Monday, December 8, 2025

Wheels on the Bus – Christmas Night! 🚌🌙 #christmassong #wheelsonthebus #kidsmusic



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Pensamentos “intrusivos” em gestantes podem ajudar a detectar transtornos


Durante a gravidez e nas primeiras semanas após o parto, é comum que a mulher imagine diferentes situações envolvendo o bebê, incluindo pensamentos que podem ser assustadores. Imaginar cenas de acidentes, quedas ou até de machucar o próprio filho sem querer são mais frequentes do que se imagina, embora isso raramente seja compartilhado com profissionais de saúde.
Entenda como os pensamentos “intrusivos” em gestantes podem ajudar a detectar transtornos
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Um artigo publicado na revista Science Advances mostra que esses pensamentos indesejados, na maioria das vezes sobre danos ou perigos ao bebê, podem ser uma importante janela para entender os transtornos de ansiedade no período perinatal e, dessa forma, ajudar a identificar precocemente as mulheres que estão mais vulneráveis a desenvolver quadros de depressão e ansiedade após o parto.
Essas ideias repentinas são conhecidas como “pensamentos intrusivos” e são caracterizadas por imagens ou impulsos vívidos, que surgem de forma abrupta, indesejada ou angustiante. No contexto da maternidade, podem aparecer como pensamentos do tipo “e se o bebê cair?”, “e se eu o sufocar sem querer?”, “e se eu machucar meu filho?”. “O que os caracteriza é que esses pensamentos surgem ‘do nada’ e são contrários aos valores e desejos da mãe, causando intenso desconforto”, explica o ginecologista e obstetra Rômulo Negrini, coordenador materno-infantil do Einstein Hospital Israelita.
Saúde mental na gravidez e no pós-parto
Em geral, esses pensamentos não refletem desejo ou intenção real, mas sim medo e hipervigilância e, por isso, diferem da preocupação normal da maternidade. “Não é algo planejado nem fruto de ruminação, e sim um lampejo mental que causa medo e culpa. O que é considerado normal é ter intrusões isoladas, curtas e reconhecidas como indesejadas. Já quando esses pensamentos são persistentes, geram evitamentos ou impedem o cuidado com o bebê, é sinal de alerta”, ressalta Negrini.
Cerca de 80% das mulheres vão vivenciar o baby blues, como é chamado o conjunto de sentimentos que costuma ser confundido com depressão pós-parto: choro, tristeza, angústia, excesso de sensibilidade, irritabilidade e/ou ansiedade. Ele surge imediatamente após o parto e costuma durar de duas a três semanas. A depressão pós-parto, pelo contrário, não desaparece e pode trazer outras complicações, inclusive no aspecto afetivo, atrapalhando o vínculo entre mãe e bebê.
O que leva a pensamentos intrusivos nessa fase?
Estudos mostram que entre 70% e 100% das mães relatam essas intrusões mentais. Cerca de metade tem, pelo menos uma vez, ideias de dano intencional, embora sem qualquer ação de fato. “Muitas mães não contam o que sentem por medo de serem julgadas”, observa o médico. Por isso, é importante que os profissionais de saúde abordem o tema com as gestantes de forma aberta e normalizadora. “Ter pensamentos intrusivos não significa ser perigosa. Falar sobre isso é sinal de autoconsciência e proteção, não de risco.”
Estresse materno na gravidez: entenda como ele pode impactar o desenvolvimento do bebê
A pesquisa recente aponta que essas ideias costumam combinar vulnerabilidades e fatores ambientais. Mudanças hormonais intensas — como as oscilações de estrogênio, progesterona e cortisol — podem aumentar a sensibilidade emocional, especialmente em mulheres predispostas à ansiedade. Somam-se a isso o sono fragmentado no puerpério, o isolamento, o medo de não dar conta e a falta de apoio no pós-parto. “Em geral, é a interação entre todos esses fatores que favorece as intrusões”, pontua Rômulo Negrini.
Daí a importância de ficar atenta aos sinais que indicam a necessidade de procurar ajuda. “Deve-se buscar avaliação imediata se houver impulsos repetitivos, ideias de agir, evitação do bebê ou ansiedade tão intensa que compromete o cuidado. Nesses casos, a orientação é procurar atendimento de saúde mental, e, se houver risco, acionar emergência”, recomenda o especialista do Einstein.
12 doenças perigosas para a gravidez
O tratamento depende da gravidade desses pensamentos. Segundo Negrini, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma das abordagens mais eficazes, especialmente quando adaptada ao contexto perinatal, com técnicas de exposição e prevenção de resposta. Casos mais graves podem exigir o uso de medicamentos antidepressivos compatíveis com o aleitamento materno, sempre sob acompanhamento psiquiátrico. “É fundamental também garantir suporte emocional, reduzir o estresse e melhorar o sono da mãe”, frisa.
Para a prevenção, o ideal é que as consultas de pré-natal incluam triagem para ansiedade e histórico de transtornos prévios, além de envolver o parceiro ou familiares no planejamento do suporte pós-parto. “Cuidar da saúde mental da mãe é cuidar da saúde do bebê e de toda a família”, conclui o médico.


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Bebê assiste Chaves e começa a chorar igual ao Kiko. Assista!


Jacques e Marcelle, um casal de Brasília (DF), não esperava que alguns minutinhos assistindo Chaves seriam suficientes para a filha, Manuella, 1 ano, mostrar que já tem talento nato para imitações. Em um vídeo compartilhado no perfil da família, ela aparece no colo do pai, concentradíssima, assistindo a um episódio da série. Segundo o texto que os pais colocaram sobre o vídeo, bastaram “10 minutos de Chaves” para ela aprender.
Imitação divertiu web
Reprodução/Instagram
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Em seguida, o vídeo mostra Manuella perto de uma parede, virando de lado — exatamente como faz o personagem Kiko, interpretado por Carlos Villagrán — e começa a chorar da mesma forma exagerada e marcante do menino mimado do seriado. O resultado? Gargalhadas da família e milhões de visualizações.
“Você vai ver quando ela te pedir uma bola quadrada”, brincou uma seguidora. A reprodução do choro característico do personagem foi tão fiel, que não dá para negar: Manu nasceu pronta para atuar!
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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Mãe revela tática "infalível" para filho desligar TV na hora de dormir


Quem tem criança em casa sabe a batalha que pode ser o momento de desligar a TV, quando chega a hora de dormir. Laura Costa, 27, empresária de Bauru (SP), encontrou uma solução que é, no mínimo, muito criativa, para convencer o filho Miguel, 4 anos, a ir para a cama. Ela compartilhou a ideia nas redes sociais e arrancou risadas de outros pais e mães, que se identificaram completamente com a situação.
Cena viralizou na web
Reprodução/Instagram
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No vídeo, Miguel aparece de pijama, indo para a cama, enquanto a mãe confessa o seu truque: "Pareço uma boa mãe, mas quando está tarde, mudo o idioma da TV e, se ele diz que não tá entendendo, eu falo que é o sono”. Na legenda, ela brinca: “Cada mãe com seu segredo”.
Segundo Laura, a ideia surgiu por acaso. “Era tarde e meu filho não queria dormir. Aí pensei: e se eu mudar o idioma para ver se ele cansa mais rápido? Funcionou!”, conta, surpresa, em entrevista a CRESCER. “Quando ele disse que não estava entendendo, falei que era o sono chegando. Foi uma brincadeira de mãe tentando sobreviver — e virou vídeo”, explica.
A estratégia rendeu boas risadas, mas Laura explica que, em sua casa, as telas têm limites bem definidos. “Como a maioria das crianças, Miguel, às vezes, fica relutante. As telas são muito atrativas. Então, tento tornar o momento de desligar mais natural e com menos briga possível. Aviso com antecedência, proponho outra atividade, deixo ele escolher o livro da noite. Converso muito e explico o porquê das coisas — acho que educação com afeto funciona melhor do que só proibir”, afirma. Além de Miguel, Laura também é mãe de Mavie, de 5 meses, que, em pouco tempo, também entrará no esquema.
Laura relata que ficou surpresa com o alcance do vídeo. “Eu postei à noite e fui dormir. De manhã, várias amigas me chamando: ‘seu vídeo viralizou!’ Tinha muita visualização. Eu nem acreditei”, lembra.
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Quiz: quais dessas atrizes ficaram grávidas durante a novela?


A novela costuma ser uma obra aberta. Afinal, muitas vezes, as tramas precisam ser alteradas! E, em alguns casos, o motivo tem um toque especial chamado gravidez. Muitas atrizes já precisaram se afastar de seus trabalhos para começar a vivenciar o papel de mãe!
Atrizes que ficaram grávidas durante a novela
TV Globo/Redes Sociais/ Editora Globo
Para refrescar a sua memória, preparamos um quiz divertido sobre as atrizes que engravidaram durante as novelas. Será que você consegue adivinhar?
Você consegue adivinhar quais dessas atrizes ficaram grávidas durante a novela?


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Família fica à deriva e jovem nada por 2 horas em busca de ajuda, no Pará: "O medo era escurecer"


O que era para ser um dia divertido para a família de Kauã Brenno Ribeiro dos Santos, 19, de Santarém, Pará, se tornou um momento de medo e angústia. Ele estava com os pais, a irmã de 6 anos, a namorada e os amigos curtindo o dia em uma lancha no Rio Arapiuns, no início de novembro, até que o barco começou a afundar. Em menos de um minuto, a família ficou à deriva.
Brenno foi resgatado por Emerson e foram atrás da família
Reprodução/Instagram
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Após algumas horas nadando, Brenno encontrou o piloto de helicóptero Emerson dos Santos Goulart, 45, de Osasco, que estava de férias pescando. Ele subiu no barco e o levou até a sua família. Felizmente, todos foram resgatados em segurança. "Tenho só a agradecer pelo livramento", diz o jovem, em entrevista exclusiva à CRESCER.
Brenno conta que tudo aconteceu muito rápido: o barco enfrentou problemas mecânicos, provavelmente por um erro durante a revisão, antes de embarcarem, conta. Quando perceberam que estava afundando, correram para pegar os coletes salva-vidas e pularam na água. Em cerca de 40 segundos, a lancha estava completamente submersa. "A gente ainda ficou 10 minutos conversando sobre o que fazer, naquela agonia. Aí, eu falei que eu conseguia nadar para pedir ajuda. O pessoal não queria, porque estávamos muito longe [da costa]", lembra Brenno.
Vídeo mostra resgate de menino de 5 anos levado por correnteza em mar da Itália enquanto usava colchão inflável
Vídeo emocionante de crianças em bote de resgate encanta a web no RS
Mas ele conseguiu convencer os familiares a deixá-lo ir. "Era a única solução para a gente sair de lá. Se não, passaríamos muito tempo lá, não passava nenhuma lancha. Eu levei um pente rosa cintilante. Caso visse alguma embarcação, poderia sinalizar já que, no meio do rio, tu não é nada. É muito difícil de ver", conta.
Brenno começou a nadar em direção ao que parecia uma ilha. "Eu lembro que tinha um boto que nadava comigo. Chegou um ponto em que eu não via mais minha família, então, eu ficava naquela dúvida: será que eles estão bem? Será que eu volto para ajudar? Eu ficava só orando, só queria chegar logo. O ruim não era nem nadar, era olhar para frente e parecer que estava no mesmo lugar", recorda.
'No meio do percurso, comecei a sentir cãibras nas pernas'
Brenno ficou cerca de duas horas nadando até que avistou terra fime. "No meio do percurso, comecei a sentir cãibras nas pernas", lembra. Ele viu o barco de Emerson, que estava pescando, começou a gritar, assobiar e acenar. O piloto lembra desse momento: "Foquei meu olhar para o rio e tive a felicidade de observar muito longe, mas muito longe mesmo, um pequeno ponto preto. Então, pedi para o condutor da lancha para irmos até lá dar uma olhada", conta.
"Na verdade, a gente foi meio que desacreditado, brincando que poderia ser um tronco, um jacaré, alguma coisa assim. Chegando perto, vimos que se tratava de uma pessoa. Deu para ver os braços mexendo, gesticulando", acrescenta. Foi, então, que ele encontrou Brenno. "Estava exausto, tendo fortes cãibras. Ao colocá-lo no barco, ele falou que tinha mais gente na água, estava toda sua família, inclusive crianças. Naquele momento, eu sabia que tínhamos que agir rápido", diz Emerson.
Ele acalmou Brenno e explicou que estavam em dois barcos e se dividiram para começar as buscas. "Sabíamos que não poderíamos demorar por conta do pôr do sol e do nosso combustível, que era limitado. Foi aquela aflição! Não sabíamos como encontrar as pessoas", diz. Felizmente, eles conseguiram localizá-los em pouco tempo. "Foram aproximadamente de 15 a 20 minutos de busca que, para mim, pareceram duas horas. Estavam todos de colete, reunidos. Isso ajudou muito. Essa atitude de não se separar foi fundamental para que a gente conseguisse tirar todos bem da água", afirma.
Menina de 5 anos e mais 12 pessoas são encontradas após 36 horas à deriva em banana boat
'Tenho só a agradecer pelo livramento'
Momento em que Brenno é reunido com a família
Reprodução/Instagram
"Quando encontrei Emerson, fiquei muito feliz porque eu ia atrás dos outros. E fiquei mais alegre ainda quando os encontramos. Deu aquele sentimento de alívio, que nada foi em vão. Na água, era um sentimento muito ruim: o tempo ia passando e o medo era escurecer. Mas quando a lancha apareceu, eu fiquei muito grato a Jesus. Foi um momento de felicidade. A palavra perfeita para isso é milagre", lembra o jovem.
Todos estavam muito cansados, mas ninguém se feriu. "A gente deve olhar para a vida, caiu a ficha de que a gente não é de ferro, não é de aço, a gente vai embora. Tenho só a agradecer pelo livramento", afirma Brenno.
Emerson também ficou muito feliz em ajudar. "Quando chegamos, foi uma euforia total, aquela sensação boa. A gente foi tomado por aquele sentimento de missão cumprida, de agradecer a Deus por tudo ter dado certo, por todos estarem são e salvos", destaca.
Viralizou
O vídeo do momento do resgate foi compartilhado por Emerson nas redes sociais e gerou uma enorme repercussão. Muitos internautas elogiaram a coragem de Brenno, que nadou por tanto tempo em busca de ajuda. "Eu gravei para não passar em branco. Postei na minha rede social, que era fechada, mas a minha filha acabou externando e tomou uma proporção enorme", afirma. "A sensação é de gratidão a Deus. Acho que ele que trabalhou naquele momento para que tudo ficasse bem", finaliza.
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Obesidade infantil: como tratar de forma saudável, segundo endocrinologista


Hoje quero falar sobre um tema delicado, mas necessário: a obesidade infantil. Muitas vezes, quando pensamos nesse assunto, ainda surgem ideias simplistas como “é só fechar a boca” ou “falta brincar mais”. Mas a realidade é muito mais complexa e precisamos entender isso para cuidar de nossas crianças sem culpa e sem preconceito.
Obesidade infantil
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Quando o peso interfere na saúde
Hoje, uma em cada cinco crianças convive com obesidade, considerada a doença crônica mais comum da infância. E não se trata apenas de números na balança. Cada vez mais cedo, vemos meninos e meninas enfrentando problemas como diabetes tipo 2, hipertensão e alterações no colesterol, que antes eram restritos ao mundo adulto.
Infelizmente, a saúde da população pediátrica vem se tornando menos favorável a cada década, e muitos trabalhos científicos refletem essa realidade preocupante. Um estudo publicado no JAMA Network Open mostrou que, entre 2008 e 2023, a prevalência de obesidade em crianças e adolescentes aumentou de forma consistente. Ainda mais alarmante foi o crescimento da obesidade grave, que subiu 253% nesse período, estando associada a maior risco de disfunções metabólicas.
O diagnóstico é feito por meio do IMC para idade, mas só o médico pode interpretar o resultado. Afinal, cada criança está em fase de crescimento e merece um olhar individualizado.
Obesidade infantil: mães contam como lidam com o problema, que atinge cada vez mais crianças e adolescentes
6 passos para prevenir a obesidade infantil
Por que isso acontece?
A obesidade infantil nunca tem uma causa única. É o resultado de uma combinação de fatores:
Ambiente: menos tempo para brincar ao ar livre, mais telas e uma enxurrada de propagandas de alimentos ultraprocessados.
Alimentação: porções maiores, refeições fora de casa, consumo crescente de refrigerantes e bebidas adoçadas que chegam a representar quase metade do açúcar que as crianças ingerem.
Atividade física: menos de 1 em cada 4 crianças pratica os 60 minutos de atividade física recomendados por dia.
Genética e família: filhos de pais com obesidade têm maior predisposição, mas o ambiente e os hábitos pesam tanto quanto os genes.
Condição socioeconômica: muitas famílias encontram dificuldade de acesso a alimentos frescos e a locais seguros para as crianças se exercitarem.
O peso do preconceito
Para além da saúde física, há algo que me preocupa profundamente: o estigma. Crianças com obesidade frequentemente enfrentam bullying, exclusão e comentários cruéis. Isso não só fere a autoestima, mas pode levar à ansiedade, depressão e transtornos alimentares. E aqui está um ponto fundamental: culpa e vergonha não curam. Pelo contrário, tornam o caminho ainda mais difícil.
Caminhos possíveis
O tratamento da obesidade infantil não se resume a “comer menos e se mexer mais”. Ele precisa ser pensado para cada criança, junto da família. Alguns passos importantes incluem:
Trazer a família para o processo: hábitos saudáveis só funcionam quando são coletivos, não impostos a uma única criança.
Transformar o movimento em prazer: seja na dança, nas brincadeiras, no esporte que desperta interesse.
Melhorar a relação com a comida: sem dietas radicais, mas com equilíbrio, apoio de nutricionistas e escolhas possíveis no dia a dia.
Cuidado integral: em alguns casos, pode ser necessário incluir tratamento medicamentoso ou até cirurgia, sempre em centros especializados e com suporte emocional.
Um convite ao cuidado
A obesidade infantil não é sobre estética, mas sobre saúde hoje e no futuro. Cada criança merece crescer em um ambiente que valorize escolhas saudáveis, mas também o afeto, o acolhimento e a liberdade de ser quem é, sem rótulos.
Se há algo que os estudos e a prática clínica nos ensinam é que, quando família, escola, profissionais de saúde e sociedade caminham juntos, as crianças não apenas alcançam melhores indicadores de saúde: elas florescem.
Um terço das crianças estará acima do peso até 2050: como prevenir a obesidade infantil?
Receita de Bolinho de Legumes no Forno (salgado e colorido)
Bolinho de legumes
Arquivo pessoal
Ingredientes:
1 cenoura ralada
1 abobrinha ralada
2 ovos
2 col. sopa de queijo branco ralado
3 col. sopa de farinha de aveia, temperos naturais (orégano, salsa, cebolinha)
Preparo:
Misture todos os ingredientes;
Coloque em forminhas de muffin;
Asse por 25 min a 180 °C.
Paula Pires é especialista em Endocrinologia, membro da Endocrine Society, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Também é idealizadora do projeto "Médicos na Cozinha" e editora do livro "Médicos na Cozinha"
Arquivo pessoal


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Pai frustrado constrói miniescola no jardim e contrata dois professores em tempo integral


Um pai gastou £ 150 mil (o equivalente a R$ 1 milhão) construindo uma escola no próprio jardim para os filhos, após se cansar do sistema escolar "rígido" e "opressivo" do Reino Unido. O promotor imobiliário Samuel Leeds, de 34 anos, decidiu tirar seus três filhos mais velhos — de 8, 7 e 5 anos — da escola após se frustrar com a falta de habilidades financeiras e de negócios que estavam sendo ensinadas a eles. O pai de quatro passou seis meses construindo a escola de 55 metros quadrados em Beaconsfield, Buckinghamshire e agora emprega dois professores em tempo integral. Além de ele próprio dar aulas de finanças.
Escola funciona no quinta de casa e tem 12 alunos
Reprodução/Mirror
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Ele dá aulas para 12 alunos — seus quatro filhos e seus sobrinhos. Samuel, que administra uma empresa de desenvolvimento imobiliário de grande sucesso, afirma que a construção economizou aos pais £ 66 mil dos £ 216 mil que seriam gastos para enviar todos os filhos para uma escola particular. "Abandonei a escola aos 16 anos, achando que era burro e não tinha nenhuma ambição, mas depois percebi que tinha o que era preciso para ter sucesso nos negócios", disse.
"Em vez de reclamar do sistema escolar, decidi fazer algo a respeito e construí minha própria escola no jardim. Contratamos dois professores, um para inglês e outro para matemática, e eu ensino educação financeira e pensamento crítico. Os filhos do meu irmão e da minha irmã também frequentam a escola, então são 12 crianças no total, e estou planejando criar um currículo para pais que optam pelo ensino domiciliar. As crianças adoram, e, ironicamente, acaba nos custando menos contratar os professores do que mandar todos para uma escola particular", completou.
Alunos são filhos e sobrinhos
Reprodução/Mirror
Samuel e sua esposa Amanda, de 33 anos, decidiram construir a escola no quintal no final de 2023 e começaram a buscar a permissão para construir uma sala de aula em seu jardim. O prédio foi concluído em abril de 2024, e os três filhos mais velhos de Samuel começaram a frequentar a escola em janeiro de 2025. Os oito primos das crianças, com idades entre 5 e 11 anos, também frequentam a escola, e o filho mais novo de Samuel, de 1 ano, também a frequentará quando tiver idade suficiente.
Ele planeja continuar a educá-los na escola até que completem 18 anos. Samuel afirmou acreditar que o sistema escolar atual é "falho", pois "as pessoas terminam a universidade e têm dificuldade até para conseguir um emprego". Ele acrescentou que discorda das regras rígidas nas escolas, como a de que as crianças precisam pedir permissão para ir ao banheiro e serem repreendidas por erros. "É cometendo erros que se alcança o sucesso", disse ele. Samuel disse que sua escola difere das tradicionais, pois seus professores ensinam as crianças a serem "curiosas sobre o assunto", em vez de forçá-las a simplesmente memorizar coisas para passar nos exames.
A escola também oferece à família a flexibilidade de viajar sempre que quiser. Ele disse: "Se quisermos tirá-los da escola, não precisamos pedir. Temos uma casa em Dubai e outra no Zimbábue, então podemos levar as crianças para lá e continuar a ensiná-las. Elas aprendem muito mais em uma viagem de negócios de três dias a Dubai do que aprenderiam em uma sala de aula na escola."
Samuel disse que recebe mensagens de pais todos os dias, que afirmam que se mudariam com prazer para Beaconsfield para que seus filhos pudessem frequentar sua escola inovadora. "Os custos das escolas particulares são astronômicos, e lá eles nem aprendem nada sobre negócios. Não fizemos isso para economizar dinheiro, mas, na verdade, saiu muito mais barato", finalizou.
Samuel e a esposa
Reprodução/Mirror


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Canção do Macaco #músicasinfantis #shorts #shortsfeed



Junte-se a Meeko em sua aventura com macacos em uma selva animada, repleta de todos os tipos de macacos! Do divertido Macaco Engraçado ao Macaco Pateta mais fofo de todos os tempos e ao sempre Macaco Feliz! Prepare-se para uma brincadeira divertida e divertida com o livro Macaco do Meeko! 🔔 SE INSCREVA NO CANAL - https://www.youtube.com/@HooplaKidzBrasil?sub_confirmation=1 😍 Vídeos mais populares : https://www.youtube.com/watch?v=ulhi5SLq34E&list=PLmqK8BEXkULHl5pxaiY5G2lTCzTkJQi5J 🖐🏻 Coleção de músicas da família Finger : https://www.youtube.com/watch?v=rqYVL2ZUbuk&list=PLmqK8BEXkULEJzfvn6je4qrYDoRjbWE8m 🎵 Rimas infantis para crianças : https://www.youtube.com/watch?v=BKQ33FLqvec&list=PLmqK8BEXkULEPVsA-j_OX-5joY6lB4djL Obrigado por assistir ao vídeo Se você gostar do vídeo, clique no botão like e nos diga o quanto você gostou nos comentários! #hooplakidz #hooplakidzbrasil #músicasinfantis #videosparacrianças


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Natal para fazer #músicasinfantis #shorts #shortsfeed



Kent, Tim, Luke e Mumu estão decorando a árvore de Natal e aguardando a chegada do Papai Noel com seus presentes enquanto cantam essa alegre canção! #hooplakidz #hooplakidzbrasil #músicasinfantis #videosparacrianças 🔔 SE INSCREVA NO CANAL - https://www.youtube.com/@HooplaKidzBrasil?sub_confirmation=1 😍 Vídeos mais populares : https://www.youtube.com/watch?v=ulhi5SLq34E&list=PLmqK8BEXkULHl5pxaiY5G2lTCzTkJQi5J 🖐🏻 Coleção de músicas da família Finger : https://www.youtube.com/watch?v=rqYVL2ZUbuk&list=PLmqK8BEXkULEJzfvn6je4qrYDoRjbWE8m 🎵 Rimas infantis para crianças : https://www.youtube.com/watch?v=BKQ33FLqvec&list=PLmqK8BEXkULEPVsA-j_OX-5joY6lB4djL Obrigado por assistir ao vídeo Se você gostar do vídeo, clique no botão like e nos diga o quanto você gostou nos comentários!


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Mãe revela tática "infalível" para filho desligar TV na hora de dormir


Quem tem criança em casa sabe a batalha que pode ser o momento de desligar a TV, quando chega a hora de dormir. Laura Costa, 27, empresária de Bauru (SP), encontrou uma solução que é, no mínimo, muito criativa, para convencer o filho Miguel, 4 anos, a ir para a cama. Ela compartilhou a ideia nas redes sociais e arrancou risadas de outros pais e mães, que se identificaram completamente com a situação.
Cena viralizou na web
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No vídeo, Miguel aparece de pijama, indo para a cama, enquanto a mãe confessa o seu truque: "Pareço uma boa mãe, mas quando está tarde, mudo o idioma da TV e, se ele diz que não tá entendendo, eu falo que é o sono”. Na legenda, ela brinca: “Cada mãe com seu segredo”.
Segundo Laura, a ideia surgiu por acaso. “Era tarde e meu filho não queria dormir. Aí pensei: e se eu mudar o idioma para ver se ele cansa mais rápido? Funcionou!”, conta, surpresa, em entrevista a CRESCER. “Quando ele disse que não estava entendendo, falei que era o sono chegando. Foi uma brincadeira de mãe tentando sobreviver — e virou vídeo”, explica.
A estratégia rendeu boas risadas, mas Laura explica que, em sua casa, as telas têm limites bem definidos. “Como a maioria das crianças, Miguel, às vezes, fica relutante. As telas são muito atrativas. Então, tento tornar o momento de desligar mais natural e com menos briga possível. Aviso com antecedência, proponho outra atividade, deixo ele escolher o livro da noite. Converso muito e explico o porquê das coisas — acho que educação com afeto funciona melhor do que só proibir”, afirma. Além de Miguel, Laura também é mãe de Mavie, de 5 meses, que, em pouco tempo, também entrará no esquema.
Laura relata que ficou surpresa com o alcance do vídeo. “Eu postei à noite e fui dormir. De manhã, várias amigas me chamando: ‘seu vídeo viralizou!’ Tinha muita visualização. Eu nem acreditei”, lembra.
Assista ao vídeo abaixo (se não conseguir visualizar, clique aqui):
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Quiz: quais dessas atrizes ficaram grávidas durante a novela?


A novela costuma ser uma obra aberta. Afinal, muitas vezes, as tramas precisam ser alteradas! E, em alguns casos, o motivo tem um toque especial chamado gravidez. Muitas atrizes já precisaram se afastar de seus trabalhos para começar a vivenciar o papel de mãe!
Atrizes que ficaram grávidas durante a novela
TV Globo/Redes Sociais/ Editora Globo
Para refrescar a sua memória, preparamos um quiz divertido sobre as atrizes que engravidaram durante as novelas. Será que você consegue adivinhar?
Você consegue adivinhar quais dessas atrizes ficaram grávidas durante a novela?


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Família fica à deriva e jovem nada por 2 horas em busca de ajuda, no Pará: "O medo era escurecer"


O que era para ser um dia divertido para a família de Kauã Brenno Ribeiro dos Santos, 19, de Santarém, Pará, se tornou um momento de medo e angústia. Ele estava com os pais, a irmã de 6 anos, a namorada e os amigos curtindo o dia em uma lancha no Rio Arapiuns, no início de novembro, até que o barco começou a afundar. Em menos de um minuto, a família ficou à deriva.
Brenno foi resgatado por Emerson e foram atrás da família
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Após algumas horas nadando, Brenno encontrou o piloto de helicóptero Emerson dos Santos Goulart, 45, de Osasco, que estava de férias pescando. Ele subiu no barco e o levou até a sua família. Felizmente, todos foram resgatados em segurança. "Tenho só a agradecer pelo livramento", diz o jovem, em entrevista exclusiva à CRESCER.
Brenno conta que tudo aconteceu muito rápido: o barco enfrentou problemas mecânicos, provavelmente por um erro durante a revisão, antes de embarcarem, conta. Quando perceberam que estava afundando, correram para pegar os coletes salva-vidas e pularam na água. Em cerca de 40 segundos, a lancha estava completamente submersa. "A gente ainda ficou 10 minutos conversando sobre o que fazer, naquela agonia. Aí, eu falei que eu conseguia nadar para pedir ajuda. O pessoal não queria, porque estávamos muito longe [da costa]", lembra Brenno.
Vídeo mostra resgate de menino de 5 anos levado por correnteza em mar da Itália enquanto usava colchão inflável
Vídeo emocionante de crianças em bote de resgate encanta a web no RS
Mas ele conseguiu convencer os familiares a deixá-lo ir. "Era a única solução para a gente sair de lá. Se não, passaríamos muito tempo lá, não passava nenhuma lancha. Eu levei um pente rosa cintilante. Caso visse alguma embarcação, poderia sinalizar já que, no meio do rio, tu não é nada. É muito difícil de ver", conta.
Brenno começou a nadar em direção ao que parecia uma ilha. "Eu lembro que tinha um boto que nadava comigo. Chegou um ponto em que eu não via mais minha família, então, eu ficava naquela dúvida: será que eles estão bem? Será que eu volto para ajudar? Eu ficava só orando, só queria chegar logo. O ruim não era nem nadar, era olhar para frente e parecer que estava no mesmo lugar", recorda.
'No meio do percurso, comecei a sentir cãibras nas pernas'
Brenno ficou cerca de duas horas nadando até que avistou terra fime. "No meio do percurso, comecei a sentir cãibras nas pernas", lembra. Ele viu o barco de Emerson, que estava pescando, começou a gritar, assobiar e acenar. O piloto lembra desse momento: "Foquei meu olhar para o rio e tive a felicidade de observar muito longe, mas muito longe mesmo, um pequeno ponto preto. Então, pedi para o condutor da lancha para irmos até lá dar uma olhada", conta.
"Na verdade, a gente foi meio que desacreditado, brincando que poderia ser um tronco, um jacaré, alguma coisa assim. Chegando perto, vimos que se tratava de uma pessoa. Deu para ver os braços mexendo, gesticulando", acrescenta. Foi, então, que ele encontrou Brenno. "Estava exausto, tendo fortes cãibras. Ao colocá-lo no barco, ele falou que tinha mais gente na água, estava toda sua família, inclusive crianças. Naquele momento, eu sabia que tínhamos que agir rápido", diz Emerson.
Ele acalmou Brenno e explicou que estavam em dois barcos e se dividiram para começar as buscas. "Sabíamos que não poderíamos demorar por conta do pôr do sol e do nosso combustível, que era limitado. Foi aquela aflição! Não sabíamos como encontrar as pessoas", diz. Felizmente, eles conseguiram localizá-los em pouco tempo. "Foram aproximadamente de 15 a 20 minutos de busca que, para mim, pareceram duas horas. Estavam todos de colete, reunidos. Isso ajudou muito. Essa atitude de não se separar foi fundamental para que a gente conseguisse tirar todos bem da água", afirma.
Menina de 5 anos e mais 12 pessoas são encontradas após 36 horas à deriva em banana boat
'Tenho só a agradecer pelo livramento'
Momento em que Brenno é reunido com a família
Reprodução/Instagram
"Quando encontrei Emerson, fiquei muito feliz porque eu ia atrás dos outros. E fiquei mais alegre ainda quando os encontramos. Deu aquele sentimento de alívio, que nada foi em vão. Na água, era um sentimento muito ruim: o tempo ia passando e o medo era escurecer. Mas quando a lancha apareceu, eu fiquei muito grato a Jesus. Foi um momento de felicidade. A palavra perfeita para isso é milagre", lembra o jovem.
Todos estavam muito cansados, mas ninguém se feriu. "A gente deve olhar para a vida, caiu a ficha de que a gente não é de ferro, não é de aço, a gente vai embora. Tenho só a agradecer pelo livramento", afirma Brenno.
Emerson também ficou muito feliz em ajudar. "Quando chegamos, foi uma euforia total, aquela sensação boa. A gente foi tomado por aquele sentimento de missão cumprida, de agradecer a Deus por tudo ter dado certo, por todos estarem são e salvos", destaca.
Viralizou
O vídeo do momento do resgate foi compartilhado por Emerson nas redes sociais e gerou uma enorme repercussão. Muitos internautas elogiaram a coragem de Brenno, que nadou por tanto tempo em busca de ajuda. "Eu gravei para não passar em branco. Postei na minha rede social, que era fechada, mas a minha filha acabou externando e tomou uma proporção enorme", afirma. "A sensação é de gratidão a Deus. Acho que ele que trabalhou naquele momento para que tudo ficasse bem", finaliza.
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Fonte: Leia a matéria original

Obesidade infantil: como tratar de forma saudável, segundo endocrinologista


Hoje quero falar sobre um tema delicado, mas necessário: a obesidade infantil. Muitas vezes, quando pensamos nesse assunto, ainda surgem ideias simplistas como “é só fechar a boca” ou “falta brincar mais”. Mas a realidade é muito mais complexa e precisamos entender isso para cuidar de nossas crianças sem culpa e sem preconceito.
Obesidade infantil
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Quando o peso interfere na saúde
Hoje, uma em cada cinco crianças convive com obesidade, considerada a doença crônica mais comum da infância. E não se trata apenas de números na balança. Cada vez mais cedo, vemos meninos e meninas enfrentando problemas como diabetes tipo 2, hipertensão e alterações no colesterol, que antes eram restritos ao mundo adulto.
Infelizmente, a saúde da população pediátrica vem se tornando menos favorável a cada década, e muitos trabalhos científicos refletem essa realidade preocupante. Um estudo publicado no JAMA Network Open mostrou que, entre 2008 e 2023, a prevalência de obesidade em crianças e adolescentes aumentou de forma consistente. Ainda mais alarmante foi o crescimento da obesidade grave, que subiu 253% nesse período, estando associada a maior risco de disfunções metabólicas.
O diagnóstico é feito por meio do IMC para idade, mas só o médico pode interpretar o resultado. Afinal, cada criança está em fase de crescimento e merece um olhar individualizado.
Obesidade infantil: mães contam como lidam com o problema, que atinge cada vez mais crianças e adolescentes
6 passos para prevenir a obesidade infantil
Por que isso acontece?
A obesidade infantil nunca tem uma causa única. É o resultado de uma combinação de fatores:
Ambiente: menos tempo para brincar ao ar livre, mais telas e uma enxurrada de propagandas de alimentos ultraprocessados.
Alimentação: porções maiores, refeições fora de casa, consumo crescente de refrigerantes e bebidas adoçadas que chegam a representar quase metade do açúcar que as crianças ingerem.
Atividade física: menos de 1 em cada 4 crianças pratica os 60 minutos de atividade física recomendados por dia.
Genética e família: filhos de pais com obesidade têm maior predisposição, mas o ambiente e os hábitos pesam tanto quanto os genes.
Condição socioeconômica: muitas famílias encontram dificuldade de acesso a alimentos frescos e a locais seguros para as crianças se exercitarem.
O peso do preconceito
Para além da saúde física, há algo que me preocupa profundamente: o estigma. Crianças com obesidade frequentemente enfrentam bullying, exclusão e comentários cruéis. Isso não só fere a autoestima, mas pode levar à ansiedade, depressão e transtornos alimentares. E aqui está um ponto fundamental: culpa e vergonha não curam. Pelo contrário, tornam o caminho ainda mais difícil.
Caminhos possíveis
O tratamento da obesidade infantil não se resume a “comer menos e se mexer mais”. Ele precisa ser pensado para cada criança, junto da família. Alguns passos importantes incluem:
Trazer a família para o processo: hábitos saudáveis só funcionam quando são coletivos, não impostos a uma única criança.
Transformar o movimento em prazer: seja na dança, nas brincadeiras, no esporte que desperta interesse.
Melhorar a relação com a comida: sem dietas radicais, mas com equilíbrio, apoio de nutricionistas e escolhas possíveis no dia a dia.
Cuidado integral: em alguns casos, pode ser necessário incluir tratamento medicamentoso ou até cirurgia, sempre em centros especializados e com suporte emocional.
Um convite ao cuidado
A obesidade infantil não é sobre estética, mas sobre saúde hoje e no futuro. Cada criança merece crescer em um ambiente que valorize escolhas saudáveis, mas também o afeto, o acolhimento e a liberdade de ser quem é, sem rótulos.
Se há algo que os estudos e a prática clínica nos ensinam é que, quando família, escola, profissionais de saúde e sociedade caminham juntos, as crianças não apenas alcançam melhores indicadores de saúde: elas florescem.
Um terço das crianças estará acima do peso até 2050: como prevenir a obesidade infantil?
Receita de Bolinho de Legumes no Forno (salgado e colorido)
Bolinho de legumes
Arquivo pessoal
Ingredientes:
1 cenoura ralada
1 abobrinha ralada
2 ovos
2 col. sopa de queijo branco ralado
3 col. sopa de farinha de aveia, temperos naturais (orégano, salsa, cebolinha)
Preparo:
Misture todos os ingredientes;
Coloque em forminhas de muffin;
Asse por 25 min a 180 °C.
Paula Pires é especialista em Endocrinologia, membro da Endocrine Society, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Também é idealizadora do projeto "Médicos na Cozinha" e editora do livro "Médicos na Cozinha"
Arquivo pessoal


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Sunday, December 7, 2025

Qual nome liderou as tendências em 2025? Significado revela o motivo

Entenda o motivo de Helena estar sendo uma escolha clássica, forte e cheia de história, que continua conquistando as famílias em 2025. Foto: Freepik

Helena é realmente o nome ideal para a filha que está chegando?





Durante a gravidez, a escolha do nome pode ser uma das missões mais difíceis e é uma dúvida comum entre famílias que começam a listar possibilidades e desejam um nome cheio de significados.





À medida que mães e pais se aproximam desse momento tão especial, a escolha de um nome que represente afeto, história e identidade ganha um peso enorme.





A matéria do Correio Braziliense traz o motivo desse nome estar sendo um dos mais escolhidos em 2025.





A origem de Helena e a força da sua história





Desde o primeiro contato com a origem de Helena, muitas famílias se encantam com a ligação do nome à tradição.





Ele vem do grego “Heléne”, termo associado a “hélē”, que significa “luz”, “tocha” ou “a iluminada”.





Portanto, a interpretação mais comum aponta Helena como alguém que brilha e inspira, qualidades que tocam mães e pais que desejam transmitir proteção e clareza desde o início da vida da filha.





O papel da mitologia no encanto do nome





Além disso, o fascínio por Helena aumenta quando lembramos sua presença marcante na mitologia grega.





A famosa Helena de Troia, reconhecida por sua beleza e força simbólica, reforça a profundidade histórica do nome.





Embora seja um personagem antigo, ela permanece viva no imaginário coletivo e contribui para que o nome continue inspirando escolhas até hoje.





Por que Helena continua tão popular





Com o passar dos anos, nomes clássicos voltaram a ganhar espaço entre as famílias brasileiras.





Nesse movimento, Helena se destaca por unir tradição, elegância e leveza sonora.





Ao mesmo tempo, o significado ligado à luz transmite esperança, um sentimento que muitos pais consideram essencial em momentos de transformações e novos começos.





Assim, o nome se mantém no topo das listas em 2025.





A sonoridade que conquista famílias de todo o Brasil





Ao observar a musicalidade do nome, não é difícil entender por que Helena agrada tanto. Ele tem pronúncia fluida, combina facilmente com diferentes sobrenomes e funciona muito bem em diversos idiomas.





Dessa maneira, para famílias que valorizam praticidade, versatilidade e modernidade, essa escolha se torna natural.





Consequentemente, Helena aparece em conversas, listas e planejamentos de nascimento por todo o país.





A simbologia da luz e o apelo emocional





Além do significado histórico, o aspecto emocional associado à luz fortalece ainda mais o encanto por Helena.





Ideias como sabedoria, proteção e novos caminhos costumam sensibilizar mães e pais que buscam um nome com mensagem positiva.





Por isso, em 2025, a procura por nomes com simbolismos fortes aumenta tanto nos registros civis quanto nas pesquisas feitas por gestantes.





Assim, o nome continua representando esperança em um contexto de mudanças.





A versatilidade de Helena em combinações compostas





Por fim, outro fator que contribui para o sucesso do nome é sua capacidade de formar combinações harmoniosas.





Opções como Helena Maria, Ana Helena e Helena Sofia aparecem com frequência e agradam pais que querem homenagear outras pessoas queridas ou reforçar referências importantes.





Dessa forma, o nome se adapta facilmente a diferentes estilos familiares.





Devo escolher?





No fim das contas, a escolha de um nome sempre passa pelo coração da família. Entre tantas possibilidades, muitos pais acabam buscando algo que traga história, afeto e uma sensação de acolhimento.





E é justamente por isso que Helena continua conquistando tantas famílias em 2025.





Com significado forte, sonoridade leve e um simbolismo que inspira esperança, esse nome segue acompanhando a chegada de muitas meninas de um jeito especial e cheio de luz.











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Bebês precisam de uma rotina? Confira as indicações e entenda

Bebês precisam de uma rotina? Confira as indicações e entenda

Se você tem um recém-nascido em casa, provavelmente já se perguntou se faz sentido criar uma rotina desde cedo.





A Parents explica que organizar o dia a dia pode facilitar a vida da família e, ao mesmo tempo, trazer mais segurança ao bebê. Assim, ao compreender melhor como funciona a dinâmica dos recém-nascidos, fica mais simples criar hábitos que realmente façam sentido.





Além disso, a ideia de rotina para bebês costuma gerar muitas dúvidas. Por isso, reunimos de forma clara e amigável as principais recomendações para você entender como adaptar o cotidiano de maneira leve e funcional.





O que significa criar uma rotina para bebês?





Quando falamos em rotina para bebês, estamos nos referindo a um conjunto de horários e hábitos estruturados para a alimentação, o sono e os momentos de brincadeira. Dessa forma, o dia ganha mais previsibilidade, o que costuma trazer calma para os pais e sensação de segurança para o bebê.





Por outro lado, é importante lembrar que a rotina não precisa ser rígida. Como os bebês passam por mudanças rápidas, o ideal é observar seus sinais e ajustar tudo conforme eles crescem.





Quando começar a estabelecer a rotina





Muitos pais começam a organizar uma rotina mais clara entre os 2 e 3 meses de vida, fase em que os padrões de sono e alimentação ficam um pouco mais estáveis. Antes disso, como os ciclos são muito irregulares, seguir horários fixos pode ser difícil e até frustrante.





Com o amadurecimento, no entanto, os cochilos e o sono noturno se tornam mais previsíveis. Assim, fica mais simples criar pequenos hábitos como sonecas aproximadas e um ritual tranquilo antes de dormir.





Benefícios de uma rotina para bebês e família





Uma rotina bem estruturada ajuda o bebê a entender gradualmente a diferença entre dia e noite. Como consequência, o sono tende a melhorar, tornando o humor mais equilibrado e o desenvolvimento mais confortável.





Além disso, para os pais, ter um roteiro organizado traz alívio. Isso porque permite antecipar demandas, dividir melhor as tarefas e aproveitar pequenos intervalos para descansar.





Como montar uma rotina saudável para seu bebê





Para começar, observe atentamente os sinais de sono ou fome, como bocejos, inquietação ou maior necessidade de colo. A partir dessa percepção, é possível organizar horários aproximados de alimentação e cochilos que respeitem seu ritmo natural.





Em seguida, vale criar um ritual noturno simples, como banho, iluminação suave e uma música calma. Esse tipo de sequência ajuda o bebê a entender que aquele momento sinaliza a chegada do sono.





Quando a rotina pode não funcionar e por que tudo bem





Em alguns períodos, especialmente durante saltos de desenvolvimento, o bebê pode rejeitar a rotina. Nesses momentos, insistir em horários rígidos pode gerar estresse. Portanto, flexibilidade é fundamental.





Além disso, cada bebê tem um ritmo próprio. Assim, não existe um modelo perfeito. O mais importante é ajustar o dia a dia conforme as necessidades individuais surgem.





Quando adaptar a rotina conforme o crescimento





Com o passar dos meses, o bebê começa a dormir mais tempo durante a noite e a reduzir as sonecas do dia. Esse padrão costuma aparecer entre os 6 e 12 meses, tornando-se uma boa oportunidade para diminuir o número de cochilos e aumentar o tempo acordado.





Dessa forma, a rotina passa a acompanhar o desenvolvimento natural do bebê, garantindo equilíbrio entre sono, alimentação e brincadeiras.











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Entenda como a discalculia afeta o aprendizado e como as famílias podem agir desde cedo

Saiba sobre o desafio silencioso da discalculia e como pode estar influenciando a relação do seu filho no aprendizado da matemática. Foto: Freepik

Você já ouviu falar em discalculia e percebeu que seu filho trava sempre que aparece um cálculo simples?





Às vezes, a dificuldade vai além de “não gostar de números”, e por isso vale prestar mais atenção.





Afinal, quando entendemos o que está por trás do comportamento, conseguimos agir com mais segurança e confiança, especialmente porque a intervenção precoce faz muita diferença no desenvolvimento das habilidades matemáticas, segundo informações da matéria publicada na Parents.





O que é discalculia?





Antes de qualquer coisa, é importante entender do que estamos falando.





A discalculia é um transtorno de aprendizagem que afeta a forma como a criança compreende e processa números.





Isso acontece porque as áreas do cérebro responsáveis pelo raciocínio matemático funcionam de um jeito diferente.





Assim, mesmo quando se esforça, a criança pode ter dificuldade para entender valores, realizar operações básicas ou até reconhecer quantidades no dia a dia.





Embora seja mais comum do que parece, ainda é pouco discutida.





Sinais que podem surgir no dia a dia





À medida que a criança cresce, alguns sinais ficam mais evidentes. Talvez ela demore para aprender conceitos básicos, esqueça regras matemáticas com facilidade ou tenha dificuldade para estimar tamanhos, tempo ou direções.





Além disso, conforme o cotidiano avança, atividades como contar troco, entender descontos ou acompanhar tarefas escolares podem se tornar ainda mais desafiadoras.





Observar esses comportamentos é essencial para buscar apoio no momento certo.





Por que tantas crianças deixam de receber diagnóstico?





Mesmo com sinais claros, muitas crianças passam anos sem diagnóstico. Isso acontece, sobretudo, porque ainda não existe um teste específico capaz de confirmar a discalculia.





Assim, o processo costuma envolver avaliações amplas que examinam habilidades matemáticas e eliminam outras possíveis causas.





Além disso, como a pesquisa sobre o tema ainda está em desenvolvimento, muitos profissionais encontram dificuldade para identificar o transtorno com precisão.





Como os pais podem apoiar em casa?





É totalmente possível e muito valioso que as famílias contribuam no cotidiano.





Conversar sobre números durante situações simples, como preparar receitas, organizar compras no mercado ou brincar com jogos que envolvam contagem, transforma a matemática em algo menos intimidador.





Além disso, manter o diálogo com a escola e perguntar como os alunos com dificuldades são acompanhados ajuda a garantir que seu filho receba o suporte necessário.





A força da família no processo de aprendizagem





No fim das contas, quando os pais assumem uma postura ativa, eles ampliam as oportunidades de desenvolvimento da criança.





E, da mesma forma que aconteceu com a leitura, a união das famílias pode fazer com que a discalculia ganhe ainda mais visibilidade, ajudando outras crianças a aprenderem com mais leveza, autonomia e segurança.











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A ingestão de água pode afetar o resultado do teste de gravidez?

Mulher segurando teste de gravidez

Quando estamos tentando engravidar, qualquer detalhe pode gerar ansiedade: o atraso, um enjoo, aquela vontade constante de fazer xixi…





E é justamente disso que vem a dúvida: será que beber muita água pode interferir no teste de gravidez?





Segundo a Parents sim, em alguns casos isso pode acontecer.





Isso porque o hormônio hCG, também conhecido como gonadotrofina coriônica humana, é produzido somente durante a gravidez e é exatamente o que os testes caseiros procuram na urina.





Quanto maior sua concentração, maior a chance do teste identificar a gestação com rapidez.





No entanto, nas primeiras semanas a quantidade de hCG ainda pode ser baixa.





Então se a urina estiver muito diluída porque você bebeu muita água, o teste pode não conseguir detectar o hormônio, o que aumenta as chances de um falso negativo.





Como a ingestão de água interfere no teste de gravidez?





Ao beber muita água ou outros líquidos, sua urina perde concentração.





Isso é ótimo para a saúde, mas pode ser um problema quando falamos de teste de gravidez.





Afinal de contas, quanto mais diluída está a urina, menor a concentração de hCG que o teste consegue identificar.





Além disso, nos primeiros dias após a concepção, seus níveis de hCG ainda não estão altos o suficiente.





Por isso, mesmo uma pequena diluição já pode atrapalhar, porque:






  • O teste identifica a presença do hormônio, não a quantidade;




  • Se a concentração estiver abaixo do limite de detecção, o resultado sai negativo.





Essa situação leva ao chamado falso negativo, quando o teste diz que você não está grávida… mas você está.





Isso é mais comum quando o teste é feito muito cedo, antes do atraso menstrual ou após ingerir muito líquido.





Qual é o melhor horário para fazer o teste de gravidez?





Para diminuir qualquer chance de erro, especialistas orientam que o teste seja feito logo pela manhã, com a primeira urina do dia





Isso porque ela:






  • Está mais concentrada;




  • Sofre menos influência de líquidos ingeridos;




  • Tem níveis mais altos de hCG.





Além disso, seguir corretamente o passo a passo da embalagem também evita confusões, como usar urina de menos ou de mais.





Mas se você estiver muito ansiosa e quiser testar em outro horário, tente reduzir a hidratação nas horas anteriores.





Mas lembre-se: beber água é saudável





A hidratação continua sendo fundamental, especialmente quando existe a possibilidade de gravidez.





Ela contribui para o bom funcionamento do corpo e ajuda no bem-estar da mãe e do bebê.





Um cuidado importante é apenas não exagerar na água antes do teste, principalmente se você estiver muito no início da gestação.





A maternidade começa, muitas vezes, com dúvidas e expectativas. E está tudo bem buscar as informações certas para viver esse momento com mais tranquilidade.











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Bonecas de ‘Guerreiras do K-Pop’ ganham primeiras fotos; confira

Mattel lança bonecas de "Guerreiras do K-pop" com data de pré-venda • Divulgação / Netflix, Mattel e Hasbro

Se aí na sua casa o filme Guerreiras do K-Pop virou febre e a trilha sonora não sai do repeat, prepare o coração: as bonecas das personagens Rumi, Mira e Zoey já ganharam suas primeiras fotos oficiais!





O lançamento é fruto da parceria entre Netflix e Mattel, a mesma marca por trás de sucessos como Barbie e Monster High.





Segundo o anúncio da Mattel Creations e divulgado pelo Omelete, a pré-venda começa no dia 12 no site oficial da marca. A data exata do lançamento nas lojas ainda não foi confirmada, mas está prevista para 2026.





Quanto vai custar cada boneca?





A pré-venda da coleção foi anunciada com preço de 150 dólares por boneca, o que equivale a aproximadamente R$ 799.





Trata-se, portanto, de um item premium de colecionador, ideal para fãs que valorizam detalhes, exclusividade e autenticidade.










Por que Guerreiras do K-Pop conquistou tantas famílias?





O filme acompanha as HUNTR/X, um grupo de idols cheio de personalidade que, além de se apresentar para multidões, também caça demônios nas horas vagas.





O mais divertido? Os vilões agora decidiram formar sua própria banda — os Saja Boys — para competir pela atenção do público.





Essa mistura de música, aventura e humor tornou a produção um dos maiores sucessos da história da Netflix, alcançando o topo dos rankings de filmes mais vistos da plataforma.





Músicas de sucesso





Além disso, músicas como “Golden”, “Your Idol” e “Soda Pop” viralizaram e ganharam o coração de crianças e pré-adolescentes que amam dançar e cantar junto.





E se seu filho já está pedindo mais aventuras das HUNTR/X, pode comemorar: a Netflix confirmou uma sequência para 2029, e a expectativa é grande, tanto pelas canções quanto pela história.





Até lá, as bonecas chegam para manter a paixão viva dentro de casa!





Tudo sobre Guerreiras do K-pop





A história de Guerreiras do K-Pop acompanha o grupo HUNTR/X, que vive uma rotina nada comum. Entre um show e outro, as meninas também precisam caçar demônios.





Para complicar ainda mais, os vilões decidem formar sua própria banda de K-pop, os Saja Boys, criando uma disputa direta pela atenção dos fãs.











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10 testes simples para descobrir o sexo do bebê em casa

Mulher gestante acariciando a barriga

Quando a gravidez começa, vem junto aquela curiosidade gostosa para descobrir o sexo do bebê: será que é menino ou menina?





Enquanto o ultrassom não revela o segredo, muitas famílias acabam se divertindo com as crenças populares que prometem adivinhar o sexo mesmo antes das 20 semanas.





Esses testes não substituem exames como ultrassonografia ou sexagem fetal, mas podem criar momentos leves e cheios de risadas.





A seguir, veja algumas teorias que atravessaram gerações, compiladas primeiramente no portal Tua Saúde.





Afinal, não custa brincar um pouquinho enquanto o resultado oficial não chega!





Testes populares para saber o sexo do bebê





Alguns testes caseiros usam mudanças físicas da gestante como suposto indicativo do sexo do bebê.





Veja os mais famosos:





1 – Teste da colher e do garfo





Uma das superstições mais populares envolve o uso de uma colher e um garfo.





Coloca-se uma a colher sob uma almofada e o garfo sob outra, sem que a grávida saiba qual é qual.





Ao se sentar em uma das almofadas, acredita-se que:






  • Colher: menina.




  • Garfo: menino.





2 – Formato da barriga






  • Mais pontuda: seria menino




  • Mais arredondada: seria menina





3 – Desejos alimentares






  • Vontade de sal: indicaria menino




  • Vontade de doce: indicaria menina





4 – Linha alba





A linha escura que aparece na barriga de algumas grávidas é usada para prever o sexo do bebê. Se a linha se estender até acima do umbigo, acredita-se que será um menino; se parar abaixo, uma menina.





Importante: A linha alba, também chamada de linha nigra aparece por causas hormonais e não tem ligação com o sexo do bebê.





5 – Enjoos matinais






  • Poucos enjoo: menino




  • Enjoos frequentes: menina





6 – A pele e o cabelo






  • Pele radiante e cabelo brilhoso: menino




  • Mais oleosidade e espinhas: menina





7 – Formato do rosto






  • Mais fino: menino




  • Mais arredondado: menina





8 – Reação de outras crianças






  • Menina simpática com a gestante indica a chegada de um menino




  • Menino simpático com a gestante indica a chegada de uma menina





9 – Sonhos da gestante





Sonhou com menina?
Diz a lenda que aí vem… menino (e vice-versa!)





Esses sinais também são associados a hormônios da gestação,mas podem variar muito!





10 – Teste da agulha: o “clássico da vovó”





Esse é daqueles que passam de geração em geração e toda grávida precisa fazer!





Spoiler: muitas delas garantem que funciona mesmo!





Como fazer:






  1. Deite de barriga para cima




  2. Pendure uma agulha em um fio




  3. Segure sobre a barriga, sem movimento voluntário




  4. Observe o movimento:






  • Circulandomenina




  • Vai e vemmenino





Dizem que este teste nunca falha… mas a ciência ainda não confirmou!





Quando realmente dá para saber o sexo do bebê?





Por mais divertidos que sejam, todos esses métodos são baseados em crenças populares.





Se você quer uma resposta realmente confiável, só existem dois caminhos:





Ultrassom: a partir da 13ª semana, já pode mostrar as estruturas sexuais
Sexagem fetal (exame de sangue): a partir da 8ª semana, analisa o DNA do bebê





Diferente do ultrassom, a sexagem fetal não precisa de prescrição médica. No entanto, esse teste não é oferecido pelo SUS.





Viva o momento





Tentar adivinhar o sexo do bebê faz parte da experiência! Ao lado da sua família, esses momentos são mais especiais, independentemente de quem vem por aí.











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