A pequena inglesa Tayah, de 8 meses, chama atenção por onde passa por causa da vasta cabeleira. Nas redes sociais, seus fios rebeldes têm sido comparados aos penteados que o astro do rock Rod Stewart ostentava nos anos 70.
Em entrevista ao Daily Mail, Corinna Annderson, mãe da pequena, conta que a filha já nasceu com uma vasta cabeleira e sempre chamou atenção. “Não há um lugar que a gente vá em que o cabelo dela não seja mencionado por alguém. Algumas pessoas tentam ser discretas, mas outras vêm até nós e dizem: ‘Oh meu Deus. Ela tem muito cabelo!’ É divertido”, disse Corinna que mora com a família em Kent, Inglaterra, ao site britânico.
De acordo com Corinna, de 33 anos, os fios foram notados pela primeira vez por uma médica durante o ultrassom na 32ª semana de gestação. “Até as parteiras exclamaram: ‘Meu Deus!’. Eu e Lewis, meu companheiro tínhamos um pouco de cabelo castanho quando nascemos, mas nada comparado ao da Tayah. Quando ela acorda, é simplesmente selvagem, espetado por todo o lado. Nunca cortamos os fios e não planejamos fazer isso em breve”, disse Corinna.
Não há risco nenhum para o bebê. No entanto, durante a gestação, seu organismo vai produzir hormônios que farão com que seu leite comece, naturalmente, a mudar de sabor e, eventualmente, a diminuir. A natureza vai agir no sentido de proteger o seu corpo para que você tenha forças para nutrir o novo bebê que está se formando. Para isso, tudo o que você ingere deve ser canalizado para o seu próprio sustento e o da criança que ainda não nasceu.
Seu filho de 10 meses já deve estar com alimentação variada, almoço e jantar e certamente seguirá saudável.
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O longa metragem ‘Mulan’, live-action inspirado na animação homônima da Disney, ganhou um lançamento surpresa nesta sexta (4) na plataforma de streaming do estúdio, o Disney+. O filme, protagonizado pela estrela chinesa Yifei Liu e dirigido por Niki Caro (O Zoológico de Varsóvia) está disponível para assinantes do aplicativo como um título premim e custa 30 dólares, cerca de R$160.
O lançamento da super produção da Disney nos cinemas estava previsto para 27 de março, mas, por causa da pandemia do coronavírus, foi adiado indefinidamente. A partir do dia 4 de dezembro, Mulan estará disponível gratuitamente para todos os assinantes do Disney +. A plataforma chega ao Brasil em novembro.
Entre os críticos de cinema estrangeiros que já assistiram, a maioria defende que o novo longa-metragem poderia ter aproveitado melhor o rico material. “O filme de Niki Caro é um drama familiar bem construído, com cores brilhantes, cenário grandioso e temas louváveis. Mas é mais fácil apreciá-lo se você estiver esperando um filme para pré-adolescentes ao invés de um marco cinematográfico”, escreveu o jornalista Nicholas Barber para BBC.
‘Mulan’ não é recomendado para os menores de 13 anos. “Há mais coisas boas do que ruins em “Mulan”, e temos sorte de assistir a um épico de guerra lindo e inspirador que os mais novos também podem aproveitar”, escreveu Lindsey Bahr para Associated Press. “’Mulan’ pode até inspirar a audiência a mergulhar no que o cinema asiático tem a oferecer, o que seria o melhor resultado possível”.
Uma pesquisa realizada em 2019 pela empresa Mothercare, rede britânica de produtos para bebês e gestantes, mostrou que 51% das inglesas puérperas recorrem a filtros e aplicativos para disfarçar a barriga neonatal nas fotos que postam nas redes sociais. Outro dado revelou que 80% delas comparam seus corpos aos de famosas que acabaram de ter filhos.
Podemos dizer que o número de mães inglesas frustradas com suas novas formas é tão grande quanto o de brasileiras. Por aqui, basta uma visitinha rápida ao Instagram para saltarem aos olhos imagens de celebridades em seus biquínis, magérrimas, poucas semanas após dar à luz. Por mais que isso seja frustrante, lembre- se: é hora de ser gentil com seu corpo, que passou por tantas mudanças para que a gestação fosse possível.
“Recebo muitas pacientes angustiadas com o peso e a barriga proeminente. Faço o máximo para tranquilizá-las. O corpo precisa de tempo para se refazer da inundação hormonal que gerou tantas modificações anatômicas”, afirma o obstetra João Luiz de Carvalho Pinto e Silva, da Unicamp. “O útero, por exemplo, aumenta até dez vezes de tamanho. Vai de 90, 110 gramas para quase 1 quilo no final da gravidez, e precisa de 30 a 40 dias para se recuperar. Além disso, a placenta eliminada deixa para trás vasos abertos na área onde se fixava, que vão sangrar por mais de um mês”, completa.
Segundo Silva, o ganho de peso obrigatório em uma gestação é de 7 a 8 quilos mais 5% do peso inicial da gestante. “Com a amamentação, uma alimentação saudável e 15 a 20 minutos de exercícios com aumentos graduais de carga sob orientação profissional, o peso vai diminuir.” Sem pressa!
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Cheio de debates online, lives, campanhas, orgulho, informação, reflexão, mas também vergonha, constrangimento, culpa, tristeza e solidão. Sim, é assim que muitas mães, que não conseguem amamentar, ou pelo menos não conforme as diretrizes dos órgãos da saúde mundial, se sentem.
É simplesmente impossível para mim não pensar nessas mulheres que não participam desta celebração. De certa forma, fui uma delas porque amamentei os meus filhos gêmeos por “apenas” 9 meses.
Constrangidas por empunhar a mamadeira e não o seio, ao alimentar seus bebês, algumas se escondem e outras protestam enraivecidas nas mídias sociais, através de posts irônicos, textos feitos de desabafos e revolta.
A importância das campanhas em prol do aleitamento materno é imensurável e o impacto positivo nos índices de amamentação brasileiros é inquestionável. Eu mesma no meu projeto Amamentar é... contribuo para a promoção da campanha, mas sempre me pergunto: como chegar às mães que precisam tanto quanto as outras (por vezes mais) de apoio, acolhimento e empatia.
Como tranquiliza-las com uma escuta sensível e a perspectiva de que cuidar, amar e criar um filho não se mede pelo sucesso do aleitamento materno, ato importantíssimo, mas não determinante para a qualidade do vínculo.
E é por isso, e por essas mulheres, que proponho subverter a ordem das coisas.
Me pergunto primeiro: por que amamentar tem que passar pelo orgulho? Porque o que as campanhas ilustram não é a realidade nua e crua de uma mãe recém parida, em casa, com o seu bebê nos braços, os cabelos descabelados, o pijama por trocar, a casa desarrumada e as olheiras profundas? O que há de errado na verdade deste período das nossas vidas? Precisamos esconder o que nos acontece? Por que é preciso maquiar o que se passa na casa de uma família que acaba de receber seu bebê neste mundo?
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Ideais não ajudam, pelo contrário, tornam mais difícil o que já está longe de ser fácil.
Imaginem que agora o Agosto Dourado é de vocês, mães, gestantes, puérperas. Vocês serão responsáveis pela criação de uma campanha. Vocês têm um mês nas mãos para fazer, falar, comunicar o que quiserem! O que fariam com ele e dele? Já pensaram nisso?
Imaginem que este mês se transforma numa janela de oportunidade através da qual vocês possam ser vistas, ouvidas e terem suas realidades compreendidas, ilustradas na sua essência, porque nele lhes é dada voz e representatividade.
Como seria esta experiência? Em vez de meras receptoras das mensagens promotoras da amamentação, vocês seriam suas criadoras. Será que isso mudaria algo? Vocês seriam capazes de se conectar com todas as possibilidades nas quais a vivência do amamentar pode se desdobrar?
Em vez de uma campanha que, na realidade, informa o que a sociedade espera de nós mães, ela seria um grande “story telling” mostrando o que precisamos que a sociedade faça por nós durante o período do aleitamento materno.
Um novo Agosto Dourado, mês em que, há alguns anos, faz-se a tradição da promoção da amamentação, transformado num canal de comunicação, no qual mães, gestantes e puérperas tenham voz e não sejam mais somente receptoras das mensagens.
A subversão seria: - O que as mães esperam da sociedade, no que diz respeito à amamentação?
O que você espera da comunidade que a rodeia? Já pensou nisso?
Será que as mulheres estão sendo claras o suficiente na sua forma de comunicar, quanto ao que lhes falta nos primeiros anos de vida dos seus filhos?
Não falo nos posts e textos raivosos e irônicos que vejo por aí, publicados em protesto ao que interpretam como pura cobrança e pressão sobre as mães. Falo em comunicação positiva, naquela que, com eficácia, coloca pingos nos "is" e cumpre o papel de abrir um canal de troca, reflexão e criatividade.
Estamos na era do empoderamento feminino, nada mais lógico do que nos apoderarmos da nossa maternidade.
Chris Nicklas é apresentadora, criadora e gestora do site Amamentar é…, estudante de Psicologia e mãe dos gêmeos Luca e Nina de 15 anos.
Para um lanche criativo e saudável, essa ideia de sanduíche com forma de bicho é uma delícia de fazer e de comer. A ideia é do Livro de Receitas do Pooh (Ed. Difusão Cultural do Livro)
5 fatias de pão de fôrma
1 lata de atum
1/2 xícara de maionese light
1 cebola picada em cubinhos
2 colheres de sopa de cebolinha fatiada
1/2 xícara de cenoura em rodelas finas
1/2 xícara de pepino em rodelas finas
5 azeitonas pretas sem caroço fatiadas
Sal a gosto
Como fazer:
Corte uma fatia de pão em formato oval para fazer o corpo do peixe. Com as sobras, faça um triângulo grande para o rabo e dois menores para as nadadeiras. Em uma tigela, misture o atum escorrido, a maionese, a cebola, a salsinha e o sal. Espalhe essa mistura por cima de todo o pão. Depois, você e seu filho vão arrumar as escamas intercalando linhas de cenoura e de pepino. Para finalizar, uma rodela de azeitona será o olho do seu peixe-pão. Fica divertido decorar o prato com tiras de cebolinha para imitar algas marinhas e rodelas dela para serem as bolinhas do peixe respirando.
Tempo de preparo: 20 minutos
Rendimento: 5 porções
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DICA
Você pode substituir a cenoura ou o pepino por rabanete ou beterraba, fazendo peixes de outras cores. Em vez de pasta de atum, outras ideias que dão certo são frango desfiado misturado com requeijão e ricota amassada com queijo ralado.
Um novo estudo da Universidade de Belfast, na Irlanda do Norte, com cerca de mil crianças de 8 a 12 anos identificou que diarreia, dores de estômago e enjoos afetam cerca de 20% dos pequenos infectados com coronavírus. O artigo com resultados preliminares foi publicado na segunda (31).
Os pesquisadores coletaram amostras de sangue de mil crianças que voltaram a frequentar as escolas no país e descobriram que 68 delas estavam com coronavírus ou haviam tido a doença recentemente. Em entrevistas com as famílias dos pequenos, os cientistas concluíram que o sintoma mais comum da doença em crianças, afetando uma a cada três, é a febre, e ressaltaram que metade dos pequenos é assintomática.
Tosse e perda de olfato e paladar afetaram as crianças com Covid tanto quanto diarréia, vômitos e dores de estômago. Em entrevista à BBC, o pesquisador Tom Waterfield, um dos autores do estudo, disse: "Estamos descobrindo que diarreia e vômito são sintomas relatados por algumas crianças e acredito que vale a pena adicioná-los à lista de sintomas conhecidos da doença".
Nenhum dos 68 participantes com Covid-19 do estudo ficou gravemente doente ou precisou ser internado.
Uma mãe de dois filhos pequenos chocou passageiros e a tripulação ao utilizar a saída de emergência do avião depois da aterrisagem e caminhar na asa da aeronave para “se refrescar” porque estava “muito quente”. A cena inusitada aconteceu no começo dessa semana no aeroporto Boryspil, em Kiev, capital da Ucrânia, e foi filmada por funcionários que trabalha no local.
A mulher, que não teve o nome divulgado na mídia, é ucraniana, e estava voltando de uma viagem na Turquia onde aproveitou alguns dias de folga com o marido e os dois filhos. Em entrevista ao The Mirror, um dos passageiros que estava no voo disse que todos ficaram surpresos com a reação da jovem mãe. “O avião pousou e quase todos os passageiro já haviam desembarcado. Foi então que ela abriu a saída de emergência e simplesmente começou a caminhar pela asa. Nessa hora, os filhos dela já haviam saído da aeronave e observaram a cena perplexos, dizendo: ‘É a nossa mãe!’”.
O piloto acionou uma ambulância, polícia e guardas do aeroporto. A mulher - que subiu com segurança de volta à aeronave - não conseguiu explicar com clareza às autoridades o motivo de seu comportamento, disse apenas que sentiu “muito calor”. Ela fez exames, em que ficou comprovado que não tinha feito uso de álcool ou drogas, e foi liberada depois de pagar uma multa.
Concerto para Bebês - O Explorador Escute junto com o seu bebê e aproveite esse momento de intimidade e de amor❤️ O EXPLORADOR (Sandra Peres/ Zé Tatit) Produção musical: Sandra Peres Arranjos: Paulo Santos Sandra Peres: voz e marimba de vidro Paulo Santos: marimba de vidro, marimba de angelim, a trilobita, tambor d’água, moringas e duo core Josefina Cerqueira: marimba de vidro Gravação de áudio SP: Eduardo Garcia (MobyDick Audio Music) e Jonas Tatit (Estúdio Pratápolis) Gravação de áudio BH: André Cabelo (Estúdio Engenho) Mixagem: Eduardo Garcia (MobyDick Audio Music) e André Cabelo (Estúdio Engenho) Filmagem SP: Juan Naves Filmagem BH: Paulo Santos Edição de vídeo: Piero Schlochauer Artes das cartelas: Cecília Esteves Canal Oficial da dupla Palavra Cantada, Sandra Peres e Paulo Tatit.
É Hora de Brincar e Se Divertir! ⚽ Vídeos Para Crianças | HooplaKidz Brasil O fim de semana está chegando e com ele a hora favorita de toda criança: A Hora de brincar! Venha se divertir com esses vídeos infantis muito legais e educativos aqui na Hooplakidz Brasil! ASSISTA NOSSO ÚLTIMO VÍDEO: https://www.youtube.com/watch?v= SE INSCREVA NO CANAL: https://goo.gl/gMVt4g Obrigado por assistir ao vídeo Se você gostar do vídeo, clique no botão like e nos diga o quanto você gostou nos comentários!
A decisão simples de manter a cadeirinha do filho virada para a traseira do carro salvou a vida do pequeno australiano Miles, 1 ano, que estava em um veículo dirigido por sua mãe Hayley, quando um grave acidente aconteceu. Os dois saíram de casa para comprar máscaras caseiras, trajeto que não deveria durar mais de cinco minutos, mas se transformou em um pesadelo.
“Estávamos no lugar errado na hora errada”, disse Hayley ao Kidsafe Vitória, ONG australiana dedicada à prevenção de acidentes envolvendo crianças. “Um veículo roubado em alta velocidade (algo entre 160km/h-200km/h em uma pista em que o máximo permitido era 80 km/h) bateu com tudo na nossa traseira, lançando nosso carro em uma vala na lateral da pista. Parecia que um avião havia nos atingido”.
O acidente aconteceu em uma rodovia próxima a Melbourne no dia 16 de agosto. Fotos tiradas no local mostram os carros completamente amassados e retorcidos. Surpreendentemente, porém, o pequeno Miles, que estava na região mais afetada do veículo, escapou apenas com alguns hematomas no pescoço, por causa da decisão de seus pais de manter a cadeirinha voltada para a traseira do carro.
“Nossa cadeirinha antiga ficou pequena para nosso filho, que é um bebê muito grande, há 2 meses. Decidimos investir um pouco mais e comprar um novo modelo maior que permitisse que ele ficasse voltado para a traseira pelo maior tempo possível. Somos eternamente gratos por isso. O policial que nos ajudou depois do acidente disse que a situação poderia ter sido completamente diferente se a cadeirinha estivesse voltada para a frente e que os ferimentos do Miles seriam horríveis, em vez de leves", contou Hayley ao site australiano.
Hayley também sofreu hematomas e pequenos cortes por causa do acidente. Tanto ela quanto Miles foram levados ao hospital e liberados no mesmo dia. Nas redes sociais, a australiana compartilhou sua história e fez um alerta para outros pais. “Escolha com atenção o modelo de cadeirinha correto para seu veículo e seu filho, instale-o com cuidado e sempre o afivele corretamente. Não importa a distância do trajeto. Além disso, mantenha a cadeirinha virada para a traseira do carro pelo máximo de tempo possível. É a forma mais segura de transportar bebês e crianças pequenas e foi o que salvou a vida do meu filho”, escreveu.
Me! | featuring Noodle & Pals | Super Simple Songs Sing along with Noodle & Pals as they move and groove, while learning the names of parts of the body in this song for kids, "Me!" This song introduces the body parts, head, eyes, nose, ears, mouth, teeth, chin, cheeks, neck, chest, back, stomach, shoulders, arms, hands, fingers, legs, knees, feet, and toes! 🎶 Sing along with me. La, la, la, la, la. Jump along with me. Wiggle along with me. Point along with me. 🎶 PARENTS AND TEACHERS: Thank you so much for watching Super Simple Songs with your families and/or students. If your young ones are watching without supervision, we recommend some of the following viewing options: ► YOUTUBE KIDS -- http://bit.ly/You-Tube-Kids Designed to make it safer and simpler for young ones to watch online video, YouTube Kids includes a suite of parental controls so you can tailor the experience to suit your family’s needs. ► DOWNLOAD -- http://bit.ly/SuperSimpleShop Videos from all Super Simple channels are available for purchase at the Super Simple online shop. You can also find some DVDs there. ► AMAZON VIDEO Are you an Amazon Prime member? Watch Super Simple videos ad-free on Amazon Prime Video. Just search for “Super Simple.” ► KHAN ACADEMY KIDS -- http://bit.ly/KhanKids-App Super Simple has partnered with Khan Academy on their latest app designed for preschoolers. You’ll find Super Simple Songs worked into the curriculum throughout the app. ► PLAYKIDS -- http://bit.ly/Play-Kids Do you have the PlayKids app? You can find many of our Super Simple Songs and programs in the app! FREE SUPER SIMPLE TEACHING RESOURCES: http://bit.ly/SSFree-Resources SOCIAL MEDIA: Super Simple Newsletter Sign Up: http://bit.ly/SuperSimpleSignUp Facebook: http://bit.ly/SuperSimpleFacebook Instagram: http://bit.ly/SuperSimpleInsta Twitter: http://bit.ly/SuperSimpleTwitter Pinterest: http://bit.ly/SuperSimplePinterest LYRICS: This is my head. These are my eyes. This is my nose. These are my ears. This is my mouth. These are my teeth. This is my chin. These are my cheeks. Sing along with me. La, la, la, la, la. Jump along with me. Wiggle along with me. Point along with me. Head! Eyes! Nose! Ears! Mouth! Teeth! Chin! Cheeks! This is my neck. This is my chest. This is my back. This is my stomach. These are my shoulders. These are my arms. These are my hands. These are my fingers. Sing along with me. La, la, la, la, la. Jump along with me. Wiggle along with me. Point along with me. Neck! Chest! Back! Stomach! Shoulders! Arms! Hands! Fingers! These are my legs. These are my knees. These are my feet. These are my toes. Sing along with me. La, la, la, la, la. Jump along with me. Wiggle along with me. Point along with me. Legs! Knees! Feet! Toes! Sing along with me. La, la, la, la, la. Jump along with me. Wiggle along with me. This is me! ***** Super Simple Songs® and Super Simple Learning® are registered trademarks of Skyship Entertainment Company. #nurseryrhymes #kidssongs #childrensmusic #supersimplesongs
Bolinhas vermelhas que aparecem principalmente no rosto, no pescoço, no tórax e nas costas,“É mais frequente no verão, por causa do calor”, explica a dermatologista Selma Helene (SP). Mas também podem surgir quando a criança tem febre alta ou transpira muito devido ao excesso de roupa. Por isso, nada de agasalhar demais o seu filho. Uma dica (caso tenha receio de ele sentir frio) é colocar apenas uma camada de roupa além do que você estiver vestindo. as brotoejas são um dos problemas mais comuns na pele, nos primeiros meses do bebê. É mais comum que elas apareçam no verão, por conta do calor, mas também podem surgir no inverno, por causa do excesso de roupas. As brotoejas também são conhecidas como miiliária.
"Bebês pequenos transpiram bastante. Ainda mais nos dias muito quentes e/ou quando estão agasalhados demais. Quando transpiram, os poros da pele, por onde sai o suor, ficam obstruídos, causando uma “empolação”, ou seja, bolinhas vermelhas, que são as famosas brotoejas", explica a pediatra Ana Maria Escobar, colunista da CRESCER.
Parece alergia, mas não é. “Como esses ductos excretores das glândulas sudoríparas são muito finos nos bebês, entopem com facilidade”, explica a pediatra e neonatologista Maria Esther Ceccon (SP). A brotoeja pode ter a coceira como sintoma.
Quando elas surgem com mais frequência?
“É mais frequente no verão, por causa do calor”, explica a dermatologista Selma Helene (SP). Mas também podem surgir quando a criança tem febre alta ou transpira muito devido ao excesso de roupa. Por isso, nada de agasalhar demais o seu filho. Uma dica (caso tenha receio de ele sentir frio) é colocar apenas uma camada de roupa além do que você estiver vestindo.
A brotoeja pode se apresentar de três maneiras, dependendo da localização da obstrução. Quando a glândula é obstruída superficialmente, ela é chamada de miliária cristalina, que causa bolhas pequenas com conteúdo transparente. Esse tipo é mais comum em recém-nascidos e, geralmente, aparece na face e nas dobras do pescoço.
Se a obstrução é intermediária, as bolhas serão vermelhas e inflamadas, o que se dá o nome de miliária rubra. Nesse caso, é comum a presença de coceira e queimação na pele e as bolinhas são mais frequentes nas dobras e no rosto. Ainda que também apareça em bebês, segundo Ana, esse tipo atinge mais crianças na faixa dos 5 anos.
Já a miliária profunda, comum a partir dos 7 anos, é caracterizada por bolhas não tão vermelhas nos braços e tronco. Ela ocorre quando a obstrução da glândula sudorípara acontece em uma área mais profunda, provocando coceira, porém menos intensa do que a rubra.
A principal dica é não agasalhar demais os pequenos (nem de menos!), deixando-os em ambientes bem arejados e ventilados, especialmente no verão.
Broteojas: como tratar?
Se tratada adequadamente, a brotoeja apresenta melhoras em cerca de duas semanas. Caso contrário, ela pode sumir espontaneamente, porém o quadro tende a se prolongar por meses.
O tratamento costuma ser simples, consistindo no uso de compressas de água fria e talco líquido. “Na maioria das vezes, o tratamento e a prevenção se restringem a medidas para refrescar a pele e evitar a transpiração excessiva. Deve-se manter o ambiente fresco e ventilado e uso de roupas leves, de preferência de algodão ou fibras naturais, evitando o excesso, principalmente no verão, mas também sem exagerar no inverno. Às vezes, oriento colocar uma colher de sopa de amido de milho na água do enxágue, no banho, o que acaba refrescando a pele e reduzindo as lesões”, diz a pediatra Lucilia Santana, coordenadora médica da UTI pediátrica do Hospital Sírio-Libanês (SP). Mas, claro, antes de tomar qualquer medida, consulte o médico do seu filho.
Brotoejas podem evoluir para quadros mais graves?
As brotoejas não costumam evoluir para nada mais grave, porém, ainda assim, ao perceber uma lesão na pele, o médico deve ser procurado para realizar o diagnóstico correto, visto que o quadro pode facilmente ser confundido com outras doenças de aspecto parecido e tratamento específico. Além disso, alertam as especialistas, a combinação de coceira e germes presentes nas unhas pode ocasionar fissuras e contaminação, o que exige maior atenção.
O pós-parto nem sempre é um momento fácil para as mães, que enfrentam muitas mudanças, principalmente em relação ao seu corpo. Foi o que aconteceu com uma blogueira australiana. Mãe de três, Katie Bowman postou uma foto dias depois de dar à luz, em suas redes sociais e desabafou sobre as críticas que recebeu sobre seu corpo.
Katie explicou que se sentiu vulnerável nas semanas após o parto, pois as pessoas continuavam fazendo comentários sobre sua "barriga de grávida". Para ela, foi um alívio quando a barriga encolheu depois de alguns meses. "Qualquer pessoa que dá à luz parece que é jogada no centro das atenções das pessoas, que se importam muito com o seu corpo". A blogueira ainda acrescenta que as mães ficam frustradas e ansiosas para ter seu corpo como era antes da gravidez, mas não deveriam. "Uma barriga pós-parto é um prêmio e devemos ter orgulho, não devemos sentir que precisamos fazê-la desaparecer o mais rápido possível. Ela menciona que isso é muito natural já que a mulher criou uma vida e seus órgãos mudaram.
Segundo Katie, as mães não precisam se importar com os comentários dos outros e se se sentir incomodada com algum comentário sobre o seu peso, não hesitar em mandar a pessoa para fora da sua casa. Ela também aconselha as mães a não investir desesperadamente em dietas rígidas. "Coma os malditos carboidratos se quiser e consulte um médico para te ajudar com uma dieta que não te prejudique".
Recentemente, a cantora Katy Perry também viralizou mostrando uma foto sua do seu corpo após o parto. Ela recebeu muitos elogios dos fãs por mostrar a realidade de muitas mães, assim como Katie.
A blogueira Katie já é famosa nas redes sociais por abordar questões envolvendo a maternidade. No ano passado, ela compartilhou uma foto emocionante, tirada logo após o nascimento de seu primeiro filho, e fez um post pedindo aos familiares que esperassem pelo menos dois dias para visitar seu bebê.
Que tal provar essa receita refrescante, inspirada em uma receita do site Dear Lizzy? É geladinha, saudável, super-rápida e fica linda servida em cascas de maracujá.
1 e 1/2 xícara de iogurte
grego natural (300 g)
2 xícaras de morangos congelados(330 g)
1/2 xícara de abacaxi congelado (100 g)
1 banana congelada
1 colher (sopa) de suco natural de maracujá coado
Cascas de dois maracujás
Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador até que a mistura fique com uma consistência cremosa. Coloque nas cascas de maracujá e sirva imediatamente. Você também pode guardar na geladeira.
Após perceber que três ladrões estavam tentando entrar em sua casa, uma criança começou a gritar e acabou espantando os criminosos, em Camapuã, Mato Grosso do Sul. O caso aconteceu na última segunda-feira (31). Segundo a Polícia Civil de Camapuã, em entrevista à CRESCER, o grupo de ladrões estava realizando vários furtos na região.
Na última segunda-feira (31), um deles tentou arrombar o portão da casa da criança e ela escutou o barulho. Assustada, a ela acabou abrindo a janela e gritando para alertar as outras pessoas que estavam na casa. Os ladrões pensavam que a residência estava vazia, então, fugiram do local de carro.
No mesmo dia, eles ainda conseguiram invadir uma outra casa da região, levando algumas joias. No entanto, na terça-feira (1), enquanto circulavam com o carro, eles foram presos pela Polícia de Campo Grande (MS). Eles foram encontrados com os pertences que roubaram e armas falsas.
Por sigilo, a Polícia Civil de Camapuã não revelou a identidade das vítimas e nem a idade da criança
Uma mãe pulou de um carro em movimento, junto com seu bebê, para não ser sequestrada nos Estados Unidos. O incidente foi registrado pelas câmeras de segurança de um posto de gasolina. Segundo informações da CBS46, emissora local, a mãe disse que tinha saído para ir a um fast food na noite do dia 18 de agosto. Depois de comprar sua comida, ela parou no posto de gasolina para comer, enquanto seu filho estava dormindo no carro.
Enquanto a mulher comia, um homem se aproximou dela por trás. Ele pegou uma arma e deu vários socos em seu rosto e lhe disse para entrar no carro com o bebê. Então, o criminoso se sentou no banco do motorista e foi visto pelas câmeras de segurança saindo com o veículo com as portas abertas.
No carro, a mãe disse que ele exigiu dinheiro dela e disse que iria estrangulá-la e matá-la. Com medo, ela conta que agarrou a cadeirinha do bebê com a criança dentro e saltou do veículo, enquanto o homem continuou dirigindo. A mulher sofreu alguns ferimentos, que foram tratados logo depois que a polícia chegou. Felizmente, seu filho não se machucou.
O carro da mulher foi encontrado no dia seguinte abandonado na cidade de Duluth (EUA). A polícia está procurando o homem que tentou sequestrar a mãe e o bebê.
Mãe de 5, Debi Yadegari viu a vida profissional mudar logo depois que descobriu que estava grávida. Advogada de um banco de investimentos em Wall Street, Nova York, nos Estados Unidos, Debi iniciava ali, sem saber, a jornada que a levaria a dedicar sua carreira ao apoio de outras mães.
“Minha gravidez se tornou o elefante rosa na sala e não havia apoio”, lembra Yadegari, em entrevista à Forbes.
Sem apoio desde a gestação, o retorno da licença tinha mais uma dificuldade - como para tantas de nós: a amamentação. O chefe não atendeu ao pedido de um acordo de trabalho flexível, e o escritório não tinha estrutura para a extração de leite. Em 2005, ela se viu obrigada a escolher entre a carreira e a saúde. Escolheu a saúde.
Anos depois, em 2013, Yadegari lançou o Villyge, uma empresa que fornece equipamentos de lactação de alta qualidade e conselhos para que as mães se sintam em casa e continuem amamentando pelo tempo que desejarem. A ideia, segundo a executiva, é que a mulher tenha atendidas suas necessidades de extrair leite, mantendo sua eficiência e produtividade, a fim de “estender a longevidade da relação de amamentação”.
A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que bebês mamem exclusivamente o leite materno até os 6 meses de idade. A amamentação deve ser seguir até os 2 anos ou mais, com a complementação de outros alimentos. Mas a realidade do mercado de trabalho dificulta a prática dessa recomendação.
Nos Estados Unidos, as empresas perdem 43% das novas mães e 33% dos novos pais a cada ano. No Brasil, de acordo com a FGV, 50% das mães são demitidas até dois anos após a licença-maternidade.
“Muitas mães desistem de amamentar quando há uma viagem de negócios pendente, por exemplo”, diz Yadegari, acrescentando que ela era uma delas. Isso obriga as mulheres a escolherem entre saúde e trabalho.
A solução parece promissora. Segundo a Forbes, desde que foi criada, a empresa teve um crescimento orgânico de clientes de 240% ano a ano.
Um estudo brasileiro publicado no jornal científico Frontiers in Immunology nesta terça (1º) descobriu como o zika vírus é capaz de infectar a placenta de gestantes e causar más-formações nos fetos, como a microcefalia.
No artigo elaborado por pesquisadores de instituições do Rio de Janeiro, os cientistas examinaram 15 amostras de placenta coletadas de mulheres grávidas durante o pico do surto de zika no Brasil, de 2015 a 2016. Entre o material analisado, cinco amostras vieram de um grupo controle que não foi infectado e dez eram de mulheres que estavam com o vírus, sendo que cinco delas tiveram bebês com microcefalia e cinco deram à luz bebês sem más-formações.
Uma das funções da placenta é proteger o feto de infecções virais, o que costuma ser eficaz contra a maioria dos patógenos, mas o estudo comprovou que o Zika consegue burlar as defesas do órgão, aumentando as chances de o vírus chegar ao feto. Além disso, os pesquisadores constataram que o zika pode criar uma infecção persistente na placenta, desencadeando uma forte inflamação que dura meses após a infecção inicial e causa alterações significativas nos tecidos e vasos sanguíneos do órgão, o que pode explicar alterações no desenvolvimento fetal.
Em nota, Kíssila Rabelo, pesquisadora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, disse que a equipe já trabalhava com arbovírus antes de se dedicar de forma mais aprofundada ao zika. “Nossas descobertas serão úteis para os cientistas estabelecerem um perfil de infecção em novos estudos e entenderem melhor a resposta imunológica causada pelo vírus Zika. Esse trabalho pode gerar inúmeros frutos, contribuindo para a produção de remédios eficazes e vacinas. As gestantes são o principal alvo de imunização contra o Zika e o conhecimento das células imunes envolvidas na inflamação placentária (identificadas pelo estudo) ao longo da doença é fundamental para o desenvolvimento de uma possível vacina. Essa é a chave para controlar futuros surtos que os epidemiologistas acreditam serem prováveis”, disse Rabelo.
A professora da Universidade de Oxford, Inglaterra, que está desenvolvendo a vacina contra o coronavírus fez um alerta para o risco crescente de doenças transmitidas de animais para humanos. De acordo com a imunologista Sarah Gilbert a disseminação de zoonoses se torna cada vez mais provável devido ao estilo de vida das sociedades contemporâneas.
“Por causa da maneira como o mundo está se desenvolvendo, é bastante provável que tenhamos zoonoses causando surtos no futuro”, disse a professora ao jornal britânico The Independent. “O aumento da densidade populacional, das viagens internacionais e do desmatamento aumentam o risco de transmissão dessas doenças”.
A origem do coronavírus permanece um mistério, mas a maioria dos pesquisadores acredita que o vírus surgiu em morcegos e depois foi transmitido para a população humana através de outro animal. Outras doenças que se espalharam pelo mundo recentemente, incluindo Ebola, SARS e o vírus do Nilo Ocidental, também se originaram em animais.
A ameaça representada por essas doenças, diz a professora Gilbert, não deve diminuir no futuro, à medida que o mundo se torna cada vez mais globalizado. “Haverá outra pandemia séria de gripe no futuro”, disse a imunologista ao jornal inglês. “Vai acontecer de novo, [mas] não sabemos qual subtipo de gripe será. Antes do coronavírus, estávamos trabalhando em uma vacina universal contra a gripe que funcionaria contra todos os tipos, fosse H1N1, H3N3 ou H7N7. Se tivermos sucesso, não seremos tão atingidos quando o surto acontecer”.
Apesar de estar sendo desenvolvida, a vacina universal contra a gripe ainda não chegou na fase final de testes. “Doenças que não tem reservatório animal, como o sarampo, em teoria, poderiam ser erradicadas. Mas isso não se aplica à gripe. É um vírus que está presente em muitas aves selvagens migratórias e não podemos nos livrar desse reservatório. Ela vai continuar infectando pessoas e então, no futuro, haverá outra pandemia com um tipo diferente de gripe que não vimos antes”, afirmou.
Em relação à vacina contra o Covid-19, Gilbert demonstrou estar confiante. “Há uma chance muito boa de que muitas das vacinas que estão sendo desenvolvidas no mundo sejam eficazes”, disse ela. “Vimos bons níveis de anticorpos neutralizantes e fortes respostas de células T em algumas delas. O ideal seríamos conseguir produzi-las em escala global”, disse. A professora admitiu porém, que, nesta fase, ainda é “difícil" estabelecer por quanto tempo a proteção desencadeada pelas vacinas vai durar e que nível de imunidade será alcançado.
Gucci, Versace e Givenchy... Marcas de luxo cobiçadas em todo o mundo compõem o guarda-roupas de uma menina de apenas 2 anos nos Estados Unidos. A pequena Anita, fotografada pela mãe com roupas de grife, conquistou mais de 12 mil seguidores no Instagram ao exibir peças que, segundo Stela, custaram cerca de 20 mil dólares.
“Quando ela nasceu, comecei a postar uma ou duas fotos por mês e vi muito interesse em outras páginas do Instagram que a estavam repostando. Então, eu lentamente converti meu Instagram no dela. Ela aparece em várias páginas populares do Instagram e em lojas de roupas de grife para crianças”, conta a mãe, Stela Felix, que administra a conta.
A grande apaixonada por grifes, na verdade, é sua mãe, que descobriu a paixão pela moda antes de mesmo de se tornar mãe, trabalhando como personal shopper.
"O guarda-roupa de Anita é 95% formado por peças de estilistas e vale $ 20.000 - há muitas pessoas neste mundo que não têm a oportunidade de comprar roupas de grife para seus filhos, mas eu tenho e quero dar a ela o melhor", diz.
Há quem critique os gastos "exagerados" com roupas, segundo conta a mãe ao Daily Mail. "Recebemos muitos comentários negativos de pessoas que pensam que gasto muito com ela. Eles acham que é um desperdício de dinheiro. Mas eu adoraria ter crescido com roupas de grife e agora tenho a capacidade de fazer o que acho melhor para mim e minha filha."
Um casal indiano disse nesta terça-feira (1) à imprensa local que foi obrigado a deixar o seu filho recém-nascido com o hospital por não conseguir pagar pelo parto. A alegação é de que a criança – o sexto filho do casal - seria vendida para adoção. O caso ocorreu na semana passada, em Agra, na Índia.
Shiv Charan e sua esposa Babita alegam que foram obrigados a assinar documentos que não entendiam, pois não sabem ler nem escrever. "Demos impressões do polegar em todos os documentos, conforme solicitado pelo hospital", diz Charan.
O casal disse ainda que não sabia onde buscar assistência médica gratuita por conta dos bloqueios por coronavírus, e por isso foi ao hospital, mesmo sem poder pagar.
O hospital nega qualquer irregularidade, dizendo que o casal concordou de boa vontade em desistir de seu bebê. De acordo com o Times of India, o caso será investigado.
Nascido em Uganda, na África, Peter Mutabazi teve uma infância difícil. Chegou a fugir de casa, morar na rua, até que foi adotado e viu a vida se transformar. Anos mais tarde, morando nos Estados Unidos, decidiu fazer o mesmo por menores em situação de abandono. Em 4 anos, diz ter ajudado a criar 12 crianças, fornecendo um lar temporário. Até que, em 2017, decidiu que era hora de uma adoção permanente.
“Como posso não retribuir? Eu entendo de onde [essas crianças] vêm. Alguém interveio para me ajudar e agora adotei meu filho mais velho", disse à FOX46.
Peter se inscreveu para o processo de adoção em 2017 e, quatro meses depois, foi considerado apto. Em janeiro de 2018, recebeu um telefonema de uma assistente social perguntando se poderia levar Tony para um fim de semana.
“Lembro-me de dizer a ele: 'Você pode me chamar de Sr. Peter'”, disse Mutabazi. “E Tony disse,“Posso te chamar de pai?".
Tony havia sido adotado por um casal em Oklahoma quando tinha apenas 4 anos de idade, depois de estar no sistema desde os 2 anos. Quando tinha 11, seus pais adotivos o deixaram em um hospital, de acordo com Mutabazi.
Os dois se mudaram de Oklahoma para Charlotte, Carolina do Norte, em 2019, e em 12 de novembro, eles se tornaram legalmente pai e filho.
“Estamos completamente apaixonados por ela. Mãe e bebê estão indo muito bem e estamos nas nuvens aqui. Esperamos que você respeite nossa privacidade neste momento. Com muito amor e vejo você quando chegar a hora de voltar”, escreveu.
Ed não deu detalhes sobre o nascimento, mas disse ter contado com “uma equipe de parto incrível”. A gravidez foi mantida em segredo durante a pandemia do novo coronavírus, e somente há cerca de 1 mês a notícia começou a circular.