida da família ter virado de ponta cabeça após a pandemia, Tess tenta manter uma rotina. "Meu dia começa às 6 horas da manhã. Eu lavo, arrumo as coisas e ajudo as crianças com as aulas. Eles estão todos em casa no momento, então nunca há paz. “É impossível reproduzir qualquer tipo de ambiente escolar com uma casa tão ocupada, mas estamos fazendo o melhor que podemos. É extremamente desafiador, especialmente com os gêmeos correndo por toda parte".
A mãe também conta com a ajuda de seus filhos mais velhos para arrumar a casa. “Sinto que é uma lição de vida valiosa e é importante que todos eles contribuam e ajudem", afirma Tess. Assim, as crianças têm pequenas responsabilidades como colocar a louça na máquina de lavar, limpar parte da cozinha e do banheiro, colocar os pratos na mesa e arrumar os quartos. "Os três meninos mais novos dividem um quarto, as três meninas dividem outro e Jacob tem seu próprio quarto porque é o mais velho. “Eles têm que manter seus quartos arrumados e retirar os lençóis. Os gêmeos fazem trabalhos menores, como guardar seus brinquedos", relata Tess. “É uma operação militar, mas funciona. Assim que todas as crianças estão dormindo, eles estão de volta à preparação para o dia seguinte, prontos para começar novamente na manhã seguinte.
Hoje, a família gasta em média 600 libras (aproximadamente R$ 4.778) por mês em comida. Para reduzir os custos, as crianças também reaproveitam as roupas. “A vida é uma loucura ininterrupta, mas eu não mudaria nada disso. Sempre me perguntam como estou lidando com isso, mas eu simplesmente faço", disse a mãe.
O pequeno Benício tem apenas dois anos, mas já pode ser considerado um "investidor". Isso porque seu pai, o mentor de carreira Douglas Bálico, 37, decidiu investir para o filho logo quando o bebê nasceu, em novembro de 2019. Ele e a esposa, Roberta Bitelli, optaram por um aporte mensal de no mínimo R$ 200. Com esse investimento, o casal espera que após 15 anos, o menino tenha um montante de em média R$ 100 mil, caso tenha uma rentabilidade média de 12% ao ano. E o futuro jovem vai poder escolher o que fazer com o dinheiro. "O objetivo é dar liberdade e autonomia para que ele faça suas escolhas. Acho muito precipitado falar que é preciso fazer um intercâmbio, por exemplo. Queremos que ele tenha liberdade", diz Douglas, que mora em São Paulo.
Nos últimos anos, vem crescendo o movimento de pais que abrem contas de investimentos para menores de idades. Só na corretora Rico Investimentos, em 2020, comparando com 2019, o número de contas abertas para pessoas menores de 18 anos cresceu cerca de 90%. "No passado, estávamos acostumados com aquela ideia dos pais montarem uma poupança para os filhos, porque os juros eram altos. Hoje, não vale mais a pena", afirma Betina Roxo, estrategista da Rico.
Com a tradicional poupança sendo menos lucrativa, o caminho foi procurar outros tipos de aplicações e essa ideia vem se popularizando entre os pais. No entanto, fique atento! Existem algumas regras a seguir para não se enrolar. A primeira delas é ter uma reserva de emergência. Segundo Betina, as famílias precisam ter em mente que antes de investir para os filhos, é necessário fazer um planejamento familiar, pois se acontecer algum imprevisto, não é preciso tirar do investimento da criança.
Para criar seu "pé de meia", basta fazer um cálculo simples para estabelecer um objetivo: você pega quanto gasta por mês e multiplica por seis — ou 12, se você quer ter dinheiro por ano inteiro. A estrategista da Rico explica que esse capital deve ficar em um investimento seguro, mas isso não significa que os pais precisam colocá-lo na poupança. O próprio Tesouro Direto — quando a pessoa compra títulos públicos, isto é, empresta dinheiro para o governo — já rende mais que a poupança. As famílias devem também ter suas próprias aplicações, além da reserva de emergência.
Ao montar uma carteira de investimento, também é necessário entender qual é o seu perfil e objetivo. No caso dos pais que investem para os filhos, os rendimentos são mais a longo prazo, porém isso não é uma regra. Pode ser para a faculdade daqui a três anos ou um intercâmbio.
COMO INVESTIR?
Betina diz que definindo um objetivo é mais fácil escolher o tipo de investimento. "No caso de um bebê que acabou de nascer, os planos, geralmente, são mais a longo prazo, então é possível optar por aplicações mais arriscadas". Mas, fique tranquilo, "arriscado" não significa que você vai perder todo o dinheiro. A especialista explica que os investimentos de renda variável estão mais ligados com a movimentação do capital. O mercado é muito volátil, então as ações, por exemplo, podem estar em alta ou em baixa, quando não há um tempo específico para recuperar o montante investido, os pais podem escolher o momento ideal para vender suas ações.
Sempre depende do seu objetivo! Se seu filho vai viajar daqui seis meses ou um ano, uma aplicação em fundos cambiais, tipo de investimento que protege contra as alterações de moedas como o dólar e o euro, pode ser interessante. É possível ter também uma aplicação em algum tipo de renda fixa, como o Tesouro Direto e o Certificado de Depósito Bancário CDB — que funciona como o empréstimo do seu dinheiro para uma instituição bancária. Além disso, há a Letra de Crédito Imobiliário (LCI), que também se oferece um empréstimo para o banco, mas para financiar empreendimentos e atividades do setor imobiliário.
Agora, se as famílias estão olhando para um futuro distante, daqui cinco ou 10 anos, a renda variável é um bom caminho, diz Betina. "É claro que é preciso investir em ações de empresas sólidas e que tenham uma perspectiva mais favorável.
Myrian Lund, professora dos MBAs da Fundação Getúlio Vargas (FGV), também explica que os pais não precisam ter medo das ações. "Quando você coloca em um bom fundo, nunca vai perder seu dinheiro. As ações têm ciclos de alta e baixa e é normal. Por isso, só se deve sacar o dinheiro em momentos de alta. "Se você tem data para usar o dinheiro, aí não é bom entrar nesse produto", diz a especialista.
Para os pais que são iniciantes no universo dos investidores, é possível entrar em fundos de ações. "Sempre que você entra em um fundo, está entrando em um 'veículo de investimento', que tem um 'motorista', que vai te guiar e escolher as melhores ações para você investir", explica Myrian.
De acordo com a professora, para começar a aplicar é possível recorrer aos bancos ou a um tipo de corretora. No entanto, é necessário estar atento se a pessoa que fará a orientação tem uma certificação de planejador financeiro. "Essa é uma certificação internacional cada vez mais solicitada e permite que o orientador entenda os sonhos e objetivos do investidor", diz a especialista.
TENHA VÁRIOS INVESTIMENTOS
A estrategista da Rico Investimentos alerta que um das principais falhas dos pais é não ter uma carteira de investimento diversificada. Douglas, pai de Benício, decidiu não cometer esse erro. "Eu aprecio a diversificação, pois permite que enquanto uma área de sua aplicação não desempenhe tão bem, a outra possa suprir". O mentor de carreira explica que costuma aplicar um quarto de seu capital em ações, um quarto em fundos imobiliários, um quarto em aplicações com maior exposição ao dólar e um quarto em reservas de emergência.
Douglas conta que pelo menos nos primeiros 10 anos não pretende falar para o filho sobre o montante investido. "Acreditamos que falar sobre isso antes desse período não agregaria nada. Ele precisa viver sua infância da melhor forma, diz o pai".
Uma mãe australiana encontrou uma cobra de cerca de 1 metro de comprimento ao arrumar o quarto a filha. A família mora em Sydney. Depois do susto, a família passou a filmar o animal. No vídeo, divulgado pela emissora de rádio australiana 2GB, é possível ouvir a menina, que não parece nada assustada: 'Ela é tão fofa", diz sobre a cobra.
"Eu estava colocando minha filha cama, desliguei a luz, e comecei a recolher alguns brinquedos. Achei que fosse um cadarço ... Na verdade, ia pegá-lo e então pensei: 'ah, melhor acender a luz e ver o que é''', disse a mãe, identificada apenas como Meg, ao 2GB.
A dupla conseguiu pegar a cobra e colocá-la em um recipiente, para levá-la para o lado de fora, onde foi colocada em uma árvore.
Ao analisar o vídeo, um especialista ouvido pelo Daily Mail diz que a cobra parecia estar se sentindo ameaçada. Ele diz que, nestes casos, o ideal é que a família tivesse jogado um cobertor sobre o animal, dando a ele um esconderijo, ou ainda que tivesse enrolado uma toalha molhada e colocado na base da porta do quarto para garantir que a cobra ficasse onde estava, enquanto esperava por um profissional.
A berinjela é um legume rico em água e substâncias antioxidantes que faz muito bem para a nossa saúde. Além disso, ainda é super versátil e abre um universo de possibilidades. Com um pouco de criatividade, conseguimos desenvolver vários pratos diferentes. Um exemplo delicioso é a receita de berinjela napolitana da chef Rachel Francischi. Confira!
Ingredientes:
3 berinjelas médias
1 colher (sobremesa) de alecrim (pode ser desidratado)
Suco de 1 limão
1 colher (sobremesa) de sal
1 xícara (chá) de molho de tomate caseiro
Raspas de limão
1 tomate picado em cubos
1 cebola média bem picada
1 colher das de chá de orégano
6 colheres de queijo cottage
5 folhas de manjericão
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra-virgem
1 colher (sobremesa) de queijo parmesão
Modo de preparo:
Lavar bem as berinjelas, cortar a ponta com o talo e fatiá-las em sentido longitudinal com aproximadamente 2 a 3 mm de espessura. Colocá-las numa travessa com água, alecrim, suco de limão e deixar de molho por uns 15 minutos. Escorrer. Numa travessa média, colocar um pouco de molho de tomate e espalhar uma camada de fatias de berinjela. Polvilhar uma parte das raspas de limão. Espalhar metade do tomate e da cebola picados e polvilhar metade do manjericão. Sobre esta camada, distribuir o queijo. Colocar um pouco de molho de tomate e uma nova camada de berinjelas. Sobre as berinjelas, espalhar o restante das raspas de limão. Colocar a outra metade do tomate, da cebola e do orégano picados, espalhar as folhinhas de manjericão, o fio de azeite e polvilhar com queijo parmesão. Levar para gratinar em forno alto por cerca de 10 minutos e servir em seguida.
Obs: Pode incluir abobrinhas em fatias se desejar.
Uma família de cinco assistia à televisão calmamente na sala de casa, quando uma das crianças que estava sentada no chão coloca algo em sua boca. De repente, o menino põe as mãos sobre os lábios e começa a engasgar. Antes que a maioria percebesse o que estava acontecendo, a mãe pula do sofá, levanta e inclina o menino, enquanto bate em suas costas. Em questão de segundos, o objeto sai da boca da criança e ela para de engasgar.
“Isso é difícil de assistir, mas é a vida real”, dizia a legenda do vídeo que foi compartilhado nas redes sociais há três dias pela Tiny Hearts Education, uma organização australiana que oferece cursos de primeiros socorros para novos pais, como uma mensagem de advertência sobre o perigo de crianças engasgarem com pequenos objetos. "Como essa mamãe sabia os primeiros socorros básicos, ela pode entrar em ação e ser a heroína que seu filho precisava. Porque esta mamãe sabia primeiros socorros básicos, ela pode colocar seu filho na cama esta noite, são e salvo", afirmaram. A organização provoca os pais a aprenderem sobre primeiros socorros antes que seja “tarde demais”. “Não se deixe ser o pai que se arrepende de não saber o que fazer se o impensável acontecer”, alertam.
Crianças de até 1 ano
1. Segure-a de bruços, com o rosto voltado para baixo e com a cabeça mais baixa que o tórax;
2. Cuidado ao apoiar a cabeça, sustente-a firmemente com seu antebraço;
3. Aplique cinco golpes energéticos no meio das costas (usando o punho da mão com os dedos estendidos);
4. Vire a criança (de barriga para cima) firmemente apoiando sua cabeça e a mantendo mais baixa que o corpo;
5. Observe se ocorreu a saída do objeto, caso contrário aplique cinco compressões rápidas no tórax (utilize três dedos para aplicar as compressões no meio do tórax, entre a linha dos mamilos);
6. Se esse procedimento não expulsou o objeto, peça ajuda e acione o serviço de emergência (SAMU 192);
7. Repita os procedimentos acima até a chegada do serviço de emergência.
Crianças maiores de 1 ano
1. Ao reconhecer um engasgo, posicione-se atrás da criança de joelhos e atrás do adolescente ou adulto de pé - é preciso ficar na mesma altura;
2. Abrace o tronco da criança envolvendo-o com os dois braços;
3. Feche uma das mãos e coloque a parte plana (onde está o polegar) na “boca do estômago”, que fica logo acima do umbigo;
4. Segure o punho com a outra mão e realize cinco compressões rápidas (apertando para dentro e para cima);
5. Encoraje a criança a tossir (se ela conseguir durante a manobra);
6. Após realizar a manobra ao menos duas vezes e perceber que o objeto não saiu, ou que a criança apresenta-se pálida, com lábios arroxeados, acione a emergência (SAMU 192) e continue a manobra até a chegada do socorro ou até que a criança esteja inconsciente.
Assista, abaixo, o vídeo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
Volte no tempo comigo: o que você sentia nos tempos que vinham depois do carnaval, quando o ano realmente começava, na sua infância ou adolescência? Você vivia provavelmente um misto de tristeza pelo fim das férias e excitação pelo novo ano letivo. Você era um amontoado de memórias recentes que precisavam ser contadas infinitamente para os amigos da rua, da família e da escola. Uma criança de férias tem ao seu lado o tempo amplificado para explorar o mundo e brincar do que nem sabia que poderia ser brincado. De repente, se depara com jogos guardados no armário das fases anteriores, e se lembra de como era quando mais jovem. Ou traz a pele bronzeada da viagem à praia ou à piscina de plástico na casa dos avós. E, assim, costumava ser o início de um novo tempo.
A promessa do feliz ano novo finalmente conseguia ser percebida, porque tudo era novo: a professora, os cadernos, alguns colegas, ou até a escola. Acontece que, agora, estamos no ano da mudança de ciclo mais estranha de todos os tempos, porque os parênteses que a quarentena nos convidou a viver parecem que ainda não têm hora para deixar de existir. Ainda há os distanciamentos, as máscaras, os frascos de álcool em gel.
Para muitos de nós, é difícil ser aquela mãe ou pai cheio de motivação e entusiasmo para servir de modelo para os filhos, desanimados com o reinício do ano com todas as restrições tão chatas. Estamos como eles: também cansados, preocupados, talvez mais amedrontados que as crianças, inclusive. Mas essa é justamente a chave que abre a porta possível: se esses somos nós hoje, é assim que conseguiremos ser mães e pais.
A quarentena nos deixa mesmo esse legado do aumento da intimidade entre adultos e crianças, em seus estados menos harmônicos. É hora de abraçá-los muito, chorar juntos se necessário, lamentar a extensão da jornada pandêmica, deixar as raivas saírem, compartilhar nossas iras, falar das faltas que existem nas rotinas dos grandes. Não há forma de sairmos disso se não for no compartilhamento honesto das dificuldades emocionais. Isso constrói o que chamamos de resiliência, que é a capacidade de superar adversidades e aprender com elas.
Eu desejo a você um reencontro consigo, com seu filho e com a vida que temos diante de nós: incerta e exigente, mas nunca maior que nossa capacidade de falar dela, de crescer a partir dessa fala e dos abraços que confortam as durezas inevitáveis. Porque somos mesmo esse misto de dúvida e coragem, em que sentimos a vida nos dando ao mesmo tempo poderes supersônicos e uma pedra de kriptonita nas mãos.
A cena do pequeno torcendo o nariz para “aquilo verdinho” em cima da carne não é incomum. Mas não é porque muitas crianças resistem ao verde e a gostos diferentes que se deve desistir de apresentá-los a elas e de persistir para que experimentem. “As ervas e as especiarias têm um papel fundamental para dar mais sabor aos alimentos. Melhor: fazem isso de forma natural e saudável. Ainda que em quantidade pequena, as ervas agregam valor nutricional aos pratos, contribuindo com vitaminas e minerais. E, acredite, as crianças não gostam de comida insossa”, diz a nutricionista Rachel Franscischi, da Casa Curumim e da Casa Moara (SP), autora do perfil @rachel_nutricionista.
Se, assim como nós, elas curtem pratos saborosos, o negócio é virar o jogo: em vez de “aceitar” que coloquem defeito no “verdinho”, a ideia é incentivar que passem a apreciar “aquele detalhe” sobre o bife ou no macarrão, assim como um arroz com cor diferente ou um legume preparado de um jeito alternativo.
O caminho para isso? Colocar o seu filho em contato com esse universo. “Dá muito certo”, afirma o chef de cozinha Dijalma Boa Sorte, gerente de alimentos e bebidas do Grande Hotel São Pedro – Hotel Escola Senac, de Águas de São Pedro (SP). Ele conta que, antes da pandemia, um workshop de grande sucesso com as crianças era o Petit Chef, onde elas colocavam a mão na massa e ainda experimentavam receitas com ervas, especiarias e outros temperos: “Era uma oportunidade de provocar interação e estímulo a uma alimentação mais saudável”, diz. O chef lembra que vários pais comentavam que em casa o filho não comia nada daquilo e que, depois do workshop, passaram a adorar tal tempero. “Não é que a criança não gostava, ela talvez nem tivesse provado”, conclui.
Cardápio infinito
Para a nutricionista Rachel Francischi, um bom jeito de introduzir novidades na rotina alimentar infantil é escolher um item da refeição para variar. “Se naquele dia tem arroz, feijão, carne e abobrinha, prepare os três últimos do jeito que a criança está habituada e coloque açafrão no arroz”, sugere. “Mas avise que ele está um pouco diferente e diga como ficou delicioso, com outra cor, um cheiro gostoso...”, diz.
A especialista dá outras dicas do que pode funcionar para as crianças: “Abobrinha com gengibre, coentro no grão-de-bico, lentilha e feijão. Arroz com salsinha; batata, batata-doce e mandioquinha e abóbora assados com alecrim, feijão com louro. E hortelã em saladas e combinada com frutas.”
Os nutricionistas indicam o uso de ervas frescas a partir da introdução alimentar, aos 6 meses, mas pela sua vivência no hotel, o chef Dijalma considera que algumas ervas e especiarias são mais adequadas que outras para a criançada, e prefere oferecê-las um pouco mais para a frente. “Acredito que as ervas são mais bem-aceitas a partir de 1 ano. Já especiarias, prefiro dar a partir dos 3.” Pela sua experiência, as crianças costumam gostar de arroz com cúrcuma (porque muda mais a cor do que o sabor); arroz-doce ou curau com canela ou cravo em pó, folhinhas de endro sobre o peixe; purê de batata com noz-moscada; filé de frango grelhado com limão e páprica doce; macarrão com molho de tomate e manjericão; bife grelhado na manteiga com alecrim... “Tudo é questão de apresentar à criança. Meu filho Enzo, hoje com 6 anos, provou de tudo, porque nós o estimulamos. Desde pequeno, via a gente lavando rúcula e pedia para comer, e mordia cebola roxa como se fosse maçã.”
Se ficou com vontade de provar tantos sabores diferentes, vale saber que, se você está a fim, seu filho também pode ficar: é só partir para a provocação. No bom sentido.
Ingredientes
- 1 pacote de espaguete de grano duro
- 500 g de tomate pelado (batido grosseiramente no processador)
- 40 ml de azeite extra virgem
- 800 g de tomate italiano maduro cortado em cubos médios
- 1/2 maço de manjericão fresco
- 1/2 cebola finamente picada
- 2 dentes de alho finamente picados
- Sal a gosto
Modo de preparo
Cozinhe a massa em uma panela grande, com água salgada e fervente até ficar al dente. Escorra e reserve. Aqueça o azeite em uma panela média, doure o alho e acrescente a cebola. Refogue bem. Em seguida, coloque metade das folhas do manjericão fresco e diminua o fogo. Acrescente os tomates (pelado e fresco) e cozinhe por aproximadamente 40 minutos em fogo baixo ou até que o molho reduza e engrosse bem. Tempere com sal. Sirva o molho por cima da massa e misture delicadamente. Decore com o restante das folhas de manjericão.
Dica
O prato fica ainda melhor se servido com uma generosa porção de parmesão ralado
- Rendimento: 4 porções
- Indicação: A partir de 1 ano
Uma mãe usou o Reddit para desabafar, depois de descobrir que o ex-marido permitiu que sua atual mulher amamentasse seu filho. Ela não divulgou a idade da criança.
“Quando fui buscar meu filho, ela me disse que tinha acabado de alimentá-lo. Ela também está amamentando seu próprio filho", contou a mulher identificada como Jenny. "Eu disse a ele [o ex-marido] que isso me deixava desconfortável e ele disse que não importava, porque meu filho é como seu próprio filho para ela. Não acho isso justo ou normal. Por favor, me digam o que devo dizer a ele", completou.
A mãe recebeu inúmeros comentários de apoio. "Diga-lhe não. Seja firme. Amamentar é uma experiência de vínculo muito pessoal e se você não se sentir confortável, NÃO deve permitir isso e ele não pode fazer isso sem a sua permissão", escreveu um dos internautas.
"Não se trata de vínculo. Trata-se de ter o fluido corporal de outra pessoa e quaisquer germes ou organismos nocivos transmitidos ao seu filho. É anti-higiênico e simplesmente estranho", comentou outro. Houve até quem a aconselhasse a procurar aconselhamento jurídico.
O post, compartilhado neste domingo (28), teve uma enorme repercussão. Horas depois da postagem original, Jenny atualizou o texto dizendo que seu ex agora estava dizendo que ela tinha "ouvido mal".
Amamentação cruzada traz riscos
A prática de uma mulher amamentar o filho da outra é contraindicada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pois oferece risco de transmissão de doenças infectocontagiosas, como o HIV/AIDS, sobretudo para as crianças. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, uma criança pode, sim, receber leite de outra mulher, desde que o leite seja oriundo de uma doação a um banco de leite humano, onde recebe tratamento que o deixa livre de qualquer possibilidade de transmissão de doenças.