Fala-se muito sobre Geração X, Geração Y, Geração Z... Mas, cá entre nós: o que esperar para o futuro, vendo nossas crianças tão conectadas virtualmente e tão desconectadas do mundo real? Ando pensando bastante nisso, até porque em casa são três crianças, além de seus grupos de amigos. Questionadores e velozes, com um desejo enorme de evoluir e impactar em seus mini círculos, eles amam tecnologia. Mas precisamos encontrar outras maneiras de ajudar essa turma a enfrentar as tantas etapas da vida que eles ainda têm pela frente. Não estou falando em dar um passo para trás e frear a tecnologia, mas é preciso maneirar no uso.
E isso vale também para os quartos, já que no fim do dia ou na hora da soneca da tarde é para lá que eles vão. Games, telas, luz azul... eles estão cada vez mais presentes também nos quartos e podem afetar até o sono da criançada. Reduzir a frequência dos eletrônicos por lá já é um belo começo. A palavra da vez para essa turma será “combinado”. Que tal conversar com seu filho e colocar no quarto dele um quadro com as regrinhas que dizem quando ele pode usar o videogame ou celular? Esse é apenas um exemplo:
Que tal não incluir a famosa televisão no projeto do quarto da criança? Parece loucura, mas conversando com algumas mamães, tem muitas que adotam a ideia. Assim, a família se reúne na sala, criando momentos de interação e conversa. Esse já é um primeiro caminho para também não instalar o videogame porque, se o seu filho não pediu, já, já ele vai querer um para chamar de seu. Quem duvida?
Vamos também montar um cantinho com muitos livros e almofadões dentro do quarto para estimular a leitura e a imaginação. Criar esse hábito desde cedo é importante para o desenvolvimento cognitivo dos pequenos. E se eles gostam de pintar e desenhar, uma boa dica é criar um espaço “atelier” para soltar a imaginação de vez. Aqui a criança é livre para pintar e, tudo bem, se cair aquela tinta no chão ou na parede. Quanto mais opções positivas, ponto para as crianças conectadas da realidade. Afinal, não é isso que queremos?
Dessa forma, vai ficar mais fácil quando a criançada implorar os 10 minutinhos finais antes de apagar a luz, você aproveita, se aconchega e conta mais uma historinha. Veja só essas ideias e inspire-se!
Anny Burdman Meisler é mãe de Nick, 6 anos, Tom, 3, e Chiara, 1, e vive no mundo da decoração desde sempre. Depois da maternidade, tudo ficou mais colorido e ela mergulhou de cabeça nesse universo. Ideias de como montar o quarto dos sonhos, combinando a realidade com a fantasia dos nossos filhos, são com ela mesmo! Escreva para Anny pelo e-mail redacaocrescer@gmail.com.
Fãs de Mauricio de Sousa, preparem-se! Prestes a completar 60 anos desde a publicação da primeira história da Turma da Mônica, em julho de 1959, a Mauricio de Sousa Produções (MSP) vem investindo cada vez mais em novos projetos e formatos para expandir o universo dos quadrinhos. Com o primeiro filme live-action da turma pronto para chegar às salas de cinema no dia 27 de junho, o estúdio também vai encher os palcos de teatro com a peça 'Brasilis', a partir do dia 29, no Teatro Opus (SP), falando sobre diversidade cultural para crianças.
Em entrevista à CRESCER durante o evento de divulgação do espetáculo, o criador dos personagens mais queridos dos quadrinhos, Maurício de Sousa, e seu filho Mauro Sousa, diretor da peça e da Mauricio de Sousa Ao Vivo, comentam os 60 anos da MSP e o que podemos aguardar dos novos projetos da Turma da Mônica.
Maurício, depois de criar dezenas de personagens que fizeram parte da infância de tantas gerações, como é ver a MSP completando 60 anos de história?
Maurício de Sousa: Nesses momentos que eu vejo que tudo valeu a pena. Os cursos e percurssos pelos quais tive que passar, da implantação do nosso negócio ao desenvolvimento permanente do nosso trabalho. Aos pouquinhos e ao longo desses 60 anos, todo o esforço gerou um crescimento que nos permite que a gente saia das histórias em quadrinhos. Ou melhor, que nós não fiquemos só nelas! Que a Turma da Mônica vá para o teatro, o cinema, o desenho animado, a área social. É importante que entremos nas escolas, trabalhemos com os alunos. Já fomos até para outros países, transmitimos a nossa mensagem. Tudo está valendo a pena, principlamente quando o trabalho é coroado com projetos emocionantes como os que estamos vendo hoje, com o filme Turma da Mônica - Laços e com a peça Brasilis. Felizmente, eu tenho uma equipe de filhos maravilhosa também e que não vai parar por aqui. Não dá pra parar. Modéstia à parte, é tão bonito o que a gente faz...
Para vocês, que tem formado leitores há seis décadas, qual é a importância de, nesta nova peça da Turma da Mônica, discutir a diversidade cultural brasileira com as crianças desta geração?
Mauro Sousa: Essa discussão é extremamente importante, uma vez que ela veio à tona e é comentada a todo momento. As crianças ouvem falar sobre isso de um jeito ou de outro e, sabendo da responsabilidade que nós temos, da voz que temos, achamos importante ter um posicionamento e uma maneira de falar sobre a diversidade do nosso país. O espetáculo Brasilis é a forma que nós encontramos para tratar essa mistura da cultura afrobrasileira, indígena e europeia que está ao nosso redor, no nosso dia a dia. De forma lúdica, fácil, tranquila, divertida, correta, respeitosa e amorosa, a peça conversa com as crianças para valorizar cada uma dessas raízes.
De que forma os pais podem começar a abordar o tema com as crianças?
Mauro: Acho essencial estar cercado de pessoas que não só saibam falar sobre o assunto, mas que vivam essa realidade também. No caso do espetáculo, eu contei com a participação de consultores que me ajudaram a entender e adaptar essas questões para as crianças. O Rafael Calça, autor da graphic novel Jeremias - Pele, nos ajudou a construir uma peça que respeitasse e representasse bem a cultura africana, assim como a Katú Mirim e o Denilson Baniwa contribuiram para a abordagem da cultura indígena. Eu precisava deles ao meu lado para realmente entender como me posicionar e falar da melhor maneira sobre esses assuntos. Eles estão sendo as vozes desta empreitada.
Maurício: Meu conselho é ouvir as histórias que as pessoas têm para contar. Se você quer falar sobre questões indígenas, por exemplo, procure conhecer uma comunidade.
E como é ver a Turma da Mônica orginal ganhar personagens novos e mais diversos?
Maurício: Eu gosto de casa cheia! [risos] Aprendemos muito com isso. E até mesmo a interação entre esses personagens enriquece muito o mundo dos quadrinhos. É uma profusão de informações, de personalidades, de propostas. Tudo isso enriquece muito o nosso trabalho e o nosso estúdio, em todos os níveis.
Em questão de segundos, uma criança pode se acidentar gravemente - e quem é pai, mãe ou cuidador sabe disso. Um vídeo publicado na rede social Reddit é de tirar o fôlego e mostra uma cena que poderia acabar muito mal, se não fosse o reflexo incrivelmente rápido de uma mãe.
As imagens mostram a mulher descendo do elevador com uma criança pequena, que parece ter, no máximo, 2 anos. Em um minuto a criança caminha em direção ao guarda-corpo, que tem barras largas. A criança passa pelo meio e quase cai lá embaixo, mas, rapidamente, a mãe a agarra pelas pernas e a salva.
Em seguida, várias pessoas chegam para ajudar e uma tragédia é evitada.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
A hora de colocar as crianças na cama é uma dificuldade para muitos pais. Por mais cansados que os pequenos estejam, eles nunca aceitam assim, tão fácil, que precisam dormir. Eles sempre querem mais uma história, mais um copo de água, mais uma ida ao banheiro para fazer xixi... Isso quando não saem correndo ou começam a chorar, fazendo birra. Com a norte-americana Cristina Margoli, do PopSugar, era a mesma coisa - até que um dia, tudo mudou.
"Eu sempre ficava frustrada com a hora de dormir e as nossas noites sempre terminavam comigo olhando para o relógio, perdendo a cabeça, quando eu percebia que já estava muito tarde, e gritando com eles para irem para a cama. Era horrível e eu odiava o fato de que a última imagem que meus filhos tinham de sua mãe naquele dia era a minha, gritando como uma louca", escreveu ela. "Uma vez, eu realmente fiquei refletindo sobre isso e percebi o que meus filhos queriam de verdade e aí tudo mudou para melhor", continua.
A solução era, de fato, muito simples. "Eles queriam passar mais tempo comigo", conclui. Na maior parte do dia, as crianças ficam na escola ou em aulas de atividades extracurriculares, enquanto os pais trabalham. Quando chegam em casa, os filhos de Cristina comem algo e depois vão fazer a lição de casa. "Fico ali, ajudando, claro, mas eu não chamaria isso de tempo de qualidade. Depois, nós jantamos, limpamos tudo e, antes que nos demos conta, chegou a hora de ir para a cama. Apesar de eu e as crianças estarmos juntos desde a hora em que eles chegam em casa, não passamos muito tempo conectados, como uma família", analisa.
Então, Cristina decidiu mudar a tática. Depois do jantar, ela separa um tempo para ficar de verdade com os filhos. "Mesmo que isso signifique que a cozinha está uma bagunça", diz. "Eu nunca imaginei que precisaria 'agendar' um tempo de qualidade com meus fihos, mas faço isso.No mundo acelerado e cheio de compromissos em que vivemos, infelizmente, é fácil não enxergar o que é realmente importante em nossas vidas - mas estou mudando isso. Todas as noites, eu e meus filhos brincamos com bonecas, desenhamos e ou fazemos coisas bobas juntos. Não importa o que seja, contanto que meus filhos estejam felizes e passando tempo de qualidade comigo", afirma.
Depois disso, Cristina coloca as crianças na cama, lê uma história e dá um beijo de boa noite. "Eles vão dormir sem reclamar (e na hora certa) e eu deixo o quarto deles com o coração feliz", diz. "Desde que começamos essa nova rotina para a hora de dormir, me sinto melhor como mãe. Quando meus filhos olharem para trás, para a infância deles, quero que se lembrem de momentos felizes e amorosos, em que eles tinham momentos especiais com a mãe deles", conclui.
Quando começou a pensar em que presente dar para o filho, que completaria 8 anos, James Colven passou longe das opções tradicionais como brinquedos e roupas. Em vez disso, ele escolheu o que de mais valioso um pai pode oferecer a uma criança: sua presença. E, de quebra, a oportunidade de ser a pessoa mais jovem a atravessar de bicicleta os Estados Unidos, onde vivem, de costa a costa.
Colven, ciclista profissional, planeja a aventura com o filho, que pediu isso a ele, há dois anos. "Quando ele me falou que queria, eu disse a ele que seria a coisa mais dificil, e mais incrível que ele faria", escreveu o pai, no Instagram. Os dois, então, passaram a treinar intensamente, até a data do início da aventura: 20 de maio. No percurso, eles saíram de Anacortes, em Washington, onde moram, extremo oeste dos EUA, e pretendem chegar à Estátua da Liberdade, em Nova York, na outra ponta, do lado leste. O objetivo é chegar lá em setembro, quando o menino completa 8 anos. Assim, ele ultrapassaria o recorde atual. A pessoa mais jovem a fazer esse caminho tinha 9 anos.
Os dois cheegam a pedalar até 65 km por dia e, segundo o pai, Shepherd gosta e não reclama. Entre uma pedalada e outra, eles param em hotéis ou acampam pelo caminho. O pai relata ainda que eles acabam conhecendo muita gente pelo caminho. Alguns já até os convidaram para fazer refeições em suas casas.
O objetivo principal, que é passarem o tempo juntos, vem sendo cumprido a cada dia. "Agora, somos melhores amigos. Estou aprendendo mais sobre ele e ele sobre mim", relata James.
Se você tem habilidade com a câmera e estará disponível pelos próximos 16 anos, pode ser um bom candidato a preencher essa vaga, criada por uma família britânica. Um casal com três filhos, de 2, 3 e 7 anos, usou o site bark.com para divulgar a procura por um profissional. "Nos ocorreu que ter um filme profissional, em estilo de documentário, seria uma maneira fantástica de celebrar nossa pequena família. Adoraríamos fazer isso nós mesmos, mas como um casal, decidimos que queríamos fazer parte da história, em vez de assistir constantemente nossos filhos pela tela do celular", explica a mãe, no texto.
Em troca, ela oferece um pagamento de 50 mil libras, o equivalente a quase R$ 250 mil, além de moradia sem despesas em uma casa anexa à da família e plano de saúde. O candidato teria que trabalhar três vezes por semana filmando ou editando. "Queremos que os vídeos tenham capítulos divididos por ano, se isso fizer sentido", explica a mulher.
"Sabemos que este é um pedido enorme, porque, essencialmente, estamos pedindo que alguém venha morar conosco, dividir e filmas nossas vidas por anos. Mas esperamos que tenha alguém por aí que enxergue isso como um projeto divertido e uma oportunidade imperdível", escreve.
Eles pedem ainda que a pessoa passe alguns dias com eles antes de acertar tudo, para ver se a conexão dá certo. "Não queremos um estranho filmando nossa família", explica.
No Santa Clara Eco Resort, em Dourado (SP), as comemorações têm pratos tradicionais, barraquinhas e quadrilha.
Preço para o fim de semana a partir de R$ 2.228 + 10%, pensão completa sem bebidas alcoólicas, para casal acompanhado de uma criança entre 3 e 11 anos. Até 2 anos, elas não pagam.
Perto da água
No dia 22, os hotéis da rede Club Med Lake Paradise (SP) e Rio das Pedras (RJ) abrirão a temporada das festas juninas com guloseimas e brincadeiras típicas. Com sistema all inclusive, até o dia 30, a cada dois adultos pagantes, duas crianças (de até 11 anos) não pagam.
O valor para o fim de semana sai a partir de 8 x de R$ 186 por adulto (Rio das Pedras) e 8 x de R$ 155 por adulto (Lake Paradise).
Na serra
No Hotel Village Le Canton, em Teresópolis (RJ), sua família pode aproveitar uma festa junina com comidas, brincadeiras, estação de infláveis e casamento na roça.
O pacote para dois adultos e uma criança (até 12 anos) custa a partir de R$ 1.090 o fim de semana.
What’s Your Favorite Flavor Of Ice Cream? | Kids Songs | Super Simple Songs What's YOUR favorite flavor of ice cream? Sing along with this Super Simple ice cream song for kids: What’s Your Favorite Flavor Of Ice Cream? 🎶What’s your favorite flavor of ice cream? Vanilla! Chocolate! Strawberry! Chocolate chip! Pistachio! Cookies & Cream!🎶 PARENTS AND TEACHERS: Thank you so much for watching Super Simple Songs with your families and/or students. If your young ones are watching without supervision, we recommend some of the following viewing options: ► YOUTUBE KIDS -- http://bit.ly/You-Tube-Kids Designed to make it safer and simpler for young ones to watch online video, YouTube Kids includes a suite of parental controls so you can tailor the experience to suit your family’s needs. ► DOWNLOAD -- http://bit.ly/SuperSimpleShop Videos from all Super Simple channels are available for purchase at the Super Simple online shop. You can also find some DVDs there. ► AMAZON VIDEO Are you an Amazon Prime member? Watch Super Simple videos ad-free on Amazon Prime Video. Just search for “Super Simple.” ► KHAN ACADEMY KIDS -- http://bit.ly/KhanKids-App Super Simple has partnered with Khan Academy on their latest app designed for preschoolers. You’ll find Super Simple Songs worked into the curriculum throughout the app. ► PLAYKIDS -- http://bit.ly/Play-Kids Do you have the PlayKids app? You can find many of our Super Simple Songs and programs in the app! FREE SUPER SIMPLE TEACHING RESOURCES: http://bit.ly/SSFree-Resources SOCIAL MEDIA: Super Simple Newsletter Sign Up: http://bit.ly/SuperSimpleSignUp Facebook: http://bit.ly/SuperSimpleFacebook Instagram: http://bit.ly/SuperSimpleInsta Twitter: http://bit.ly/SuperSimpleTwitter Pinterest: http://bit.ly/SuperSimplePinterest LYRICS: What’s your favorite flavor of ice cream? Well, there’s vanilla and chocolate and strawberry. Chocolate chip, pistachio, and cookies & cream. Birthday cake and mint chip and cookie dough. Peanut butter, cherry, and rocky road. What’s your favorite flavor? What’s your favorite flavor? What’s your favorite flavor of ice cream? Vanilla! Chocolate! Strawberry! Chocolate chip! Pistachio! Cookies & Cream! Birthday Cake! Mint chip! Cookie Dough! Peanut Butter! Cherry! Rocky Road! What’s your favorite flavor? Well, there’s vanilla and chocolate and strawberry. Chocolate chip, pistachio, and cookies & cream. Birthday cake and mint chip and cookie dough. Peanut butter, cherry, and rocky road. What’s your favorite flavor? What’s your favorite flavor? What’s your favorite flavor of ice cream? ***** Super Simple Songs® and Super Simple Learning® are registered trademarks of Skyship Entertainment Company. #nurseryrhymes #kidssongs #childrensmusic #supersimplesongs
Na pressa, muitas vezes uma embalagem de loção corporal ou um frasco de removedor de esmalte podem ser deixados em cima da pia. Parece simples, certo? Entretanto, dados coletados por uma pesquisa mostram que os produtos de higiene pessoal levam uma criança para a sala de emergência a cada duas horas, um alerta para que os cuidados no dia a dia sejam reforçados.
O estudo, conduzido por pesquisadores do Centro de Pesquisas e Políticas de Lesões do Hospital Infantil Nationwide, dos Estados Unidos, descobriu que 64.686 crianças menores de 5 anos foram tratadas nos departamentos de emergência dos EUA por lesões relacionadas a produtos de cuidados pessoais de 2002 a 2016 - o equivalente a cerca de uma criança a cada duas horas.
De acordo com a pesquisa, a maioria das lesões é causada por ingestão do produto (75,7%) ou o contato da substância com a pele ou os olhos da criança (19,3%). Resultando, na maior parte dos casos, em envenenamento ou queimaduras químicas. O removedor de esmalte foi o produto individual responsável pelo maior número de ocorrências.
O maior risco está na facilidade com que as crianças têm acesso a esse tipo de produtos, já que eles são muito utilizados pelos adultos, sendo deixados em locais de fácil alcance, além de terem embalagens simples de serem abertas pelos pequenos.
Confira dicas para tornar seu banheiro mais seguro e evitar esse tipo de acidente:
1 - Guarde os produtos — shampoo, loções para pele e cabelo, removedor de esmalte e outros — em locais altos e, de preferência, em armários trancados, imadiatamente após o uso
2 - Não mude os produtos de recipiente, principalmente por embalagens como garrafa pet ou coloridas, que podem servir para atrair ainda mais as crianças
3 - Chame ajuda caso a criança tenha contato com algum produto. Mantenha o número do Disque-Intoxicação sempre a mão: 0800-722-6001
Há nove anos, assistimos a Woody, Buzz Lightyear, Jessie e seus amigos brinquedos passarem pelo momento mais emocionante de suas vidas. Eles se despediram de Andy, o garoto com quem viveram inúmeras aventuras, e foram entregues à pequena Bonnie, uma menina cheia de energia e vontade de se divertir. Agora, eles voltam em Toy Story 4, que estreia este mês nos cinemas, mostrando que o espírito de amizade e a disposição para se meter em encrencas continuam mais fortes do que nunca.
CRESCER conferiu cenas do novo filme e conversou com o diretor e a equipe da animação nos estúdios da Disney/Pixar em São Francisco (Estados Unidos) para descobrir o que esperar da produção. “Nós amamos o fim de Toy Story 3 e acho que nos sentimos da mesma maneira que o resto do mundo. Mas quanto mais falamos sobre Woody e sua jornada, mais percebemos que não era o fim de sua história. Toy Story 3 foi o fim de seu tempo com Andy, mas não o fim da história de Woody. E nós encontramos algo que merecia ser contado”, explicou o diretor, Josh Cooley.
Nessa nova fase, encontramos Woody novamente tentando liderar os brinquedos no quarto de Bonnie para tornar os dias da garota mais divertidos. Mas quando ela tem sua primeira aula no jardim de infância, Woody percebe que precisa ajudá-la a se adaptar e, para isso, se torna o protetor do mais novo brinquedo de Bonnie, o Garfinho, criado por ela mesma na sala de aula. Apesar de o novo membro da turma não entender e nem aceitar que é um boneco, ele se une aos outros brinquedos em uma viagem de família e é aí que a aventura começa.
O Garfinho brasileiro
Papel, cola, tesoura e lápis de cor costumam ser os melhores amigos das crianças nas salas do jardim de infância. Para Bonnie não foi diferente em Toy Story 4 e, junto com a sua imaginação, um simples garfo de plástico virou um grande amigo. Por trás das câmeras, quem colocou a mão na massa e fez o objeto ganhar vida nas telonas foi o brasileiro Cláudio de Oliveira, que trabalha no departamento de animação da Pixar há alguns anos. Ele contou que precisou de tempo para entender como o Garfinho poderia interagir com os personagens e até criou um com sua filha de 3 anos para tornar a experiência ainda mais real. “Nesse ponto, passando muito tempo com ele, comecei a me sentir confiante de que seríamos capazes de criar nele as emoções necessárias para o filme. Lidar manualmente com os materiais e conhecer o personagem por conta própria cria uma conexão, por saber cada detalhe do seu brinquedo – porque foi você quem fez”, diz Oliveira.
É com esse toque brasileiro que o Garfinho se torna parte da turma de Woody. Quando Bonnie leva todos os seus brinquedos na viagem de família, Woody faz um desvio e se vê junto com Garfinho em uma aventura perigosa em uma loja de antiguidades bastante sombria e cheia de objetos velhos, incluindo uma boneca assustadora chamada Gabby Gabby e seus aliados, os bonecos ventríloquos Bensons. Eles são os grandes vilões dessa trama, tornando a vida de Woody muito difícil, quando Garfinho se perde e precisa ser resgatado a qualquer custo. É então que o caubói vai contar com a ajuda de uma velha conhecida do público: a boneca de porcelana Bo Peep.
Bo Peep e suas ovelhas eram originalmente parte da luminária de cabeceira de Molly, a irmã de Andy. Mas, diferentemente de Woody, que ganhou uma nova dona quando Andy cresceu, Bo Peep se viu sozinha no mundo e, com isso, se transformou em uma verdadeira guerreira de praças e parques infantis. Sem a saia rodada e com muito mais coragem, ela encontra Woody em um momento importante: o caubói precisa encarar Gabby Gabby, resgatar Garfinho e voltar para a pequena Bonnie. “Sabíamos que seria emocionante poder trazê-la de volta. Quase não a vemos nos primeiros filmes, e a ideia de ela e Woody se unirem e o impacto que podem exercer um no outro é muito legal”, afirma o produtor, Mark Nielsen.
A roteirista e animadora Valerie LaPointe diz que Bo Peep voltou ao universo dos brinquedos como um “tipo de Robin Hood que sabe cuidar de si mesma e conseguir o que precisa para sobreviver”. Tanto que, dessa vez, a boneca de porcelana é a grande protagonista da história, apresentando Woody a novos brinquedos que o ajudam a salvar o dia. “Ela é uma personagem confiante que joga charme para Woody, mas também é, muitas vezes, a voz da razão para ele”, completa Valerie.
Enquanto Bo Peep e Woody se aventuram pelos corredores empoeirados da loja, eles encontram alguém muito confiante que pode ajudar na sua missão: Duke Caboom – um boneco dos anos 70 baseado em um famoso dublê do Canadá que não se cansa de exibir suas acrobacias e poses em cima de uma motocicleta. E ele não é o único novato. Quando Buzz Lightyear traça sua própria jornada em busca de Woody e Garfinho, ele acaba preso em uma barraca de jogos em um parque de diversões e conhece os rabugentos Patinho e Coelhinho de pelúcia, que são tão mal-humorados que se tornam os maiores motivos de risadas durante o filme.
Com uma pitada de nostalgia, novos personagens e cenários cheios de detalhes, Toy Story 4 promete emocionar o público tanto quanto os anteriores. “Vendo juntos todos os filmes da franquia, percebemos que eles representam passos da vida. Além disso, sempre olhamos os brinquedos como sendo pais para as nossas crianças. Eles sempre estarão lá não importa o que aconteça”, finaliza Josh Cooley. Mal podemos esperar para brincar e nos divertir de novo com Woody e sua turma.
Com uma rotina cada vez mais atarefada, existe uma tendência mundial das famílias optarem por comer fora com mais frequência. Mas a pergunta é: o que o seu filho costume comer em restaurantes? Preocupados com a alimentação infantil, pesquisadores do Cork Institute of Technology (CIT), na Irlanda, e da Universidade de Roehampton, no Reino Unido, reuniram menus de crianças de 20 populares cadeias de restaurantes e analisaram mais de 39 mil combinações de refeições.
Os resultados da pesquisa, publicada no Journal of Nutrition Education and Behavior, revelaram que a refeição média para crianças mais novas — entre 2 e 5 anos — continha 609 calorias. Já para crianças mais velhas — de 6 a 12 anos —, era de 653 calorias. Números muito acima das recomendações de saúde, de 364 e 550 calorias, respectivamente para os grupos etários.
Além disso, dois terços das refeições excedem as diretrizes de gordura. Constatou-se que, em 68% dos casos, os pratos para o grupo mais jovem e 53% para o grupo mais velho excederam as diretrizes de gordura. As refeições incluíam mais de quatro vezes a quantidade recomendada de gordura saturada.
Para a pesquisadora Tara Coppinger, do departamento de esporte, lazer e estudos de infância no CIT, os resultados são preocupantes. “Enquanto o imposto sobre bebidas adoçadas com açúcar, que entrou em vigor em 2018, foi um avanço positivo para ajudar a melhorar a qualidade dos alimentos e bebidas oferecidos, este estudo prova que ainda há muito trabalho a ser feito em muitos restaurantes”, afirma.
Questão de treino. Nunca diga a ele que você também é ruim com números. Isso transmite uma mensagem de que “ser ou não ser bom” na matéria é uma condição inata e não há nada a fazer, o que não é verdade.
Com calma. Desconstrua a ideia de que para ser bom na disciplina é preciso resolvê-la rapidamente e sem esforço. Incentive o seu filho a amar os desafios, dando a ele a tranquilidade e o tempo necessário para se aprofundar.
Dê outro significado ao erro. Não brigue porque ele não acertou o cálculo. Errar faz parte do aprendizado e mostra que a criança está tentando algo novo. E, como diz o ditado, “é errando que se aprende”.
Votorantim (SP)
Centenária, a Festa Junina Beneficente de Votorantim, que fica a 105 quilômetros de São Paulo, é a maior do estado. Este ano, a 104ª edição vai até o dia 23 de junho – e funciona de quarta a domingo. A diversão é garantida pelo parque itinerante que a festança abriga, com direito a roda-gigante, montanha-russa e carrossel. Há diversas barracas de comidas típicas, como arroz doce, bolo de milho, canjica... Os ingressos para os shows musicais variam de R$ 2 a R$ 80. Menores de 8 anos não pagam. festajuninadevotorantim.com.br
Campina Grande (PB)
Todo ano, esta cidade no agreste paraibano sedia a maior festa de São João do mundo, que deve receber cerca de 2 milhões de turistas entre os dias 7 de junho e 7 de julho. Queima de fogos, quadrilha e shows de Ivete Sangalo, Elba Ramalho e Marília Mendonça (com ingressos a partir de R$ 90) são algumas das atrações que vão movimentar Campina Grande. Não deixe de conhecer também o lado mais tradicional do evento e leve as crianças para o Sítio São João, onde a cultura nordestina impera. campinagrande.pb.gov.br
Caruaru (PE)
Em ritmo junino, a capital do forró oferece uma programação caprichada para as crianças no Polo Juarez Santiago, na estação ferroviária da cidade. Peças de teatro e brinquedos para gastar a energia não faltarão até o dia 14 de julho. Outros 23 polos culturais, espalhados pela cidade, recebem turistas com música, dança e comidas típicas, que ganham proporções gigantes. Consegue se imaginar tomando um gole do “Maior Chocolate Quente do Mundo”, feito com 700 litros de leite e 130 quilos de chocolate em pó? caruaru.pe.gov.br
5 conselhos para pais e responsáveis sobre educação financeira na infância
1 - Conversar. Ser transparente e dizer a verdade sobre a condição financeira da casa. É mais fácil dizer sim, ou dizer não. Mas, conversar, explicar e discutir sobre escolhas são complicado demais.
2 - Independentemente da idade, traga seus filhos para as compras. Estabeleçam metas prévias, como uma lista de compras e o orçamento para a missão.
3 - Faça pesquisa de preço, mostre que existem marcas, modelos e tamanhos relacionados aos preços.
4 – Estimule os desejos. Seu filho quer um celular ou brinquedo novo? Motive-o a poupar e a investir para conseguir aquilo.
5 - Apresente a origem da renda da família. Se possível, leve as crianças ao trabalho para que elas percebam o valor do trabalho, que é financeiro, mas não somente esse.
Geralmente a adoção se torna uma possibilidade na vida de casais que tentam durante muito tempo engravidar e não conseguem. Mas no caso de Aimee, 27, e James, 29, adotar uma criança foi a primeira opção, antes mesmo de tentarem ter os filhos biológicos. Em entrevista ao site britânico Mirror, Aimee contou que a adoção sempre fez parte de seus desejos, tanto que ela já havia conversado sobre isso com o marido quando os dois eram apenas namorados.
Após completarem o primeiro ano de casamento, eles decidiram que era hora de colocar o desejo de Aimee em prática. O que nenhum deles imaginava era que se apaixonariam instantaneamente pelo pequeno Casey*. O menino de oito meses veio de uma casa instável e passou a maior parte de sua curta vida em um orfanato. "Quando conhecemos nosso menino, foi amor à primeira vista. Quando o cuidador disse a ele que seríamos seus pais, eu só conseguia chorar", contou ao Mirror.
O casal aguardou por toda a parte burocrática da adoção até que, finalmente, pudesse levar o menino para casa. Foi quando descobriram que a mãe biológica de Casey estava grávida novamente. Aimee e James imediatamente se ofereceram para adotar seu segundo filho também. Demorou apenas três meses e meio após a chegada de Casey à família para que Ceira*, uma menina, se juntasse a eles. Durante os meses em que Ceira passou no orfanato, o casal conta que a visitavam três vezes por semana, sendo muito difícil deixa-la, sem poder leva-la para casa também. A documentação da adoção de Ceira saiu com mais agilidade que a do irmão, Casey, e a família, agora com quatro pessoas, estava completa.
Mais um filho?
Não demorou muito para que a agência responsável pela adoção entrasse novamente em contato com Aimee e James. A mãe biológica de seus dois filhos estava grávida novamente, e a instituição queria saber se eles poderiam adotar mais um bebê. Apesar de serem muito abertos à adoção de irmãos, o casal ponderou que não seria possível dar conta de mais um filho. Eles simplesmente não estavam preparados para isso naquele momento. "Sabíamos que não conseguiríamos lidar com três crianças pequenas. E não seria justo com a última criança que não lhe déssemos o mesmo cuidado e atenção que demos aos seus irmãos", contou Aimee. Apesar da negativa, o casal não descarta totalmente a possibilidade de adotar novamente. O desejo de ambos é ter seis filhos. Mas da próxima vez, eles querem tentar um filho biológico.
* Os nomes dos bebês foram modificados para preservar as identidades.
Juntamente com a maternidade e paternidade vem também a preocupação e os pensamentos sobre o que pode acontecer com os filhos. O que antes era visto como sem nehuma possibilidade de risco, agora é avaliado melhor, levando em conta as mil possibilidades de causar um acidente ou machucar a criança. E foi num desses pensamentos que a australiana Natalie Bell teve a ideia de criar uma capa de cinto de segurança (que também pode ser usada na alça da mochila) que alertasse sobre as condições de saúde da criança, caso ela sofresse um acidente. Isso facilitaria o trabalho das equipes de emergência, orientando-os, por exemplo, sobre um ou outro procedimento que não poderia ser realizado.
Natalie pensou o que aconteceria com a filha, Shae, se ela sofresse um acidente. A menina tem um implante no ouvido e não poderia, por exemplo, fazer uma ressonância magnética. Ela postou a ideia no Facebook e não demorou muito para que recebesse centenas de pedidos da capa. Em 5 de junho, Natalie Bell postou sua criação a seguinte legenda:
“Eu sempre me pergunto o que aconteceria se eu estivesse em um acidente de carro com minha filha e não conseguisse dizer aos médicos que ela não poderia fazer uma ressonância magnética devido a um implante no ouvido. Agora eu não preciso me preocupar com isso, pois conto com essas capas de cinto de segurança. Isso pode ser feito para qualquer necessidade especial que a equipe médica precise saber ao realizar os procedimentos de socorro na criança.
Bell, que é de Victoria, na Austrália, possui um negócio chamado Personalized By Nat, onde ela cria itens personalizados, com a maioria dos produtos sendo para pais e filhos. A criação da capa de velcro com letras em destaque e de fácil entendimento é mais uma de suas invenções. A capa da filha fala sobre o problema auditivo da menina, mas Natalie cria as capas de acordo com o pedido dos pais. Já existem capas para informar que a criança é autista, tem diabetes ou síndrome de down, por exemplo. Elas podem indicar, por exemplo, que a criança não verbal terá alguma resitência com a ajuda. As capas custam 15 dólares, o equivalente a 60 reais. Os pedidos estão esgotados e a lista de espera pode chegar a um mês.
Vamos conversar um pouquinho sobre comportamentos?
Um pesquisador chamado David McClelland ficou intrigado com a seguinte questão: “Por que algumas pessoas têm sucesso quando abrem um empreendimento e outras não?”
1ª hipótese: Porque algumas têm dinheiro e outras não.
Foi então que ele encontrou muitas pessoas que empreendiam sem dinheiro ou com muito pouco recurso e ainda assim conseguiam ter sucesso, o que derrubou a 1ª hipótese.
2ª hipótese: Porque algumas têm conhecimento e outras não.
Mas aí ele também encontrou muitas pessoas que empreendiam sem instrução ou conhecimento e que também conseguiam ter sucesso.
Você conhece alguém assim? Sem dinheiro e sem estudo e que teve sucesso?
O pesquisador percebeu ainda que algumas pessoas às quais eram dados acesso a créditos e instruções técnicas, muitas vezes, fracassavam em suas empreitadas…
O que seria então responsável por determinar o sucesso das pessoas em seus empreendimentos?
A resposta é justamente o comportamento. É o comportamento empreendedor que dos indivíduos que fez a diferença entre o sucesso e o fracasso de cada um. E não pense que empreendimento se refira apenas a abertura de um negócio próprio. O termo vai muito além disso: pode ser na carreira, educação dos filhos ou alunos, gestão de seus relacionamentos ou qualquer desafio em sua vida.
Acontece que a educação tradicional às vezes nos orienta a gastar muito mais tempo ensinando coisas pouco relevantes à formação do indivíduo para que seja bem-sucedido em sua caminhada de vida.
A minha proposta é que eduquemos nossos filhos/alunos pensando em desenvolver neles 10 comportamentos empreendedores, que são: 1- Estabeleça metas - Quantos de nossos filhos/alunos não têm ideia do que querem para suas vidas no futuro? Ao trabalhar a definição de metas com eles desde cedo, esse quadro pode ser revertido. 2- Planeje e monitore - Esses dois pontos são importantes por dois motivos: a Geração Z
(nascidos a partir dos anos 2001) quer tudo para ontem; e falta essa cultura de planejar-se antes de sair colocando as ideias em prática. Planejando antes de agir, seja qual for a situação, é possível prever o que pode dar errado no meio do caminho, e se antecipar a isso. 3 - Busque informações - Isso vai muito além de dar um Google na internet. Mostre aos seus filhos que a qualidade das informações conseguidas no local das buscas, como numa visita a um museu ou exposição, por exemplo, pode ajudar a abrir a mente para a tomada de decisões. 4 - Buque as oportunidades e tenha iniciativa - Não é só aproveitar a oportunidade que vier, é ir buscá-la, criar, fazer acontecer! 5 - Corra riscos calculados - Aprenda a prever o que pode dar errado para conseguir agir a tempo de evitar maiores danos. 6 - Exija qualidade - Ensine seus filhos, com seu exemplo, a fazer as coisas bem feitas, o que pode ser traduzido em: menor custo possível (se envolver dinheiro) e no menor tempo possível. 7 - Seja persistente - E ensine isso aos seus filhos. Vivemos numa era imediatista, em que somos tentados a desistir logo de cara. Ensine seus filhos que apenas com persistência é possível ir longe. 8 - Seja comprometido - Comprometer-se consigo mesmo, com suas metas, com seu futuro, com sua carreira - e repassar aos seus filhos que isso é importante é fundamental. Também vale perguntar-se o que está sendo feito para resolver a falta de comprometimento da família como um todo. 9 - Seja persuasivo e tenha uma rede de contatos - Pergunte-se sempre: "Como tirar o melhor proveito ético e respeitoso das relações e da comunicação para o alcance daquilo que desejo?". 10 - Desenvolva a independência e autoconfiança - Crie situações para que seus filhos perceberem que, embasados nestes comportamentos, podem se sentir independentes e autoconfiantes para serem o que desejarem!
Inserindo estes ingredientes na receita de educação dos nossos filhos ou alunos, certamente teremos a chance de lançar ao mundo seres humanos mais capacitados a fazerem sua vida acontecer e não somente a deixar a vida leva-los, evitando, assim, chegar a um lugar onde não queriam. Ou pior: não chegar a lugar algum!
No meu livro "Crianças Sem Limites" falo bastante sobre como educar com base no desenvolvimento dos comportamentos empreendedores desde a Primeira Infância. Fica a dica!
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Isa Minatel é pedagoga, psicopedagoga, especialista em pedagogia Montessori e Youtuber. Teve a vida e a carreira transformada pelo filho Petrus, 7 anos, e, então, tornou-se autora dos livros Crianças sem limites e Temperamentos sem limites.
Seis anos após o sucesso da publicação da graphic novel ‘Turma da Mônica: Laços’, escrita pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, a história chega aos cinemas no dia 27 de junho.
No pacato bairro do Limoeiro, a rotina dos personagens mais queridos dos gibis é virada de cabeça para baixo quando Floquinho, o cãozinho de Cebolinha (Kevin Vechiatto), é sequestrado misteriosamente. Para salvar o animal de estimação do amigo, Mônica (Giulia Benite), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira) embarcam em uma aventura pela floresta para trazer o cachorro são e salvo de volta para a casa. No caminho, as crianças vão ter de aprender a lidar com suas diferenças e a combiná-las para agir em equipe.
Enquanto Cebolinha se esforça para liderar o grupo rumo ao resgate de Floquinho, Mônica mostra quem manda, sem se desgarrar de seu coelhinho Sansão. A empatia e união das personagens, porém, é que vão determinar o sucesso da missão. Entre uma caminhada e outra, Magali para para fazer uma boquinha e Cascão se dedica a não se molhar com uma gota d’água sequer. Com participação dos atores Rodrigo Santoro, Monica Iozzi e Paulo Vilhena, o filme de Daniel Rezende (Bingo: O Rei das Manhãs) traz também para as telonas personagens secundários queridos como o Louco, Dona Luísa e Seu Cebola.
Ver os personagens de Maurício de Sousa em carne e osso na primeira adaptação live-action da Turma marca uma nova fase para o sucesso dos gibis. O legado do cartunista se adapta para resistir ao tempo e cativar uma nova geração de fãs: os pequenos que, desde cedo, já estão acostumados a acompanhar sagas transmidiáticas, que tem suas versões no papel, nos games, em filmes ou séries — tudo o mesmo tempo.
Afinal, o filme conversa mesmo é com o público infantil. O que não impede que os fãs de longa data se identifiquem com as personagens que os introduziram à paixão pela leitura e ao mundo dos quadrinhos, fazendo-os revisitar momentos da infância entre as brigas e os abraços das personagens.
Após viver momentos de angústia com o filho, Henry, de 5 anos, os pais Amy e Matt Parkin Low, da Inglaterra, resolveram fazer um alerta. Afinal, quem iria desconfiar que um simples picolé poderia causar qualquer risco a uma criança? Os pais contam que o incidente aconteceu durante uma viagem de férias a Cancun, no México. O local, conhecido pelas praias paradisíacas e forte calor, combinava perfeitamente com um delicioso picolé.
No entanto, o que era para ser algo divertido acabou em graves consequências para o pequeno. Henry se deliciava com o seu picolé enquanto estava exposto ao forte sol. No entanto, sem preceber, a criança começou a apresentar graves lesões na boca e ao redor dela. Para complicar ainda mais a situação, ao derreter com o sol, o picolé acabou escorrendo para o peito do pequeno, o que também ocasionou queimaduras na região. “Quando eu vi, toda a volta de sua boca e também o seu peito já estavam vermelhos”, disse a mãe, em entrevista ao Daily Mail.
Segundo ela, o que causou a queimadura foi o sabor limão. A combinação do limão com o sol resultou em queimaduras na pele. Já em casa, o garoto está fazendo um tratamento com cremes à base de corticoide. Matt, o pai, disse que ele ainda tem manchas na região do rosto e do peito. De acordo com o médico, Henry vai precisar de pelo menos dois meses para que elas sumam completamente.
Passado o susto, Amy e Matt alertam outros pais sobre a combinação com qualquer de sol e produtos que sejam a base de limão. A exposição ao sol após o contato com o limão ou qualquer fruta ácida, provoca manchas na pele com tonalidades marrons. Elas são causadas por uma manifestação alérgica denominada fitofotomelanose e ocorrem principalmente nas mãos, braço e boca, que são os locais mais propensos ao contato. Por isso, ao ingerir alimentos como sucos ou picolés de limão, é importante evitar a exposição ao sol. Além disso, é importante lavar bem a região do corpo que teve contado com a fruta antes de se expor novamente.