Sunday, February 23, 2020

Alergia x intolerância alimentar: saiba as diferenças

Alergia x intolerância alimentar: saiba as diferenças (Foto: Getty Images)


 

Meu filho tem alergia a frutas e custamos a descobrir. Quando passamos a evitar, o intestino melhorou e ele voltou a crescer. Quais alimentos podem substituir as frutas na alimentação?
ISABELA ANTUNES, VIA INSTAGRAM

Alergia alimentar é um assunto complexo. Seriam necessárias outras informações para entender melhor o que ocorre com o pequeno. Porém, esse tipo de problema está aumentando no mundo todo e é importante alertar sobre cuidados essenciais com a saúde da criança alérgica.

A alergia alimentar é uma reação anormal do organismo a alguma proteína presente no alimento. Simplificando, é como se o corpo identificasse uma ameaça e desencadeasse uma resposta imune para combatê-la. Embora não seja o tipo mais comum, a alergia a
frutas também tem aumentado. Frequentemente, recebo crianças que não podem consumir banana, abacate, mamão, uva... Além disso, uma mesma proteína pode estar presente em diferentes frutas e, por isso, uma pessoa pode ser alérgica a várias.

Alergia como uma reação adversa a um alimento, cuja resposta é imunológica e reprodutível pela nova exposição. Já a intolerância se caracteriza por reação não-imunológica.Isso significa que, no caso das alergias, o organismo ataca aquela substância considerada estranha praticamente da mesma forma como faz com um micro-organismo agressor, acionando todo o sistema de defesa do organismo. Já, quando se trata da intolerância alimentar, a substância que não é digerida pelo organismo tende a se acumular, provocando sintomas como dores abdominais, gases, diarreia e até enjoos e vômitos. No caso do leite, por exemplo, a intolerância é caracterizada pela produção insuficiente de lactase, a enzima responsável por digerir as proteínas lácteas, e não tem relação nenhuma com o sistema de defesas do organismo.

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Voltando à sua pergunta, a minha dica é: converse com o especialista sobre a possibilidade de fazer testes de alergia às frutas. Isso mostrará se realmente há a necessidade de excluir todas. Também pode ser avaliado se a criança tolera o contato com a proteína desnaturada, ou seja, se a fruta for cozida ou entrar em alguma preparação, como um bolo, por exemplo. Algumas crianças reagem quando consomem frutas in natura, porém, após a cocção, isso não ocorre.

O médico ainda deve avaliar até quando essa exclusão será necessária ou se, com o passar do tempo, o organismo da criança criará tolerância. Depois disso, um nutricionista maternoinfantil poderá adequar a alimentação do seu filho, de acordo com a rotina alimentar, estado nutricional e idade. Faça um acompanhamento com o pediatra, alergista e nutricionista.

CF-ANDREIA-FRIQUES-NUTRICIONISTA (Foto: Divulgação)


 

ANDREIA FRIQUES É NUTRICIONISTA MATERNO-INFANTIL, MESTRE EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NUTRIÇÃO MATERNO-INFANTIL (ABRANMI) E MÃE DE MIGUEL, 11, E DAVI, 7. É AUTORA DE
NUTRIÇÃO MATERNO-INFANTIL. MANDE SUA DÚVIDA PARA CRESCER@EDGLOBO.COM.BR OU PELAS NOSSAS REDES SOCIAIS


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CBF analisa fim do treino de cabeceio para crianças; entenda

CBF estuda pedir o fim do cabecei em treinos de crianças (Foto: Getty)

 

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), anunciou, recentemente, que estuda a possibilidade de acabar com os treinos de cabeceio para crianças de até 12 anos a fim de evitar concussões. Por telefone, a assessoria de imprensa afirmou que a decisão é baseada em uma pesquisa feita nos Estados Unidos. "É uma orientação internacional que ainda está sendo adotada por outros países. Estamos estudando essa possibilidade baseada em estudos internacionais. No entanto, as conversas ainda são iniciais, preliminares, não há decisão ou prazo", informou.

Para entender melhor os riscos da jogada para as categorias até os 12 anos, a CRESCER conversou com o especialista em medicina esportiva e ex-médico da Seleção Brasileira de Handbol, Leandro Gregorut.

+ Esporte adaptado: como ele contribui para o desenvolvimento das crianças com deficiências

C: O que um cabeceio pode causar à saúde de uma criança?
Na verdade, é a pancada com a bola que traz os maiores riscos, principalmente no treinamento. As cabeçadas constantes e repetitivas podem causar pequenos traumas no cérebro pelo movimento de contato da bola com a cabeça. Nesse momento, há uma desaceleração brusca do cérebro, ocasionando pequenas lesões. Essas microlesões no tecido cerebral entre os neurônios causam cicatrizes que levam a diversos sintomas como perda de memória, déficit de atenção e dificuldade para interpretar as coisas ao seu redor. Isso é muito comum, mais tarde, entre lutadores de boxe e jogadores de futebol americano.

C: Por que a recomendação é específica para crianças de até 12 anos?
Pois é a fase em que há uma maior formação do sistema cerebral ou sistema congitivo da criança. Então, machucar essa região nesse período da infância pode ser muito prejudicial para a formação neurológica no futuro.

+ Crianças que fazem esportes e pulam corda tem ossos mais fortes, diz estudo

C: Após essa idade, os riscos continuam?
Sim, continuam. Por exemplo, os atletas profissionais amadores que podem participar, por exemplo, dos jogos olímpicos, são obrigados a lutarem com um capacete protetor para amenizar essa pancadas na cabeça. Os jogadores de futebol americano na adolescência jogam com fitas ao redor da cintura e a jogada é parada quando a fita do adversário é arrancada. Então, não há o contato violento, justamente para preservar a cabeça, o cérebro e a coluna cervical. 

C: Quais esportes são mais perigosos por conta dessa lesão?
São todos os esportes no qual se pode ter um trauma crânioencefálico. Ou seja, quando a cabeça bate constantemente em algo como o futebol americano, o boxe e o futebol — principalmente durante os treinos. Pois, para você treinar o cabeceio, precisa fazer muitas repetições e aí está o principal problema.

C: Como os profissionais da medicina esportiva receberam essa notícia da CBF?
Na minha opinião, é benéfico, principalmente em relação a proteção e saúde. Não há necessidade de as crianças executarem esse movimento se a possibilidade de çesão existe. Elas podem aprender isso mais tarde, sem prejuízo algum para o esporte. Então, acredito que a decisão é correta e consciente.

+ Um terço dos pais está ocupado demais para levar seus filhos para praticar esportes



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Antes de 1 ano e 6 meses, bebês já sabem contar

Antes de 1 ano e 6 meses, bebês já sabem contar (Foto: Getty Images)


 

Um estudo feito pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriu que bebês de 14 a 18 meses, apesar de não pronunciarem os números, entendem que contar está relacionado à quantidade. “Pesquisas como essa comprovam que eles têm uma  compreensão sofisticada – buscam entender o que os adultos estão dizendo, e isso inclui o domínio da contagem”, explica a cientista cognitiva Lisa Feigenson, autora do estudo.

Na pesquisa, cada bebê observou carrinhos serem colocados em uma caixa. Para alguns deles, os pesquisadores contaram cada brinquedo quando os colocaram dentro da caixa, dizendo “Um, dois, três. Três carros”. Enquanto outros ouviam apenas “esse, esse e esse”. As crianças que não ouviram a contagem ficaram desinteressadas após os pesquisadores tirarem um brinquedo da caixa, indicando que não esperavam que outros saíssem de lá. Já aquelas que ouviram a contagem aguardavam ansiosamente por outros.

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CHUVA CHUVA VAI EMBORA! Músicas Infantis ☔ HooplaKidz Brasil
Hora pros vídeos divertidos! Vamos brincar com as músicas da chuva e muita diversão! Assista Nossa último Vídeo ► https://www.youtube.com/watch?v=0iFkIqZWofE Assista a mais novos shows ► https://bit.ly/2keTcD3 SE INSCREVA AQUI NO CANAL ► https://bit.ly/1JjH16Y Junte-se a famílai Hooplakidz, agora no BRASIL! As melhores músicas, animações, desenhos animados, shows, e canções de ninar, você encontra aqui na Hooplakidz Brasil! Se inscreva no canal e não perca nossos lançamentos! Obrigado por assistir ao vídeo Se você gostar do vídeo, clique no botão like e nos diga o quanto você gostou nos comentários!


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Saturday, February 22, 2020

Pai cria curso para outros pais aprenderem a fazer penteados nas filha

Os pais se reúnem uma vez por mês para aprender a fazer penteados nas filhas (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Jack Woodham, um pai britânico, contratou Maria Smith, uma cabeleireira, para fazer penteados em sua filha de 4 anos e nas amigas, no dia do aniversário dela, com tema de unicórnio. "Fiquei impressionado em vê-la fazendo todos esses penteados sem que elas chorassem", disse ele. Foi então que Jack teve a ideia de chamar Maria para dar um curso para outros pais. Os pais das outras meninas gostaram e ele, então, criou o "Hair Ninjas", em que se reúnem uma vez por mês para aprender a criar estilos diferentes para os cabelos das crianças.

Eles aprenderam até a fazer um penteado em forma de árvore de Natal (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Nos encontros, eles aprendem o básico, como técnicas para desembaraçar, rabos de cavalo, tranças e até penteados mais elaborados. Tem até um em formato de árvore de Natal! "Não somos os mesmos pais desde que conhecemos Maria... Estamos todos no mesmo barco, somos pais de meninas. Meu maior sonho é fazer o o penteado da minha filha quando se casar", diz Esa Celik, um dos pais que participa das aulas, ao jornal britânico The Mirror

Os pais dizem ainda que as aulas os ajudam a reforçar os vínculos com as pequenas. "Gosto do tempo que passo com a minha filha. É legal ter esse tempo, só eu e ela, de manhã, falando sobre o tipo de pentedo que ela quer", diz Mike Hewitt, outro aluno. 

 

 



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Ana Escobar lança nova versão de livro e diz: "Estamos vivendo uma epidemia de sarampo"

Ana Maria Escobar (Foto: Divulgação)


 



Lançados há cinco anos e esgotados em todas as livrarias, os livros Boas Vindas, Bebê – 1 (do nascimento aos três meses de vida) e 2 (dos três meses aos dois anos), da pediatra Ana Maria Escobar, acabam de ganhar uma edição atualizada e ampliada.

Atenta aos avanços da ciência e às mudanças do comportamento humano, a médica sentiu necessidade de atualizar os conteúdos já existentes e ainda acrescentar alguns tópicos relevantes nos dias atuais, como a questão da importância das vacinas, dos laços afetivos, o uso indiscriminado da tecnologia no dia a dia das crianças, entre outros temas que afetam o desenvolvimento infantil.  Ela fala mais sobre o processo de atualização a seguir:

Como foi revisitar os livros que foram lançados há cinco anos e fazem tanto sucesso até hoje?
Estou sempre em contato com o conteúdo desses livros no consultório porque minha prática é exatamente essa. Então, foi muito interessante revisitá-los, porque eu pude perceber o que realmente mudou nos últimos cinco anos.

Boas-Vindas, Bebê 1 (Foto: Divulgação)


 

Como surgiu a necessidade (e a vontade) de atualizar os conteúdos?
A gente brinca que medicina é uma ciência de verdades transitórias. Eu abria os livros e olhava algumas coisas, recebia novas demandas dos pais e percebi que era necessário atualizá-los. Acredito que isso vai ter de acontecer sempre, porque a vida vai mudando, as
pessoas e o mundo também. Precisamos estar sempre atualizados e, claro, manter os pais e responsáveis cientes das informações corretas.

Quais são os principais tópicos que sofreram alterações?
Quase todos os capítulos receberam alguma mudança. O capítulo de vacinas, em especial, foi modificado, já que o calendário vacinal é uma das coisas que mais mudam, de acordo com as doenças que surgem e com a reincidência de outras, no caso do sarampo. Quando
escrevi a primeira edição, praticamente não existia essa enfermidade na cidade de São Paulo e no Brasil. Agora, estamos vivendo uma epidemia. Assim também como apareceram outras doenças, como zika, chikungunya e microcefalia, que foram incluídas no livro. Tudo isso
exigiu alterações. O uso de telas também merece atenção. Nos últimos tempos, o hábito aumentou bastante e está preocupando os pais.

Boas-Vindas, Bebê 2 (Foto: Divulgação)


 


 

 

A mensagem que os livros passam para as famílias continua a mesma?
Sim, o recado aos pais segue a mesma linha: tenham calma, confiem em vocês mesmos, sigam os seus instintos porque, geralmente, isso dá certo. A informação sobre saúde é importante para complementar tudo isso. O livro procura confortar os pais e mães, avós e avôs e cuidadores e oferecer informação para que eles se sintam mais seguros.

Se pudesse dar apenas um conselho para um casal que acabou de ter o seu primeiro filho, o que diria?
Não se apavorem, não fiquem inseguros e confiem nas orientações do pediatra. Assim, a vida vai seguindo e a fase mais difícil, que são os primeiros três meses do primeiro filho, vai ser vencida com êxito. Depois, tudo fica mais fácil.

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Marcos Mion: "É preciso tirar nossos filhos da frente das telas! "

Marcos Mion: "Menos celular, mais conexão real" (Foto: Getty Images)


 

Cada pai e cada mãe são obrigados a lidar com as peculiaridades de seus filhos. Desde
aquelas relacionadas ao temperamento até as que têm a ver com saúde. É preciso saber que o ambiente em que a criança vive impacta na formação da sua personalidade. Os amigos, a escola… tudo influencia. E a lista de particularidades individuais vai longe. Porém, existe uma questão recente que é comum entre todos nós. É um problema que praticamente qualquer pai ou mãe tem de enfrentar hoje; um “monstro” que ataca todos: o celular.

Pessoas que nasceram há mais de 20 anos conheceram uma época quando o máximo de “smart” que existia era um telefone que vinha com uma caixa grande. Ali, você podia deixar um recado, caso não fosse atendido na hora ou, então, dava para mandar um fax. Não sabe o que é isso? Vá até o Google para entender que até a tecnologia viveu um começo que não tinha a ver com “a nuvem”, nada era micro – ao contrário, era físico e grande (risos)!

Temos a missão de criar uma geração que já nasceu conectada, o que proporciona a eles – junto de muitas facilidades – toda sorte de novos problemas. Nós temos de entender para ajudar. O nível de exposição a que eles se submetem nas redes sociais, por exemplo, é muito nocivo. A quantidade de informação recebida passivamente pelo cérebro em meia hora de TikTok é descomunal.

Ter acesso tão fácil e imediato a tudo é uma grande questão que precisamos enfrentar como pais, e que eles vão ter de processar quando crescerem. A solução para esse dilema é uma só: limitar. É preciso tirar nossos filhos da frente das telas! Não falo de proibir. A tecnologia possui benefícios que são incríveis, mas deve haver um limite. A vida real precisa ter maior destaque e espaço no dia de uma criança.

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Foi por conta desse necessário movimento de desconexão digital que lancei Detone este livro com seu filho, com atividades para pais e mães fazerem juntos com as crianças. Atividades reais – e legais! – que estimulam conversas profundas e necessárias, despertam a criatividade, o questionamento, o sujar a mão de terra, com o diferencial de ser realizado em conjunto: pai e mãe com filho ou filha. Todas foram pensadas para serem divertidas e curiosas, para manter a criança longe das telas e abrir espaço para o adulto ter um momento especial com ela, criar um elo. Criatividade em conjunto é uma das coisas que mais unem as pessoas. Toda criança ama ter o pai ou a mãe realizando alguma atividade junto. O livro ainda tem uma sequência de adivinhas perfeita para a hora de pegar a estrada ou para puxar assunto na mesa do almoço.

Muitas vezes, o pai chega em casa e dedica tempo ao filho assistindo a algum vídeo no YouTube com ele. Isso não serve para desenvolver um elo verdadeiro. São duas mentes
separadas, consumindo o mesmo produto, mas recebendo a informação de forma diferente, sem trocar nada (ou quase nada) entre si. Isso acontece porque muitos pais não conseguem pensar em brincadeiras e atividades. O livro é uma ferramenta pronta para pais e mães reaprenderem a brincar juntos e, assim, serem capazes de tirar essa geração (pelo menos um pouco) da frente do celular. É um começo. Um bom começo.

Marcos Mion (Foto: reprodução/instagram)


 

MARCOS MION É APRESENTADOR DE TV, ATOR, FISICULTURISTA E EMPRESÁRIO, CASADO COM SUZANA GULLO E PAI DE ROMEO, 14 ANOS, DONINHA, 10, E TEFO, 9


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New video by Little Baby Bum em Português on YouTube

Buster e o Lava-Jato | Fantasias | Desenhos Animados | Little Baby Bum em Português
Inscrever-se ► https://www.youtube.com/channel/UCbcL7DLAdd6beWdh2GAnqmA?sub_confirmation=1 Vem assistir mais Little Baby Bum ► https://www.youtube.com/watch?v=-wIldBUxZ04&list=PLnwQLyuY2kmfYNEolZDMcQBBImpXl1xdE Canções de Animais ► https://www.youtube.com/watch?v=qdwKNA461LQ&list=PLnwQLyuY2kmcvtXgzU6m_jEjMzhn3rWTJ ABC e 123 ► https://www.youtube.com/watch?v=_bVwBUfCP6g&list=PLnwQLyuY2kmdo37Ybv-Zb-zVHnSUlTU3T © El Bebe Productions Limited


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Friday, February 21, 2020

Mãe de sete: "Acolha o choro do seu filho"

Acolha o choro do seu filho (Foto: Getty Images)


 

Vou falar sobre a adaptação escolar, mas antes preciso falar do choro que sempre vem: o do seu filho e o seu.

Se tem uma frase que nunca fez sentido para mim e que eu mais escuto em todos os lugares é “não precisa chorar!”. Como não precisa, se estou chorando? Como não precisa, se é algo quase incontrolável? Chorar é liberar o que está preso, é expressão, é comunicação. Engolir o choro, além de ser doloroso demais, adoece.

Sabe qual é o problema? É que escutamos tanto isso, que achamos que é normal, que é assim que se faz, que choro é sinal de fraqueza da criança e sinal de falha dos pais. Choro significa, para muita gente: “tem erro aqui, a gente precisa consertar, e rápido!” De tudo é feito para se calar o choro, quase insuportável! Você já parou para pensar por que é tão difícil ouvir o outro chorar?

Há poucos dias, uma seguidora me disse que o pai dela, por quem era apaixonada, faleceu. Desde então, ela não conseguia derramar uma lágrima - e como ela sofria com isso. Minha pergunta foi: o que chorar significa para você? E ela rapidamente respondeu “fraqueza”. A adulta não se permitia mais chorar!

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Precisamos olhar para isso de um outro jeito, como um momento de desabafo, de comunicação e de força!

E, voltando ao assunto adaptação escolar, a gente precisa entender e acolher. Algumas dicas de uma mãe que já adaptou sete filhos:

• Você escolheu a escola! Deve ter visitado, conversado, pesquisado. Confie na sua escolha, confie nos profissionais. Se você estiver insegura, onde seu filho vai buscar segurança para enfrentar o novo?

• Fale com eles sobre a escola antes do início das aulas, e se puder, leve-os para visitar. Fale com animação! É um passo alegre, não uma despedida!

• Incentive desde sempre a autonomia, a independência, eles vão precisar!

• Sobre os menores, a gente fica com eles no começo, certo? Vai se afastando aos poucos, confiando, mas não saia da vista dele, quando for sair, avise.

• NUNCA desapareça! NUNCA saia sem se despedir.

• Não compare seu filho. Algumas crianças irão dar tchau no primeiro minuto e outras levam meses para se adaptar. Isso não quer dizer que você fez algo errado, isso são perfis diferentes. Está tudo bem.

• Se puder coloque seu filho no chão, evite que a professora retire do seu colo.

• Confie no processo!

• E para terminar: acolha o choro. Sempre! Diga que está tudo bem chorar. Abrace, deixe ele respirar e avance mais um pouco. Vai dar certo!


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Menina de 4 anos sai sozinha da escola. “Ela atravessou quatro ruas bem movimentadas”, diz mãe

Menina sai sozinha da escola (Foto: Arquivo pessoal)

 

Ir para a escola Maria Alves Doria Profa Emei, em Osasco, já faz parte da rotina da pequena Lara, de 4 anos. Como de costume, o avô Juvêncio Melo sempre levava a menina até a sala de aula. No entanto, na última semana foi orientado a deixá-la no pátio, onde crianças fariam o lanche. Para surpresa da família, Lara conseguiu sair da escola sozinha sem que os educadores percebessem.

“Não sabemos o momento que a Lara saiu. Ela disse que pegou sua bolsa e fez o caminho para voltar para casa. São quatro ruas bem movimentadas”, diz a mãe Carla Souza. Felizmente, a menina foi encontrada por uma amiga de Carla, que a avisou do ocorrido. A mãe, que é recepcionista, ainda estava no trabalho quando recebeu a notícia por volta das 9 horas da manhã.

Após pedir dispensa do trabalho, Carla foi até a casa da amiga buscar a filha. Segundo a mãe, Lara estuda nesta Emei há três anos e nunca fez nenhuma reclamação da escola. Naquele dia, a menina lhe disse que queria ir para casa e por isso saiu desacompanhada. “Perguntamos para Lara como ela atravessou a rua e ela disse que olhou para um lado para o outro e como não vinha carro atravessou”, explica a mãe.

Apesar de não saber exatamente como a filha saiu, Carla suspeita que houve uma confusão no dia, pois o portão da entrada ficou aberto e os professores estavam distraídos, entregando o uniforme escolar. É possível que Lara tenha saído neste momento.

Carla tentou conversar com a escola, mas a direção não soube lhe informar o que aconteceu. Os funcionários não perceberam a ausência da menina. A mãe fez um boletim de ocorrência. “Felizmente, a Lara está tranquila. Nós conversamos com ela sobre a situação e explicamos que não é certo sair da escola sozinha. No entanto, eu queria muito que ela mudasse de Emei”, diz.

Nota da Secretaria da Educação

O fato é verídico infelizmente. A Secretaria de Educação já está tomando as providências como abertura de Processo Administrativo de Sindicância, que apurará a negligência ocorrida na unidade educacional com as devidas sanções. Importante salientar que isso não ocorre nas escolas municipais da cidade.

Todos os profissionais são orientados e treinados a cuidar do bem-estar das crianças/estudantes. A ocorrência citada, uma infeliz eventualidade, está sendo tratada com o cuidado que merece.



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Thursday, February 20, 2020

Doação de leite materno: Ministério da Saúde alerta sobre baixo nível de estoque

Doação de leite materno (Foto: Getty Images)


 

Você conhece a doação de leite materno? O Brasil apresenta a maior rede de bancos de leite no mundo, mas sofre com a falta de doações nos primeiros meses do ano. No período de férias escolares e feriados, o nível dos bancos abaixam, colocando em risco diversos bebês.

Este é um assunto que, infelizmente, se mostra pouco presente em pré-natais, consultas médicas e maternidades. A retirada do leite em excesso deve ser realizada no começo da amamentação pois, com o fim da licença maternidade, a ansiedade e a falta de tempo podem se tornar obstáculos da extração, atrapalhando possíveis doações.

Apesar da falta de leite nos bancos, a doação não é um processo difícil. Qualquer mãe amamentando, saudável e que não esteja fazendo uso de medicamentos que possam interferir na amamentação, pode doar.

Segundo a enfermeira e consultora em aleitamento materno, Cinthia Calsinki, a mãe poderá usar as próprias mãos, a bomba manual ou a bomba elétrica para a extração. A última acaba sendo a escolha da maioria, por ser mais prática e por estimular a produção do leite, importante para as mulheres que apresentam uma baixa produção. A extração é realizada de forma normal, é apenas necessário despejar em um recipiente.

- Como extrair o leite e oferecer ao bebê no copinho ou na colher?

A higienização das mãos e das mamas são essenciais na hora do processo. A limpeza das peças utilizadas também é uma etapa importante e deve acontecer imediatamente após o uso, para não contaminar o leite que será doado.

No Brasil, a orientação de armazenamento do leite que será doado, divulgada pelo Ministério da Saúde, é de mantê-lo "cru" até 12 horas na geladeira ou no freezer até 15 dias. Potes de vidros são os instrumentos mais adequados para este processo, ele não precisa estar cheio de leite para ser aceito pelo banco. Anote a quantidade, data e hora em que o leite foi extraído para ter um controle da sua produção. Para descongelar, o ideal é que seja na geladeira de forma gradual e para aquecer o leite, apenas com banho maria.

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Para finalizar o processo, entre em contato com um banco de leite mais próximo pela Rede Global de Bancos de Leite Humano da Fio Cruz, para entrega pessoal ou coleta domiciliar do leite. Para mais informações ligue 136 ou acesse a Cartilha para a mãe trabalhadora que amamenta do Ministério da Saúde.


 



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@BabyCenter: Not ashamed to say it. 🤣via Amy Weatherly https://t.co/kBO38vAoAS

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@BabyCenter: "After some research it appears that it might be a miracle so many of us actually survived #childhood, especially with our past in #car #seat #safety devices." #carseats #infantsafety #buckleup https://t.co/RvA4cgu9x8

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Vídeo flagra criança abraçando o entregador de pizza

O entregador Ryan Catterson foi surpreendido com um abraço do pequeno Cohen (Foto: Reprodução/Facebook)


 

Uma câmera acoplada na campainha de uma casa, em Rhode Island, nos Estados Unidos, gravou um momento daqueles que preenche o coração.

Lindsey Sheely pediu uma pizza como faz semanalmente. Quando o entregador Ryan Catterson chegou com a entrega, ele tocou a campainha, entregou o pedido e disse: “Aproveite a sua pizza”.

Instantes depois, Cohen, 2 anos, filho de Lindsey, sai pela porta, se despede do entregador e faz questão de abraçá-lo.

Sheely compartilhou o doce momento nas redes sociais para aquecer os corações das pessoas. Só que o vídeo chegou ao entregador Catterson e Lindsey descobriu que ele havia perdido a sua filha de 16 anos na última semana. Ela teve um mal súbito e faleceu.

Para Catterson, o abraço de Cohen foi como uma benção. "Isso realmente significou muito para mim", disse.

A publicação de Sheely também incluiu um link para uma página do GoFundMe criada para cobrir as despesas de funeral da jovem de 16 anos.

 



from Crescer https://revistacrescer.globo.com/Familia/noticia/2020/02/video-flagra-crianca-abracando-o-entregador-de-pizza.html

Vídeo: bebê de 1 ano impressiona web ao soletrar letras do alfabeto

Antonella, 1 ano e 2 meses, soletra letras do alfabeto (Foto: Reprodução Facebook)

 

No vídeo, enquanto a filha, Antonella, brinca, o pai, Reginaldo Augusto Gonçalves, 29 anos, mostra algumas letra e pergunta quais são. Uma a uma, a menina vai respondendo: "B", "A", "O", "M", "T", "S". A brincadeira poderia passar despercebida se não fosse por um detalhe: Antonella tem apenas 1 ano e 2 meses. Em apenas uma semana, as imagens postadas pela mãe, Nayelen Karine Soares Gonçalves, 26, de Cacoal, em Rondônia, teve mais de 320 compartilhamentos e 8 milhões e meio de visualizações. "Chocado", escreveu uma pessoa. "Que linda! Super inteligente!", comentou outra.

+ Como conversar com seu filho, de acordo com a idade

Em entrevista à CRESCER, a mãe contou que a filha ainda não vai para a escola: "Cuido dela em tempo integral". Mas, então, como a pequena aprendeu tão rápido? "Não sei dizer ao certo quando ela aprendeu, mas ela tem essas letras de E.V.A. desde os três meses. Então, quando ela começou a pegar os objetos, eu já dava as letrinhas nas mãos dela. Mais tarde, começamos a identificar as letras para ela, mas acredito que Antonella começou a aprender mesmo por volta dos 7 ou 8 meses. Aqui em casa, também a deixamos ver desenhos educativos de cores, letras, formas geométricas... Num certo dia, ela foi no tapetinho, buscou uma letra, voltou e falou 'T'. Então, a partir desse momento, começamos a incentivar ainda mais, pois notamos que ela não estava apenas brincando, mas também aprendendo. Pedimos para ela buscar determinada letra ou pegamos letras aleatórias e perguntamos qual é", conta.

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Mas a mãe conta que a filha ainda não sabe todas as letras. "Quase todas, mas ela tem dificuldade para pronunciar algumas", diz. "Antonella ainda fala poucas palavras, mas já aprendeu a identificar alguns animais e partes do corpo. Para a gente, até então, era tudo normal. Depois da viralização do vídeo, vimos que talvez ela tenha mais facilidade que outras crianças", diz. Outra habilidade que Antonella começou cedo foi andar. "Ela deu os primeiros passos com dez meses e não parou mais", completa. Sobre o vídeo, a mãe disse que não imaginava tanta repercussão. "Até nos assustamos. Postei na inocência mesmo", finalizou. 

Assista, abaixo, o vídeo que viralizou nas redes sociais (se não conseguir visualizar, clique aqui).

O QUE A CIÊNCIA DIZ?

Uma pesquisa de 2018 feita pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, com 144 bebês de idades entre 1 ano e 1 ano e meio que ainda não falavam, mostrou que as crianças aprendem, ou seja, exercem o raciocínio lógico, antes mesmo de começar a falar. A neuropediatra Karina Weinmann, da Clínica Neurokinder, em São Paulo, ressalta que essa capacidade precoce de raciocínio pode ser reflexo da grande oferta de estímulos dados aos bebês. "Por exemplo, tem pesquisa mostrando que ler para primeira infância, ou seja, antes dos 3 anos, aumenta o repertório de conhecimento da criança e consequentemente a sua capacidade cognitiva e enriquece seu vocabulário", comenta.

Por outro lado, a neuropsicóloga Deborah Moss, explica que saber identificar as letras não significa que a criança saiba o significado de cada uma. "Ela pode relacionar como se fossem desenhos, como cantar uma música, resultado de um superestímulo dos pais ou irmãos mais velhos. Hoje em dia, o mundo letrado está sendo apresentado mais cedo, com livros, tecnologia... Mas uma coisa é repetir as letras e outra é alfabetização", afirma. 

Segundo a especialista, existem avaliações neurospsicológicas pra determinar se uma criança tem altas habilidades, mas, para isso, é necessário um encaminhamento da escola. "Isso é importante para definir como será o aprendizado dessa criança, se ela vai precisar de um trabalho de inclusão, para que não perca o interesse pelos estudos e o trabalho seja adaptado. Mas tem que tomar cuidado para não rotular as crianças, pois uma coisa é seu filho mostrar um potencial além da idade e outra é ele apenas gostar de letras e repetir os nomes delas. São situações diferentes", alerta.

+ Atividades físicas ajudam a exercitar o cérebro também, diz pesquisa

Antonella com os pais, Nayelen e Reginaldo (Foto: Arquivo pessoal)

 



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@BabyCenter: Death is one of the hardest subjects to broach with #children, especially when you're struggling to deal with your own #sorrow. But #death is also an inescapable part of life, and children want to understand it and find ways to #grieve that feel natural. https://t.co/kKRH6sofGf

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Cão salva criança perdida na mata

O cão seguiu e protegeu o garoto (Foto: Reprodução/Facebook)


 

Dizem que os cães são os melhores amigos do homem. Para essa família de Suwannee, há 150 quilômetros ao sul da fronteira com a Geórgia, nos Estados Unidos, essa máxima é muito verdadeira.

O cão seguiu e protegeu o garoto (Foto: Reprodução/Facebook)


 

A polícia da cidade recebeu uma ligação de uma mãe desesperada. Ela havia deixado seus filhos brincando no quintal quando o caçula desapareceu, assim como o cão da família, o pitbull Buddy.

Os investigadores começarama busca quando um vizinho relatou em uma ligação que havia encontrado um garoto e um cachorro na floresta perto de sua casa. Ele disse ainda que havia tentado se aproximar da criança, mas foi impedido pelo cão que está o protegendo.

“Felizmente, conseguimos reunir o garoto e sua mãe graças ao "melhor amigo do homem" e um vizinho alerta”, escreveu na página da polícia em uma rede social.

Você conhece outras histórias como essa?



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Coronavírus e gravidez: o que se sabe até agora

Coronavírus



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New video by Super Simple Songs - Kids Songs on YouTube

Super Simple Songs featuring the Super Simple Monsters!
Get the Super Simple App for iOS! ► apple.co/2nW5hPd Get up and sing, dance, clap, hop, and stomp along with the Super simple Monsters in this fun collection of kids songs and nursery rhymes from Super Simple Songs! This collection includes the following videos featuring the Super Simple Monsters: 0:05 - Open Shut Them #4 2:13 - Apples & Bananas 5:16 - Are You Hungry? 7:07 - What's This? What's That? 8:46 - When The Band Comes Marching In 12:03 - Open Shut Them #2 14:25 - Brush Your Teeth 16:31 - How Many Fingers? 19:14 - Rock Scissors Paper #4 21:17 - The Alphabet Is So Much Fun 23:12 - Down By The Bay 25:38 - Down By The Bay #2 28:11 - Down By The Bay #3 30:35 - Take Me Out To The Ball Game PARENTS AND TEACHERS: Thank you so much for watching Super Simple Songs with your families and/or students. If your young ones are watching without supervision, we recommend some of the following viewing options: ► YOUTUBE KIDS -- http://bit.ly/You-Tube-Kids Designed to make it safer and simpler for young ones to watch online video, YouTube Kids includes a suite of parental controls so you can tailor the experience to suit your family’s needs. ► DOWNLOAD -- http://bit.ly/SuperSimpleShop Videos from all Super Simple channels are available for purchase at the Super Simple online shop. You can also find some DVDs there. ► AMAZON VIDEO Are you an Amazon Prime member? Watch Super Simple videos ad-free on Amazon Prime Video. Just search for “Super Simple.” ► KHAN ACADEMY KIDS -- http://bit.ly/KhanKids-App Super Simple has partnered with Khan Academy on their latest app designed for preschoolers. You’ll find Super Simple Songs worked into the curriculum throughout the app. ► PLAYKIDS -- http://bit.ly/Play-Kids Do you have the PlayKids app? You can find many of our Super Simple Songs and programs in the app! FREE SUPER SIMPLE TEACHING RESOURCES: http://bit.ly/SSFree-Resources SOCIAL MEDIA: Super Simple Newsletter Sign Up: http://bit.ly/SuperSimpleSignUp Facebook: http://bit.ly/SuperSimpleFacebook Instagram: http://bit.ly/SuperSimpleInsta Twitter: http://bit.ly/SuperSimpleTwitter Pinterest: http://bit.ly/SuperSimplePinterest ***** Super Simple Songs® and Super Simple Learning® are registered trademarks of Skyship Entertainment Company. #nurseryrhymes #kidssongs #childrensmusic #supersimplesongs


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Eu amo músicas de sorvete e feliz dia dos namorados | Little Baby Bum em Português
Inscrever-se ► https://www.youtube.com/channel/UCbcL7DLAdd6beWdh2GAnqmA?sub_confirmation=1 Vem assistir mais Little Baby Bum ► https://www.youtube.com/watch?v=-wIldBUxZ04&list=PLnwQLyuY2kmfYNEolZDMcQBBImpXl1xdE Canções de Animais ► https://www.youtube.com/watch?v=qdwKNA461LQ&list=PLnwQLyuY2kmcvtXgzU6m_jEjMzhn3rWTJ ABC e 123 ► https://www.youtube.com/watch?v=_bVwBUfCP6g&list=PLnwQLyuY2kmdo37Ybv-Zb-zVHnSUlTU3T © El Bebe Productions Limited


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Wednesday, February 19, 2020

#Ofuturoéhoje: o que seu filho típico precisa saber sobre meu filho atípico

Andrea Werner e Theo (Foto: Arquivo pessoal)

 

Um futuro melhor, com mais igualdade, justiça e prosperidade para todos começa com a maneira com que educamos nossos filhos hoje. Nesta reportagem, que faz parte da série #ofuturoéhoje, a jornalista e colunista da CRESCER, Andrea Werner, aponta cinco coisas que gostaria que crianças com desenvolvimento típico soubessem sobre seu filho Theo, 11 anos, que está no espectro autista. Confira:

1. Acima de tudo, meu filho também é uma criança.
Independente das diferenças e da deficiência que tenha, ele sempre vai ter mais semelhanças com qualquer outra criança do que diferenças. Sempre vai ter uma forma de os pequenos brincarem juntos e interagirem - e é isso que deve ser reforçado no diálogo dos pais com os filhos.

2. Ele não é "esquisito".
Uma vez, aqui no meu prédio, havia duas crianças dentro da piscina e, quando o Theo entrou na água, percebi que uma delas fez cara feia. O pai estava fora da piscina, lendo e vigiando, enquanto brincavam. Uma terceira criança chegou e foi entrar ao lado do Theo. Então, um dos meninos que já estava na água gritou: "Não entra aí, que esse menino é esquisito". E o pai da criança que estava perto fingiu que não ouviu nada, não se manifestou. Eu na hora falei para o menino: "Ele não é esquisito, ele só é diferente". Se fosse meu filho que fizesse uma indelicadeza dessas, eu chamaria a atenção na hora. É questão de boa educação, falaria para pedir desculpas. Porque quando você não faz nada, incentiva um comportamento que exclui. Isso não é educar para a diversidade e machuca as pessoas.

Andrea e Theo (Foto: Arquivo pessoal)

 

3Meu filho é diferente - e o seu também. Não existem duas pessoas iguais.
Algumas pessoas andam com as pernas, outras com cadeira. Alguns falam, outros se expressam com gestos. E o mundo é melhor e mais rico com isso! Quando crescem convivendo com o diferente, como é o caso da minha sobrinha, as crianças compreendem isso de uma maneira muito clara. Em nenhum momento, ela trata o Theo como se ele tivesse algum problema; ela encara como o "jeito dele" e os dois sempre encontram uma forma de se divertirem juntos.

4. Conviver com meu filho diferente pode ensinar muito para ele.
Mesmo que meu filho não fale, o seu pode entender o que ele está sentindo pelos barulhinhos que ele faz e e também pelas expressões. É só prestar atenção, que é possível interpretar esses sinais. Quando crescem acostumadas com a diversidade, as pessoas se tornam perceptivas, habilidosas no convívio social e empáticas.

5. Juntos, nossos filhos podem construir um futuro melhor.
A geração dos pais em que me incluo tem preconceito com deficiência, que é o que chamamos de capacitismo. Não crescemos com colegas com deficiência, na época era muito tabu, as pessoas com deficiência de qualquer idade ficavam isoladas, institucionalizadas ou eram trancadas dentro de casa. É natural que a gente tenha crescido com essa rejeição, mas não precisa ser assim. Temos que agir com nossos filhos quando são pequenos para que cresçam acostumados à diversidade e sejam adultos melhores do que somos. 

 

 



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Policial se sensibiliza com menina que perdeu o pai e a leva para baile da escola

Segurança leva menina para (Foto: Nicol J. Harvey)

 

A pequena Avey Cox, de 8 anos, perdeu o pai Corey Cox recentemente."Eles eram muito próximos.", disse a mãe da menina, Angelia Bernard ao Today ParentsA situação se tornou ainda mais complicada com a proximidade do baile da escola, no Arkansas (EUA). Na festa, haveria uma dança "pai e filha" e Avey estava triste, porque não tinha alguém para levá-la. 

No entanto, para a sua surpresa o agente de segurança da escola, Nick Harvey, se sensibilizou com sua história. Como suas três filhas já estão grandes, ele não teria mais a oportunidade de dançar com elas. Foi então que ele recebeu um e-mail de seu superior Jamie Hammond sugerindo que os funcionários da escola entrassem com as crianças que perderam o pai. 

Nick adorou a ideia e recebeu a missão de entrar com a pequena Avey Cox. "Comprei uma nova gravata e lenço para combinar com o vestido dela", disse o oficial ao Today. "Toda vez que a via na escola, ela me lembrava quantos dias faltavam até o baile". 

Para a ocasião especial, Nick e outros cinco pais alugaram uma limusine e levaram as meninas para o baile que aconteceu no dia 10 de fevereiro. "Durante a festa, uma menina perguntou a Avey se eu era o pai dela. Ela respondeu: 'Não, este é o agente da escola'. Olhei para Avey e depois pensei: Eu sei que ela não é minha filha, mas por algumas horas parecia que ela realmente era. Nós realmente nos tornamos melhores amigos". Após o evento, as crianças foram comer pizza para comemorar.

 

 



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Confira os 10 melhores países para as crianças crescerem

carinho, cuidado, pais, criança, (Foto: Pexels)

 

Na última terça-feira (18), o jornal científico The Lancet publicou um relatório com o rank dos 10 melhores países para as crianças serem criadas, com base na análise de 180 nações. Os pesquisadores analisaram dados referentes à saúde das crianças, à proteção do meio ambiente e também se os países têm políticas para evitar que as crianças sejam alvos de práticas comerciais enganosas, como a intensa publicidade infantil. O Brasil está distante dos países desenvolvidos, ocupando a 90ª posição. 

Segundo os pesquisadores, apesar das melhorias dos últimos anos com relação à nutrição e à educação das crianças, os pequenos ainda enfrentam um futuro incerto. Problemas como mudanças climáticas, degradação ecológica e desigualdade social ainda não foram superados. Felizmente, alguns países conseguiram ter bons resultados em relação à proteção de suas crianças e foram bem avaliados pelos pesquisadores. Confira abaixo as nações que se destacaram: 

1. Noruega 

2 Coreia do Sul 

3. Holanda

4. França 

5. Irlanda 

6. Dinamarca 

7. Japão 

8. Bélgica 

9. Islândia 

10. Reino Unido 

O estudo trouxe algumas surpresas. Os Estados Unidos, por exemplo, não estão na lista dos 10 melhores e ocupa a 39ª posição. Como os EUA, enfrentam taxas altas de obesidade e estão sujeito a mudanças climáticas significativas, é possível que esse cenário tenha impactado negativamente seu resultado na lista, segundo o Inverse, veículo científico

Para os pesquisadores, as mudanças climáticas poderão levar as crianças a desenvolveram uma série de problemas de saúde. Com o aumento da poluição, por exemplo, os pequenos podem estar mais suscetíveis a doenças como a asma. O aumento da temperatura também é um fator preocupante, já que pode impactar a produção agrícola e consequentemente na qualidade dos alimentos que as crianças consomem. 

O objetivo do relatório é alertar as nações para que as crianças estejam no centro das políticas de desenvolvimento sustentável. 

 



from Crescer https://revistacrescer.globo.com/Criancas/noticia/2020/02/confira-os-10-melhores-paises-para-criancas-crescerem.html

Tuesday, February 18, 2020

Brasileiros desenvolvem leite materno em pó

Leite em pó (Foto: Pexels)

 

O leite materno é o alimento mais completo e que atende todas as necessidades nutricionais e de sais minerais das crianças até os 6 meses. Além disso, é essencial para o sistema imunológico e favorece a microbiota dos bebês. É recomendado pela OMS como alimento exclusivo até os 6 meses e como complemento até os 2 anos ou mais. 

Quando retirado da mama, o alimento é altamente perecível e deve ser armazenado em refrigerador, o que acaba sendo um processo bastante complexo, principalmente para crianças que dependem do alimento dos Bancos de Leite.

Foi pensando em como melhor o armazenamento e transporte desse alimento entre os Bancos de Leite para que ele atenda mais crianças, que o professor Jesuí Vergílio Visentainer e a nutricionista Vanessa Javera, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da Universidade Estadual de Maringá (UEM), desenvolveram uma técnica que une a liofilização e “spray drying” (secagem por pulverização) para transformá-lo em pó.

Por este feito, Jesuí e Vanessa foram os ganhadores da 19ª edição do Prêmio Péter Murányi, na área de alimentos. Criada em 1999, a Fundação Péter Murányi tem por objetivo reconhecer e premiar trabalhos que, de forma inovadora, melhorem a qualidade de vida das populações em desenvolvimento.

O leite humano em pó não só facilitaria o armazenamento, pois ele não precisará ficar em freezer, como também melhoria o transporte para os Bancos de Leite em todo o Brasil, atendendo mais crianças que necessitam. Ele pode ser coletado em um local e ser transportado para o outro bem longe porque, inclusive, a sua durabilidade também é maior.

Isso sem contar com a economia de energia e o risco baixo de contaminação, tornando o alimento seguro para os bebês. 

 

 

 

 



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Guia ajuda pais a preparar emocionalmente os filhos para a escola

Elementary school kids sit on floor looking up at teacher (Foto: Getty Images/iStockphoto)

 

Enquanto algumas crianças se adaptam à rotina escolar quase imediatamente, outras sofrem mais para entrar no ritmo. Com o intuito de descobrir o que está por trás dessa diferença entre os pequenos, pesquisadores da Faculdade de Educação da Universidade de Oregon, Estados Unidos, fizeram uma revisão de estudos sobre o tema e criaram um guia para ajudar os pais a incentivar os comportamentos necessários para as crianças se saírem bem na educação infantil.

"Nós combinamos as descobertas teóricas relacionadas à regulação das emoções na primeira infância com a pesquisa aplicada da psicologia escolar", disse a pesquisadora Nicole Giuliani, uma das autoras do estudo publicado neste mês na revista científica Emotion. "Um dos aspectos únicos deste artigo é falar para os pais como usar estratégias de regulação emocional para apoiar os filhos".

De acordo com os pesquisadores, a capacidade de conseguir reconhecer as próprias emoções e a utilização de estratégias eficientes para regulá-las é o principal indicador de que crianças de 2 a 5 anos se adaptarão com facilidade ao ambiente escolar. Essas características também contribuem, segundo o estudo, para uma relação positiva entre adultos e pequenos mesmo diante de situações potencialmente frustrantes.

Os anos na Educação Infantil, apontam os pesquisadores, são o período em que funções executivas do cérebro se desenvolvem e as crianças se tornam capazes de inibir comportamentos indesejados, manter a atenção e concentração e começar a consolidar memórias. "Saúde mental na escola é um assunto em alta hoje em dia”, disse em nota Ellie Harrington, co-autora do estudo. “Estamos vendo mais violência nas escolas e as pessoas estão reconhecendo que não estamos apoiando a saúde mental e as necessidades emocionais das crianças nesse ambiente como deveríamos, As crianças emocionalmente despreparadas para a escola geralmente enfrentam rejeição dos colegas, relacionamentos negativos com os professores e tem mais risco de abandonar os estudos”.

Para que as crianças desenvolvam as habilidades emocionais necessárias para lidar bem com a escola, os pesquisadores recomendaram quatro estratégias principais para os pais aplicarem no dia a dia:

- Exponha as crianças ao vocabulário relacionado às emoções, classificando o que seu filho e outras pessoas estão sentindo de forma clara. Exemplo: “Você deixou seu amigo muito feliz ao dividir o brinquedo! Olha o sorrisão dele!”

- Treine as crianças para usarem estratégias que ajudam a regular as emoções. “Esse quebra-cabeças é complicado. Parece que você está ficando brava e frustrada. Vamos respirar fundo e tentar de novo”.

- Seja o modelo de como lidar com as emoções utilizando linguagem e formas de agir apropriadas. “Obrigada por me dizer que você ainda não está preparado para compartilhar o lápis de cor verde. Vou usar o lápis vermelho enquanto espero a minha vez”.

- Elogie seu filho quando ele tentar usar estratégias para regular as emoções. “Nossa! Que incrível você ter tentado construir a torre mesmo tendo ficado bravo quando ela caiu pela primeira vez”.



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Fernanda Machado pega gripe na gravidez. O que fazer quando isso acontece?

Fernanda Machado à espera do segundo bebê (Foto: Reprodução/ Instagram)

 

Fernanda Machado, que é mãe de Lucca, 4 anos, e espera seu segundo bebê, está passando por algo que afeta várias mães: uma gripe em plena gestação. Em seu perfil no Instagram, a atriz conta que, provavelmente, pegou o vírus ao cuidar do primogênito, que foi afetado primeiro. "Repouso segue dobrado por aqui... Além da placenta prévia, estou agora com a segunda gripe dessa gravidez... Na gravidez do Lucca, não tive nem uma gripinha, foi tão bom! Mas agora tenho um sapequinha de 4 anos e meio que vira e mexe volta da escola com uma gripinha. Estamos em pleno inverno por aqui, bem no auge da temporada da gripe. Semana passada, Lucca pegou uma gripinha, o que, para ele, significa, dois dias de nariz escorrendo e um pouquinho de febre. Nem tosse teve. E eu, cuidando dele o dia todo, é claro que acabei pegando, né? Infelizmente, quando pego gripe é uma batalha para não virar sinusite", contou.

Se você, assim como ela, já sofreu ou está sofrendo uma gripe na gestação, sabe como é ainda mais incômodo. Além de todos os sintomas naturais da gravidez, é preciso encarar nariz congestionado, às vezes dores no corpo, dor de cabeça, tosse, dificuldade para respirar, garganta arranhando... Isso tudo com uma restrição enorme para tomar algum medicamento que alivie, justamente por causa do bebê. Antigripais, por exemplo, são proibidos nesta fase, já que contém vasoconstritores e podem causar taquicardia e queda da pressão arterial – o que pode interferir na quantidade de oxigênio que seu filho recebe. "Estando grávida, estou fazendo de tudo pra não tomar remédio algum, to aqui só nas alternativas naturais...", escreveu Fernanda.

O que fazer, então?

Fernanda está em repouso duplo, por conta da placenta prévia e da gripe (Foto: Reprodução/ Instagram)

 

GRIPE NA GRAVIDEZ: COMO ALIVIAR?

Em primeiro lugar, converse com o seu obstetra e jamais tome qualquer medicamento por conta própria. Além dos antigripais que estão proibidos, os descongestionantes nasais, que parecem inofensivos, também são contra-indicados pelo mesmo motivo dos remédios contra a gripe e devem ser substituídos pela inalação com soro fisiológico. Se você não tiver um inalador, faça a lavagem do nariz com o produto.

Vale lembrar que, na gravidez, cada sintoma deve ser tratado separadamente. Para dores de cabeça, no corpo e febre, é preferível a indicação do paracetamol em doses adequadas (com prescrição do médico, claro), que não interfere na pressão arterial e pode ser tomado por um período mais longo. A vitamina C em suas diferentes formas também é uma boa aliada. Ela não age sobre a gripe, mas melhora a imunidade da gestante. Você pode tomar um comprimido por dia em qualquer período da gravidez. O mesmo vale para o própolis e mel, que são expectorantes naturais.

 

E, assim como acontece na prevenção, dieta variada, líquidos e repouso são fundamentais para ajudar você a se recuperar. Muitas vezes, uma boa noite de sono é mais revigorante do que muitos remédios por aí, você sabe bem. Por fim, não se preocupe com o bebê. Mesmo que você esteja se sentindo mal, ele está protegido do vírus dentro do útero. Fundamental mesmo é tratar a gripe para que ela não evolua para uma infecção mais grave, como pneumonia, sinusite ou faringite. Nesses casos, sim, seu bebê pode estar em risco.

Fernanda e o pequeno Lucca (Foto: Reprodução/ Instagram)

 

Fontes: Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz (SP) e Alessandra Bedin, ginecologista do Hospital Israelita Albert Einsten (SP)

 

 



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Matrícula na educação infantil cresceu 12,6% nos últimos cinco anos, aponta Inep

escola educação infantil professora alunos ensino (Foto: Thinkstock)

 

Nos últimos cinco anos, o número de matrículas na educação infantil aumentou em 12,6%. É o que apontam os dados do Censo Escolar 2019, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). No ano passado, foram registrados 8.972.778 alunos em creches e pré-escolas. Em 2015, foram 7.972.230 estudantes.

As matrículas nas creches se destacaram. Segundo o Censo Escolar, foram 167,8 mil registros a mais em 2019 do que em 2018, um aumento de 4,7%. Em 2015, as matrículas em creches cresceram 23,2%.

A rede municipal de ensino concentra a maior parte das matrículas da educação infantil: 71,4%. Em seguida, vem a rede privada com 27,9% do total. Das matrículas da rede privada, 29,4% pertencem a instituições particulares, comunitárias, confessionais e filantrópicas conveniadas com o poder público.

Região

O levantamento indica que 10,5% das matrículas encontram-se na zona rural, e a quase totalidade (96,8%) das matrículas são atendidas por estabelecimentos da rede pública. O censo apontou que 13,2% das crianças que frequentam a pré-escola estão na zona rural e 6,7% estão matriculadas nas creches rurais.

Censo Escolar
O Censo Escolar é uma pesquisa estatística realizada para oferecer um diagnóstico sobre a educação básica brasileira. Coordenado pelo Inep, órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC), o levantamento é realizado em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios.

A pesquisa é declaratória, de abrangência nacional e coleta informações de todas as escolas públicas e privadas, suas respectivas turmas, gestores, profissionais escolares e alunos de todas as etapas e modalidades de ensino.



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Este zumbi engraçado #músicasinfantis #shorts #shortsfeed

Conheça este zumbi engraçado, fofo e maluco! Veja-o dançar a noite toda e arrasar no palco. É assustadoramente divertido! Zumbi bebê dançand...