Precisar se afastar do contato físico com amigos e familiares não foi fácil para a pequena Eliana, 4 anos, de Los Angeles, nos Estados Unidos, durante a pandemia. Para lidar com a solidão da filha, os pais decidiram construir junto com a menino um pequeno “jardim para fadas” em um canteiro que ficava em frente a sua casa. Lá, eles colocaram pequenas pedras coloridas e esculturas e deixaram uma mensagem em que estava escrito: “Essa é a tentativa de uma menina de 4 anos de alegrar seu dia, por favor, acrescente à magia."
Conforme os dias passaram, alguns vizinhos deixaram novos objetos no pequeno jardim até que no fim de março surgiu um bilhete escrito à mão e colocado dentro de uma garrafa: "Meu nome é Safira. Eu sou uma das fadas que vive nesta árvore. Preciso da sua ajuda!". A “fada” disse que queria presentear os construtores do jardim, mas primeiro precisava saber se o destinatário era digno então sugeriu uma lista de tarefas: "Diga 5 coisas boas para as pessoas que você ama; Faça 3 coisas úteis para alguém que precisa; Prometa sempre ser gentil e corajosa; e desenhe um animal”.
Em entrevista ao USA TODAY, a mãe de Eliana, Emily, relembrou a emoção e a alegria da filha ao encontrar o bilhete. No dia seguinte, a menina deixou uma carinha com desenhos de porquinhos, avisando que todas as tarefas foram cumpridas e, pouco depois, o presente de Safira apareceu no jardim: dados feitos à mão.
Desde então, uma série de bilhetes foram trocados entre a pequena Eliana e Safira, que na verdade, é Kelly Kenney, uma jovem que trabalha como fotógrafa, mas sempre teve o sonho de escrever livros infantis. “Decidi escrever aquela primeira mensagem porque vi que aquela menininha claramente estava precisando de companhia, mesmo que a distância, durante a pandemia”, afirmou Kelly.
Pouco depois das primeiras trocas com Eliana, Kelly se apresentou em uma carta aos pais da garota revelando sua identidade e eles concordaram em seguir com o faz de conta. “Não fui só eu que acrescentei um pouco de magia aos dias de Eliana”, disse Kelly. “A pandemia foi muito difícil para mim e os bilhetes e presentinhos trocados com Eliana foram a melhor parte dos meus dias e me motivavam a levantar da cama pelas manhãs”.
Nos meses seguintes, as duas trocaram cartas manuscritas, pequenos presentes, e até uma foto em polaroid em que Kelly aparece em uma versão em miniatura vestida como fada. Em dezembro, os pais de Eliana, avisaram Kelly que a família iria se mudar para outro bairro então o jardim de fadas precisaria ser desativado. Foi então que eles planejaram o primeiro encontro cara a cara entre as duas. Para que a interação fosse segura, Kelly, a menina e os pais, fizeram o teste de Covid um dia antes de terem contato e mantiveram as máscaras o tempo todo.
“A maneira que ela me olhou quando me viu pela primeira vez ficará comigo para sempre”, disse Kenney. “Não é preciso muito para mudar a vida de outra pessoa e ela fez tanto por mim quanto eu fiz por ela”. Mesmo estando em bairros diferentes, Kelly e Eliana continuam trocando cartinhas.
Nesta semana, Kelly compartilhou a história de amizade com a garotinha no Twitter e as postagens rapidamente viralizaram recebendo mais de 100 mil curtidas.
Confira as postagens de Kelly:
I think everyone could use a lighthearted/happy story right now so here goes:
At the beginning of the pandemic I went through some painful personal stuff and would often go out at night for long walks because no one was around and I couldn’t sleep anyway. One night I was walking
Um estudo conduzido por pesquisadores italianos, e publicado no início deste mês na revista Environment International, encontrou resquícios de microplástico em placentas humanas. A descoberta é inédita.
Segundo o artigo, microplásticos são partículas menores que cinco milímetros decorrentes da degradação de objetos plásticos presentes no ambiente. Os microplásticos podem se mover do ambiente para os organismos vivos por meio da alimentação ou respiração.
Em quatro das seis placentas analisadas foram encontrados fragmentos microplásticos, de cerca de 0,01 mm cada, e todos eram pigmentados. Apenas uma pequena fração de cada placenta foi analisada, o que sugere que o número real de fragmentos pode ser muito maior. As mulheres que participaram do estudo não tiveram problemas durante a gravidez e seus bebês nasceram saudáveis.
Os efeitos da presença de microplásticos no organismo ainda são desconhecidos, mas os pesquisadores temem que os produtos químicos presentes no plástico possam causar danos ou alterar o desenvolvimento do feto, já que os microplásticos carregam substâncias que atuam como desreguladores endócrinos - o que pode causar efeitos a longo prazo na saúde humana.
“É como ter um bebê ciborgue: não mais composto apenas de células humanas, mas uma mistura de entidades biológicas e inorgânicas”, diz Antonio Ragusa, diretor de obstetrícia e ginecologia do hospital San Giovanni Calibita Fatebenefratelli em Roma, que liderou o estudo, em entrevista divulgada pelo The Guardian.
Andrew Shennan, professor de obstetrícia do King's College London, disse ao Daily Mail que é reconfortante que os bebês do estudo tenham nascido saudáveis, mas “é obviamente preferível não ter corpos estranhos presentes enquanto o bebê está se desenvolvendo”.
Eu prometo que não vou te dizer que este ano foi perdido, meu filho. Quando tudo isso começou, eu nem sabia que o calendário inteiro teria de usar máscara e álcool em gel. Eu fiz previsões absurdas, neguei e me desesperei, inclusive. Você, como ficou em casa, viu e ouviu isso tudo. Sentiu o peso dos adultos cuidarem da sua saúde e tentarem preservar ao máximo a de todos os familiares. Mas também tivemos de cuidar dos empregos, das profissões, das contas em atraso, dos medos, das raivas, das tristezas.
Filho, você precisou se despedir do nada de seus amigos, professoras e espaços escolares. A cantina virou aquele pão com manteiga rapidinho entre uma aula e outra no computador. Você precisou aprender a ver as pessoas pela tela de computador, sem abraçar depois de uma corrida. Teve de trocar o suor pela lágrima, ao passar meses sem a turma gritando e brincando de bicicleta. Teve de assistir às aulas sem vontade, por desânimo de não ter como virar para trás e conversar um pouquinho com o colega, enquanto a professora apagava o quadro.
Eu vi você sofrendo e se levantando. Fomos felizes demais também. Estivemos mais tempo juntos, o suficiente para você imaginar que talvez não quisesse que a pandemia fosse embora. Que confuso isso, querer que o mundo permanecesse ao contrário! Isso é o que a vida faz com a gente em momentos de mudança: ao mesmo tempo, excitação e tristeza, alegria e luto, festa e despedida. Nós nos despedimos de tanta gente que se foi... choramos juntos, aprendemos, inclusive, que chorar junto nos faz mais unidos e sentimos o amor fluir mais forte entre nós.
“Um ano de uma criança é feito de descoberta, de aventura, de queda, de tombo e curativo”
Eu aprendi que gosto demais de parar meu trabalho e encontrar você ao lado, imediatamente, sem ter de pegar trânsito. Eu levei uns bons sustos, mas foi muito fofo você entrar nas reuniões e dar oi para o meu chefe, me roubar um beijo e pedir para eu ler uma revista com você. Passamos dias e dias discutindo o quanto você e eu precisávamos de uma pausa das telas para ganhar oxigênio na vida real e, assim, dar conta de mais e mais reuniões virtuais.
Ainda estamos no meio disso. Não posso lhe prometer quando se findará, mas só quero dizer que aquela frase ‘esse é um ano perdido’ é uma bobagem minha. Sabe, filho, eu aprendi a contar os anos das crianças por meio de desempenhos escolares, você acredita? Acredita que eu, grande assim, ainda me dou ao desplante de ter sobras desse tipo de pensamento? Desculpe. Um ano de uma criança é feito de descoberta, de aventura, de queda, de tombo e curativo. Machucado com esparadrapo, vontade de recomeçar a correr e viver mesmo com o corpo e a alma com uns arranhões. Assim é o ano de uma criança, e assim foi o meu ano também. Por isso, filho, vou te dizer: valeu demais. Vamos juntos em mais um tempo estranho, mas certos de que o ano foi vencido. E você foi uma das razões do meu coração senti-lo assim. Feliz ano novo, meu filho, com meus olhos cheios de água doce de esperança em nós e na vida.
Alexandre Coimbra Amaral É mestre em psicologia pela PUC do Chile, palestrante, escritor, terapeuta familiar e de casais. Pai de Luã, 13, Ravi, 11, e Gael, 7. Psicólogo do programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo.
Uma professora norte-americana do ensino fundamental deixou seus alunos histéricos depois de fingir um peido alto durante a aula virtual. Emma Ginder, 25, do Kansas, compartilhou a filmagem hilária no Facebook no dia 9 de dezembro, e rapidamente o vídeo se tornou viral. As reações das crianças ao barulho realmente são engraçadas! "Em alguns dias, você só precisa tocar um som de campainha durante a aula para melhorar o clima", ela escreveu na legenda. "Muito bom para não compartilhar. Além disso, peço desculpas por ter a maturidade de um menino de 8 anos", completou a professora.
O vídeo começa com a professora pedindo aos alunos que peguem um livro. De repente, enquanto todos estão em silêncio, um forte barulho de peido pode ser ouvido emanando da câmera da professora. Ginder cobre a boca com a mão — aparentemente em choque —, se afasta da câmera e começa a rir. Os alunos, surpressos não sabiam o que pensar, enquanto algumas crianças perguntam: "O que foi isso?", mesmo sabendo exatamente o que ouviram. "Acho que ela peidou", disse um deles, fazendo com que seus colegas caíssem na gargalhada. "Esse foi um grande problema", anunciou outro. "A culpa é da senhorita Ginder", alguém acrescentou.
Ginder ria junto com seus alunos, mesmo quando ela estava tentando fazer com que eles se acalmassem. "Não sei quem foi, mas quem quer que seja pode estar um pouco envergonhado, então, vamos parar", disse ela. "Eu ainda culpo você", um garotinho disse a ela no final do clipe.
As imagens divertidas foram compartilhadas mais de 46 mil vezes somente no Facebook e depois foi postado no Twitter, onde foi visto quatro milhões de vezes. "Um grande peido durante uma aula de Zoom para crianças e toda a classe é a alegria de que todos precisávamos", twittou uma pessoa. "Peidos deveriam ser usados para quebrar o gelo nas reuniões do Zoom com mais frequência", comentou outra pessoa. "As risadas dessas crianças é exatamente o que eu precisava hoje", disse mais um.
Assista, abaixo, ao vídeo hilário (se não conseguir visualizar, clique aqui):
1. Canto dos livros
Uma opção para organizar o espaço de leitura das crianças. O rack tem quatro bolsões de poliéster, especialmente feitos para guardar livros e gibis. baudalulu.com.br, R$ 399,90. Mede 62 x 25,5 cm x 61 cm
2. Cores e formas
Feito à mão, o tapete é confeccionado em 100% algodão. Os desenhos geométricos coloridos no fundo cru trazem a versatilidade para a peça, e fazem com que ela possa ser usada em quarto de bebê, infantil, brinquedoteca, sala… mooui.com.br, R$ 1.989,70. Mede 140 x 200 cm
3. Conforto em primeiro lugar
A sandália é feita com materiais respiráveis, para garantir conforto mesmo nos dias mais quentes. Tem tiras de velcro ajustáveis e palmilha de EVA flexível. bibi.com, R$ 139,90. Tamanhos do 20 ao 32
4. Diversão sensorial
É só encaixar as “moedas” na parte superior da colmeia para que elas desçam pelo labirinto.
Os pequenos observam o movimento, enquanto mantêm as mãos ocupadas com o rolinho,
o chocalho... Indicado a partir dos 12 meses. fisher-price.com, R$ 159,90. Mede 27 x 25 x 9 cm
5. Pés protegidos
A sapatilha faz parte da Linha Antiviral, da Pampili. O solado tem tecnologia especial que impede a proliferação de vírus e bactérias. Um charme só! pampili.com.br, R$ 120. Tamanhos do 13 ao 19
6. Estampa vibrante
O macacão tem um colorido que é a cara do verão. Feito de algodão, tem botões nas alças reguláveis, na lateral e no entrepernas, para facilitar a troca de fraldas. afabula.com.br, R$ 198. Tamanhos P, M e G
7. Toque de exclusividade
O bordado de flores é uma criação da estilista e designer Cris Barros. Confeccionada em algodão, a calça tem uma modelagem ampla e soltinha, com cós franzido e elástico na barra. crisbarros.com.br, R$ 288. Tamanho BB (12 meses)
8. Brincadeira interativa
O quebra-cabeça da linha Interactive Play vem com 100 peças e um QR Code. É só apontar a câmera do tablet ou do celular para o código para abrir um aplicativo interativo com curiosidades sobre os sistemas do corpo humano. brinquedos.xalingo.com.br, R$ 23,90. Mede 41 x 37 cm. A partir de 6 anos
9. Três em um
Com um formato que remete a uma casa, a peça permite que a criança brinque embaixo, fazendo de cabana, ou use o “telhado” como uma prancheta. A “chaminé” funciona como um porta-objetos. liludesign.com.br, R$ 1.790. Mede 80 x 75 x 82 cm
10. Doces sonhos
Com estampa de picolé de melancia, o conjunto para berço traz um toque de cor para o quarto do bebê. Inclui lençol de cima, forro de elástico e fronha. Todas as peças são de algodão. westwing.com.br, R$ 179,90. Mede 120 x 180 cm
Uma menina nasceu com 4 braços e 4 pernas, em 16 de dezembro, na província de Nakhon Phanom, na Tailândia. Segundo informações da imprensa local, os membros extras não tinham sido identificados durante o pré-natal, apenas no último exame de ultrassonografia.
A pequena Pawida nasceu com cerca de 3 kg, no Hospital Nakhon Phanom, mas foi transferida para o Hospital Srinakharin Sukhumvit para passar por exames adicionais. Os médicos disseram que a menina consegue respirar por conta própria e é saudável.
A mãe, de 22 anos, declarou à imprensa local que espera que a filha passe logo por uma cirurgia para a retirada dos membros extras. A menina segue em observação no hospital, sem data prevista para alta.
Desde janeiro de 2017, foram 32 testes de gravidez frustrados. Nervosismo, coração a mil e as duas linhas que insistiam em não aparecer. Foi um longo caminho; quase três anos e 32 tentativas depois até, finalmente, chegar ao tão sonhado positivo. Mas a espera foi muito bem recompensada: a escritora Fernanda Witwytzky, 30 anos, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e o marido, o professor de educação física Rafael Carrilho, 29 anos, descobriram que não teriam apenas um, mas dois bebês de uma só vez!
E foi assim que, em abril de 2020, em meio a pandemia mundial de covid, Sara e Samuel — hoje com 8 meses — chegaram ao mundo. Em um depoimento exclusivo, Fernanda contou como passou de tentante à mãe de gêmeos. "São vários aprendizados em relação à espera", diz ela que, inclusive, escreveu um livro sobre o tema.
"Eu sempre quis ser mãe. Desde muito pequena, sempre falei isso. Inclusive, alguns anos atrás, minha mãe encontrou um caderninho meu, com aquelas brincadeiras de criança de perguntas e respostas, e uma das perguntas era: 'Qual é o seu maior sonho?' E eu respondi: 'Ser mãe e ser feliz' (risos) Então, desde muito pequena, eu sempre tive esse sonho de ser mãe e de formar uma família. Aliás, família não, uma grande família! Mas percebi que não seria tão simples ou fácil engravidar depois do primeiro teste negativo. Eu tinha muita expectativa, achava que iria engravidar logo depois de parar com a pílula, mas esse primeiro teste negativo foi um choque pra mim. Os outros só foram reafirmando o quanto seria difícil. Ao longo do tempo, eu fui percebendo, cada vez mais, que não seria fácil, mas não imaginava que levaria tanto tempo: foram quase 3 anos de tentativas.
Nesse meio tempo, ao conversar com outras mulheres e me informar mais sobre o assunto, também percebi o quanto era comum a demora para engravidar. Muitas mulheres lutam contra a infertilidade, mas isso ainda é pouco falado. Muitas se sentem constrangidas e até sozinhas nesse processo, sem se dar conta que existem milhares passando pelo mesmo problema. Para mim, foram 32 tentativas. Eu fui contabilizando cada uma porque escrevia sobre todos os negativos. Eu fazia uma espécie de diário, sempre anotava tudo. Eu tinha vários problemas de fertilidade, mas não era infértil. Tinha vários problemas que, juntos, diminuíam muito minhas probabilidades de engravidar. Um deles, por exemplo, é a endometriose. Então, busquei diversos médicos e passei por diversos tratamentos até que encontrei um que funcionou. Muitas pessoas me perguram qual foi o tratamento que deu certo, mas acredito que cada pessoa, cada situação é única. É importante buscar alternativas e encontrar a que for melhor para você, e isso é muito individual.
Graças a Deus, encontrei um bom médico que me ajudou a investigar mais a fundo e achamos uma solução. Então, em julho de 2019, depois de vários exames, procedimentos, uma cirurgia e 32 tentativas de engravidar, resolvi fazer um último teste de gravidez. Naquele dia, quando Rafa chegou em casa, deixei em cima da mesa uma plantinha nova, junto com um bilhete escrito: 'Talvez você não seja mais um pai só de plantas. Nós conseguimos!'
É muito difícil descrever o sentimento de quando a gente vê o 'positivo' pela primeira vez. Eu acho que isso vale para qualquer situação: tanto a mulher que estava esperando um filho; quanto a que não estava esperando, mas tudo bem ter um filho; como a que não queria engravidar. Acho que ninguém passa de forma indiferente a uma notícia como essa. Saber que você vai carregar e gerar uma vida dentro do seu próprio corpo é uma sensação muito louca e diferente. No meu caso, foi uma sensação muito maravilhosa porque foi uma resposta, como se eu tivesse corrido uma maratona e finalmente poderia sentar e descansar. Foi muito gratificante, um sentimento de alegria, de transbordar! Lógico que logo em seguida vieram a insegurança e o medo de saber se iria dar certo, mas foi um dia mágico.
Pouco depois, descobrimos que seriam gêmeos. Esse dia foi ainda mais feliz do que quando descobri que estava grávida. Entendi que Deus estava nos presenteando em dobro. A gravidez já é um presente enorme, mas, depois de toda essa espera, vir dois de uma só vez — e economizar uma gravidez (risos) — foi maravilhoso. Nunca vou esquecer! Foi o dia mais feliz da minha vida. Depois que eles chegaram, muito tudo, absolutamente tudo: nossa rotina, nosso sono, nossa casa, nosso tempo, nossa disposição para fazer as coisas e encontrar as pessoas.... Tudo mudou! A gente mudou e amadureceu... Está sendo uma experiência totalmente nova e maravilhosa. Acho que tem sido uma fase, principalmente de amadurecimento. Entendemos que a nossa vida não é sobre nós, é sobre se doar pelo outro, de sacrifícios, entendemos mais sobre o amor de Deus por nós... É muito corrido, puxado e difícil, muitas vezes... mas esse 'muito' é para o lado positivo também: é muito maravilhoso, é muito gostoso... é realmente tudo em dobro!
Mas lembro que, ao mesmo tempo em que estava muito feliz, também senti muito medo, pois a pandemia chegou no final da gestação. Naquela época, era tudo novo e não sabíamos se o coronavírus poderia prejudicar as gestantes ou os bebês. Eles nasceram em abril, foi um tempo de muita insegurança, mas, depois de tudo o que passamos, estávamos confiantes em Deus e tomamos todos os devidos cuidados. Mas foi uma ansiedade, uma angústia... não foi um momento fácil.
Sobre a espera, posso dizer que é um tempo de vários aprendizados. Inclusive, tenho um livro aonde escrevi todos esses aprendizados. Chama-se 'Enquanto isso'. Ele traz tudo o que aprendi com a espera e as perspectivas que Deus me trouxe sobre esse tempo. Aliás, o tempo da espera é muito frutífero, não é um tempo parado. Apesar de parecer um momento triste, muitas coisas são trabalhadas em nós, é um tempo muito precioso, é aonde podemos aprender sobre muitas coisas. O que eu diria para uma casal que está passando por essa fase é: 'Continuem, não percam as esperanças, não deixem seus corações se amargurarem diante de tantos 'nãos' ou da vitória de outras pessoas.' Diria para cuidarem dos seus corações, do casamento, desfrutar do tempo como casal e cuidar um do outro.
As crianças devem usar máscaras de pano durante a prática de esportes coletivos, de acordo com nova recomendação da Academia Americana de Pediatria. A entidade indicou ainda que os pequenos também devem utilizar o equipamento de proteção se estiverem nas laterais do campo ou no banco de reservas e que o tecido deve ser trocado imediatamente caso fique encharcado de suor.
Segundo os especialistas, as exceções são esportes individuais e ao ar livre, como o tênis e o hipismo, em que o contato com outras pessoas não é próximo e esportes aquáticos e ginástica, em que a máscara pode se tornar um risco de asfixia na água ou se deslocar e obstruir a visão de uma criança durante uma acrobacia, tornando-se perigosa.
Em nota, a APP afirmou que “estudos que mediram os níveis de oxigênio e dióxido de carbono à medida que as pessoas se exercitam ao utilizar máscaras, comprovaram que o uso do equipamento é seguro e não interfere de maneira significativa na respiração”.
O contexto da prematuridade e de outras condições de risco envolve muitas particularidades quanto à presença familiar em uma UTI Neonatal/Pediátrica e não somente em período de pandemia, como o atual. Pais e bebês prematuros vivenciam outras formas de vinculação, contato afetivo, aleitamento materno e experiências durante os seus primeiros dias e meses de vida. Essas particularidades são tantas que permaneci juntamente com a CRESCER o ano todo escrevendo sobre a Vida de Prematuro e suas famílias. Gostaria, primeiramente, de agradecer a todos por nos acompanhar e de dizer que durante o ano de 2021 continuaremos juntos nessa jornada tão especial chamada prematuridade.
O período de Natal e fim de ano é sempre um momento muito esperado por todos nós, pois, independente da espiritualidade individual, esperamos encontrar e ficar bem juntinho das pessoas que mais amamos: nossos pais, filhos, irmãos, sobrinhos, tios, primos, amigos... creio que todos nós, diante dessa pandemia, mas, especialmente, os pais de prematuros que passarão as festas em uma UTI Neonatal/Pediátrica, estão sentindo um aperto no coração de não poder dar aquele abraço presencial e ter aquele contato afetivo íntimo que gostaríamos de ter com as pessoas amadas. Sabemos o quanto essa falta das pessoas que mais amamos, como os nossos bebês, gera marcas e sentimentos difíceis.
Se não estivéssemos em um período tão difícil de pandemia e com tantas diversidades em protocolos de visitas de pais de prematuros nas UTIs em nosso país, apesar de tantas campanhas contra a separação entre pais e prematuros - separação zero -, contaria aqui para vocês várias estratégias para amenizar a dor de não ter o bebê conosco, em casa, em um período tão aguardado. Eu mesma passei por isso duas vezes e tentei alegrar aquele momento da melhor forma possível. Lembro-me que levei comida para compartilhar com a equipe hospitalar, presentinhos de Natal, mimos para minha prematura extrema de 23 semanas e 1 dia, flores para mim mesma, em meu repouso com o Lucca, abraços calorosos e cheios de gratidão nas enfermeiras, médicos, fisioterapeutas, amigos de UTI... Mas, este ano, infelizmente, alguns pais passarão esse momento sem ao menos poderem entrar na UTI.
Então, decidi para o último texto do ano de 2020 trazer à tona a importância de uma equipe hospitalar e que também passa esse período festivo em longos plantões e longe de seus familiares, bebês, companheiros, pais e amigos íntimos; assim como também acontece com os pais que estão nesse momento em um contexto hospitalar.
Para que esse texto fosse carregado de verdade e significado, pedi para algumas enfermeiras neonatais muito especiais para mim, para meu marido, Marcel, e meus dois prematuros, Maitê Maria e Lucca, para escreverem seus depoimentos sobre o que significa para elas passar esse período bem pertinho dos nossos guerreiros prematuros e suas famílias e longe de seus próprios familiares. Creio que todos os pais de prematuros irão compreender o motivo pelo qual escolhi as enfermeiras para esses depoimentos. Sim! As enfermeiras (os) são as segundas mães e pais de nossos bebês. São elas/ eles quem ninam, trocam a fralda, acalentam, passam a medicação, cantam, conversam, dão banho, alimentam em todos os períodos em que não estamos presentes. As enfermeiras literalmente ganham filhos e mais filhos ao longo de suas vidas e jamais se esquecem de nenhum deles. Elas conseguem guardar detalhes, minucias, particularidades e características de todos os bebês e famílias que foram designados a elas... São verdadeiras mães que estão ali transmitindo todo o seu amor, acalento, força e fé para os nossos guerreiros e suas famílias. Tenho a certeza absoluta de que toda mãe e pai de prematuro (s) carregam em seus corações, pelo menos uma enfermeira... Ou várias, como eu! Assim como os nossos filhos as marcam, elas também fazem isso conosco...
Suely, Marli, Viviane e Ely foram mães para os meus dois filhos, mas especialmente para a Maitê Maria que, no Natal e fim de ano de 2012, estava apenas começando uma bela e difícil batalha em prol da vida. Desejo que essas quatro enfermeiras e seus depoimentos possam representar todos os profissionais de UTIs Neonatais, desde a equipe da limpeza até os coordenadores, e a gratidão de todo pai prematuro pelos cuidados prestados a nossos bebês e a nós mesmos.
Suely de Freitas, a primeira enfermeira que colocou as mãos em minha filha, afirma que ¨trabalhar em uma UTI Neonatal tem suas particularidades e que talvez seja compreensível apenas para quem está lá, vivenciando o seu dia a dia. Naquele ambiente de trabalho e de acolhimento aos bebês e seus pais, formamos uma nova família, dividimos todos os tipos de sentimentos como: alegrias, tristezas, medo, esperança e tantas outras coisas com familiares e colegas de trabalho. E como é lindo ver a cumplicidade e o amor que surgem. Fazemos a festa de Natal e Final de Ano lá, com nossos queridos bebês, famílias e equipe, preparamos um café/almoço, nos abraçamos e mantemos o clima de festa nessas datas tão maravilhosas. Ligamos para nossos filhos, maridos, pais e familiares queridos, prometendo que, assim que terminar o plantão, estaremos festejando com eles ou, para os que estão longe, a promessa de tentar uma folga no próximo ano para festejar junto. Temos também a capacidade de ter um 'calendário móvel', comemorando um dia antes, um dia depois e assim vai. Mas o que se torna importante é termos o privilégio de participar e comemorar com duas famílias: a família biológica e a afetiva. Com elas, temos a oportunidade de tamanhos aprendizados sobre o valor de batalhas em prol da vida e do afeto.¨
Marli de Lima Arnaut, a enfermeira que virou vovó de Maitê Maria e Lucca, disse que todo plantão de Natal e dia 31, ela sai de casa com coração apertado, com uma vontade de ficar, ao ver toda a família se reunindo. "Sempre choro, pois deixar o filho e o marido é tão difícil! Sempre dou aquele abraço, com a promessa de que uma ligação à meia-noite acontecerá se tudo estiver ocorrendo bem com os bebês. Porém, quando chego no plantão e olho para os pais e seus bebês, sinto o quanto, naquele dia especial, eles precisam muito de mim, muito mais dos que aqueles que estão em casa com saúde... Com esse sentimento de prontidão e afeto ao outro, a noite passa tão rápido e, em poucas horas, já consigo estar com minha família novamente. Ao contrário de nossos guerreiros prematuros, que ainda ficarão um tempo prolongado sem o acalento de seus pais. Nesse momento, tudo ganha uma outra dimensão e significado: um olhar, um abraço, um presente... Mesmo ouvindo e desejando feliz Natal e Ano Novo aos meus familiares no banheiro e pelo celular, faço plantão em datas comemorativas há mais de 30 anos e nunca me arrependi, nem por um instante. Afinal de contas, estar com os bebês e suas famílias sempre foi muito satisfatório".
Viviane Bianca Bella, a enfermeira que colocou minha prematura extrema pela primeira vez em meu colo, disse que escolheu a profissão já sabendo que em alguns momentos teria de abrir mão do convívio familiar para cuidar dos pacientes. "Dentro de uma UTI Neonatal, saber que um pequeno ser, com toda sua fragilidade, luta incansavelmente pela vida é um dos fatores que me motiva a oferecer o meu melhor para esse bebê e família, independente de calendários festivos. Nesses anos como Enfermeira Intensivista Neonatal, aprendi a aproveitar meus momentos de folga com a família para viver o equilíbrio entre os plantões e a vida pessoal. Sou extremamente feliz e realizada por exercer uma profissão que contribui para o maior bem desse mundo: a vida de pequenos grandes guerreiros e suas familias!"
Elyana Reducino, a enfermeira dos laços de fita e gravatinhas, afirmou que passar o Natal e o Ano Novo dentro de uma UTI Neonatal a fez ressignificar muitas teorias. "Nos primeiros anos, era tudo novo, ficava uma mistura de sentimentos entre querer muito estar em casa, mas, ao mesmo tempo, me sentir essencial dentro do ambiente hospitalar para os bebês e suas famílias. Eles precisavam ser cuidados nessa data, aliás, com ainda mais empatia e carinho. É como se nossa vida profissional e pessoal se permeassem, pois desejamos muita saúde e paz para os amigos de trabalho (não os considero colegas, pois são pessoas com as quais passo junto mais de 12 horas por dia), para os bebês (falando baixinho em cada leito, mesmo sabendo que ainda não entendem) e também para os pais desses bebês, que estão ali, em estado de fragilidade emocional. Em um dos meus plantões de Ano Novo, em um 31/12, um dos pais quis levar algo para colaborar com nosso lanchinho. Chegou ali com muitos sucos de caixinha dos filhos mais velhos. Foi uma atitude que me emocionou e que nunca irei esquecer. Percebi o quanto era essencial estar ali. Criei laços afetivos com alguns pais. Assim como enxergamos o bebê como um ser único e totalmente dependente do afeto e presença de seus pais, também precisamos enxergar um profissional da enfermagem dentro de uma UTI com um grande envolvimento emocional. Sentimos amor por todo bebê que ali está. Equipe, bebês e seus pais, naquele momento de internação, também são nossas famílias¨.
Com esses singelos e verdadeiros depoimentos das segundas mães de nossos bebês em tempos de UTI, esperamos que o Natal e Fim de Ano em uma UTI, apesar de um momento muito difícil, possa ser vivenciado com a certeza de que até o Deus menino passou por momentos de dificuldades e escassez em seu nascimento... Mesmo que um nascimento seja inesperado e muito longe do que imaginávamos ou desejávamos, o Deus menino veio a nós como um recém nascido, exatamente porque, mesmo que os nossos prematuros estejam entre fios, máquinas, muitas adversidades e longe do acalento de seus pais, um bebê significa ternura, esperança, fé e força para trilharmos o tempo de vida terrestre designado a cada um de nós... Desejo que venha um novo ciclo, com muita resiliência e amor para curar e acalentar todas as nossas dores. Que a empatia, o respeito e a admiração por todas as caminhadas de lutas e batalhas em prol da vida seja a grande conexão entre a equipe hospitalar, os prematuros e suas famílias... Que cada olhar trocado entre os profissionais e seus pais seja sentido como um abraço de fraternidade e acalento para todos nós. Com amor e afeto Teresa Ruas, Marcel Desco, Maitê Maria, Lucca, equipe @prematurosbr e todos os nossos parceiros em prol da prematuridade.
Ver o filho com o nariz escorrendo é uma experiência que a maioria dos pais já passou. Para quem não sabe, essa secreção aquosa é chamada de coriza e se manifesta tanto em bebês como em crianças maiores! Sua causa tem diversos fatores, pode ser devido a um vírus, bactéria ou mesmo refluxo fisiológico.
Para esclarecer as dúvidas dos pais quanto à coriza, conversamos com o otorrino Lauro Alcantara, do Hospital Pequeno Príncipe (PR). O especialista deu dicas importantes para evitar que as crianças tenham esse tipo de secreção. Confira!
CAUSAS
Após a amamentação, alguns bebês acabam colocando um pouco de leite para fora — o chamado "queijinho". Isso é chamado de refluxo fisiológico e a princípio não causa problemas sérios aos recém-nascidos. No entanto, o otorrino explica que esse leite que retornou do estômago pode ir para a rinofaringe, parte da faringe localizada atrás das fossas nasais, e acaba irritando a mucosa nasal e isso causa a coriza.
Por isso, o especialista recomenda que as mães não chacoalhem os filhos durante as mamadas, para que não ocorra esse refluxo. "É importante também não colocar o bebê deitado depois de arrotar e se possível elevar a cabeceira do moisés, porque isso dificulta que o conteúdo do estômago suba para a faringe", explica o médico.
Conforme a criança vai crescendo, ela perde a imunidade, que ganhou da mãe, e começa a se expor ao ambiente e a outras pessoas. É nesse momento que os vírus e as bactérias entram em ação. Eles alcançam a mucosa nasal dos pequenos e irão produzir uma reação inflamatória, que leva à secreção. Um dos exemplos é o caso das crianças que possuem rinite alérgica, que ocorre devido a uma inflamação da mucosa do nariz. E entre os sintomas desse problema está a coriza. "Ela ocorre em crianças maiores, mas não a impede de ocorrer precocemente".
COMO TRATAR
O primeiro passo para evitar a coriza é eliminar a sua causa, como por exemplo, impedir que o refluxo fisiológico aconteça. No caso de reações inflamatórias, devido à bactérias, em alguns casos, é necessário tratar com antibiótico, mas apenas com a recomendação médica. A lavagem com soro fisiológico também é muito recomendada. Porém, é necessário ficar atento! Em bebês, a limpeza deve ser feita com cuidado, o ideal é pingar gotinhas ou usar um spray.
O especialista também alerta que é necessário observar se a secreção aquosa, que é a coriza, não se transforma em uma secreção purulenta, geralmente amarelada. "Quando há uma secreção purulenta persistente seguida por febre e recusa da mamada, é bom procurar um pediatra".
Os pais também precisam estar atentos à coriza recorrente, pois pode ser um sinal de uma fístula liquórica, quando há a saída do líquido que envolve o cérebro pela cavidade nasal. Segundo o especialista, isso pode ocorrer, devido a uma lesão da meninge — membrana que recobre o encéfalo. "Normalmente, é uma má formação, por isso o pediatra nos primeiros meses de vida do bebê é fundamental".
Vou contar uma coisa: escrever esta coluna às vezes causa confusão em casa. Um monte de comidinhas gostosas sendo preparadas na cozinha e… “Espera, filho, que ainda preciso fotografar!” Pior quando a receita tem a ver com alguma data especial. Para sair na revista, tudo tem de ser produzido com antecedência.
Foi uma chiadeira quando as torradas de Halloween apareceram bem antes de 31 de outubro. Quando o fim de outubro se aproximava, tirei do armário as louças natalinas… Mais reclamações.
Meu Pedrinho leva datas comemorativas muito a sério. Comida de festa é comida de festa. Se a gente faz fora de hora, perde metade da graça. Ao mesmo tempo, ele tem de se acostumar porque a cozinha é também o meu local de trabalho. E ele pode brincar de me ajudar nos dias de festa e nos dias de trabalho.
O que torna uma comida digna de festa? Às vezes, é um preparo único, como o panetone. Às vezes, é um traje festivo – caso desta guloseima, muito simples de fazer. Não exige forno (exceto micro-ondas), tampouco habilidade.
A nutricionista materno-infantil Fernanda Mariz (SP) lembra que vale conscientizar as crianças de que, nas datas festivas, elas podem comer o que quiserem, mas sempre respeitando o momento em que se sentem saciadas. O açúcar só deve ser oferecido para maiores de 2 anos (que não tenham alergia a leite ou oleaginosas), e com moderação.
Outra dica: “Faça um café da manhã e um almoço leves para não sobrecarregar a digestão, se o jantar for mais pesado”, diz Fernanda.
E boas festas para nós!
RECEITA
Ingredientes
20 bolachas água e sal
⅓ de xícara (chá) de noz-pecã (tostada e sem sal)
100 gramas de manteiga
200 gramas de chocolate meio amargo para cobertura
2 colheres (sopa) de creme de leite fresco
Modo de preparo
Triture no processador as bolachas e a noz-pecã. Misture essa farofa de bolacha e noz à manteiga derretida. Cubra uma forma de cerca de 15 x 20 cm com papel-manteiga, deixando sobra nas laterais. Espalhe a massa no fundo da forma, pressionando com os dedos para firmar. Leve o utensílio ao congelador. Pique o chocolate, coloque em uma tigela de vidro ou cerâmica e derreta no micro-ondas (aqueça 30 segundos na potência média, mexa, aqueça mais 30 segundos e repita os passos até ele estar bem derretido). Junte o creme de leite e mexa bem. Se o chocolate ficar opaco, volte ao micro-ondas. Espalhe o chocolate sobre a massa de biscoitos. Leve ao congelador por uma hora. Com ajuda do papel-manteiga, retire cuidadosamente a barra de biscoito e chocolate da forma, e coloque sobre uma bancada. Corte os triângulos com uma faca afiada. Decore-os com confeitos de chocolate, açúcar de confeiteiro ou nozes.
Tempo de preparo: 1h30min
Rendimento: 6 árvores
A partir de 2 anos
*Mariana Weber é jornalista e autora do blog Caderno de Receitas.
Depois de um ano atípico, que nos fez repensar uma série de conceitos e readequar nossa vida a novos parâmetros, as celebrações do Natal e do Ano Novo nos provocam mais reflexões. Preparar ou não uma ceia natalina ou de Réveillon? Chamar familiares? Providenciar presentes? Usar looks especiais para entrar no clima? As respostas são pessoais e dependem de cada núcleo familiar. Mas uma coisa é certa: é preciso comemorar o que o (duro) ano nos trouxe de bom. Porque sempre há aprendizados que nos fazem crescer.
Além disso, as crianças esperam por esse momento. A chegada do Papai Noel é mágica para elas. Assim, vale investir numa roupa que seja diferente daquelas do dia a dia. Aposte em uma peça-chave, seja pela estampa, tecido, seja pela modelagem. Lembre-se só de que a palavra de ordem é “conforto”. Escolha peças que deixem os movimentos livres, como os mais soltinhos e de tecidos frescos, de preferência, algodão. Tons claros e terrosos fecham a combinação da estação. Para finalizar, os acessórios – sempre eles – dão um toque especial a qualquer look. Confira dicas a seguir e boas festas!
A. Grampos de metal, R$ 39,90, da Can Can
B. Brincos de ouro 18K e pedras, R$ 1.450, da Bambina Joias
C. Vestido de algodão e poliéster, R$ 289, da Mila Milou
D. Tênis de lona e borracha recicladas, R$ 158, da Tnin
A. Camisa de linho e algodão, R$ 205, da Que Te Encante
B. Bermuda de algodão, viscose e linho, R$ 109,90, da Nutti
C. Tênis de lona, R$ 169, da Matuschka Mia
A. Presilhas de acetato, R$ 15 cada, da Petit Marie
B. Vestido de linho, R$ 188, da Jouer
C. Sandália de couro, R$ 128, da Ludique et Badin
A. Camisa de linho e algodão, R$ 165, da Pink & Blue
B. Calça de sarja, R$ 76,90, da Parizi
C. Tênis de lona e borracha recicladas, R$ 168, da Tnin
A. Body de algodão e elastano, R$ 60, da Nó e Nó
B. jardineira de linho, R$ 170, da Bió
C. Tênis de linho, R$ 69,90, da Molekinho
A. Colar de ouro 18k, R$ 2.590, da trois monceau
B. Brincos de ouro 18k e apatita, R$ 3.980, da Antonio Bernardo
C. Vestido de linho, viscose e algodão, R$ 224,90, da Mi roupa que cresce
D. Sandália de couro, R$ 210, da José + CecÍlia
A. Tiara de metal, vinil e paetê, R$ 59,90, da Kika Pagnot Kids Accessories
B. Brincos de ouro 18k, R$ 980, da trois monceau
C. Camiseta de algodão, R$ 49,90, da Z.Low
D. Calça de algodão, R$ 197, da Tom Peppers
E. Tênis de couro sintético e borracha, R$ 178, da Ludique et badin
A.Brincos de ouro 18k, R$ 1.870, da Antonio Bernardo
B. Pulseira de ouro 18k e pérolas, R$ 960, da Bambina Joias
C.Vestido (acompanha laço) de algodão feito sob medida, valor sob consulta, do Atelier Ly.ko
D. Sandália de verniz e fibras naturais, R$ 44,90, da Molekinha
A. Body-camisa de algodão, R$ 110, da Breda
B. Calça de linho e viscose, R$ 111, da Jouer
C. Tênis de couro, R$ 239,90, da Tip Top Joey na Ludique et Badin
É Natal, e a data sugere uma produção especial para se diferenciar dos outros dias, ainda mais num ano em que passamos tanto tempo com “roupa de ficar em casa”. Segundo a consultora de estilo Thay Milani, especialista em imagem pessoal e coloração, de Curitiba (PR), somos muito mais espertos quando usamos nossa criatividade para inventar novos looks com as peças que já temos. “Este ano, passamos por tantas mudanças, por que não começar uma outra análise de consumo, de uma moda com propósito? O segredo, como diz a superestilista britânica Vivienne Westwood, é: ‘compre menos, escolha melhor e faça durar’”, diz. Olha só as dicas da Thay de como você pode se inspirar a fazer isso no seu próprio armário (e no das crianças) e estar linda para essa data mais que especial.
1 • Combine suas roupas com acessórios que não utiliza há um tempão. Eles podem ser o destaque da roupa: dá para usar um lenço como cinto ou amarrar no cabelo. Brincos de pedras estão em alta, e quanto maiores, melhor;
2 • Misture cores para dar mais alegria à roupa. Ou aposte num look inteiro neutro e pontue com um sapato colorido;
3 • Use texturas diferentes no mesmo look: peças tramadas, lisas, com matelassé...
Se as idas ao banheiro começaram a ficar mais espaçadas durante a gravidez, saiba que você não está sozinha. Um grupo de pesquisadores da Universidade da Finlândia Oriental fez um levantamento com 1.077 mulheres. Depois de aplicar um questionário, eles concluíram que as grávidas tinham de duas a três vezes mais possibilidades de sofrer constipação do que em qualquer outra fase da vida. A explicação para o intestino mais preguiçoso é simples. “Os níveis do hormônio progesterona aumentam na gravidez, e tudo anda mais devagar. O intestino fica mais lento e dá mais sonolência, por exemplo”, diz o obstetra Flávio Tanesi, do Hospital Santa Catarina (SP). A pesquisa também mostrou que, para quase metade das mulheres, o quadro de prisão de ventre continuou no mês seguinte ao parto. “Em muitos casos, a mulher deixa de tomar a quantidade de líquido necessária. O organismo direciona muita água para produzir o leite e, com isso, acaba faltando para formar o bolo fecal”, afirma Tanesi.
Bons aliados
O ideal é que a evacuação aconteça diariamente ou, no máximo, em dias alternados. Veja o que ajuda a regular as idas ao banheiro
Alimentação
Uma dieta equilibrada e rica em fibras acelera as visitas ao banheiro. Aveia, linhaça, folhas verdes, castanhas e laranjas (com bagaço) são ótimas aliadas. Substituir pães e massas brancas por integrais também colabora.
Ingestão de líquido
Consumir uma média de três litros de água por dia é fundamental, principalmente no pós-parto, quando o organismo trabalha para a produção de leite.
Atividade física
Exercitar-se também faz diferença para melhorar a função intestinal. Caminhar ou fazer pilates pelo menos três vezes por semana são boas alternativas, mas sempre com recomendação do obstetra.
Ser mãe é tomar decisões desafiadoras, um dia após o outro. Naiumi Goldoni passou por uma dessas situações neste fim de semana e fez um relato explicando a história em seu perfil no Instagram. A atriz e embaixadora da CRESCER estava em São Paulo e passaria o fim de ano no Rio Grande do Sul, com a família. Como as passagens para a família toda nesta época do ano são caríssimas, os quatro encarariam o percurso de 14 horas de carro mesmo. Mas uma outra opção apareceu e os pais fizeram uma difícil escolha. "Foi preciso pensar com a cabeça, e não com o coração. Estávamos com tudo pronto para viajar de carro para o RS, nós 4 (passagens pra família toda pré Natal custam um rim). Minha irmã @drabarbaragoldoni estava em SP para atendimentos, e hoje tanto nós partiríamos de carro quanto ela de avião. Brincando ela falou que levaria as meninas. Comecei a pensar nisso... Bebê até 2 anos não paga passagem. Seria 1h30 de viagem, ao invés de umas 14h. Por mais que meu coração doesse apenas de pensar em ficar longe dela, percebi que seria egoísmo da minha parte não permitir que ela tivesse esse conforto e bem-estar. Por mais que para isso precisasse ficar 24h longe dela (vamos parar em SC pra dormir e Maelle aguentar a viagem)", explicou a mãe.
Ao decidir, ela precisou correr para fazer os preparativos. A família precisou ir ao cartório para fazer uma declaração autorizando a pequena Mavie, 2 meses, a viajar sem os pais. Além disso, foi necessário pegar todo o estoque de leite congelado e treinar a pequena para usar uma mamadeira na hora da decolagem e do pouso, para evitar o desconforto da pressão no ouvido. "Fomos cedinho para o aeroporto para 'adicionar Mavie' à passagem de Bárbara", contou Naiumi.
"Quando deu tudo certo, o coração apertou e chorei. Era real, ficaria longe do meu bebê. Chorei eu, chorou a irmã. Só não chorou Mavie, que tinha mamado e já estava no colo da titia... Dormiu o voo todo e agora fico recebendo fotos lindas dela sendo paparicada por toda família, feliz da vida e super tranquila. Não foi uma decisão fácil, mas foi a melhor para ela. Então é a melhor para mim também", concluiu.
A família chegou ontem a Santa Catarina, onde passou a noite e conseguiu curtir um pedacinho da manhã ao sol. "Conseguimos aproveitar um jantar delicioso, descansar super bem e acordar bem cedo para aproveitar um pouco desse paraíso antes mesmo do café da manhã. Às 7h, já estávamos na beira da praia para Maelle curtir ao máximo esse momento especial como 'dia do filho único'. Demos atenção total a ela, todos nós aproveitamos isso ao máximo. Tomamos o café da manhã e já estamos na estrada a caminho do nosso destino, com o coração ansioso para estarmos os 4 juntos de novo!", escreveu, na manhã deste domingo.
No hotel, ela aproveitou para tirar mais leite, porque os seios ficaram cheios no tempo longe da caçula. Naiumi também postou nos stories vídeos da bebê toda confortável e tranquila, já na casa dos avós, no Sul.