Meu filho Gabriel, de 3 anos, ainda baba muito durante o dia. A camiseta fica toda molhada. O que posso fazer? Daniela Greco, via instagram
As crianças normalmente começam a babar aos 3 meses, quando a gengiva vai se preparando para os dentinhos que devem aparecer por volta dos 6 meses. Esse processo de babar dura até os 2 anos quando, normalmente, todos os dentes já surgiram. Crianças de 3 anos não devem mais babar, menos ainda a ponto de a camiseta ficar molhada. Por isso, o melhor a fazer é conversar com o pediatra da criança para que ele possa avaliar a causa desta “sialorreia”, que é o nome científico de “babação”, e definir a conduta que, na maior parte das vezes, aponta a necessidade de um profissional em fonoaudiologia para ajudar.
Medo, estresse, ansiedade. Se adultos sentem tudo isso e muito mais antes de fazerem algum procedimento cirúrgico, imagine o que se passa na cabeça de crianças na mesma situação. Elas podem ficar muito assustadas. Mas a enfermeira Kimberly Martinez, enfermeira da equipe de pré-operatório do hospital Doctors Medical Center, em Modesto, na Califórnia (EUA) teve uma ideia inusitada para resolver parte da questão, aliviando a tensão e o estresse. Ela sugeriu que a instituição adquirisse minicarros para deixar o momento mais leve e lúdico. O hospital, então, comprou dois minicarros, um Volkswagen Beetle rosa e um Mercedes preto, para as crianças seguirem até o centro cirúrgico dirigindo e brincando.
"Nossos pequenos vão até a sala de cirurgia passeando de carro. O objetivo é reduzir a ansiedade e o estresse e tornar a experiência menos assustadora para todos os envolvidos", diz uma nota do hospital, enviada à revista norte-americana People. "Quando as crianças descobrem que elas podem ir ao centro cirúrgico dirigindo seu carro, elas se iluminam e, na maioria dos casos, o medo vai embora. Além disso, quando os pais vêem os filhos mais tranquilos, eles ficam mais tranquilos também. Pode ser um trauma para um jovem paciente se separar de seus pais para entrar em uma cirurgia. Isso realmente ajuda a todos", explica.
Os carros podem ser dirigidos pelas próprias crianças ou direcionados por controle-remoto. Eles ainda contam com uma seleção de músicas em MP3, para embalar o "passeio".
Tive complicações importantes na primeira gravidez . Elas voltarão a ocorrer em uma segunda gestação? Suelen Marques, via Instagram
Uma gestante que apresentou quadro de diabetes gestacional, de pré-eclâmpsia, eclâmpsia, Síndrome Hellp ou restrição de crescimento, por exemplo, não necessariamente vai ter as mesmas complicações em uma próxima gravidez. Porém, a grávida que passou por uma ou mais de uma dessas questões, possui maior chance de vê-las acontecer novamente do que aquela que nunca as apresentou. Ou seja, existe o risco, mas não a certeza da ocorrência, por isso é importante que o obstetra tenha conhecimento do histórico da paciente para fazer um bom acompanhamento da gestação seguinte.
Domingos Mantelli é ginecologista e obstetra. Pai de Giulia, 3 anos, e Isabella, 8 meses, é autor de Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra.
Segundo o relatório da Safe Kids Worldwide - uma organização americana sem fins lucrativos - mais de 50 mil crianças americanas com menos de 6 anos foram atendidas em salas de emergência em 2017, por envenenamento de medicamentos.
O documento revela que elas tiveram acesso, principalmente, a vitaminas, antibióticos e analgésicos que estavam em bolsas ou sob um móvel da casa. "Há casos em que uma pílula pode matar uma criança, como a medicação para pressão sanguínea”, alerta a pediatra Sadiqa Kendi, diretora médica do Safe Kids DC.
No Brasil, de acordo com o pediatra Alexandre Massashi Hirata, do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SP-SP), no Brasil, as intoxicações e os envenenamentos correspondem a quinta causa de internação hospitalar por acidentes na infância.
Aqui, em 2016, ocorreram mais de 80 mil casos de intoxicação e os medicamentos são os principais causadores. A maioria dos casos envolve crianças de até 4 anos. “Esses fatos podem ser justificados pela curiosidade intrínseca a essa fase do desenvolvimento, da sua falta de noção de perigo e do seu paladar pouco apurado, assim como a falta de informações dos responsáveis a respeito dos medicamentos”, explica.
- Leia sempre as bulas e siga corretamente as instruções ao administrar os medicamentos às crianças;.
- Nunca se refira a um medicamento como “doce”, para não incentivar o consumo ou despertar a curiosidade;
- Mantenha o medicamento no recipiente original e nunca deixe comprimidos soltos;
- Após o uso, feche bem a embalagem. Dê preferência por produtos cujas embalagens possuam tampas de segurança;
- Guarde os medicamentos trancados, em lugar alto e fora de alcance das crianças.
"Mediante a suspeita de ingestão ou de intoxicação por medicamentos, leia a bula em busca de informações sobre o que fazer. Proceda conforme o recomendado. Procure o médico, um centro de informações toxicológicas ou o próprio fabricante do medicamento, relate o ocorrido e solicite orientação", orienta o pediatra.
“Minha filha está me dando trabalho para arrumar o próprio quarto e fazer atividades, como a lição de casa... Já tentei de tudo, mas nada está adiantando. O que faço?” Sabrina Alves Dias, mãe de Anita, 7 anos
DICAS DE PAIS QUE PASSARAM POR ISSO
Tom de brincadeira
Com o meu filho, resolvemos essa questão na base da paciência e da criatividade. Tento fazer com que essas “obrigações” virem momentos leves. Participo e transformo a tarefa em um programa divertido. Cristiane Fernanda, mãe de Miguel, 2
Lista Premiada
Sou psicóloga e, aqui, uma alternativa que costuma funcionar é propor que, depois da tarefa, eles façam algo de que gostem muito, como assistir à televisão depois de arrumar o quarto. Daniela Gomes, mãe de Alice, 9, e Samuel, 5
Troca justa
Tento me conectar mais com a minha filha. Quando peço que tome banho e ela se nega, por exemplo, falo que pode levar um brinquedo para o banheiro ou podemos inventar músicas enquanto estiver na ducha. Carolina Brito, mãe de Ana Liz, 5
Disciplina Positiva
Fazer uma tabela de comportamento nos ajudou muito! Funciona assim: junto com a criança, você escreve numa folha quais objetivos quer alcançar, como “fazer a atividade de casa sem reclamar”, por exemplo. Para cada meta alcançada, a criança recebe uma pontuação. Quando atingir os pontos combinados, há um prêmio. Meu filho ficava orgulhoso de ver a tabela cheia de adesivos e, depois de certo tempo, nem precisamos mais dela. O resultado foi muito rápido e positivo! Elyza Oliveira, mãe de Theo, 7
O QUE DIZ A ESPECIALISTA
Injeção de ânimo
Desde cedo, é importante que a família estabeleça uma rotina bem estruturada. As crianças precisam saber tudo o que acontece ao longo do dia e entender a importância dos cuidados pessoais e das pequenas responsabilidades. Mas é preciso cuidado para que essa agenda não fique pesada demais: incluir atividades de lazer no dia a dia do seu filho é tão importante quanto ensiná-lo sobre cumprir as obrigações. Quando essa balança desequilibra, podem surgir episódios de “preguiça” e falta de vontade. O segredo está em perceber se esse desinteresse pelas tarefas é apenas algo passageiro ou pontual. Se persistir por muito tempo, é bom procurar um especialista e investigar tanto em casa quanto na escola se há algo influenciando o comportamento da sua filha. E nem precisa ser algo significativo. Uma briga com um colega, por exemplo, já é suficiente para causar essa mudança. Por isso, antes que o desinteresse evolua para algo mais sério, como um quadro de insegurança ou ansiedade, o melhor é procurar saber como sua filha está se sentindo. E nada de rotulá-la como “preguiçosa” ou reforçar os comportamentos negativos. A família deve ser sempre o suporte. Vale incentivá-la a cumprir suas responsabilidades com firmeza, mas com carinho.
Danielle da Costa Souto, psicóloga do Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria (SC)
Para boa parte das mulheres o parto é um momento de intimidade, de estreitar a conexão entre aquele ser que depois de vários meses tem seu rosto finalmente apresentado - ao vivo e a cores. No entanto, há também as que filmam os momentos mais marcantes a partir do trabalho de parto para manter vivas as recordações. E há ainda as que vão além e querem registrar absolutamente tudo. Foi o caso da influenciadora Sarah Stevenson, mais conhecida em seu canal do YouTube como Sarah`s Day. Ela já está acostumada a expor a vida nas redes sociais e não teve vergonha alguma de dividir o momento do parto com seus mais de 1 milhão de inscritos no canal. A moradora de Sydney, na Austrália, deu à luz Fox Ocean Tilse no último 29 de março. E na última semana publicou o vlog do parto, que já tem mais de 1,4 milhões de visualizações.
As 30 horas de gravação, que incluem desde o pré-parto até o momento do trabalho mais intenso e o próprio parto, foram editadas em 25 minutos de imagens. Sarah, 26 anos, contou com a ajuda do parceiro, Kurt, e da irmã, Emily, que é parteira. O vídeo começa com a influenciadora com leves contrações, depois na bola de pilates e assim segue até as contrações mais fortes e o nascimento. Quando chegou nas 30 horas de trabalho de parto, ela tinha 5 centímetros de dilatação. É quando decide pedir uma epidural para ajuda-la com a dor.
Boa parte dos comentários nas redes sociais elogiam a coragem de Sarah e o realismo das imagens, que, segundo os fãs, "passou uma visão emocional e honesta sobre o parto", sem o romantismo, que muitas vezes é falado.
Um dos seguidores escreveu: "Este provavelmente foi o vídeo emocional mais real que eu já vi no YouTube." Ourtro concordou: "Eu nunca chorei durante um vídeo até assistir este. Que jornada incrível." "É loucura quanto amor vai para o nascimento de uma criança", disse outro.
"Você é um ser humano tão forte e este vídeo realmente mostra a extensão disso. Obrigado por fazer este vídeo!", agradece outra pessoa.
Algumas mulheres ainda disseram que fariam o mesmo para mostrarem o registro aos parceiros. E teve também quem se identificou bastante com os momentos vividos.
Quando Rocco, 2, tinha apenas um mês de vida, a apresentadora e colunista da CRESCER Rafa Brites, 32, disse ter vivido os piores dias da sua vida. "Foi um susto. Eu sai do hospital com meu filho e tive que voltar pouco tempo depois. Foi muito difícil. Ele ficou em uma encubadora na UTI neonatal, isolado, foi muito pesado", lembrou ela durante o #EncontrosCrescerPrematuridade que aconteceu nesta quarta-feira (3), no Espaço Buticabeira, em São Paulo, em parceria com a Abbvie.
Rocco não nasceu prematuro, mas o episódio de bronquiolite no primeiro mês de vida marcou a colunista. "Depois disso, eu passei a prestar mais atenção nesse assunto. Eu nunca tinha ouvido falar sobre a bronquiolite. Antes dele nascer, eu queria ser uma mãe desencada, mais tranquila... Mas quando ele saiu da UTI, eu vi que não é frescura passar álcool em gel nas mãos antes de pegar um bebê ou esterelizar a mamadeira. Essas doenças estão aí e a gente precisa cuidar. O ideal é prevenir", afirmou.
A bronquiolite é uma das doenças causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que provoca sintomas semelhantes a de um resfriado. Enquanto adultos e crianças maiores costumam sentir apenas desconfortos como febre, nariz escorrendo e tosse, em crianças menores e, sobretudo, em prematuros, pode se tornar uma infecção grave.
"A bronquiolite acomete todas as crianças, ela não é exclusiva do prematuro. Como é um vírus que tem essa característica sazonal - com maior incidência entre março e julho - 100% das crianças serão expostas ao VSR nos primeiros dois anos de vida, 70% no primeiro ano de vida. Não quer dizer que todas elas serão hospitalizadas, mas o risco maior de problemas e complicações quando o vírus atinge uma criança de termo é um, quando atinge um prematuro, que já tem uma doença no pulmão dele, é outro", explica o pediatra e infectologista Renato Kfouri, que também participou do evento.
COMO PREVENIR?
Segundo o infectologista, quando o VSR acomete um prematuro, a chance de hospitalização é dezesseis vezes maior se comparado a um bebê a termo. Por isso, os cuidados devem ser redobrados. "Não existe uma vacina para prevenir a bronquiolite, como acontece com a gripe, a coqueluche ou a pneumonia. O que existe é a chamada imunização passiva", diz.
"Quando uma criança recebe uma vacina, ela própria produz os seus anticorpos. Nesse caso, a maior vantagem é que ela fica com esses anticorpos, ou seja, mantém uma memória dessa proteção. No entanto, demora pra fazer efeito e são necessárias duas ou três doses, e o bebê prematuro não pode esperar esse tempo. Então, o que existe hoje é um anticorpo pronto, criado artificialmente. Ele é administrado desde os primeiros dias de vida do prematuro e durante a estação em que o vírus tem maior circulação. Como essa droga é eliminada pelo corpo, a injeção deve ser mensal. Assim, ele vai atravessar esse período protegido", explica o infectologista. A imunização é exclusiva para prematuros, cardiopatas e crianças com doenças pulmonares crônicas.
Outras maneiras de evitar o contágio é evitar locais com aglomerações e contato próximo com crianças doentes, lavar sempre as mãos dele (e as suas) e manter em dia a carteira de vacinação.
O que dizer sobre Lily Schooley, uma garota de seis anos e muito astuta, que desenhou manchas de catapora por todo corpo para que pudesse ficar em casa em vez de ir para a escola? A notícia é do site The Sun, e mostra que a menina, que mora em Saint Austell, na Cornualha, no Reino Unido, estava mesmo decidida a tentar a sorte depois de um dia cansativo na escola. A tentativa, no entanto, não durou mais que 10 minutos, pois bastou que sua mãe, Charlotte, e o marido, David, olhassem para a pele para descobrirem que tudo não passava de uma farsa. Eles contam que não puderam deixar de rir, mas continuaram com a brincadeira: depois de ser informada de que precisaria ir ao médico, a menininha subiu as escadas para tentar limpar as manchas.
No entanto, o marcador permanente não saiu com a água, mesmo após usar sabão e até óleo de bebê. No dia seguinte Lily foi à escola e o trabalho foi explicar para as amigas que aquelas manchas não eram reais ou infecciosas. Sua mãe contou que a filha é sempre muito criativa e bem humorada e que aquela situação trouxe ainda mais risadas para a casa.
"Ela teve um teste de ortografia no dia seguinte e queria fazer. Algumas crianças da escola caíram no "golpe da catapora", mas Lily já teve isso antes." Charlotte conta que a filha havia pedido uma caneta vermelha porque precisava fazer a lição. "Então ela desceu com a caneta e 10 minutos depois ficava acariciando o próprio braço. E ainda falou: 'oh mamãe, estou me sentindo um pouco irritada. Eu acho que estou com catapora'. Acendemos a luz e ela estava absolutamente coberta. Eu e meu marido logo percebemos e rimos muito da situação, mas tentando não deixar transparecer que sabíamos. Na escola, os professores também acharam ela muito criativa e acabaram rindo da situação", contou ao The Sun. Ah, se essa moda pega aí na sua casa não é mesmo?
1. Busque ajuda: além do(a) companheiro(a), peça colaboração dos avós, tios...
2. Lembre-se: o pai faz parte do processo de criar um filho, não é um “apoio”, mas sim, um parceiro.
3. Encontre pares dentro da universidade para que possam conversar e se ajudar.
4. Se for possível planejar a gravidez na pós-graduação, opte por fazer as disciplinas e adiantar o máximo que puder – e só engravide depois disso.
5. Engravidou ainda cursando as disciplinas? Depois que o bebê nascer, cogite colocá-lo em uma escola ou arrumar um cuidador. Assim, dá para criar uma rotina de estudos mais tranquila, sem ter de estudar nas madrugadas, só depois que seu filho dormir.
1 - Organize uma caça ao tesouro: distribua pistas pela casa e convide as crianças para a brincadeira. O “prêmio” da caçada pode ser o bilhete do avião, por exemplo.
2 - Crie um quebra-cabeça com uma foto do destino e peça para o seu filho montá-lo para descobrir a surpresa. Dica: entregar uma peça por dia até a data da viagem.
3 - Grave um vídeo, convide toda a família para “assistir a um filme” e dê o play contando a novidade.
4 - Esconda um bilhete falando sobre a viagem na mala do seu filho. Peça ajuda para organizar a bolsa e deixe que ele encontre o papel.
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Seguindo a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a norte-americana Lynn Wojton, 37 anos, optou pelo aleitamento materno exclusivo durante os primeiros seis meses de sua filha Wilder... Até que um incidente interrompeu o método e deixou a mãe frustada.
Atualmente, Lynn está processando a babá Marcia Chase-Mitchell em aproximadamente R$ 38 mil por ter amamentado a pequena Wilder com fórmula — e sem seu o consentimento. De acordo com os documentos da Suprema Corte de Manhattan, Marcia dormia no mesmo quarto que a mãe e a bebê, mas deveria acordar Lynn no caso de Wilder precisar ser alimentada.
A recém-nascida foi corretamente amamentada nos dois primeiros dias em casa, após deixar o hospital. Na terceira noite, no entanto, Marcia não acordou Lynn e, depois de se arrepender, admitiu que deu leite de fórmula à criança no dia seguinte. Marcia tentou justificar sua atitude ao insistir que a fórmula era melhor para o bebê — o que, na verdade, não é indicado por instituições de saúde.
"Eu fiquei muito chateada", disse Lynn em entrevista ao The New York Post. "Isso não era o que eu queria — isto não era o que eu queria para a minha bebê. Chorei por quase uma hora", conta.
A mãe, que administra uma clínica de enfermagem cosmética em Nova York, pagou cerca de R$ 16 mil pelos serviços de Marcia. Após descobrir o incidente, Lynn demitiu a babá e afirmou que "foi a gota d'água."
"Quando eu não trocava a fralda do jeito que ela achava que era o melhor, ela me criticava o tempo todo. Isso faz você duvidar de si mesma", deabafou a mãe sobre a babá.
Wilder, agora com seis meses, tem uma nova cuidadora.
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Jesse, Brooke, Claire, Natalie, Karl, Samuel, Cameron, Sabrina, Tim, Brandon, Eva, Nate, Rachel, Eric, Damian e Katelyn. Cansou? Faz sentido, você acabou de ler dezesseis nomes. Mas não, eles não são primos e nem colegas de escola. Todos os dezesseis são irmãos, filhos do casal australiano Jeni e Ray Bonell, de Queensland. Os nove meninos e as sete meninas têm entre 4 e 28 anos.
Mas a família não faz sucesso só pela quantidade de pessoas, mas também pela habilidade de organizar a rotina. "Temos que manter algum tipo de ordem para o caos que é a nossa grande família", brinca a mãe em seu canal no Youtube. Em uma das paredes de casa, uma placa já avisa: "Arrume sua cama antes do café da manhã; Roupas devem ser dobradas e guardadas; Guarde os sapatos nas caixas; Guarde todos os brinquedos/Chão limpo; Aspirar o quarto duas vezes por semana; Espanar o quarto semanalmente; Limpe as portas/armários/interruptores de luz semanalmente".
E o aviso, apenas, não é suficiente. O que mantém, de fato, o dia a dia organizado é a famosa lista de tarefa semanais. "Nossa lista surgiu quando tínhamos seis ou sete filhos. Eu era uma dona de casa e o pai estava trabalhando duro. Embora as crianças fossem pequenas, eu sentia como se não estivesse ensinando a elas como ajudar dentro de casa e como retribuir à família. Se você mora aqui, trabalha aqui, afinal, quando eles se mudarem para suas próprias casas, todas as tarefas serão deles", explica.
Ela lembra que quando começou, a lista era apenas "rabiscos em um pedaço de papel". "Mas com tantas tarefas de meio período das crianças e compromissos como esportes, se tornou realmente complicado. Então, eu coloquei minha cabeça em ação", lembra. Agora, a lista - que inclui desde obrigações da casa como tarefas extraclasse - é organizada e caprichada. A família se senta semanalmente pra montar os seus horários. Depois de fazer a grade, Jeni fotografa, imprime e lamina a lista daquela semana. "Ela fica pendurada na parede para que todos possam ver o trabalho e saber quais são suas atribuições", diz a mãe.
Ela disse que garantiu que todos os seus filhos soubessem o que eles tinham que fazer - até mesmo pra ela não ficar exausta. "Colocamos nossos filhos na lista aos oito anos de idade", diz. mas a grade faz tanto sucesso que os mais jovens ficam até "chateados" por não fazerem parte. "Eu acho bonito", diz a mãe, orgulhosa.
O #EncontrosCrescerPrematuridade, que acontece nesta quarta-feira (3), no Espaço Buticabeira, em São Paulo, discute uma questão de saúde pública. No Brasil, nascem 40 bebês antes de a gestação completar 37 semanas. Essas crianças demandam ainda mais cuidados que um recém-nascido a termo. Para tirar dúvidas de pais e mães, reunimos o pediatra Renato Kfouri, a mãe de prematuros Teresa Ruas e a nossa colunista, Rafa Brites, em uma noite de muita informação. O evento está sendo transmitido ao vivo, pelo Facebook da CRESCER. Assista!
Entender os filhos vai muito além de reconhecer as necessidades básicas deles. Compreender o temperamento e adaptar o "idioma" para que ele entenda o que você quer dizer da melhor forma é essencial para tornar a paternidade/maternidade mais harmoniosa - e menos desesperadora.
Na próxima sexta-feira (5), a psicopedagoga e guia da pedagogia Montessori, Isa Minatel, que também é colunista da CRESCER, vai conversar ao vivo com pais e mães sobre o tema durante a palestra Temperamentos: fale a língua que a sua criança entende. O evento vai acontecer no Centro Cultural João XXIII, em Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ).
O conteúdo, baseado em seu novo livro, Temperamentos sem limites, convida os adultos a se conhecerem e a entenderem seus filhos com base na personalidade de cada um, demonstrando, por meio de vários exemplos, como o desequilíbrio comportamental, não apenas das crianças, mas também o dos pais, pode ser desgastante nessa relação; como, muitas vezes, o melhor a fazer é se calar; e como assumir o comando em situações que muitas vezes parecem não ter controle. "De acordo com cada tipo de temperamento, podemos falar de um jeito que funcione melhor. Por exemplo, há quem seja resistente a ordens, a comandos, e que funciona melhor com solicitações e pedidos", esclarece a especialista.
Mais informações sobre a palestra:
Temperamentos: fale a língua que a sua criança entende
Isa Minatel, psicopedagoga
Ciclo de Palestras Nova Geração de Pais
5 de abril, sexta-feira, a partir das 18h30
Centro Cultural João XXIII
Rua Bambina, 115, Botafogo – Rio de Janeiro (RJ) Ingressos: R$ 140
🔴 Caitie's Classroom Live - Dance! From next week, Caitie's Classroom Live is moving to Super Simple Play! Be sure to subscribe & set a reminder for the next stream here ► https://www.youtube.com/c/SuperSimplePlay/live Make your own dance dice! ► https://ift.tt/2UcoBqd Make your own ribbon movement sticks! ► https://ift.tt/2FIc7g4 Caitie's Classroom is live every Tuesday at 11am EST ► https://www.youtube.com/c/supersimplesongs/live Be sure to check out the brand new Super Simple Play channel for non-live versions of all your favorite crafts, songs, and more! ► http://bit.ly/CCsub1
DEZ COELHOS NA CAMA E MAIS MÚSICAS DIVERTIDAS PARA CRIANÇAS - HOOPLAKIDZ BRASIL Venha cantar, dançar e se divertir com os dez coelhos na cama e outras músicas divertidas para crianças na Hooplakidz Brasil ASSISTA NOSSO ÚLTIMO VÍDEO: https://www.youtube.com/watch?v=r5Hpy2STgOI SE INSCREVA NO CANAL: https://goo.gl/gMVt4g Obrigado por assistir ao vídeo Se você gostar do vídeo, clique no botão like e nos diga o quanto você gostou nos comentários!
Divida os produtos que são de estoque e os que estão em uso. Separe os destinados às roupas dos de limpeza. Além de facilitar na hora de saber quais itens precisa repor, isso poupa tempo quando tem de encontrar o amaciante ou o desinfetante.
2- PRÓXIMOS À MÁQUINA
Coloque os produtos de lavar roupa perto da máquina ou do tanque para facilitar na hora da lavagem. Depois do uso, guarde-os no armário superior, dentro de uma caixa organizadora com tampa, dificultando o acesso da criança às embalagens.
Deixe produtos de limpeza do banheiro ou da casa dentro de um balde com alça. Além de facilitar a busca pelos itens, ainda os organiza. Vale, inclusive, manter baldes dentro do armário já com produtos dentro deles, prontos para serem usados.
4- IDENTIFICAÇÃO
Para não manchar a roupa porque você trocou o balde de limpeza por aquele em que deixa peças de molho, identifique-os com etiquetas ou adote cores diferentes. Use cesto branco ara as roupas claras e preto para peças escuras.
5- ITENS MENORES
Também é importante manter alguns cestos para acomodar pregadores, esponjas, escovas, palhas de aço, sabão em barra... Quando esses itens estão soltos no armário ou nas superfícies, a impressão que fica é de bagunça generalizada.
6- ROUPAS EM ORDEM
Espalhadas, elas deixam a área de serviço tumultuada. Dobre as peças após a secagem e acomode-as no armário, em vez de deixá-las à mostra na cadeira ou em cima da máquina, pegando pó. Não tem armário? Use caixas organizadoras com tampa.
As alergias respiratórias são provocadas por reações a proteínas específicas, não a micro-organismos. O ar condicionado pode ressecar mucosas e permitir a entrada de agentes irritantes, mas isso ocorre tanto em ambientes quentes quanto frios.
Bichos de estimação dão alergia
VERDADE
O pelo dos animais domésticos é um dos gatilhos para as reações alérgico-respiratórias. Mas estudos indicam que se as crianças tiverem contato desde cedo com bichos de estimação, elas não terão problemas.
Asmáticos não devem fazer exercício
MITO
Na verdade, uma das melhores formas de tratar a asma é incentivar o exercício moderado para aumentar a capacidade pulmonar – claro, sempre com os inaladores indicados pelo médico por perto. O nadador e campeão olímpico César Cielo, por exemplo, é asmático.
Quando Noah, 6, nasceu, a produtora de eventos Fabiana Lima, 43, levou um susto. “Ele tinha a bundinha toda roxa. A primeira coisa que você pensa é: ‘será que os médicos deram uns tapas fortes e o menino ficou roxo?’ Foi meio estranho para mim. Depois, comecei a ler sobre o assunto e aí percebi que era mancha mongólica”, conta.
Com a publicitária Ana Gabriela de Oliveira Lopes, 40, foi parecido. "Ainda na maternidade, ao ver pela primeira vez as manchas nas costas e no tornozelo, cheguei a pensar que ela tinha se machucado no parto. Foi quando o plantonista explicou o que era", lembra. Na época, a mãe diz que precisava explicar para as visitas, já que parecia um hematoma. "Quando as pessoas vinham nos visitar e eu precisava trocar a fralda, já ia logo dizendo: 'olha só, ela tem mancha mongólica'. Por que, sim, eu tinha essa preocupação de que achassem que a bebê estivesse machucada", afirma.
A manicure Giovana de Oliveira da Silva, 19, também passou por algumas situações "embaraçosas" por conta disso. “Minha filha nasceu com a mancha na perna, ela é bem grande, ia da coxa ao pé. Quando fui tirar os pontos da cesárea, uma enfermeira viu a perninha dela e entrou em desespero. Pegou Valentina e a levou sem me perguntar nada, achando que ela estava machucada. Depois que eu expliquei que era mancha mongólica, ela pediu desculpas", lembra.
PORQUE ELAS APARECEM?
Apesar de pouco conhecida, a mancha mongólica é muito comum, não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Ela ocorre em função da miscigenação, isto é, a mistura de raças. O nome faz menção aos mongóis, um grupo étnico que habitava a Ásia Central. No corpo, o que ocorre é que em determinadas regiões, os melanócitos – células que possuem melanina, pigmento responsável por dar a cor para a nossa pele – se acumulam de forma irregular.
“É uma parada de migração de células que dão uma tonalidade acastanhada na região, apesar de enxergarmos uma cor azulada, que lembra um machucado. Mas não tem nada a ver com isso. No Brasil, com essa mistura de raças que a gente tem, a mancha mongólica é muito frequente. No entanto, como muitas vezes é bem clarinha e em locais não muito visíveis, as pessoas não costumam notar", explica a dermatologista Vânia Oliveira de Carvalho, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, elas surgem em 10% dos brancos, 40% dos latinos, 80% dos negros e, em descendentes de orientais, chega a 90%. O que explica as manchas na pequena Nina. “Eu sou descendente de japoneses. Eu não conhecia, mas, segundo minha mãe, minha irmã e eu também tivemos", conta Ana Gabriela.
Os locais mais comuns são na parte inferior da coluna, bumbum ou ainda costas e pernas. As manchas podem variar de tamanho e pigmento. "Nina tinha manchas enormes nas costas. Mas, como o médico explicou, elas foram diminuindo com o tempo e, hoje, 8 anos depois, ela não tem mais nenhuma", afirma Ana Gabriela. Mas isso não é regra. "No meu filho eram meio espalhadas, mas tinha uma bem escura. As outras saíram, mas essa, escura, ainda permanece”, conta Fabiana, mãe de Noah, 6.
“É uma condição totalmente benigna e transitória, isto é, geralmente desaparece com o passar dos anos. De uma maneira geral, ela some ainda na primeira infância", explica a dermatologista. Sobre a mancha mais escura de Noah, a especialista acredita que ela ainda deve desaparecer nos próximos anos, e afirma que os pais não precisam se preocupar. "Não necessita de nenhum tratamento ou acompanhamento. Exceto casos de manchas muito extensas no corpo inteiro, acompanhadas de outros sintomas como problemas de desenvolvimento. Nesse caso, é importante investigar”, finaliza.
Hoje, 1 anos e 3 meses depois do nascimento, a mancha na perna de Valentina também clareou bastante. No entanto, segundo a mãe, as pessoas ainda olham e questionam. "Fico sem graça. Ás vezes, eu tenho paciência de explicar, outras vezes, não. É chato, pois as pessoas não conhecem e quase não se ouve falar sobre a mancha mongólica. Mas sou grata por ela ter saúde. Para mim, não muda em nada", completa Giovana.
“Desde pequena sempre quis ser médica. Porém, aos 14 anos, recebi um convite para fazer um trabalho como modelo. Surgiram outros e muitas viagens. Decidi aproveitar a oportunidade e larguei os estudos. Sou feliz nessa profissão na qual sigo até hoje mas, no fundo, no fundo, sempre achei que faltava algo.
Foi durante uma conversa com meu terapeuta que revelei a frustração por não ter feito medicina. Aquilo ficou martelando na minha cabeça e, pouco depois, decidi fazer cursinho. Com um ano e meio de estudos, passei em medicina na Faculdade São Camilo (SP) e me senti realizada. Casei dois anos depois e, tanto eu como meu marido, queríamos filhos.
Quando estava com 34 anos, decidi que tinha chegado a hora de engravidar porque seria difícil ter um filho no período da residência, que é mais complicado, e também por causa do avanço da minha idade. A Iolanda nasceu, tranquei o semestre, e na volta achei bem difícil conciliar a faculdade com uma bebê pequena. Mas segui adiante, tanto que, cerca de um ano depois, engravidei novamente. Acabei de retornar ao estágio e estou sofrendo demais, inclusive, já pensei em desistir, faltando um ano e meio para terminar o curso e mais dois anos de residência. O problema é que o Santiago está com seis meses e não pega nenhum bico – já tentei seis tipos – e está sendo amamentado à base de colherzinha. Já tentei ver com os meus professores que me acompanham no estágio no Hospital de Carapicuíba (SP) se eu poderia trazê-lo junto com uma babá. Mas isso não é recomendado, devido ao ambiente hospitalar. A Iolanda também está sentindo muito a minha ausência de mais de oito horas por dia. Sei que as coisas tendem a piorar, pois daqui a pouco terei de dar plantões de 24 horas.
Embora eu tenha meu marido, que é um parceiro para todas as horas, e a babá, a culpa me persegue. Penso sempre se estou errada de tentar realizar meu sonho. E, para piorar, tem a sociedade machista que ainda faz a mulher se sentir ainda mais culpada. Esses dias fiz um post nas redes sociais contando a dificuldade do Santiago tomar leite e uma pessoa escreveu: ‘Talvez você não tenha mais essa chance. Os filhos crescem rápido. O tempo não volta e a decisão de estar com eles nessa fase é uma questão de prioridade de vida´. Até agora eu não consegui responder porque não é meu caso, mas e as mães que não têm opção e precisam sair para trabalhar depois da licença-maternidade?
No final das contas, há quem pense que é sempre papel da mãe ficar em casa e cuidar dos filhos. Ninguém questiona um homem que quis voltar a estudar depois de ser pai. Esses dias, enquanto estava em lágrimas, lembrei do discurso da Glenn Close, que recebeu o prêmio de melhor atriz no Globo de Ouro este ano. Ela disse que somos mulheres, protetoras e cuidadoras e que também temos direito à realização pessoal. Temos de perseguir nossos sonhos. É exatamente essa frase que não sai da minha cabeça.
Acho que todo sacrifício vale a pena, e lá na frente eu vou me orgulhar por ter feito essa escolha, que também fará diferença na vida dos meus filhos. É complicado conciliar a maternidade e os estudos, mas não é impossível. Tem de acreditar.”
A foto usada para dar a notícia para o público é a parte mais fofa. Na imagem, Boomer, 2 anos, e Beckett, 1, aparecem sentados em um carrinho de brinquedo. Na frente deles, balões em forma de letras douradas formam a palavra "baby". Na legenda, o nadador escreveu: "#3 a caminho. Mal posso esperar para ver a jornada para a qual ele vai nos levar". Ele ainda usou hashtags para dizer que é um homem sortudo e para instigar: menino ou menina?
Fiz uma verdadeira viagem no túnel do tempo, outro dia, enquanto trocava mensagens com uma mãe muito angustiada que me contava como deprimia ao amamentar.
Não pude evitar lembrar das minhas madrugadas insones, amamentando meus gêmeos. Quanta exaustão. Eu era invadida por uma raiva... Eu não sabia o que fazer e não tinha coragem de contar para ninguém. Até que um dia, aos prantos, na frente da pediatra consegui vomitar o que me comia por dentro:
- Eu tenho o direito de querer me sentir feliz por ser mãe! E eu não consigo! A única coisa que eu quero é dormir, sumir, ser outra pessoa. O que aconteceu com a minha vida?!
Isso saiu de dentro de mim como um rojão. As lágrimas corriam pelo rosto e nos meus braços um dos bebês me fitava com um olhar angelical. Que loucura... Quando me lembro, parece uma cena de filme. Mas eu pude falar. Tantas mães não podem, ou não se permitem.
Alguém disse, em algum momento da história da humanidade, que todas as mulheres se sentem bem amamentando. Bem mesmo. Felizes, tranquilas, realizadas, presentes, sem desejar estar em nenhum outro lugar, que não ali.
Quem disse isso era um homem, pois não tem a menor ideia da complexidade e ambiguidade que os sentimentos maternos podem assumir de uma hora para a outra.
Quando alguma mãe vem trocar mensagens comigo no “Amamentar é...” e começa a descrever, constrangida, que iniciou o desmame antes dos seis meses, já vou logo falando de mim e de como foi tudo complicado e confuso aqui em casa.
Acho de imensa importância a empatia.
O discurso da mãe super devotada, perfeita, que não entra em crise, já foi por água abaixo há muitos anos. Sabemos que o buraco é bem mais em baixo. Mas, assim mesmo, nos sentimos péssimas e nunca paramos de buscar dentro de nós esse ideal, que nunca sequer existiu.
O principal efeito desse discurso massacrante é uma sensação de dívida eterna, que não nos permite tomar as decisões que nos cabem.
Encontrar o equilíbrio dinâmico nessa balança é uma luta. Nos informamos, e preparamos, para desempenhar um papel pré-estabelecido. Nos deslocamos do nosso próprio eixo para corresponder à demanda da sociedade e quando nos damos conta já nem sabemos mais quem somos e mal conectamos com o bebê. Estamos sempre desempenhando funções e papeis.
Quando debatemos sobre a solidão implacável que tantas de nós vivenciam no início da maternidade acho que, na verdade, estamos falando dessa impossibilidade de ter uma voz.
Sozinhas na multidão, assim nos encontramos. Porque, de fato, somos muitas. Por isso, se você aí que me lê, está passando por dificuldades emocionais, procure ajuda, não se cale.
Eu sei que não é fácil encontrar quem nos ouça sem preconceitos e juízo de valor, mas é importante que de alguma forma você possa entrar em contato com o que sente e, então, seguir em frente com a jornada que são os primeiros meses de vida do bebê.
Use tudo o que a medicina e a ciência descobriram, sobre o desenvolvimento do bebê, a seu favor. Cuidar de você é o mesmo que cuidar do seu filho.
Não desista de você.
Chris Nicklas é apresentadora, criadora e gestora do site Amamentar é…, estudante de Psicologia e mãe dos gêmeos Luca e Nina de 15 anos. (Foto: Edu Rodrigues)